Foto de Margareth Muniz de Souza.

A Taioba é uma verdura quase esquecida no sudeste, porém seu plantio se dá entre setembro e novembro, sendo mais consumida em outras regioes do Brasil como Goiás por exemplo, porém presente em grande parte do território nacional 🇧🇷.

Seu sabor se assemelha ao espinafre e pode ser consumida refogada.

É uma ótima fonte de vitaminas do complexo B, vitaminas A e C, minerais como ferro,cálcio ,boro, cobre além de ação antioxidante e compostos bioativos.

Diante de tantos benefícios, vale a pena experimentar não

Este é nosso Médico / Bioengenheiro pela USP, mais uma vez sendo caçado, mas nunca baixando a cabeça contra as injustiças deste no Brasil.

Ele quer uma maneira de curar / amenizar a Dor do Câncer através do Composto desenvolvido por ele e a Equipe Genial do Dr. Gilberto, mas ao invés de todos serem aliados a eles (como nós), tem grupos contra esse ideal querendo calá-lo.

Saibam que ELES NÃO ESTÃO SOZINHOS, há uma nação que cresce a cada dia os apoiando…

Vamos Liberar a FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA a qualquer custo. ACREDITEM!!!

Remédios com bem menos eficácia com valores exorbitantes, com testes pífios estão sendo regulamentados e postos em comercialização; por que? – São Caros e Ineficazes…

A FOS, é barata e mostrou-se deveras eficaz em muita gente com Câncer (ATÉ CASOS DE CURA TOTAL SEM SOFRIMENTO ALGUM). Por isso querem calá-los, mas eles não são apenas uma voz… SOMOS TODOS UM….

Site www.fosfoamina.wix.com/cura para aqueles que necessitam de mais informações.

PETIÇÃO: PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA FOSFOETANOLAMINA CONTRA O CÂNCER

Material enviado pelo amigo e leitor Eduardo N. Ribeiro

O que a fibromialgia me ensinou?
É estranha essa frase, eu sei. Por que uma doença seria algo que nos ensinaria algo, a não ser que não devemos ficar doentes? Mas, dos males o menor, pelo menos usar o que o nosso corpo somatizou em nosso favor, e de uma maneira positiva.

A fibromialgia é uma síndrome dolorosa . É uma espécie de reumatismo do músculo. Todo mundo, fazendo as atividades do dia a dia, tem pequenas lesões musculares imperceptíveis, coisas que o corpo nem registra como problema ou dor.

Nos fibromiálgicos eles são registrados e aparecem sob a forma de dor. Ou seja, você pode ter dor em qualquer parte do corpo que tenha músculo, a dor andar, e você não ter nenhuma doença ou lesão associada.

É também uma doença invisível. Ainda hoje encontramos médicos desinformados, achando que é “frescura” porque ela não mostra nada no corpo.

Não existem deformações, inflamações, e não aparece nada em nenhum exame.

Na verdade, isso é porque é um problema do cérebro, do sistema de serotonina (um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar) que é baixa em indivíduos portadores.

Por isso, algumas outras doenças podem estar associadas, como depressão.

Eu fui diagnosticada em 2010 e era um prato cheio para essa síndrome autoimune. Mulher, por volta dos 30 anos, super estressada e cheia de afazeres (geralmente voltado para os outros). Sentia os sintomas desde 2008 na verdade, mas não sabia o que era. Fui à um milhão de médicos e, um dia, uma médica soltou essa palavra na consulta. Eu procurei no Google e voilá, era isso mesmo.

Faço tratamento desde então, mas é fácil esquecer dele. É aquela coisa, não nos lembramos que temos nada até a crise nos colocar de cama.

Dói o corpo como se estivéssemos com uma gripe forte, debaixo da pele (cada pessoa desenvolve os sintomas de uma maneira, essa é a minha).

O cansaço e a fadiga, mesmo sem fazermos nada, é a pior parte para mim.

Então, qual é a tal lição? Justamente. A fibromialgia pede cuidados consigo mesma, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Ela pede que olhemos para nós e que façamos escolhas sempre, sempre pensando só no nosso bem-estar. Não dá para ficar só mais uma horinha no escritório que ela grita. Não dá para se encher de tarefas da mãe, do pai, do cachorro, do papagaio que ela reclama.

Se exagerar um dia que seja, vai sentir no outro (ou nos outros) de uma maneira muito dolorosa. E não é só isso. Ela pede exercício físicos constantes.

Pede que a gente mantenha um peso saudável (se já dói normalmente, imagine acima do peso).

Pede que tomemos os nossos remédios, que tenhamos uma rotina para acordar e ir dormir, que escolhamos passeios mais calmos e tarefas mais simples.

Pede um bom passeio no parque, brincar com as crianças, dançar e tudo mais que nos dê prazer.

Geralmente as pessoas que acabam fibromiálgicas tem um bom problema com sentir prazer. São pessoas muito esforçadas, determinadas ao extremo em seu trabalho ou na sua casa, mas que costumam descuidar e esquecer de si mesmas.

A dor no corpo vem para lembrar que você é inteiramente responsabilidade sua, e de mais ninguém, e que não pode exagerar nos descuidos.

Deu preguiça de ir para a academia? Logo você sente. Engordou 2 ou 3 quilos, logo as solas dos pés reclamam.

E isso tudo a fibromialgia que está me ensinando.

Por isso eu mudei radicalmente minha vida desde o começo de 2015 (sim, demora para a gente entender o que ela quer de nós).

Faço exercícios regularmente, estou perdendo peso, estou mais focada em descansar. Continuo atendendo e escrevendo, mas de uma maneira que eu não me sinta malou extremamente cobrada.

A minha auto cobrança já é o suficiente. Ou seja, estou cuidando bem de mim mesma.

E é assim, quando você faz isso, as dores desaparecem. Sim, somem. Você pode viver com o diagnostico dentro da gaveta e nunca mais se lembrar que tem fibromialgia, desde que siga todas as regras. Não sei como será a minha vida daqui para frente, mas se depender de mim vou prezar pela qualidade.

E antes que você seja diagnosticada com qualquer coisa, que tal rever isso tudo? Que taluma vida equilibrada e feliz? Talvez você não precise de tanto quanto você acha que precisa.

Talvez só precise de mais tempo para você.Isso tudo dá para remediar, mas depois dela instalada, não dá para mais reverter.

Então, que tal parar antes? Falo do ponto de vista de alguém que não seguiu esse conselho, mas que gostaria de ter seguido.

Fonte: Andréa Pavlovichsch – http://www.stum.com.br/clube/c.asp?id=43550

A verdade por trás desse veneno.

Você sabe o que é óleo de Canola, qual a sua origem?

Sabe realmente de qual planta esse óleo é extraído?

Bom, CANOLA é a sigla de Canadian Oil Low Acid.

Canola realmente não é uma planta e sim um produto geneticamente modificado.

O óleo de Canola é extraído de uma planta chamada COLZA.

O óleo de Colza é muito utilizado para fabricação de produtos industriais, como vela, batons, sabonetes, tintas, lubrificantes e combustíveis, isso mesmo combustível, igual o que vai no motor do seu carro.

O óleo de Colza também é a fonte do mortífero Gás Mostarda, amplamente utilizado como arma química em guerras mundiais, com a ação de aniquilamento em massa de soldados.

Mais através dos sábios conhecimentos da modificação genética, esse veneno agora é um óleo “comestível”.

Infelizmente você que consome esse tipo de óleo, com aquela linda flor amarela no rótulo, está sendo envenenado e enganado.

Duro saber disso!
Pior é que os sintomas vão demorar em média uns 10 anos para começar a se manifestar, destruindo a Bainha de Mielina do seu cérebro.

Bainha essa fundamental para o funcionamento do nosso cérebro, pois é ela que acelera a condução de impulsos nervosos.

A perda da Bainha de Mielina provoca uma grande variedade de doenças, a mais comum é a Esclerose Múltipla.

A boa notícia, é que você pode fazer uso de óleos mais saudáveis e totalmente naturais, como a banha de porco purificada e o óleo de Coco.
Tenho certeza que sua saúde vai agradecer.

[Imagem: hibiscus-tea.jpg]

Inúmeros estudos têm mostrado que o chá de hibisco pode reduzir a pressão arterial de forma tão eficaz como as drogas farmacêuticas. Um chá de ervas (tisana) feito a partir de flores de hibisco é uma bebida popular em todo o mundo.

A bebida de cor rubi e picante é conhecida como “Jamaica” no México e é o principal ingrediente no chá Red Zinger.

A maioria dos chás de ervas comerciais nos Estados Unidos contêm hibisco“, disse Diane L. McKay, da Universidade Tufts, que pesquisou os benefícios da flor na redução da pressão arterial.

O hibisco (Hibiscus sabdariffa) tem na verdade uma longa história de uso como um tratamento da pressão arterial em muitos sistemas médicos tradicionais africanos e asiáticos. No final de 1990, os pesquisadores iranianos demonstraram clinicamente a eficácia deste tratamento.

Eles prescreveram a 54 adultos com pressão arterial elevada 330 ml chá de hibisco ou chá preto, uma vez por dia durante 12 dias. Eles descobriram que embora a pressão sanguínea diminuiu em ambos os grupos, ela diminuiu significativamente mais no grupo do que tomou chá de hibisco (um total de 10 por cento).

Isto foi seguido por dois outros estudos que compararam o chá de hibisco diretamente com drogas farmacêuticas para pressão arterial.

Em 2004, pesquisadores mexicanos prescreveram a 75 adultos com pressão arterial elevada 25 mg do medicamento captopril duas vezes por dia, ou beber chá feito a partir de 10 g (cerca de 5 colheres de chá) de hibisco seco esmagado uma vez por dia. Após quatro semanas, a pressão arterial caiu 11 por cento em ambos os grupos.

Em 2007, os pesquisadores realizaram um estudo de acompanhamento, desta vez usando o medicamento lisinopril para pressão arterial como uma comparação. Mais uma vez, o hibisco desempenhou comparavelmente ao fármaco, reduzindo a pressão sanguínea em pacientes com hipertensão, em 12 por cento em média, comparado com 15 por cento de lisinopril.

Também pode prevenir pressão alta e ataques cardíacos

Em um estudo randomizado de dupla ocultação publicado no Journal of Nutrition em 2010, McKay e seus colegas prescreveram para 65 adultos entre as idades de 30 e 70, todos eles sofrendo de qualquer pré-hipertensão ou hipertensão ligeira, que tomassem 240 ml de chá de hibisco ou placebo três vezes por dia. Nenhum dos participantes estavam tomando algum medicamento para pressão sanguínea.

Após seis semanas, a pressão arterial sistólica caiu sete pontos no grupo hibisco, em comparação com apenas um ponto no grupo placebo. Mais uma vez, a melhora observada foi comparável à proporcionada por drogas farmacêuticas.

Estes resultados sugerem que o consumo diário de chá de hibisco, em uma quantidade facilmente incorporada na dieta, reduz a pressão arterial em adultos pré-hipertensos e levemente hipertensos e pode ser um componente eficaz nas mudanças da dieta recomendada para pessoas com essas condições“, escreveram os pesquisadores.

Mesmo pequenas mudanças na pressão arterial… quando mantidos ao longo do tempo… irão reduzir o risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco“, McKay observou.

Germine o seu próprio remédio

Os pesquisadores continuam sem saber exatamente como o hibisco atua para reduzir a pressão arterial, mas eles sugeriram vários mecanismos. Alguns estudos sugerem que o hibisco abre as artérias, diminui a liberação de hormônios vasoconstritores do sangue e age como um diurético. Também tem sido demonstrado ter um efeito anti-oxidante no corpo e estimula o sistema imunológico.

Para aqueles que fazem o chá de hibisco em casa, as recomendações de dosagem podem variar de uma a cinco colheres de chá cheias por cinco a 10 minutos em uma xícara de água fervente.

A planta hibisco cresce bem na maioria dos climas nos Estados Unidos, tornando possível para as pessoas produzir seu próprio fornecimento.

Essas colheitas de flores de hibisco para o chá devesse observar que o chá é realmente feito a partir dos cálices que cercam as flores.

Os Tipos de Hibisco

Como já dissemos acima existem alguns tipos de Hibisco, conheça cada um deles em detalhes abaixo:

Singelas – As flores que tem 5 pétalas, são sobrepostas e separadas (lembra um moinho de vento).
Semidobradas – As flores de Hibisco que tem mais uma a três pétalas vindas do centro.
Dobradas – As flores que tem mais de 5 pétalas que vem do centro.
Miniaturas – As flores que tem menos de 5 cm de diâmetro, são simples ou dobradas.

Composição Ideal da Terra Para Plantar Hibiscos

Abaixo uma sugestão de composição, mas você pode substituir elementos como o esterco de gado por fertilizante.

* 10% maravalha de madeira (serragem grossa)
* 10% barro vermelho ou amarelo
* 30% Terra
* 50% Esterco de gado

Como Plantar Hibiscos

Uma coisa importante é plantar os seus hibiscos logo depois de comprá-los. Além disso, saiba que os cuidados começam já na hora de retirá-los da embalagem. Não retire o esfagno que envolve a raiz, retire somente o saco plástico que envolve a raiz.

Comece plantando os seus hibiscos em vasos ou sacos plásticos que fiquem a meia sombra, durante um período de uns 20 dias.

Regue as suas plantas diariamente se estiver num período de muito calor.

Depois desses 20 dias é importante plantar os seus hibiscos num local definitivo, pode ser a meia sombra ou mesmo no sol total.

Uma dica importante para quem pretende plantar os hibiscos em jardineiras ou vasos é garantir uma profundida de uns 40 cm.

Os Cuidados

A Poda

A poda é muito importante para o Hibisco, uma dica é fazer uma poda anual no final do mês de maio ou então dos meses que não R no nome. Corte os galhos no sentido diagonal reduzindo pela metade o seu tamanho.

Vale ressaltar que se forem realizadas podas assertivas durante o crescimento do Hibisco evitando a bifurcação de tronco essa planta pode crescer com uma forma de arvoreta.

O Ambiente e o Clima

O Hibisco precisa de locais com boa luminosidade para conseguir crescer. A iluminação pode ser direta da luz do sol. No caso de você estar pensando em deixar os seus hibiscos num local com pouca iluminação deixe-os pelo menos nos primeiros dias em exposição ao sol.

Essa planta prefere um clima tropical, mas pode se adaptar bem a outros climas desde que tenha boa iluminação. Um hibisco que não tem contato com o sol é um hibisco que não cresce de forma saudável.

A Drenagem

Quando os hibiscos são plantados em vasos ou jardineiras precisam de drenagem para que haja um bom desempenho das plantas.

Uma forma de fazer uma boa drenagem é com a ajuda de pedra brita. Coloque a pedra brita nuns 5 cm como forração do fundo da jardineira ou vaso.

A Multiplicação

A multiplicação dos hibiscos deve ser feita por estaca durante a primavera ou no fim de fevereiro.

O Solo e a Rega

O solo onde estão os hibiscos precisa estar sempre úmido, porém, tome muito cuidado para não encharcar as raízes da planta. A rega durante o verão é muito importante, uma boa dica se na sua região faz muito calor é regar uma vez pela manhã e outra no final da tarde. Nos meses mais frios do ano basta uma rega diária.

No caso de plantar os seus hibiscos no jardim de casa mantenha o solo sempre úmido e coloque adubo mensalmente. Mantenha o seu hibisco sempre adubado para ajudar a protegê-lo de problemas como o ataque de pragas. A adubação ideal para hibiscos costuma ser uma composição de NPK 10-10-10.

Prepare o adubo de acordo com as indicações da embalagem, geralmente esse tipo de adubo deve ser aplicado no começo da primavera. Repita o processo de adubação de 40 em 40 dias.

Ainda vale a ressalva de que os hibiscos sofrem muito mais por excesso de água do que por falta da mesma.

O Cultivo de Hibisco

O cultivo do Hibisco pode ser feito como cerca-viva ou isoladamente em vasos, canteiros, jardineiras e jardins. A grande dificuldade de cultivo do hibisco é não tolerar geada, se você mora numa região em que acontecem muitas geadas pode não ser indicado ter hibiscos em casa.

Hibiscos, Abundância de Flores

Uma das características dos hibiscos é a sua abundância de flores, uma planta que floresce muito rapidamente. Por isso mesmo tantas pessoas optam por tê-la em seu jardim.

Quem gosta de belas e grandes flores não pode deixar de considerar plantar hibiscos.

Além disso, trata-se de uma planta que não exige tantos cuidados e nem mesmo dificuldades para ser plantada.

Leia mais: http://forum.noticiasnaturais.com/Topico-reduza-a-press%C3%A3o-arterial-com-ch%C3%A1-de-hibisco#ixzz3omlrpZkw

Sal: bom ou ruim ?

Se há um produto que é considerado – injustamente – um vilão tanto quanto a gordura, esse elemento é o sal.

Assim como existem gorduras boas, existem gorduras ruins, que causam problemas de saúde. É o mesmo em relação ao sal: existem os que não são saudáveis, mas existem também os que fazem bem. O sal fornece dois elementos essenciais para a vida: sódio e cloreto. Ainda que essenciais, o nosso organismo não pode produzi-los. Portanto, nós devemos absorvê-los pela alimentação.

Nem todo sal é criado igual

Quando falamos em sal, logo você pensa no saleiro que está na sua mesa. Mas, vou te contar um segredo. Existem 2 tipos de sal:

  • Sal natural não processado: como o sal marinho e o sal de Himalaia, que contêm 84% de cloreto de sódio (fornecendo 37% de sódio puro) e o restante (16%) são elementos traços, incluindo silício, fosfato e vanádio.
  • Sal processado (de mesa): neste caso, ele contém 97,5% de cloreto de sódio (fornecendo 39% de sódio) e o restante são substâncias químicas criadas pelo homem, como absorventes de umidade e os agentes de escoamento como ferrocyanide e aluminosilicate. Além destas diferenças nutricionais, o processamento altera a estrutura química do sal.

Qual é a dosagem certa?

O ideal é que se evite o sal processado e se consuma com moderação o sal não processado, para que se mantenha o equilíbrio entre sódio e potássio, importantes por diversos motivos:

  • mantem e regula a pressão arterial
  • mantem o equilíbrio ácido básico
  • são os componentes mais presentes no plasma sanguíneo e na linfa
  • a troca sódio:potássio permite a comunicação entre o cérebro e os músculos, permitindo o movimento
  • auxilia na produção de diversos hormônios relacionados à glândula adrenal

Importância da relação sódio:potássio

Apesar de sempre pensarmos somente em restrição de sódio para a saúde, devemos nos atentar na busca por níveis ótimos de potássio, algo que não é enfocado normalmente. O que promove o contraponto do efeito hipertensivo do sódio é justamente o potássio; o desequilíbrio dessa relação, além da hipertensão, pode causar outros males:

  • Osteoporose
  • Doença Cardíaca e derrame
  • Cataratas
  • Cálculo renal
  • Artrite reumatoide
  • Disfunção erétil
  • Úlcera estomacal
  • Câncer de estomago
  • Perda de memória

Portanto, é importante se evitar uma alimentação rica em produtos refinados, que são pobres em potássio e ricos em sódio. Além disso, esses alimentos são carregados com frutose, o que está associado ao aumento de risco cardiovascular e em especial à hipertensão – a frutose induz o aumento da produção de ácido úrico, que é indutor de hipertensão arterial e de todas as doenças crônicas.

Cuidado com a deficiência de potássio!

Sendo assim, aqui vai o meu conselho: você precisa manter os seus níveis adequados de potássio para regulação da sua pressão arterial. A deficiência dessa substância leva a um desequilíbrio de eletrólitos, o que causa a hipocalcemia (potássio baixo). Seus sintomas são:

  • arritmias cardíacas
  • elevação da pressão arterial
  • fraqueza muscular e câimbras
  • retenção de líquidos
  • constipação

Nossos ancestrais consumiam cerca de 16 vezes mais potássio do que sódio e, atualmente, nossa alimentação é mais rica em sódio, o que aumenta muito o risco de ataque cardíaco. Mas tudo tem dois lados: assim como o excesso de sódio é ruim, tê-lo em níveis muito baixos também não é bom. O sódio não é a principal questão! O que nós vemos com frequência é uma luta intensa para se reduzir o sódio; mas na verdade, o que se deveria fazer é recomendar uma alimentação rica em potássio. Isso gera mais benefícios para a saúde de um modo geral, e também a redução da pressão arterial.

O que os estudos mostram

Os estudos têm falhado em provar que alimentação com pouco sal traz benefícios. Aliás, têm mostrado o contrário: observam-se somente mínimas reduções de pressão arterial, de acordo com uma grande meta-análise de 2004 realizada pelo Cochrane Collaboration. Nessa pesquisa foram revisados 11 ensaios, observando-se redução de pressão arterial… mas de forma mínima.

Outra avaliação do mesmo instituto, em 2011, concluiu que quando se reduz a ingesta de sal, na verdade aumentam diversos fatores de risco que teoricamente seriam eliminados: fatores de risco cardiovasculares causados por redução de pressão arterial.

O American Journal of Medicine publicou, em 2006, um estudo de acompanhamento de 78 milhões de americanos por 14 anos, avaliando seu consumo de sal e o risco de morte por doença cardíaca. Concluiu-se que uma alimentação pobre em sódio leva a altas taxas de mortalidade por doença cardiovascular.

Como melhorar a relação Na:K

  • Consuma uma alimentação integral, não processada, pela qual você receberá uma quantidade adequada de potássio em relação ao sódio.
  • Quando usar sal, prefira um sal natural, como sal de Himalaia, que é o que tem melhor relação Na:K. É bem rico em potássio e pobre em sódio.
  • Sucos verdes garantem altas concentrações de potássio.
  • Fontes adicionais ricas em potássio: brócolis, couve de bruxelas, abacate, aspargos, abóboras, feijão lima, espinafre, papaia, ameixa e bananas.

Qual é a restrição adequada de sal?

O sal é vilificado como a causa primária de hipertensão arterial e doença cardíaca na maioria dos países, mas devemos entender que esse sal consumido é o comercial, de mesa, e vem também de alimentos processados. Não é o natural, sem processamento. Portanto, faz toda a diferença o tipo de sal que se está consumindo. Deve-se pensar no equilíbrio homeostático sódio:potássio, para que realmente haja uma função cardíaca normal, fornecendo adequadas condições de saúde.

Para você saber se está consumindo sal em proporções adequadas é simples: um exame de sangue em jejum fornece essa resposta. O seu nível de sódio deve estar entre 136 e 142, e se estiver muito abaixo disso, provavelmente você precisará ingerir mais sal (natural e não processado). Pelo contrário, se for alto, você deve restringir a sua ingesta.

Agora você já conhece mais evidências sobre o sal para comer sem medo. Consuma um sal natural não refinado sem culpa, relaxe e salgue a gosto!

Referências bibliográficas:

  • Hypertension, 2008; 51(3): 629-34
  • American Journal of Public Health, 1991;41-42.
  • Prog Cardiovasc Dis, July/August, 1999;42(1):23-38.
  • Hypertension, 2006 Sep
  • M J A, February 15, 1999;170:174-180.
  • Am J Clin Nutr, 2006; 83(6): 1289-96
  • Hypertension, April 1994;23(4):531-550.
  • Am J Clin Nutr, 2009; 89(2): 485-90
  • The Journal of the American College of Nutrition, 1992;11(5):526- 531
  • JAMA, 1999;281:2295-2304.

Fonte: http://www.drrondo.com/

Antioxidantes aumentam a performance em exercícios e melhoram a saúde

Essa dica é para aqueles praticantes de atividades físicas. Você sabia que uma suplementação com antioxidantes além de fazer bem para a saúde, ajuda nos treinos?

Já aparece de forma consistente na literatura médica que o exercício promove aumento do processo de lipoperoxidação (ou seja, oxidação das membranas celulares).

Trabalhos recentes mostram que o exercício levado à exaustão promove aumento da taxa de formação de radicais livres no músculo.

Essa geração de radicais livres em músculos e fígados de indivíduos treinados está certamente relacionada com a suplementação ou deficiência dos nutrientes antioxidantes, que agem induzindo o dano muscular pelo exercício.

Em geral, os antioxidantes incluem as vitaminas C e E, o mineral selênio e a Coezima Q10, os quais se apresentam naturalmente no nosso organismo.

Como a suplementação pode ajudar

A deficiência de selênio tem sido correlacionada como a causadora da elevação na produção de radicais livres, causadores de oxidação.

Entretanto, quando temos vitamina E em quantidades adequadas, não ocorre o aumento de produção de oxidação em indivíduos deficientes em selênio.

Em outro estudo, indivíduos deficientes em vitamina E apresentaram até 6 vezes aumentada a  produção  de radicais livres em comparação a indivíduos suplementados com vitamina E.

Nesses, houve também impressionante diminuição da produção de radicais livres quando levados à exaustão.

Performance e qualidade de vida

Na maioria das pesquisas, a suplementação com vitaminas E e C garantem a ação antioxidante, com efeito protetor contra os danos causados pelos radicais livres induzidos pelo exercício.

Portanto, a correta suplementação com antioxidantes pode proteger o organismo e promover uma maior longevidade, menor risco de lesões e possivelmente maior rendimento em performance.

Referências bibliográficas:

  • Curr Med Chem, 2001;8(7):829-838
  • Leaders, 1997:298-299
  • Obesity (Silver Spring), 2011 May 19
  • The American Journal of Cardiology, December 15, 1997;80:1640-1642
  • Proc Soc Exp Biol Med, 1999;222:283-292
  • Journal of Laboratory and Clinical Medicine, June 1992;119(6):598-620.
  • A Medicina do Século XXI. Editora Gaia. Wilson Rondó Jr. 2000

Fonte: http://www.drrondo.com/

6 Perigosos Conservantes de Alimentos para se Evitar

Conforme as pessoas se tornam mais informadas sobre os alimentos que estão comendo – e sobre as consequências perigosas do consumo de alimentos processados ​​com sua infinidade de aditivos químicos – está se tornando cada vez mais claro que os preservativos são uma grande preocupação.

Enquanto estes aditivos alimentares beneficiam a indústria de alimentos por prolongar o tempo de prateleira, eles infelizmente não beneficiam o corpo humano. Abaixo estão alguns dos conservantes para realmente observar.

Tartrazina

Este é um corante alimentar industrial, que é usado para dar uma cor atraente para alguns refrigerantes, doces, cereais – e até xampus. No entanto, seus efeitos colaterais não são tão atraentes. A tartrazina tem sido associada a uma variedade de problemas de saúde incluindo exacerbação de asma,  redução na contagem de espermatozoides e até mesmo câncer. (1)

BHT

O BHT significa butil-hidroxitolueno. É uma cera, uma substância química que impede a deterioração dos alimentos e é um ingrediente comum em muitos produtos como carnes, batatas fritas, produtos de panificação e cereais. Ele foi proibido na Europa por causa de estudos que o ligavam ao câncer e formação de tumores. (2)

Arsênio

O arsênio não é deliberadamente adicionado a alimentos. No entanto, pode ser encontrado em vários alimentos e fármacos administrados em animais domésticos, e se o adubo a partir destes animais for utilizado para fertilizantes de cultura (o qual frequentemente é), o arsênio pode entrar na cadeia alimentar. Arroz, frutos e carnes como aves e suínos são particularmente vulneráveis ​​a isto. (3)

Azodicarbonamida

Este é um conservante, bem como um agente de branqueamento utilizado para dar a farinha branca sua cor distinta, de modo que também é encontrado em produtos de panificação e bolos que possuem farinha branca em seus ingredientes. Tem sido relacionado com o desenvolvimento da asma, imunidade enfraquecida e a desregulação do sistema endócrino o qual regula os hormônios. (4)

Óleo vegetal bromado

Este óleo quimicamente alterado é popular como um realçador de sabor em muitos alimentos processados, especialmente em bebidas com sabor de frutas cítricas. No entanto, ele também pode ter sérias consequências para a saúde se consumido, incluindo lesão cardíaca e renal, níveis elevados de colesterol, além de ser um importante fator de risco para ataques cardíacos e derrames. (5)

Nitrito de sódio

Este conservante comum é encontrado em uma variedade de carnes processadas, cachorros quentes e especialmente em carnes processadas. Ele foi ligado ao crescimento de células cancerosas no início dos anos 70, mas ainda é legal por causa da pressão exercida sobre a FDA pela indústria da carne. (6)

Leia os rótulos dos alimentos quando fizer as compras para a semana. Será uma verdadeiramente surpresa para muitas pessoas o quão disseminados alguns desses aditivos estão, apesar do fato de terem sido associados a uma variedade de doenças graves à saúde ou até mesmo mortais. A melhor solução para isso é comer alimentos integrais, com muitas frutas e vegetais frescos, faça os alimentos a partir do zero sempre que possível e compre orgânicos. Estas medidas irão percorrer um longo caminho para limitar a exposição a esses insalubres produtos químicos.

Referências:

1 – Natural News: Tartrazine is not just a food colourant

2 – The Good Human: What Is BHT And Why You Should Avoid It.

3 – Global Healing Center: The Health Dangers of Arsenic Toxicity

4 – Examiner: Azodicarbonamide: Another reason to avoid most bread

5 – Mens Journal: An Ingredient to Avoid in Sports Drinks

6 – Live Strong: The Harmful Effect of Sodium Nitrite in Food

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/10/6-perigosos-conservantes-de-alimentos-para-se-evitar/#ixzz3obNda4tm

Ginkgo biloba

Ginkgo biloba tem a reputação durante séculos por médicos tradicionais de melhorar a saúde do cérebro e condições neurológicas.

A utilidade do Ginkgo para crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade foi agora confirmado por um estudo clínico da Alemanha. Esta conclusão é apoiada por pesquisas anteriores mostrando os efeitos do Ginkgo sobre a cognição entre os idosos.

A pesquisa sobre TDAH vem do Centro de Medicina, Sociedade e Prevenção da Universidade de Tübingen, na Alemanha.

Os pesquisadores testaram um extrato de Ginkgo Biloba chamado EGb761 em 20 crianças diagnosticadas com TDAH em um protocolo clínico aberto. As crianças receberam o extracto de Ginkgo por três a cinco semanas a uma dosagem de até 240 miligramas.

Esta dosagem máxima foi dada para aquelas crianças que não tiveram respostas efetivas imediatas para uma dose mais baixa durante o período inicial de três semanas.

Os pesquisadores utilizaram avaliações clínicas para avaliar a melhora dos sintomas, juntamente com o Teste de Desempenho Contínuo (Cue-CNV no CPT), que testou a atividade elétrica do cérebro entre as crianças. Os pesquisadores também avaliaram as crianças com testes de qualidade de vida e escala de efeito colateral.

O que é teste CNV?

Teste de Variação Contingente Negativa (CNV) utiliza magneto-encefalografia (MEG) para medir as amplitudes das ondas cerebrais que correspondem a atenção e estímulos. Se imagina que estas ondas se originem do córtex pré-motor.

Os pesquisadores descobriram que o extrato de ginkgo melhorou os sintomas de TDAH entre as crianças. Esta melhora correspondeu com melhores resultados da CNV.

Pesquisas anteriores sobre Ginkgo ilustra seus benefícios cognitivos

Esse mesmo extrato de Ginkgo EGb761 foi estudado há uma década na Universidade Liberty, de Virginia. Aqui, os pesquisadores testaram 262 idosos com 60 anos ou mais de idade que marcou pelo menos 26 no Exame de Estado Mini-Mental. Durante seis semanas, metade do grupo recebeu 180 mg por dia do extrato de Ginkgo e a outra metade foi dado um placebo.

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Estudo mostrou melhora no cérebro também para idosos

Os pesquisadores testaram os adultos com uma bateria de testes, incluindo lembranças seletivas, Escala de Inteligência Wechsler para Adultos com Cubos, Digit Symbol-Codificação e teste Wechsler  de escala de memória.

O grupo com Ginkgo teve resultados significativamente melhores do que o grupo com placebo. Foram incluídos testes no reconhecimento tardio de matéria visuais, e suas respostas de memória geral foram melhores em comparação com o grupo placebo. Os pesquisadores concluíram:

No geral, os resultados de ambos testes objetivos padronizados neuro-psicológicos e um questionário subjetivo de auto-relato forneceram provas complementares da eficácia potencial de Ginkgo biloba EGb 761 na melhoria de determinados processos neuropsicológicos e de memória de idosos cognitivamente intactos, de 60 anos de idade ou mais.

Outros estudos após este encontraram resultados semelhantes, específicos para este mesmo extrato de Ginkgo, EBg761.

Outra pesquisa mostrou que os mecanismos de Ginkgo estão relacionados com seu bloqueio da enzima monoamina oxidase, envolvida na produção de dopamina – tornando-se um inibidor da MAO.

Ginkgo também parece neutralizar os radicais livres que danificam o neurônio. O bloqueio da monoamina-oxidase retarda MPP + (1-metil-4-fenilpiridina) e inibe a 6-hidroxidopamina.

Ginkgo é uma antiga espécie de planta, e a árvore do Ginkgo tem uma longa história de uso medicinal. Os extratos são tipicamente derivados de folhas, mas também as sementes foram preparados e utilizados como alimento em algumas dietas tradicionais.

As árvores de ginkgo de Hiroshima eram uma das poucas espécies de árvores que sobreviveram à explosão nuclear.

Para mais informações sobre ADHD visite a página de pesquisa do Notícias Naturais sobre o tema:

Referências:
[Estudo] Ginkgo Biloba Extract EGb 761® in Children with ADHD. Uebel-von Sandersleben H, Rothenberger A, Albrecht B, Rothenberger LG, Klement S, Bock N. Z Kinder Jugendpsychiatr Psychother. 2014 Sep;42(5):337-47. doi: 10.1024/1422-4917/a000309.

[Estudo] Neuromagnetic localization of the late component of the contingent negative variation Hultin L, Rossini P, Romani GL, Högstedt P, Tecchio F, Pizzella V. Electroencephalogr Clin Neurophysiol. 1996 Jun;98(6):435-48.

[Estudo] A double-blind, placebo-controlled, randomized trial of Ginkgo biloba extract EGb 761 in a sample of cognitively intact older adults: neuropsychological findings. Mix JA, Crews WD Jr. Hum Psychopharmacol. 2002 Aug;17(6):267-77.

[Estudo] Ginkgo biloba extract in an animal model of Parkinson’s disease: a systematic review. Tanaka K, Galduróz RF, Gobbi LT, Galduróz JC. . Curr Neuropharmacol. 2013 Jul;11(4):430-5. doi: 10.2174/1570159X11311040006.

Fonte:
Notícias Naturais: Ginkgo Biloba Melhora os Sintomas de TDAH em Crianças
GreenMedInfo: Ginkgo biloba Extract Improves ADHD Symptoms in Children

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2015/04/ginkgo-biloba-melhora-os-sintomas-de-tdah-em-criancas/#ixzz3oV8git7k

Há alguns anos, existe uma teoria de que comer bananas em excesso pode levar à morte. A afirmação surgiu por conta da grande quantidade de potássio presente na fruta, que quando consumido em excesso, pode ser perigoso aos seres humanos.

Os teóricos mais extremos acreditam que 6 é o limite absoluto, e 7 pode levar uma pessoa à zona de perigo – para pessoas mais sensíveis. Outros definem um número diferente, mas ambos acreditam que a banana pode ser uma fruta mortal.

É possível encontrar inúmero relatos, na internet, de pessoas que “conhecem” pessoas que morreram por comer bananas em excesso. Alguns portais de saúde advertem que comer “mais de uma dúzia de bananas por dia” pode levar a uma diálise de emergência, para a retirada de potássio dos rins.

Porém, apesar de tantas teorias e relatos duvidosos, é fisicamente impossível consumir uma dose fatal de bananas.

Uma banana contém cerca de 400mg de potássio, sendo que precisamos de mais do que dez vezes este valor, cerca de 4.800mg para termos boa saúde.

O potássio é bom para os seres humanos, mantendo a saúde do coração, rins, sangue e sistema nervoso. Em doses ultra-excessivas, o potássio diminui os batimentos cardíacos e leva à insuficiência renal, por isso ele é usado na injeção letal.

Mas, uma pessoa normal e saudável não poderia obter uma dose letal de potássio através do consumo, e certamente não através de algumas bananas. Para consumir uma dose fatal de bananas, seria preciso comer 400 unidades da fruta, de acordo comCatherine Collins, nutricionista do Kings College London, na Inglaterra. E isso tudo ao mesmo tempo, o que seria impossível.

Seus intestinos também teriam de ser capazes de absorver todo o potássio das bananas naquele instante, e seus rins, que são muito eficazes no processamento de potássio, teria que parar de trabalhar.

Em suma, não é possível comer uma dose fatal de bananas, a não ser que a pessoa sofra de insuficiência renal e não está em diálise.

Há um outro mito sobre a radioatividade das bananas, mas não deve ser levado em conta.

Praticamente tudo é radioativo, e bananas, como a maioria dos alimentos, contêm uma quantidade mínima de radiação.

De acordo com dados do portal Quora, seria preciso comer 10 milhões de bananas de uma só vez para morrer por envenenamento radioativo.

Também seria possível experimentar sintomas crônicos por comer 274 bananas por dia, durante sete anos.

Fonte: Metro