3D Illustration of Assorted Medicines

A vitamina B1 é também conhecida como a vitamina que combate o estresse, pois possui uma grande capacidade de potencializar o sistema imunológico do corpo. Ela também é responsável por garantir que haja renovação celular.

A vitamina B1 pode ser obtida dos seguintes alimentos:

* Espinafre

* Couve

* Gérmen de trigo

* Feijão

* Cereais integrais

Riboflavina ou vitamina B2

A vitamina B2 (ou riboflavina) é uma excelente aliada na prevenção de envelhecimento celular, isso porque ela atua como um antioxidante natural combatendo os radicais livres, especialmente nos fumantes. Ela também favorece o transporte de oxigênio pelo corpo.

As fontes de vitamina B2 são:

* Arroz selvagem

* Couve-de-Bruxelas

* Amêndoas

* Espinafre

Niacina ou vitamina B3

A vitamina B3 trabalhará essencialmente no aumento dos níveis de colesterol bom no organismo. É importante estar atento aqui, pois embora a falta de vitamina B3 ou niacina não seja comum, é constatado que o consumo de álcool pode eliminar esta vitamina do corpo.

Fontes de vitamina B3:

* Feijão

* Verduras

* Levedura

Ácido pantotênico ou vitamina B5

O ácido pantotênico (ou vitamina B5) é geralmente encontrado em pequenas quantidades em quase todos os alimentos. É responsável pela quebra de carboidratos e gorduras, além de aumentar os níveis de hormônios como a testosterona.

Fontes ricas de vitamina B5:

* Legumes

* Abacate

* Iogurtes em geral

Piridoxina ou vitamina B6

vitamina B6 é capaz de reduzir os riscos de doenças cardíacas, pois auxilia no equilíbrio de homocisteína no organismo. Além disso, incrementa a produção de melatonina e serotonina. Pessoas que sofrem com artrite podem ser beneficiar muito com o consumo da vitamina B6, isso porque ela ajudará na diminuição de inflamações.

Alimentos fontes de vitamina B6:

* Sementes de girassol

* Arroz

Cenoura

* Lentilhas

Biotina ou vitamina B7

Além de ser considerada a vitamina da beleza por melhorar a saúde capilar e das unhas, a vitamina B7 é também fundamental durante a gestação, isso é dito porque ela é necessária para que haja o pleno desenvolvimento do feto. Além disso, quem sofre de diabetes pode fazer bom uso desta vitamina que também auxiliará a controlar os níveis de açúcar no sangue.

Fontes de vitamina B7:

* Batata

* Couve-flor

* Levedura

* Nozes

* Cevada

Folato ou vitamina B9

A vitamina B9 (folato) é responsável pela manutenção de uma boa memória e também na luta contra a depressão. Assim como a vitamina B7, a vitamina B9 também é necessária para o completo desenvolvimento do bebê enquanto ainda na barriga da mãe.

Fontes de vitamina B9:

* Feijão

* Beterraba

* Aspargo

* Legumes verdes com tom escuro

Cobalamina ou vitamina B12

A vitamina B12 é uma das mais famosas do complexo B de vitaminas, porém é uma das que mais se apresentam em baixas quantidades em determinados grupos de pessoas. Isso acontece porque esta vitamina tem origem animal, portanto veganos frequentemente têm deficiência de B12. Sua função é auxiliar o ferro a cumprir seu papel, levando uma oxigenação adequada para todo o organismo.

Fontes de vitamina B12:

* Carne suína ou bovina

* Ovos

* Leite

* Peixes

CARNITINA ou L-carnitina, vitamina B11.

Doses diárias recomendadas: a dose de 15 mg/dia, via oral, da levo-carnitina é bem tolerada pelo homem e não mostra nenhum efeito colateral apreciável.

Principais fontes: carnes, peixes e laticínios.

Principais funções: a L-carnitina é importante para a oxidação de ácidos graxos, para o metabolismo dos açúcares e promove a eliminação de certos ácidos orgânicos.

Atua no endotélio dos vasos, reduzindo os níveis de triglicerídeos e colesterol.

Age levando as gorduras para dentro das células, produzindo energia, aumentando o consumo de gorduras e, dessa forma, tendo uma função protetora do fígado.

Todas essas funções e qualidades da carnitina são discutíveis e postas em dúvida, principalmente pelos vegetarianos.

Manifestações de carência: são raras e encontradas principalmente em desarranjos metabólicos hereditários. Cansaço, fraqueza muscular, confusão e manifestações cardíacas são os sintomas mais frequentes. Podem surgir lesões tubulares renais com insuficiência renal.

Manifestações de carência de carnitina são descritas em pacientes alimentados por via parenteral (na veia), mas são facilmente corrigidas pela suplementação.

Nas doenças isquêmicas do coração e nas miocardiopatias, a carnitina tem um papel importante, pois a energia do músculo cardíaco vem em boa parte da oxidação de ácidos graxos.

Orientações sobre o complexo B de vitaminas

Como vimos, o complexo B possui um total de 9 vitaminas. É importante sempre manter uma dieta balanceada para manter também uma boa saúde.

Caso suspeite, por um motivo ou outro, de que você pode estar com deficiência de algumas destas vitaminas, procure um médico ou profissional de saúde para maiores recomendações.

Neste caso, damos maior atenção às gestantes que impreterivelmente devem consultar um médico para se certificarem de que estão em dia com uma alimentação adequada, tendo em vista justamente o desenvolvimento do bebê.

Fontes: https://www.greenme.com.br/viver/saude-e-bem-estar/4251-vitaminas-complexo-b-beneficios-fontes

http://sobrevitaminas.blogspot.com.br/2011/04/carnitina-sinonimos-l-carnitina.html

O termo “superalimento” é usado para descrever produtos muito ricos em nutrientes e considerados especialmente benéficos para a saúde. Não se trata, no entanto, de uma definição científica, mas de uma nomenclatura mais bem empregada para fins comerciais.

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Goji Berry

Em 2007, a União Europeia proibiu o uso do termo em embalagens de alimentos, a não ser que houvesse uma referência a uma propriedade específica fundamentada em estudos de qualidade. Independentemente disso, a paixão pelos superalimentos segue ganhando adeptos.

Segundo a New Scientist, em uma pesquisa recente feita no Reino Unido com mil pessoas, 61% admitiram ter comprado produtos por considerá-los como “superalimentos”. A publicação britânica decidiu, portanto, investigar que tipo de prova científica existe sobre os benefícios de alguns dos mais populares.

Uma dica? “Os super alimentos são um truque mercadológico”, disse à revista a nutricionista Duane Mellor, da Universidade de Canberra, na Austrália. A BBC Brasil preparou uma seleção de alguns dos superalimentos investigados pela New Scientist.

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Sementes de Chia

1. GOJI BERRY

Os frutos vêm de uma planta originária da China, onde são utilizadas na medicina tradicional, que considera que eles fortalecem o sistema imunológico, estimulam a libido e protegem contra doenças cardiovasculares e câncer.

A New Scientist ressalta, no entanto, que não podemos esquecer que a medicina chinesa também valoriza o pó dos chifres de rinocerontes. A verdade é que há poucos estudos sobre as propriedades das goji berries. A maioria das pesquisas existentes se baseiam apenas em um dos componentes dos frutos, os chamados Polissacarídeos do Lycium barbarum (PLB).

“Mas há razões para ser cético”, diz a revista britânica. “Poucos estudos definem exatamente o que são os PLB e não há pesquisas mostrando os efeitos em seres humanos”. Outra afirmação em torno da goji berry é a de que elas contêm altos níveis de zeaxantina, um pigmento relacionado à prevenção de doenças degenerativas da visão associadas à velhice.

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Ainda não se sabe muito sobre as propriedades da quinoa

“Outros alimentos têm o mesmo efeito e são mais baratos. Se quer consumir zeaxantina, pode encontrá-la no espinafre, repolho ou pimentões amarelos”, disse Catherine Collins, nutricionista do Hospital St. George, em Londres. Sobre a vitamina C, as goji berries contêm níveis mais elevados que os mirtilos, mas é possível obter a mesma quantidade em limões ou morangos.

Veredito: simplesmente um fruto.

2. QUINOA

Alguns estudos já mostraram que substituir cereais por quinoa pode ajudar a reduzir o colesterol e ajudar na perda de peso. Mas, segundo a New Scientist, o número de participantes nesses estudos é tão reduzido que não é possível extrair conclusões sólidas.

Uma das pesquisas, por exemplo, foi conduzida pelo departamento de nutrição da Universidade de São Paulo com apenas 35 mulheres. Os benefícios da quinoa citados acima são atribuídos a substâncias chamadas saponinas, que atuariam na alteração da permeabilidade do intestino.

Mas ao lavar a quinoa antes do consumo, como se costuma fazer, as saponinas são eliminadas, junto com seus benefícios. O nutricionista Thomas Simnadis, da Universidade e Wollongong, na Austrália, disse à New Scientist que não sabemos muito sobre as propriedades da quinoa.

Veredito: coma se você gosta, mas não pelos benefícios para a saúde.

mirtilo

Mirtilo

3. MIRTILO

Os mirtilos são frequentemente apreciados pela capacidade de reduzir o risco de doenças cardiovasculares.

Um estudo do departamento de nutrição da Universidade de East Anglia de 2012, feito com 93 mil mulheres, mostrou que as participantes que consumiram três ou mais porções de mirtilos e frutas por semana corriam 32% menos riscos de sofrer um ataque cardíaco do que aquelas que ingeriram essas frutas apenas uma vez ao mês.

Segundo a New Scientist, as “provas são promissoras”. Esses benefícios podem ser atribuídos a compostos chamados de antocianinas, da família dos flavonóides. De acordo com Gordon McDougall, do Instituto James Hutton, em Dundee, no Reino Unido, apenas uma proporção pequena destes compostos entra na corrente sanguínea.

Não se sabe se são outras substâncias, produtos da decomposição de antocianinas que carregam os benefícios ou se antocianinas atuam melhor no escossistema de micróbios no nosso intestino.

Veredito: super, mas não melhor que outras frutas.

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O chocolate amargo têm propriedades benéficas, mas quase sempre é misturado a muito açúcar e gordura

4. CHOCOLATE AMARGO

O benefício potencial mais citado do chocolate se relaciona aos chamados flavonoides, compostos encontrados no cacau. Estudos em colônias celulares e em roedores já mostraram que os flavonóis do cacau aumentam a produção de ácido nítrico, um precursor do óxido nítrico, que regula a pressão sanguínea.

Mas a New Scientist ressalta que os estudos em humanos encontraram resultados contraditórios. Uma revisão de vários estudos realizada em 2012 por cientistas australianos concluiu que o chocolate rico em flavonóis, o mais escuro e amargo, pode reduzir ligeiramente a pressão, pelo menos no curto prazo.

Mas é necessário realizar mais estudos para determinar se esse impacto é duradouro. E os efeitos promissores devem ser equilibrados com o fato de que a maiorira dos fabricantes mistura o cacau a grandes quantidades de açúcares e gorduras.

Veredito: tudo bem consumir ocasionalmente, mas não se justifica ingeri-lo em grandes quantidades pelos potenciais benefícios.

5. SEMENTES DE CHIA

Os maias usavam as sementes de chia para fazer desde farinha até chá. É um dos super alimentos que mais está na moda e é possível afirmar que é uma grande fonte de ômega 3, os ácidos graxos que, acredita-se, reduzem o risco de doenças cardiovasculares e depressão.

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Cada cem gramas de sementes de chia contêm aproximadamente 17 gramas de ômega 3. Uma porção de salmão do Atlântico, por exemplo, carrega cerca de 2,2 gramas da substância.

Mas diferentemente do salmão, ao ácidos graxos das sementes de chia estão em forma de ácido alfalinolênico (ALA) que o organismo converte em outros ácidos: o ácido icosapentaenóico (EPA) e o ácido docosahexaenóico (DHA) para obter benefícios cardiovasculares.

E esta conversão tem uma eficiência de apenas 10%, portanto a quantidade de EPA e DHA para cada 100 gramas de chia é de 1,7 grama – menor que o caso do salmão. Para obter ácidos graxos ômega 3, recomenda-se moer as sementes.

Veredito: boas, mas alguns peixes são mais ricos em ácidos graxos ômega 3.

Saiba mais sobre SAÚDE em:

  1. http://thoth3126.com.br/cinco-alimentos-verdes-com-poder-de-cura-excepcional/
  2. http://thoth3126.com.br/diet-coke-zero-e-mortal/
  3. http://thoth3126.com.br/mais-circo-aumento-no-consumo-de-drogas-sinteticas-e-sem-precendentes-diz-onu/
  4. http://thoth3126.com.br/gengibre-previne-o-cancro/
  5. http://thoth3126.com.br/brasil-o-acai-aparece-para-aliviar-a-aterosclerose/
  6. http://thoth3126.com.br/acerola-uma-fruta-muito-saudavel/
  7. http://thoth3126.com.br/stevia-adocante-natural-e-saudavel-do-brasil/
  8. http://thoth3126.com.br/batons-contaminam/
  9. http://thoth3126.com.br/meditacao-pratica-ganha-aval-da-ciencia/
  10. http://thoth3126.com.br/alho-e-os-seus-beneficios-para-a-saude/
  11. http://thoth3126.com.br/os-7-alimentos-que-tem-muitos-pesticidas/
  12. http://thoth3126.com.br/apenas-dez-grandes-companhias-controlam-a-industria-de-alimentos-no-mundo/
  13. http://thoth3126.com.br/abelhas-estao-desaparecendo/

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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Quantas vezes você já teve a oportunidade de ouvir, seja dos seus avós ou até mesmo dos seus pais, que “antigamente a comida não era assim”. E isso não é exagero deles, não! Eles têm mesmo do que sentir saudades.

Na época deles, quando iam para a cozinha, toda a refeição era preparada com um ingrediente que emprestava um sabor todo especial à comida e que, infelizmente, nós não conhecemos. Eu estou falando sobre algo muito bom e bem antigo: a banha!

Sim, estou falando sobre a gordura de porco, o alimento mais demonizado no século 20 e que está se tornando a grande novidade nutricional.

Nos últimos 60 anos os “especialistas” nos fizeram acreditar que os óleos vegetais eram extremamente saudáveis e muito mais seguros. Diziam também que a banha de porco deveria ser banida de uma vez por todas da nossa alimentação. Quanta bobagem! Até as primeiras décadas do século 20 todo mundo cozinhava usando a banha de porco sem nenhum tipo de questionamento.

Entretanto, com o aparecimento da indústria do óleo de algodão, teve início uma adulteração da banha de porco. Os fabricantes do óleo de algodão precisavam de um destino para os seus produtos, então passaram a misturar a banha de porco como o óleo de algodão e o óleo de oliva. Lógico que isso era feito às escuras, pois até mesmo as pessoas que participavam deste processo sabiam que aquilo não era natural e que era possivelmente perigoso.

Como tudo que é errado não dura por muito tempo, quando esse assunto veio à tona foi um escândalo. Tanto que foi aberta uma investigação pelo Congresso Americano para averiguar o caso. As nações estrangeiras ao descobrir a adulteração baniram o óleo de oliva americano de suas dietas.

Há cerca de 100 anos, o óleo de algodão era considerado algo ruim. Mas hoje, esse e outros óleos provenientes de plantas variadas estão por todos os lados, inclusive promovendo o aumento da doença cardiovascular, diabetes, obesidade, Alzheimer etc. Portanto, essa é a hora de voltamos a utilizar a banha de porco em nossas receitas. Naquela época, há 100 anos, eram raríssimos os casos destas doenças.

Veja só mais alguns mitos relacionados à banha de porco. Sinceramente eu espero que eles mudem os seus conceitos sobre este alimento:

1)    Banha de porco causa doença cardíaca:

Conforme aumentava o consumo do óleo de algodão, ocorria concomitante o declínio da saúde cardíaca, tendo sido promovido como a alternativa saudável à banha de porco. Depois disso, a banha e a manteiga foram rapidamente atiradas para fora, e surgiam os óleos vegetais: algodão, canola, soja, milho etc.

Enquanto a gordura animal é saudável para as suas artérias, sobre os óleos vegetais não podemos dizer o mesmo.

Segundo um estudo de longa duração envolvendo 458 homens que sofreram ataque cardíaco ou angina, os indivíduos que substituíram gorduras animais por óleo vegetal, tiveram o dobro de mortes quando comparados com homens que consumiram gordura animal.

2)   Banha é gordura saturada:

Não há nenhum problema em relação à gordura saturada animal, como se pregou. Só que a banha não é gordura saturada pura. Esse é outro mito feito pela indústria dos óleos vegetais para descredenciar essa gordura. Na verdade, a banha tem uma composição perfeitamente balanceada com cerca de 40% de gordura saturada e 45% de gordura monoinsaturada.

E falando de gorduras, banha de animais criados soltos, pastoreando, são riquíssimos em ômega 3 e pobre em ômega 6.

3)    A banha vai piorar o colesterol:

Novamente não vejo nenhum problema com os valores de colesterol elevado causado por alimentação rica em gordura animal.

Você só não pode como deve consumir banha, pois o colesterol da alimentação proveniente de fontes naturais (banha ou ovos) não vai elevar o seu colesterol sanguíneo.

Se você seguir os padrões de saúde, a banha de porco passa em qualquer teste só que isso não é divulgado porque há interesses da indústria dos óleos vegetais.

Quer um conselho? Pare para refletir um pouco você tem todos os motivos do mundo para voltar a cozinhar utilizando a banha de porco. Você vai notar que até o paladar da comida ficará melhor.

E olha, estou para te dizer que encontrar a banha de porco é extremamente fácil. Converse com o açougueiro de sua confiança e peça a ele para te fornecer a banha de animais criados soltos em pastos e que não consomem ração.

Muitos supermercados têm banha vegetal ou gordura hidrogenada, estas não servem. Ok? E lembre-se sempre que nem todas as gorduras saturadas são iguais.

Deixe o medo de lado e volte a desfrutar o sabor da comida da casa da vovó.

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Referências bibliográficas:

  • Archives of Internal Medicine 1992 Jul;152(7):1371-2
  • Know Your Fats: The Complete Primer for Understanding the Nutriton of Fats, Oils and Cholesterol (Silver Spring, MD, Bethesda Press, 2000. p 135.) 
  • American Journal of Clinical Nutrition March 2010: 91(3); 502-509
  • J Ag Food Chem, 1994, 42 (6), 1291–1294.
  • BMJ 2014;348:g3332
  • J Nutrition, 1950, 42, 375.
  • Sinal Verde para a Carne Vermelha. Editora Gaia. 2011

Fonte: http://www.drrondo.com/

Você não vive sem proteína, que são os componentes principais do seu corpo, como músculos, ossos e hormônios. Tudo pode ser remédio ou tóxico, depende de dosagem.

Atualmente, há uma moda de se consumir dietas ricas em proteína. Com isso, a maioria das pessoas acaba consumindo mais proteína do que deveria,excesso de amidos e pouca gordura boa.

O consumo excessivo de proteína pode sim causar ganho de peso, sobrecarga renal e espoliação de minerais dos ossos, particularmente senão consumir quantidade adequada de gorduras saturadas boas (óleo de coco, manteiga, banha de porco, carnes com gordura).

Portanto…

Nunca deve-se consumir muita proteína sem gorduras boas!

Mas o que é adequado para cada um?

A dosagem recomendada pelo Instituto de Medicina é aproximadamente 1 g de proteína por kg de massa magra. Para se calcular isso, é necessário que você conheça a sua massa magra.

É importante saber a sua porcentagem de gordura. Por exemplo, se a sua porcentagem de gordura é 25%, então você deve subtrair esse valor de 100. Nesse caso, se você tem 25% de gordura, você então tem 75% de massa magra.

Então, multiplique essa porcentagem (no caso 0,75) pelo seu peso. O resultado encontrado é a quantidade em gramas de proteínas que se recomenda por dia. De forma prática, o indivíduo que tem aproximadamente 70 kg de peso deve consumir 70 g de proteína. Vale lembrar que isso não significa o peso de uma peça de carne crua, mas sim o peso do produto pronto, aonde perde líquido e gordura.

Portanto, essa é a quantidade de proteína que você precisa diariamente. Mas há exceções que de forma geral necessitam cerca de 100% mais proteína como:

  • indivíduo sob alto grau de estresse;
  • idosos;
  • atletas;
  • gestantes.

O que dizem as pesquisas

Segundo alguns pesquisadores, acima de 50 anos de idade, para se evitar a sarcopenia (perda muscular do envelhecimento) há necessidade de 2 g de proteínas por kg de massa magra, ou seja o dobro, pois no idoso há uma maior dificuldade de processar a proteína, o que promove maior requerimento.

Agora, de forma prática, para o indivíduo que tem aproximadamente 70 kg de peso, neste caso deve-se consumir 140 g de proteína. Lembrando novamente que estamos falando do peso do produto pronto, e não cru.

Mas atenção: só proteína não é a solução para idosos, mas também treinos físicos para fortalecer os músculos e os ossos.

Segundo estudo realizado no Japão, o consumo de proteína animal em quantidade adequada reduz o risco de declínio funcional, sendo que homens que consumiram muito peixe e carne vermelha tiveram 39% de redução de risco de declínio mental e físico comparado com quem comia menos proteína animal.

Pesquisa recente mostra também que pessoas entre 70 e 90 anos que consomem alta quantidade de proteínas reduzem o seu risco de distúrbio cognitivo em 21%.

Porém, para se ter o máximo de benefícios, é aconselhável consumir proteínas de boa qualidade tanto de origem animal como de fontes vegetais.

Consumir proteína só de fontes vegetais não é indicado, pois é certeza de gerar desnutrição proteica subclínica.

Isso é um fator que causa a deficiência dietética de enxofre, que deriva quase que exclusivamente de proteínas como peixe, carne vermelha e aves, por serem fontes de todos os aminoácidos sulfúricos que precisamos para produzir novas proteínas.

E lembre-se, não se deve aumentar excessivamente a ingesta de proteína, pois esta estimula a enzima mTOR (mammalian target of rapamicim) que é pró cancerígena, além de ter ação reguladora do processo de envelhecimento.

Como sempre digo, tudo pode ser bom ou tóxico, depende de dosagem!

Qualidade de proteína

Além das quantidades, a qualidade é importantíssima. Por isso, consuma de preferência a carne de animais criados a pasto, o que vale também para o leite e ovos.

Eles são bem superiores em qualidade quando comparados com produtos de animais confinados, que além do estresse animal, estão contaminados por herbicidas, pesticidas, antibióticos, hormônios, indutores de crescimento, além de alimentos transgênicos que esses animais consomem.

Acredita-se que carne vermelha de animais confinados possa estar induzindo danos, espalhando uma infecção de ação lenta, semelhantes aos danos do mal da vaca louca, que estariam a longo prazo induzindo a Doença de Alzheimer. Então, preste atenção à sua alimentação e tenha uma supersaúde!

Referências bibliográficas:

  • J Gerontol A BiolSciMedSci.1995 Nov;50 Spec No:5-8.
    J Nutr.2015 Jul;145(7):1569-75
  • Clinical Nutrition. December 2014, Volume 33, Issue 6, Pages 929-936
  • Journal of the American Geriatrics Society. February 27, 2014
  • J Alzheimers Dis. 2012 Jan 1;32(2):329-39.
  • Am Journal of Physiology, Endocrinology and Metabolism. Jan 1, 2015: 308(1); E21-E28

Se há um lugar onde a diversidade realmente importa, é no seu sistema digestivo – porque ter uma ampla variedade de bactérias amigas pode significar a diferença entre:

  • enfermidade e saúde…
  • gordo e magro…
  • fraco e forte…
  • e até louco e (na maior parte) normal.

Sim, gente, o equilíbrio bacteriano é tão importante assim – e a pesquisa mais recente mostra que não é só o número de bactérias boas que conta.

É o número de diferentes tipos de bactérias, também conhecido como a diversidade ou “riqueza” de espécies.

No estudo, as pessoas com menos diversidade destas bactérias do sistema digestivo estavam essencialmente no caminho para a obesidade e a diabete.

Elas eram mais prováveis de ganhar peso, mais prováveis de ser ou tornar-se obesas, e mais prováveis de ter ou desenvolver a resistência à insulina.

Agora, antes de ir além disso, deixe-me colocar uma advertência aqui:  se você ingere uma dieta de Big Macs e batatas fritas, não importará nem um pouco que tipo de bactéria você tem dentro do seu sistema digestivo – você FICARÁ gordo(a), doente, fraco(a) diabético(a) e por fim morto(a).

Mas, se você conseguir comer uma dieta saudável (na sua maior parte) com pouco carboidrato, aquelas bactérias do trato digestivo serão os seus melhores amigos – e o estudo mostra que eles podem fazer muito mais que ajudar a manter longe os quilos extras e afastar a diabete.

Eles também podem retalhar o seu risco de inflamação, um principal fator de risco para tudo: desde doenças cardíacas até demência, para não falar na morte precoce.

Se acho isso bom?  Este é só o pontapé inicial, porque outros estudos vão até além, mostrando como um sistema digestivo cheio de boas bactérias podem te proteger contra:

  • câncer,
  • asma,
  • autismo,
  • infecção de clamídia,
  • infecção do trato urinário,
  • infecção respiratória,
  • depressão,
  • ansiedade,
  • ataques de pânico,
  • insônia,
  • síndrome de intestino irritável,
  • infecção Clostridium difficile,
  • cárie dentária,
  • resfriados,
  • gripe
  • doenças da pele.

E, é claro, as bactérias são críticas para a boa digestão, hábitos saudáveis de defecação e a prevenção de gases embaraçosos, inchaço, cólica e mais.

Então, você sabe que você precisa delas.  Você sabe que precisa de uma larga gama delas.  Agora vem o problema:  certificar-se de que você as tenha.

O seu aparelho digestivo está sendo agredido de todos os lados.  Dieta pobre, aditivos químicos, contaminantes da água e mais podem todos te deixar na mão, acabando com as bactérias saudáveis no seu sistema digestivo.  E a maior ameaça de todas para as suas bactérias amigas é uma classe de medicamentos que você quase certamente já tomou…

Antibióticos!

Os antibióticos funcionam ao eliminar as bactérias – mas eles não são instrumentos de precisão que almejam apenas as bactérias que o deixam doente.

Eles são armas de destruição em massa, que acabam com absolutamente tudo.  (Tudo, isto é, menos as bactérias resistentes a drogas como a Clostridium difficile).

O que sobra no seu sistema digestivo é o Vale da Morte e em muitos casos, é uma mudança permanente no cenário que pode te deixar tão desequilibrado que você talvez penda para o lado ao andar.

Mas, você não tem que viver desta maneira.  Você PODE tomar medidas agora para restaurar o equilíbrio no seu trato digestivo e trazer de volta as bactérias que você precisa para a boa digestão e a boa saúde.

Como conseguir bactérias boas para seu trato digestivo

Entre em qualquer supermercado e você encontrará a palavra “PROBIÓTICO” colado em tudo, desde o leite de soja ao iogurte.  Poupe o seu dinheiro.

A maioria destes produtos não tem valor nenhum – as bactérias erradas, as cepas erradas, as quantidades erradas ou todas as anteriores.

Você encontrará algumas das melhores fontes de probióticos em alguns dos lugares mais inesperados.

Qualquer coisa em conserva ou fermentada, por exemplo, quase certamente estará cheia de boas bactérias – e isto inclui tudo desde chucrute até a junta do porco.

As únicas coisas que podem matar as boas bactérias são os conservantes e outros químicos usados nos manufaturados da Indústria Alimentar, então sugiro reaprender a arte perdida de fazer conservas e fermentados em casa.

Mas tem uma maneira muito melhor de aumentar o seu sistema digestivo com boas bactérias combatentes de doenças…

Produtos Crus

O leite cru – sem falar no queijo cru, iogurte cru e qualquer coisa crua que pode ser feita de leite fresco e não pasteurizado – está positivamente transbordando de bactérias saudáveis.

O ingrediente secreto é a lactoferrina, uma proteína que absorve o ferro para fora de bactérias perigosas, efetivamente matando-as de fome, possibilitando o florescimento das bactérias boas.  O resultado?  Você obtém todas as bactérias amigas que você precisa para a saúde e para a digestão, e nenhuma das más.

O leite pasteurizado do supermercado, por outro lado, é aquecido e tratado até que todas as bactérias, boas e más, são praticamente exterminadas, e o que sobra tem valor abaixo de zero.

É claro que as forças ocultas estão fazendo tudo que podem para te assustar e afastar do leite saudável cru.

Não acredite nisso; produzido com responsabilidade, o leite cru é tão seguro quanto o leite de supermercado, e muito provavelmente mais seguro.

Probióticos

“Probiótico” não é apenas uma palavra de ordem de marketing.

É uma palavra de ordem em sua loja de vitaminas, e não deveria ser usado na maioria dos lugares onde é encontrada.

É por isto que você não pode pegar qualquer probiótico: você precisa de um suplemento de qualidade com as cepas certas e as quantidades certas.

No mínimo dos mínimos, procure um suplemento tanto com Lactobacilos (como a Lactobacilus. acidophilus) quanto a Bifidobacterium (como a B. bifidum) e Lactobacilusrhamnosus., além de vitaminas que potencializam sua ação, no caso da vitamina D, E, K e B12 e sais minerais selênio, cálcio, magnésio e zinco.

Em um novo estudo, pessoas com estes três tipos críticos de bactéria eram mais prováveis a ter uma gama mais diversa de boas bactérias no estômago,e mais prováveis a ter todos os benefícios que vêm com isto.

Prebióticos

Se você quiser manter as bactérias no seu trato digestivo saudáveis, felizes e abundantes na sua defesa, você precisa alimentá-las.  É aí que entram os prebióticos.

Estes não são diferentes tipos de probióticos, como a maioria das pessoas presume, mas certos tipos de fibra que você não pode digerir… mas as bactérias conseguem.

Além disso, o melhor prebiótico de todos talvez não seja um alimento.

Mas o vinho tinto!

No final das contas, os bichinhos bons no seu sistema digestivo adoram os polifenóis no vinho tinto tanto quanto você – então vá em frente e encha a sua taça.

Mas eu não estou recomendando “um vinho qualquer”. Gaste um pouco e compre o melhor vinho que você possa.

Erga para o alto e brinde aqueles animaizinhos amigos no seu sistema digestivo.

Saúde! Bom proveito!

Referências bibliográficas: 

  •  B J Nutr, 1998;80(Suppl. 2):S203-S207
  • J Nutr Biochem, December, 1998;9(12):668-675. 31711-
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  • Am J Clin Nutr, 2001;73(Suppl.):1142S-1146S
  • J Am Diet Assoc, February 2001;101(2):229-238, 241.
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  • IMAJ, May 2002;4:353-356
  • Eur J PharmaceutSci, 2002;15:1-9
  • The American Journal of Clinical Nutrition, March 2008;87(3):534-538
  • The British Journal of Nutrition July 2010;104(2):227-32
  • Neurogastroenterology and Motility, March 2011: 23(3); 255-e119.
  • Human Microbiome Project May 14, 2012.

O ALECRIM é uma planta excepcionalmente saudável, que tem sido usada na medicina natural por séculos.

É a cura da natureza para muitas doenças, mas especialmente para aqueles que têm problemas de memória.

A tradição popular na Grécia é colocar um raminho de alecrim em seu cabelo durante os provas e concursos.

Uma possível explicação para esta tradição é que muitos estudos têm mostrado que o alecrim contém ácido carnósico, um ingrediente que combate os elementos tóxicos que poluem o cérebro.

O alecrim contém ingredientes naturais que alimentam o cérebro com proteínas, o que afeta positivamente o seu funcionamento, ou seja, estimula o cérebro para pensar e tomar decisões mais rapidamente.

Através de estudos, verificou-se que o alecrim pode mesmo regenerar células danificadas do DNA.

Uma investigação realizada por pesquisadores da Universidade Northumbria, envolveu um grupo de pessoas que receberam o óleo essencial de alecrim para respirar em uma base diária.

Os resultados mostraram que o alecrim teve um efeito excepcional. A melhoria na capacidade de lembrar foi de 60 a 75% no grupo de voluntários.

De acordo com a investigação, a nossa memória é o resultado de sinapses químicas que são responsáveis ​​pelo processo.

De acordo com os pesquisadores, alguns compostos do óleo de alecrim podem ser responsáveis por mudanças no desempenho da memória.

Um deles é chamado de 1,8 cineol. Além de ter um cheiro muito bom (para quem gosta deste tipo de cheiro) ele pode agir da mesma forma que os remédios permitidos para tratar demência, causando um aumento em um neurotransmissor chamado acetilcolina.

Esses compostos fazem isso ao evitar a quebra do neurotransmissor por uma enzima. E isso é muito plausível, pois a inalação é uma das melhores formas de levar drogas para o cérebro.

Quando você consome um remédio via oral, ele pode ser quebrado durante a digestão. Mas a inalação de pequenas moléculas pode passar para a corrente sanguínea e, dali, para o cérebro sem ser quebrado no sistema digestivo.

E para além da memória, o alecrim também é benéfico na luta contra alterações de humor, estresse e confusão mental. Quanto mais cineol absorvido, mais resultados positivos serão alcançados.

 Namastê!  

Nina Greguer

Fonte:bbc

 

Muitos grãos diferentes foram usados para fazer cerveja no último milênio. É claro, cevada é melhor, seguida pelo trigo e centeio.

O problema com esses grãos – pelo menos para pessoas que sofrem de doença celíaca – é que todos eles contêm glúten.

Glúten é responsável por criar uma reação autoimune no intestino delgado das pessoas com essa condição particular.

A reação pode ser debilitante, causando grande desconforto e possível interrupção de longo prazo no funcionamento do intestino delgado.

Isso quer dizer que pessoas com doença celíaca não retiram os nutrientes que precisam dos alimentos e podem experimentar muitos outros problemas de saúde.

Em resposta à demanda crescente por cerveja sem glúten no mercado, muitas fábricas pelo mundo começaram a introduzir novos produtos todos os anos.

Grãos e amidos usados na cerveja sem glúten

Aqui está uma lista dos grãos proibidos e seus derivados que pessoas com doença celíaca devem evitar:

  • Cevada e malte de cevada
  • Malte, extrato de malte, saborizante de malte e vinagre de malte.
  • Centeio
  • Trigo – incluindo semolina, kamut e espelta

Cerveja feita com grãos sem glúten provavelmente não se iguala à cerveja normal em sabor e qualidade, mas para algumas pessoas que encaram uma restrição para a vida toda, a cerveja sem glúten é uma interessante saída.

Sorgo, milhete e trigo sarraceno são as três substituições mais comuns usados para fazer cerveja sem glúten, mas há uma lista mais completa de grãos e amidos que são seguros para consumo:

  • Feijão
  • Trigo Sarraceno é uma planta com origens na China. Seus pequenos grãos são moídos, o que separa a parte comestível de suas cascas. Essa parte comestível é então torrada e usada como um produto de grãos.
  • Milho
  • Milhete é uma família de gramas e representa uma das culturas mais antigas a ser cultivada pelo homem. As sementes de milhete são colhidas e usadas em alimento ou alimentação; nesse caso, o alimento é cerveja! O milhete tem sido usado regularmente para fazer cerveja na África, e agora é um dos grãos mais usados comercialmente para fazer cerveja sem glúten.
  • Batata
  • Quinoa
  • Arroz
  • Sorgo é uma grama vigorosa que tolera o tempo seco e é comumente usado como um dos ingredientes da cerveja africana.
  • Soja
  • Tapioca

Uma lista de cervejas sem glúten

A maioria das fábricas de cerveja sem glúten formularam seus produtos com ingredientes e processo totalmente sem glúten que asseguram a pureza do produto.

Mas alguns processos de filtragem usados por companhias tornam o glúten indetectável em cervejas com pouco glúten, então a menos que a cerveja seja totalmente sem glúten, pessoas com doença celíaca não têm garantia de que seja completamente segura.

Compradores e bebedores, cuidado!

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)

Cervejas Sem Glúten Comercializadas

Cerveja Cervejaria País
Australia Pale Ale Billabong Austrália
O’Brien Premium Lager O’Brien Austrália
Green’s Discovery Amber Ale De Proef Bélgica
Green’s Endeavor Dubbel De Proef Bélgica
Green’s Quest Tripel De Proef Bélgica
La Messagère New France Canadá
Kukko Pils Laitilan Finlândia
Beer Up Glutenfrei Pale Ale Brauerei Grieskirchen Alemanha
Birra 76 Bi-Aglut (produtos alimentares) Itália
Mongozo Palmnut Mongozo Beers Holanda
Mongozo Quinua Mongozo Beers Holanda
Celia Saison The Alchemist Estados Unidos
Dragon’s Gold Bard’s Tale Estados Unidos
New Grist Lakefront Estados Unidos
Mbege Sprecher Estados Unidos
Passover Honey Beer Ramapo Valley Estados Unidos
Redbridge Anheuser-Busch Estados Unidos
Shakparo Ale Sprecher Estados Unidos
Tread Lightly Ale New Planet Estados Unidos

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/como-escolher-uma-cerveja-sem-gluten/#yiEUXzvmM6kJo37Q.99

Seu nome científico é Taraxacum officinale.

Mas a maioria a conhece por “dente-de-leão”.

O dente-de-leão é uma planta muito poderosa.

Ela é desintoxicante e depurativa, sendo indicada para prevenir e tratar arteriosclerose, artrose, cálculos biliares, celulite, cirrose, cistite, colesterol, diabetes, distúrbios menstruais, problemas no fígado, hepatite, gastrite, obesidade, prisão de ventre (laxante suave), vesícula e vitiligo.

Você pode comê-la crua em saladas (folhas e flores).

Ou fazer o chá da planta.

Até a ciência já despertou para o poder do dente-de-leão.

Pesquisa do Departamento de Química e Bioquímica da da Universidade de Windsor, no Canadá, descobriu que a raiz desta planta medicinal mata células cancerosas, sem quaisquer outros efeitos nocivos sobre as células normais do corpo.

O bioquímico Siyaram Pandey, da equipe de pesquisadores que realizaram a pesquisa, disse que resolveu fazer a investigação após uma sugestão de uma oncologista da Windsor, dra. Caroline Hamm, que havia notado que alguns pacientes com câncer que tinham bebido o chá de dente-de-leão pareciam estar ficando melhor.

Siyaram Pandey era inicialmente cético.

“A dra. Caroline disse que poderia ser coincidência, mas que deveríamos investigar para ver se havia alguma relação.”

Então Pandey mergulhou na pesquisa, trabalhando em amostras de sangue da leucemia  e o extrato da raiz da planta.

Ele e a dra. Caroline foram surpreendidos ao constatar que as células de leucemia foram forçadas à apoptose, isto é, ao suicídio celular.

O mais incrível para eles foi o fato de que as células não cancerosas foram totalmente preservadas.

Em outras palavras, o extrato de raiz da raiz da planta destruía apenas as células cancerosas, preservando as saudáveis.

Como fazer o chá

INGREDIENTES

2 colheres (sopa) da planta (de preferência a raiz)

1 litro de água

MODO DE PREPARO

Coloque a erva e a água para cozinhar.

Quando a água atingir o ponto de fervura, tampe a panela e abafe por cerca de 15 minutos.

Depois disso, coe e tome a primeira a xícara.

Tome mais duas xícara durante o dia, em um intervalo de seis horas entre cada uma.

Faça o tratamento por 15 dias, pare durante uma semana e tome por mais 15 dias.

Esta bebida é especialmente eficaz para tratar gordura no fígado, vitiligo, colesterol, gastrite, prisão de ventre e problemas de vesícula.

O chá de dente-de-leão, porém, é contraindicado durante a gravidez.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/11/2016/e-dente-de-leao-parece-uma-erva-daninha-mas-faz-milagres-saiba-quais

Um novo tipo de terapia genética foi capaz de reprogramar células profundas nos olhos de ratos, que conseguiram perceber luz.

Após o tratamento, um teste simulava um ataque de coruja, em vídeo, no qual os ratos demonstraram resposta positiva, fugindo do predador. Rob Lucas, da Universidade de Manchester, no Reino Unido, é o colíder da equipe que desenvolveu e testou o tratamento. “O que podemos dizer é que os ratos normais reagiram à coruja da mesma forma que os ratos deficientes visuais tratados, enquanto os ratos não tratados não fizeram nada“, relatou ele.

A equipe injetou o gene de um pigmento que detecta a luz nos olhos de ratos cegos para ajudá-los a ver objetos reais novamente. A abordagem pretende atender a todos os tipos de cegueira, causados por danos ou não, recuperando as células receptoras de luz.

A maioria das terapias genéticas para a cegueira se concentra na substituição de genes defeituosos das formas mais raras, especificamente cegueira hereditária, como a Amaurose Congênita de Leber.

O tratamento permite que que outras células interiores da retina possam capturar a luz. Embora bastonetes (responsáveis pela visão noturna) e cones (que distinguem a luz) normalmente convertam luz em um sinal elétrico, as células ganglionares e bipolares anteriores são responsáveis por processar esses sinais e enviá-los para o cérebro. Deixando que elas produzam o pigmento de detecção de luz, seria possível compensar os receptores perdidos, de acordo com os pesquisadores.

Para isso, os cientistas usaram a rodopsina, pigmento utilizado pelos bastonetes para detectar brilho, que poderia ligar o gene dentro do gânglio e das células bipolares. Esse DNA é inserido através de um vírus nos olhos de ratos com os cones e bastonetes destruídos.

Nas tentativas anteriores, os ratos tratados só conseguiam perceber os objetos sob luz extremamente brilhante. Por isso, a descoberta é crucial, também por ser a primeira vez que um gene humano foi testado dessa maneira.

O vírus usado já está aprovado para uso em seres humanos, e Lucas espera começar os testes humanos em cinco anos. “Este é o exemplo mais eficaz do uso da terapia genética no tratamento de degeneração avançada de retina“, disse Robin Ali, da equipe da University College London, que aplicou terapia genética em pessoas com Amaurose Congênita de Leber.

Porém, Robert Lanza, diretor médico da Ocata Therapeutics em Marlborough, EUA, afirma que é preciso ter cuidado com o resultado, pois não se sabe a durabilidade do tratamento. Algumas pessoas com Amaurose Congênita de Leber foram tratadas com terapia genética há alguns anos, e a doença acabou regredindo ao longo do tempo.

[ New Scientist / Current Biology ] [ Fotos: Reprodução / New Scientist ]

Após décadas sem respostas para a morte repentina de crianças em Muzaffarpur, na Índia, finalmente descobriu-se a causa

Todos os anos, em maio, conforme a temperatura subia na Índia, mais especificamente na cidade de Muzaffarpur, ocorria sempre a mesma tragédia: pais levavam seus filhos, que estavam saudáveis na noite anterior, para o hospital.

As crianças apresentavam convulsões e depois entravam em coma. Cerca de 40% delas acabavam morrendo. Isto durava até julho e depois essas mortes misteriosas acabavam de forma tão repentina quanto tinham começado.

A população de Muzaffarpur sofria com estas mortes misteriosas desde 1995 e até agora ninguém conseguia encontrar uma resposta sobre o que causava estes falecimentos.

Então, três anos atrás o Dr. Rajesh Yadav, pesquisador do India Epidemic Intelligence Service, foi para Muzaffarpur determinado a descobrir o que estava causando estas mortes. E conseguiu.

Em uma pesquisa feita em parceria com India’s National Center for Disease Control e Centers for Disease Control and Prevention em Atlanta, Estados Unidos, o Dr. Rajesh Yadav descobriu que a causa da morte misteriosa destas crianças era a LICHIA! O estudo foi publicado na revista científica The Lancet Global Health.

Para se ter uma ideia, em 2015 os pesquisadores pediram aos pais que dessem jantar para seus filhos e limitassem o consumo de lichia. Estas simples medidas já fizeram com que o número de mortes de crianças caísse drasticamente.

Para chegar a esta descoberta sobre a lichia, o Dr. Rajesh Yadav e seus colegas passaram dois anos observando e conversando com a população de Muzaffarpur para tentar entender quais eram seus hábitos.

E também realizaram uma série de exames nas crianças. “Foi uma situação muito intensa, nós víamos crianças morrendo diante dos nossos olhos todos os dias, assim que chegavam ao hospital”, disse o Dr. Yadav em entrevista ao jornal The New York Times.

Mas por que a lichia estava matando estas crianças? Bom, Muzaffarpur é uma das regiões que mais produz lichia na Índia.

E os pesquisadores descobriram que a lichia conta com duas substâncias, a hipoglicina e a metileneciclopropil glicina, que inibem a capacidade do organismo de sintetizar a glicose (açúcar), podendo fazer com que a pessoa fique com baixíssimos níveis de glicose no organismo, levando a um grave quadro de hipoglicemia.

Além disso, havia algo comum em todos os casos: as crianças não tinham comido de maneira adequada no jantar e depois haviam comido muita lichia.

Ou seja, as crianças já estavam com o nível de glicose baixo no organismo porque não tinham consumido uma refeição e então comiam lichia, que fazia estes níveis de glicose caírem ainda mais!

Com a glicose baixíssima no organismo, algumas crianças, especialmente as menores, desenvolviam problemas repentinos e graves em seus cérebros, encefalopatia, e acabavam falecendo.

E as mortes ocorriam apenas em uma determinada época, justamente porque tratava-se da época da colheita da lichia.

Com a simples recomendação de diminuir o consumo de lichia e garantir que as crianças jantassem, as mortes de crianças reduziram drasticamente.

E o mistério que aterrorizava a cidade de Muzaffarpur há décadas foi solucionado.

Fontes consultadas:

Revista científica The Lancet Global Health

http://bebemamae.com/beleza-e-atividade-fisica-gravidez/descoberta-a-causa-da-morte-misteriosa-de-criancas-na-india-a-lichia