Quando você tem problemas com encanamento na sua casa, você não pensa 2 vezes, liga desesperado para o encanador vir o quanto antes. Mas você tem outro conjunto de canos que são muito mais importantes, e eles provavelmente recebem até menos atenção… até que algo dá errado. Os canos que eu estou falando são suas artérias.

Elas mantém o sangue bombando pelo seu corpo. E quando ficam entupidas ou quebradas, ao invés de chamar o encanador, você estará chamando o serviço de emergência e correndo até o pronto socorro na parte de trás de uma ambulância.

Quanto aos canos da sua casa, eu não posso ajudá-lo, exceto sugerindo que você os mantenha fluindo bem.

Mas em relação ao seu encanamento interno eu posso ajudá-lo assegurando que as suas artérias continuem a fluir, mesmo parcialmente entupidas.

Quanto mais complacência (flexibilidade) as suas artérias tiverem, mais fácil será para o seu sangue chegar ao seu destino.

Se você tiver detritos acumulando ao longo das paredes arteriais, elas vão endurecer e espessarem, e aí você terá problemas, aumentando o risco de doenças cardíacas.

Certamente vão lhe dizer que as artérias endurecidas são causadas por colesterol em demasia no sangue…

Bem, como posso dizer isto polidamente?

O que estão lhe dizendo não é bem assim… pois, cerca de 75% de todas as vítimas de ataques cardíacos tem níveis NORMAIS de colesterol.

Na verdade, não há correlação alguma entre o colesterol sanguíneo e o grau de doenças cardíacas (“aterosclerose”).

E eu tenho repetido isto até ficar sem ar: reduzir o colesterol com estatinas NÃO afeta a aterosclerose ou a mortalidade total.

Apesar disto, o colesterol fica como o culpado porque é frequentemente encontrado nas paredes das artérias, obstruindo o sistema e levando a “canos” mais espessos, mais rijos e endurecidos—mas isto não é culpa do colesterol!

O seu colesterol QUER continuar a fluir pelo sistema, e eles são os “motoristas de caminhão” que transportam os nutrientes solúveis em gordura através das artérias. Devido ao “trânsito pesado”, eles tendem a ficar aderidos nas artérias – e não o “colesterol ruim”.

O trânsito pesado neste caso é inflamação, que faz tudo ficar mais lento, fazendo com que o colesterol e outros detritos grudem nas artérias.

Como reduzir a inflamação

Você deve manter o nível de inflamação baixo, usando suplementos básicos como vitaminas e óleo de peixe. Mas para realmente fazer as suas artérias pararem de enrijecer – antes que endureçam você totalmente em rigidez cadavérica – você deve aumentar a sua ingestão de proteína, mas não aquelas proteínas sem valor encontradas em legumes causadores de gases e soja feminilizante.

Os vegetarianos lhe dirão que eles ingerem toda a proteína que precisam daquela comida de coelho. O que eles não conseguem entender é que as proteínas vegetarianas não contêm os aminoácidos mais importantes para a saúde arterial.

É por isso que um estudo recente aponta para o fato de que as proteínas vegetarianas, na melhor das hipóteses, lhe darão uma pequena, mas insignificante, queda no nível de pressão sanguínea.

Por outro lado, comer proteínas animais ricas nos aminoácidos ácido glutâmico, leucina e tirosina ajudarão a manter as suas artérias tão flexíveis quanto um elástico de borracha. Algumas das melhores fontes destas proteínas também são entre as mais deliciosas, incluindo…

  • carne vermelha;
  • peixe;
  • laticínios frescos, e;
  • queijo.

Na verdade, a proteína animal é tão boa para as suas artérias que os pesquisadores do estudo disseram que é como se os comedores de carne estivessem se exercitando mais – exceto que neste caso a única “malhação pesada” que você terá que fazer é de carregar um pedaço de carne de vaca da grelha até o seu prato.

Mas, além das proteínas, veja algumas dicas que podem evitar que as suas artérias virem pedra:

7 Protetores Naturais das Artérias

1) Evitar açúcar em todas as suas formas.

Quando você ingere o açúcar, ele flui através do sangue e danificando as próprias artérias que você está tentando proteger, causando o endurecimento dessas artérias.

2) Evitar trigo em todas as suas formas

Já o trigo não só aumenta o nível de açúcar sanguíneo, como também contribui para a glicação, que é a oxidação dos açúcares, causando o endurecimento das artérias.

Agora, as boas notícias. São coisas boas, que você já adora e que são algumas das melhores maneiras de proteger as suas artérias.

3) Luz solar

Você já ouviu toda aquela estória de que é necessário se esconder do sol, como se você fosse algum tipo de fungo. Deixe que eles se escondam. Você deve ir lá fora e tomar sol a vontade – sem protetor – para que os raios UV do sol possam fazer a fábrica de ácido nítrico do seu corpo funcionar eficientemente.

O ácido nítrico é a substância química que mantém as suas artérias abertas e o seu sangue fluindo.

A luz do sol, é claro, também fará com que o seu corpo produza a vitamina D, protetora do coração – mas, novamente, não se você se lambuzar com o protetor solar.

A única “proteção” do sol que você precisa é bom senso suficiente para entrar em casa quando você começar a ficar rosado.

3) Alho

Quem liga para vampiros? O alho pode ajudá-lo a esquivar-se de alguém muito mais assustador… o agente funerário!

Como o sol, o alho também pode estimular a liberação de óxido nítrico, relaxador de artérias.
Ele também melhora o revestimento das suas artérias, chamado de endotélio. Quanto melhor o revestimento, menos enrijecidas serão as artérias. Quanto pior o revestimento… bem… o número de emergência só tem três dígitos, mas você talvez queira colocá-los em discagem direta.

Em um estudo, o extrato de alho reduziu a disfunção endotelial em 44%!

Você pode tomar o extrato de alho se você quiser, mas você se dará melhor se comê-lo fresco sempre que puder. Apenas certifique-se de que esteja fazendo a coisa certa:

  • Amasse o alho;
  • Deixe-o descansar por 15 minutos para permitir o desencadeamento da reação enzimática responsável por muitos dos benefícios, e…
  • Desfrute!

5) Benfotiamina

Contrário à simples tiamina (vitamina B1), esta forma de nutriente é solúvel em gordura, tornando-o 500% mais eficaz.

Sua ação principal é combater o excesso de açúcar sanguíneo, além de prevenir ou reduzir a inflamação e glicação (oxidação dos açúcares) que estragam as artérias, além de proteger oendotélio vascular, o que o torna um suplemento excelente para prevenção e tratamento de diabéticos.

6) Sauna

Sim, um pouco de diversão ao sol e um tempinho na sauna são ambos bons remédios. A vida não é dura?
Enquanto a sauna é boa para a sua saúde física e mental, você deve preferir uma sauna infravermelha para a máxima proteção arterial.

O espectro completo de raios de luz é essencial para a saúde humana, e enquanto o sol te expõe aos raios UV SAUDÁVEIS, a sauna provê ondas curativas infravermelhas. Os estudos mostram repetidamente que as saunas infravermelhas melhoram a função endotelial

Então, relaxe em uma sauna e ao sair sinta-se livre para abrir uma geladíssima…

7) Cerveja!

Sim, a sua cerveja favorita é boa para você. Em um estudo de 2013 foi descoberto que a cerveja pode ajudar o seu sangue a fluir pelas suas artérias como chopp de um barril novo.

Dentro de duas horas após tomar uma caneca da sua cerveja favorita, ela pode relaxar as artérias e reduzir a rigidez.
Aquele estudo também testou a cerveja sem álcool (Urgh!) e vodca, e mesmo ambos sendo melhor que nada, nem um nem outro tinha o poder de incremento às artérias igual ao da cerveja.

Ei-lo: A sua permissão científica para se servir uma gelada no final do dia.

As suas artérias estão contando com você!

Referências bibliográficas:

  • Journal of the American Heart Association October 28, 2013; 2: e000254
  • BMJ 2010;340:c2451
  • American Journal of Clinical Nutrition March 2008: 87(3); 534-538
  • Journal of the American Academy of Dermatology July 2012
  • Medical News Today May 8, 2013
  • Am J Clin Nutr. 2000 Oct;72(4):1047-52.
  • The Douglas Report. November 2015. Vol. 15, Nº7
  • Annals of Clinical Microbiology and Antimicrobials 2012, 11:8
  • Journal of the American Heart Association June 30, 2014
  • Nutr Rev. 2012 Apr;70(4):234-40.
  • Livro Sinal Verde para a Carne Vermelha. Editora Gaia. 2011

Fonte: Dr Hondo

A imensa maioria das pessoas pega os ovos sem escolher a cor e certamente nunca tiveram esta curiosidade. Porém, há pessoas que são adeptas de ovos escuros, pois acreditam que são melhores porque contêm mais nutrientes.

Outros acham que os escuros são melhores para preparar alimentos salgados, enquanto os ovos brancos seriam melhores para preparar alimentos doces. Mas há também os que acreditam exatamente ao contrário.

Então, qual a diferença entre ovos marrons e brancos?

Segundo os cientistas, não há diferença no conteúdo nutricional de ambos os ovos, e a casca também não apresenta diferenças. Porém, se são ovos de galinhas novas, suas cascas são mais duras, mais grossas, enquanto as galinhas com mais idade colocam ovos com casca mais fina.

As galinhas que colocam ovos brancos são geralmente brancas ou de cor clara, mas o detalhe mais importante é o seguinte: elas apresentam lóbulos da orelha brancos. Já as galinhas que botam ovos escuros, apresentam lóbulos da orelha vermelhos, e são galinhas vermelhas ou castanhas.

Entenda bem, isso não é uma regra universal, mas uma regra geral.

Portanto, a cor do ovo é determinada pela genética da galinha.

Agora, o que realmente é importante, e que afeta o gosto, a cor da gema e a nutrição, é a forma que essas galinhas são criadas, independente da sua cor.

Ovos de galinhas criadas a pasto

  • Apresentam gemas de coloração mais amarelada
  • Mais saborosos
  • São nutricionalmente superiores, contendo 63% mais vitamina A, o dobro das gorduras ômega 3 e 3 vezes mais betacaroteno, como foi demonstrado no projeto de testagem de ovos da Mother Earth News.

Ovos de galinhas criadas confinadas

  • A criação de galinhas poedeiras dentro de ambientes fechados ou em gaiolas, com a finalidade de operações comerciais, têm apresentado efeitos prejudiciais não só para o bem-estar dos animais, mas para o meio ambiente e para o valor nutricional dos ovos.
  • O tamanho do espaço de confinamento das galinhas é diretamente relacionado ao risco de salmonela. Ou seja, quanto menor o espaço, mais alto será o risco de contaminação. Um estudo britânico realizado em 2010 descobriu que os ovos de galinhas confinadas em gaiolas tinham 7,7 vezes mais probabilidade de abrigar a bactéria de salmonela do que os ovos de galinhas não confinadas.
  • Outro estudo descobriu que enquanto mais de 23% das granjas com galinhas confinadas tiveram teste positivo para salmonela, isto caia para um pouco mais do que 4% em bandos de galinhas criadas soltas em pasto (orgânicas). A maior incidência de salmonela ocorreu nos maiores bandos (30.000 ou mais aves), os quais continham mais do que quatro vezes o nível médio de salmonela encontrado em bandos menores.
  • Essas galinhas são geralmente alimentadas com milho geneticamente modificado e soja em vez de sua dieta natural de plantas verdes, sementes, insetos e vermes.

Para evitar a propagação da doença e com o objetivo de induzir o crescimento rápido, eles são rotineiramente alimentados com antibióticos. Normalmente, esses ovos apresentam gemas pequenas e amarelas pálidas.

Como comprar?

Procure ovos de galinhas criadas a pasto. Cuidado com a confusão de termos de rotulagem, pois você pode encontrar descrições como: “criadas a pasto”, “criadas soltas”, mas isso não define o tempo de pastoreio ao ar livre.

O ideal é que tivesse acesso direto ao produtor ou procurar um fornecedor de qualidade.

Desfazendo-se o mito

Muitos ainda recomendam consumir pouco ou nenhum ovo, pois contém grandes quantidades de colesterol que podem aumentar a sua incidência de doença cardíaca.

Porém, o que os estudos recentes de dieta mostram é que o conteúdo de colesterol de um ovo pode ser menos preocupante em relação à doença cardíaca do que se pensava, não havendo aumento do risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral com ingestão de 1 a 6 ovos por semana.

Sabemos que a ingestão de ovos gera aumento de colesterol HDL (o “bom” colesterol), e isso diminui a sua relação de risco cardiovascular. Recentemente, as Diretrizes Dietéticas dos EUA de 2015 removeram mesmo o limite de colesterol e adicionaram as gemas de ovo à lista de fontes de proteína recomendadas.

Portanto, o colesterol dietético de fontes naturais não representa nenhuma ameaça para a sua saúde e é realmente bom para você. Além do mais, os ovos são uma fonte abundante de vitaminas, proteínas e antioxidantes, que estão faltando na sua nutrição diária.
Calcula-se que cerca de 90% da população dos EUA podem ser deficientes em colina, uma vitamina B conhecida por seu papel no desenvolvimento do cérebro e memória. E isso não é diferente no Brasil,

Essa deficiência promove problemas cognitivos, baixa energia e fog mental, mas uma única gema de ovo contém quase 215 mg de colina.

Portanto, entre o ovo escuro ou claro… Coma os dois! E coma sem culpa!

Referências bibliográficas:

  • Purdue University. 2008
  • New York Times. August 26, 2010
  • Veterinary Record 2010
  • Humane Society. October 8, 2010
  • ABC News. June 5, 2012
  • KVAL News. July 29, 2012
  • Meating Place News. April 12, 2012
  • YouTube. October 29, 2016
  • The George Mateljan Foundation. November 14-20, 2016

Fonte: http://www.drrondo.com/

O que é a magnólia

Eu te conto, caso você ainda não saiba, que a magnólia é uma árvore originária do Oriente e do sudeste asiático. Sua origem é muito antiga, já que existem registros da sua existência que datam de mais de 100 milhões de anos.

Embora seja uma espécie famosa pela beleza das suas flores, a casca da árvore de magnólia tem sido utilizada desde a antiguidade até nossos tempos, como um remédio natural, popular na medicina tradicional chinesa e japonesa.

Na China, se costuma chamá-la de Houpu.

É que a casca, que possui um sabor amargo, contém ao redor de 250 compostos químicos, muito úteis para tratar diferentes doenças.

Mas, medicinalmente as flores não ficam atrás, já que também foram elogiadas por suas diversas aplicações medicinais.

Quer conhecer quais são todos os benefícios que pode te oferecer? Preste atenção na seguinte lista.

Benefícios terapêuticos da magnólia

No Japão é onde se realizaram mais investigações científicas para conhecer as propriedades e benefícios desta árvore transformada em suplemento.

Os investigadores determinaram que o honokiol e o magnolol, dois dos principais compostos químicos que se encontram na casca da magnólia, são até 1000 vezes mais potentes como antioxidante que a vitamina E.

Os suplementos de magnólia podem te ajudar a:

Eliminar a ansiedade

Nos estudos realizados, se comparou a eficácia do honokiol com a do diazepam, um conhecido ansiolítico, e se descobriu que o primeiro tinha cinco vezes mais capacidade que o diazepam para reduzir a ansiedade sem ter que interromper a atividade física.

Além disso, tem certas qualidades como ansiolítico que trabalham especificamente sobre o equilíbrio hormonal do seu corpo, sobretudo nos hormônios relacionados ao estresse. Também pode te ajudar de forma eficaz a acalmar a mente, aliviar a depressão e a equilibrar os estados de ânimo.

Melhorar os sintomas do Alzheimer

O composto ativo magnolol é un remédio natural poderoso que te ajudará a estimular os níveis de acetilcolina no cérebro. Sua deficiência é responsável de que o cérebro comece a não cumprir suas funções. Por outro lado, o Honokiol, outro dos compostos orgânicos ativos da magnólia, te ajudará a potencializar as capacidades cognitivas e a atividade neuronal.

Prevenir o câncer

Segundo a evidência científica, um dos compostos ativos na magnólia, especificamente o magnolol, é capaz de prevenir a multiplicação das células de câncer de próstata. Embora a investigação esteja só começando, alguns cientistas pensam que os extratos de casca de magnólia também podem ser benéficos para prevenir e tratar a leucemia e o câncer de cólon.

Aliviar as doenças respiratórias

Um dos usos mais comuns da magnólia na antiguidade era aliviar os problemas respiratórios, tais como a bronquite, a tosse, o excesso de flegma e inclusive a asma. Ao que parece, seu benefício radica em que estimula de forma natural a produção de corticosteroides no seu corpo, para que trabalhem te aliviando a asma.

Melhorar o diabetes

Sua capacidade para agir como cortisol pode te ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue, te ajudando com eficácia a prevenir o desenvolvimento de diabetes.

Conhecendo todos estes benefícios, eu imagino que você deve estar interessada em saber como pode consumir a magnólia, não é? Dê uma olhada nos seguintes conselhos.

Como consumir a magnólia como suplemento

Formatos comerciais da magnólia

No mercado você pode encontrá-la à venda na forma de:

  • Extrato
  • Cápsulas

Dose diária de magnólia recomendada

Não existe até agora uma dose estândar a consumir. Ao que parece, a dose recomendada depende de vários fatores, como a idade e os possíveis problemas de saúde do usuário.

De qualquer forma os suplementos que se encontram à venda estão regulados e apresentam na sua posologia a dose que você deve consumir diariamente.

Riscos e efeitos não desejados da magnólia

Efeitos secundários da magnólia

Embora seu consumo seja considerado seguro, pode causar:

  • Ardor de estômago
  • Problemas de tireoide
  • Cansaço
  • Dor de cabeça

Contraindicações da magnólia

Evite seu consumo:

  • Durante a gravidez.
  • Durante o período de aleitamento.
  • Se você consome habitualmente bebidas alcoólicas.
  • Se você consome sedantes.
  • Se você realizou uma cirurgia recentemente.

Leia mais sobre: http://br.innatia.com/c-suplementos-alimentare-pt/a-extrato-de-magnolia-para-que-serve-e-como-consumir-este-suplemento-8729.html

Sabe aqueles ingredientes que, além de serem utilizados na culinária, também podem ser úteis em outras situações do dia a dia?

Sabe aqueles ingredientes que, além de serem utilizados na culinária, também podem ser úteis em outras situações do dia a dia?

1.O vinagre é um desses.

Pouca gente sabe, mas o vinagre pode fazer verdadeiras milagres no jardim da nossa casa.

E é bem melhor que fertilizantes e outros produtos químicos, pois é uma alternativa natural e saudável para proteger suas plantas.

Você vai se surpreender com os resultados.

Veja 12 usos possíveis deste incrível ingrediente em seu jardim:

2.Afasta animais

Gato, cachorro, coelho, toupeiras e roedores simplesmente fogem do cheiro do vinagre.

Portante, basta pulverizar um pouco em seu jardim para mantê-los longe.

Outra opção é pegar roupas velhas ou pedaços de pano, embebedar no vinagre e jogar por cima de estacas que cercam seu jardim.

Funciona mesmo!

3.Espanta formigas

Para quem não sabe, o vinagre é o inseticida orgânico mais eficaz.

Portanto, pulverize as áreas afetadas com vinagre e você se livrará das formigas rapidinho.

Repita o procedimento depois de alguns dias e não haverá mais nenhum problema com formigas.

4.Estende a vida de flores cortadas

Adicione duas colheres (sopa) de vinagre e uma colher (chá) de açúcar num vaso de flores.

Feito isso, coloque a planta no vaso e pode-a a cada 3-5 dias.

Desta forma, suas flores obterão os nutrientes apropriados que prolongarão a vida delas.

5.Remove as ervas daninhas

O vinagre é um dos melhores remédios para combater ervas daninha.

Adicione uma xícara de sal, duas colheres (sopa) de sabão e uma colher (sopa) de suco de limão em um galão de 5% de vinagre branco.

Misture bem os ingredientes e despeje-os em um frasco de spray.

Depois é só pulverizar toda a erva daninha em torno de seu jardim.

6.Elimina Insetos do Jardim

Misture uma parte de vinagre, três partes de água e uma colher (chá) de detergente em um frasco de spray.

Feito isso, mexa bem, coloque num frasco de spray e aplique em todo o jardim.

7.Afasta as moscas de fruta:

As moscas estragam os grutos do jardim.

Para se livrar delas, basta seguir o procedimento:

Misture uma colher (sopa) de melado, meia xícara de vinagre de maçã, um quarto de xícara de açúcar e um copo de água.

Despeje a mistura em algum recipiente de sua escolha e pendure-o em sua árvore frutífera.

As moscas de fruta vão atacar a mistura e ficar presas nela.

Este é também um método muito eficaz contra moscas domésticas.

8.Ajuda no crescimento das plantas

Mantenha suas plantas saudáveis.

Misture um copo de vinagre com um galão de água.

Pulverize nas plantas.

Você notará um crescimento significativo.

9.Remove a ferrugem das ferramentas de jardim

Pulverizar um pouco de vinagre não diluído em suas ferramentas ou apenas mergulhe-as nele por meia hora.

Em seguida, enxaguar bem e, assim, se livrará dos ferrugens.

10.Combate fungos

Se você notar que suas plantas não estão crescendo bem ou têm algumas manchas escuras nas folhas e caules, provavelmente é porque foram afetadas por algum fungo.

O vinagre branco vai resolver este problema e proteger as plantas.

Faça um pouco de chá de camomila e adicione duas colheres (chá) de vinagre.

Feito isso, pulverizar as plantas com esta mistura.

Se a planta forem rosas, a técnica é diferente:

Combine quatro litros de água com três colheres (sopa) de vinagre de maçã.

Pulverizar as rosas com esta solução e o fungo será eliminado.

11.Combate os caracóis

Tantos eles como as lesmas são pragas que destroem os jardins.

Espalhe vinagre na região para afugentá-los.

12.Acelera a germinação de sementes

Use vinagre branco para germinar sementes, em particular sementes que não brotam facilmente.

Com uma lixa grossa, esfregue as sementes.

Certifique-se de fazer isso uma noite antes de plantá-las.

Misture 125 ml de vinagre, 500 ml de água morna e uma borrifada de detergente biodegradável.

Em seguida, mergulhe as sementes na solução.

No dia seguinte, plante as sementes e elas crescerão muito rápido.

Fonte Dikas aki

Vivemos uma época de quebra de paradigmas, facilitada pelo acesso rápido a informações proporcionado pela internet. Isso pode levar a confusões quando não nos dispomos a estar atualizados.

Outra grande dificuldade é em que acreditar, pois há informações novas e antigas que coexistem. Hoje nem se discute mais, pois a ciência é muito clara: para se ter saúde e qualidade de vida, a ingesta de uma quantidade significativa de gordura saturada boa, redução ao máximo de gorduras hidrogenadas, muita fibra, proteína com moderação, e carboidrato em pequena quantidade, são fundamentais.

A questão é: por que essa verdade ainda encontra resistência, quando nós sabemos que é a única forma de reduzirmos esse pesadelo de pelo menos de 4 décadas de aumento de obesidade, diabetes, câncer e doença cardiovascular?

Ainda que o ritmo da medicina seja rápido, uma informação que foi útil no passado, que parecia sensata, deixou de ser o norte a seguir. Há verdades atemporais, e a gordura saturada boa, como o óleo de coco, é um antídoto simples contra doenças e na prevenção das mesmas.

Agora você terá acesso a informações claras, com riqueza de dados, sobre esse assunto. Há alegações que tem causado confusão na compreensão e tomada de decisão das pessoas e profissionais da área de saúde:

Recentemente, se veiculou um posicionamento contrário a esses óleos, especificamente o óleo de coco, aonde se usou 10 referências bibliográficas de suporte, com amostragem pequena, tanto em número de participantes como conteúdo. Na 2ª parte deste artigo vou falar de uma ampla bibliografia que suporta os benefícios do óleo de coco de forma ampla e segura.

Antes, agora na 1ª parte, dedico esse conteúdo aos “tecnicamente inclinados”, que certamente se interessam pela compreensão dos estudos usados.

Veja o que se comentou, e anexo revisão de todos esses estudos, com as conclusões presentes, no próprio artigo:

  1. Quando o óleo de coco é comparado a óleos vegetais menos ricos em ácido graxo saturado, recente revisão mostrou que ele aumenta o colesterol total (particularmente o LDL-colesterol) o que contribui para um maior risco cardiovascular [3].

O que está escrito realmente no artigo:

……“A maioria examinou o efeito do óleo de coco ou produtos de coco sobre os perfis lipídicos do soro. O óleo de coco geralmente aumentou o colesterol lipoproteico total e de baixa densidade em maior extensão do que os óleos vegetais cis não saturados, mas em menor grau do que a manteiga. O efeito do consumo de coco na proporção de colesterol total para o colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL) não foi examinado. Evidências observacionais sugerem que o consumo de carne de coco ou coco espremido no contexto de padrões alimentares tradicionais não conduz a resultados cardiovasculares adversos. No entanto, devido a grandes diferenças nos padrões dietéticos e de estilo de vida, estes resultados não podem ser aplicados a uma dieta típica ocidental. De um modo geral, o peso das evidências dos estudos de intervenção até à data sugere que a substituição das gorduras insaturadas por óleo de coco, alteraria os perfis lipídicos do sangue de uma forma consistente com uma redução dos fatores de risco para doença cardiovascular.”    Ref. 3

Outro ponto que se comentou:

  1. Tem sido reportado que o óleo de coco possui atividade antibacteriana, antifúngica, antiviral e imunomoduladora, porém tais estudos são predominantemente experimentais, notadamente in vitro, não havendo estudos clínicos demonstrando esse efeito. Assim, faltam ainda evidências suficientes para recomendar o óleo de coco como agente antimicrobiano ou imunomodulador [4].

O que está escrito na realidade:

…“As partes de seu fruto, como a semente de coco e água de coco macia têm inúmeras propriedades medicinais, tais como antibacteriano, antifúngico, antiviral, antiparasitário, antidermatofítico, antioxidante, hipoglicêmico, hepatoprotetor, imunoestimulante. A água de coco e o caroço de coco contêm microminerais e nutrientes, essenciais para a saúde humana e, portanto, o coco é usado como alimento pelos povos do globo, principalmente nos países tropicais. O coco é, portanto, elogiado como “Kalpavriksha” (a árvore que dá tudo) em clássicos indianos, e, portanto, a revisão atual descreve os fatos e fenômenos relacionados ao seu uso na saúde e prevenção de doenças”.

Vamos para mais um comentário recente:

  1. Até o momento, não existem estudos clínicos que tenham abordado o efeito de óleo de coco na função cerebral de indivíduos saudáveis ou portadores de alteração cognitiva [5]. Enfatiza-se também que não existem evidências clínicas de que o óleo de coco possa proteger ou atenuar doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer [6].

O que está escrito realmente (na ref. 5):

“Efeitos cognitivos:

As reivindicações relacionadas com o óleo de coco e o tratamento para a doença de Alzheimer são largamente baseadas em estudos com animais e num pequeno número de estudos em humanos que relataram que um produto que compreende predominantemente ácido caprílico (C8: 0), um dos ácidos gordos menores no coco (Presente em cerca de 7%, ver Fig. 1), pode melhorar a função cognitiva em pacientes (Reger et al., 2004, Henderson et al., 2009). Acredita-se que o mecanismo de ação esteja relacionado à indução da cetogênese leve, algo que pode aliviar a baixa taxa metabólica cerebral de uso de glicose, que é uma característica da doença de Alzheimer. Estudos de caso individuais relataram achados semelhantes (Farah, 2014, Newport et al., 2015). No entanto, para nosso conhecimento, não há estudos humanos diretamente olhando para os efeitos do óleo de coco sobre a função cerebral em pessoas saudáveis ou aqueles que sofrem de deficiência cognitiva.”

O que está escrito real na ref. 6:

“O óleo de coco, derivado do fruto de coco, tem sido historicamente reconhecido como contendo altos níveis de gordura saturada; no entanto, um exame mais minucioso sugere que o coco deve ser considerado mais favoravelmente. Ao contrário da maioria das outras gorduras dietéticas que são ricas em ácidos graxos de cadeia longa, óleo de coco compreende ácidos graxos de cadeia média (MCFA). MCFA são únicos no sentido de que são facilmente absorvidos e metabolizados pelo fígado e podem ser convertidos em cetonas. Corpos cetônicos são uma importante fonte de energia alternativa no cérebro, e pode ser benéfico para as pessoas em desenvolvimento ou já com comprometimento da memória, como na Doença de Alzheimer (DA). O coco é classificado como um “alimento funcional” altamente nutritivo. É rico em fibra dietética, vitaminas e minerais; entretanto, notavelmente, a evidência está crescendo para apoiar o conceito de que o coco pode ser benéfico no tratamento da obesidade, dislipidemia, LDL elevado, resistência à insulina e hipertensão – estes são os fatores de risco para DCV e diabetes tipo 2 e também para DA. Além disso, compostos fenólicos e hormônios (citocininas) encontrados no coco podem ajudar na prevenção da agregação do péptidoamilóide β, potencialmente inibindo um passo-chave na patogênese da DA. O objetivo da presente revisão foi explorar a literatura relacionada ao coco, delineando a conhecida fisiologia mecanicista e discutir o papel potencial da suplementação de coco como opção terapêutica na prevenção e manejo da DA.

O que se comentou:

  1. Um número muito pequeno de estudos, com resultados controversos, tem relatado os efeitos do óleo de coco sobre o peso corporal em seres humanos. Estudo observacional de populações de ilhas do Pacífico consumindo grandes quantidades de cocos revelou que os Tokelauanos, que consumiam quantidades mais elevadas de coco (63% de energia derivada do coco versus 34% na dieta de Pukapukan), eram mais pesados e tinham pregas de pele subescapulares maiores [7]. Em um ensaio controlado randomizado, 40 mulheres (20-40 anos) foram instruídas a consumir diariamente 30 mL de óleo de coco ou de soja (placebo) por 12 semanas. Os grupos também foram instruídos a caminhar por 50 minutos por dia e a seguir um padrão alimentar saudável, e ambos os grupos consumiram aproximadamente 10% menos calorias do que no início. Apenas o grupo de óleo de coco apresentou circunferência de cintura reduzida no final do estudo (redução de 1,4 cm) e uma tendência ao aumento de insulina circulante. Embora os autores tenham usado recordatório alimentar de 24 horas no início e no final do período de estudo, as quantidades exatas de óleo de coco consumido pelos indivíduos não foram precisadas [8]. Examinando pequena amostra (13 mulheres e 7 homens) com 24-51 anos e índice de massa corporal médio de 32,5 kg/m2, prévio estudo (sem grupo controle) mostrou que o consumo de óleo de coco virgem (30 mL/dia/4 semanas) foi associado à redução da circunferência da cintura (2,61 ± 2,17 cm) em indivíduos do sexo masculino [9]. Examinando o efeito na saciedade, pequeno estudo (n=18) mostrou que não existe efeito de uma refeição rica em ácidos graxos de óleo de coco sobre o apetite ou ingestão alimentar [10]. No geral, não existem evidências suficientes para concluir que o consumo de óleo de coco leva à redução de adiposidade.

O que está escrito realmente na ref. 7:

“Duas populações de polinésios que vivem em atóis perto do equador fornecem uma oportunidade para investigar os efeitos relativos da gordura saturada e colesterol dietético na determinação dos níveis séricos de colesterol. As dietas habituais dos habitantes de Pukapuka e Tokelau são ricos em gordura saturada, mas com baixo teor de colesterol e sacarose. O coco é a principal fonte de energia para ambos os grupos. Tokelauans obter uma porcentagem muito maior de energia de coco do que o Pukapukans, 63% em comparação com 34%, de modo que sua ingestão de gordura saturada é maior. Os níveis séricos de colesterol são 35 a 40 mg mais elevados em Tokelauans do que em Pukapukans. Essas grandes diferenças nos níveis séricos de colesterol são consideradas como devidas à maior ingestão de gordura saturada dos Tokelauans. A análise de uma variedade de amostras de alimentos e biópsias de gordura humana mostram um alto conteúdo láurico (12: 0) e mirístico (14: 0). A doença vascular é incomum em ambas as populações e não há evidência de ingestão de gordura saturada com um efeito nocivo nestas populações.”

O que está escrito realmente na ref. 8:

“O ensaio clínico randomizado, duplo-cego, envolveu 40 mulheres com idade entre 20-40 anos. Os grupos receberam diariamente suplementos dietéticos contendo 30 mL de óleo de soja (grupo S; n = 20) ou óleo de coco (grupo C, n = 20)durante um período de 12 semanas, durante o qual todos os indivíduos foram instruídos a seguir uma dieta hipocalórica equilibrada Dieta e caminhar por 50 min por dia. Os dados foram coletados 1 semana antes (T1) e 1 semana após (T2) intervenção dietética. A ingestão de energia ea quantidade de carboidrato ingerida por ambos os grupos diminuíram durante o ensaio, enquanto o consumo de proteína e fibra aumentou e a ingestão de lipídios permaneceu inalterada. Na T1, não houve diferenças nas características bioquímicas ou antropométricas entre os grupos, enquanto que no grupo T2 apresentaram maior nível de HDL (48,7 +/- 2,4 vs. 45,00 +/- 5,6; P = 0,01) e menor LDL: HDL (2,41 +/- 0,8 vs. 3,1 +/- 0,8, P = 0,04). As reduções no IMC foram observadas em ambos os grupos em T2 (P <0,05), mas somente o grupo C apresentou redução na CC (P = 0,005). O grupo S apresentou aumento (P <0,05) na relação colesterol total, LDL e LDL: HDL, enquanto HDL diminuiu (P = 0,03). Tais alterações não foram observadas no grupo C. Parece que a suplementação dietética com óleo de coco não causa dislipidemia e parece promover uma redução na obesidade abdominal”.

Agora, o que está escrito na verdade na ref. 9:

“Introdução: Este é um estudo piloto aberto em quatro semanas de óleo de coco virgem (VCO) para investigar a sua eficácia na redução de peso e sua segurança de uso em 20 obesos, mas saudáveis voluntários Malay. Metodologia: A eficácia foi avaliada pela medição do peso e parâmetros antropométricos associados e perfil lipídico uma semana antes e uma semana após a ingestão de VCO. A segurança foi avaliada comparando os testes de função orgânica uma semana antes e uma semana após a ingestão de VCO. O teste t pareado foi utilizado para analisar as diferenças em todas as variáveis mensuráveis. Resultados. Apenas a circunferência da cintura (CC) foi significativamente reduzida com uma redução média de 2,86 cm ou 0,97% da medida inicial (P = 0,02). A redução do CC foi observada apenas nos homens (P <0,05). Não houve alteração no perfil lipídico. Houve uma pequena redução nos níveis de creatinina e alanina transferase. Conclusão: VCO é eficaz para a redução WC especialmente em homens e é seguro para uso em seres humanos”.

O que está escrito realmente na ref. 10:

“Dietas ricas em gordura estão associadas à obesidade, e a fraca resposta de saciedade provocada em resposta aos lipídios na dieta é susceptível de desempenhar um papel. Evidências preliminares de estudos de triglicérides de cadeia média (MCT) e de cadeia longa (LCT) suportam uma maior supressão do apetite em dietas de alto MCT, possivelmente uma conseqüência do acesso direto ao portal, uma oxidação mais rápida e uma lipemia sibilante. Ainda não estão disponíveis dados sobre dietas com SCT elevado que também tenham acesso hepático direto. Neste estudo, foram investigados SCT- (gorduras lácteas), café da manhã de teste MCT- (óleo de coco) e enriquecido com LCT (3,3 MJ) contendo 52 g de lipídio (58% de gordura) num estudo cruzado randomizado em 18 homens magros. Todos os participantes foram obrigados a completar os 3 dias de estudo em ordem aleatória. Os participantes avaliaram as sensações de apetite usando escalas analógicas visuais (VAS) e a ingestão de energia (EI) foi medida por pesagem secreta de uma refeição de almoço ad libitum 3,5 h pós-prandial. As amostras de sangue foram colhidas por canulação venosa. Não houve diferenças detectáveis entre o café da manhã na percepção de prazer, aparência visual, olfato, sabor, sabor e palatabilidade (P> 0,05). Não houve efeito significativo do comprimento da cadeia de ácidos graxos sobre os índices de fome, plenitude, satisfação ou pensamentos atuais de alimentação, nem energia (nem, 324 kJ; P> 0,05) ou ingestão de macronutrientes no almoço diferem entre dietas. A diferença máxima na IE entre dietas foi menor que 2%. A lipemia pós-prandial também não diferiu significativamente. Concluímos que não houve evidência de que o comprimento da cadeia de ácidos graxos tenha um efeito sobre as medidas de apetite e ingestão de alimentos quando avaliados após UMA ÚNICA REFEIÇÃO de alto teor de gordura em participantes magros”.

O que se concluiu nos comentários recentes:

Sendo assim, considerando-se inclusive a robusta associação entre consumo de ácidos graxos saturados e o risco de doenças cardiovasculares e a ausência de grandes estudos bem controlados relativos ao óleo de coco em humanos[…]

O que realmente se vê:

Observa-se pequeno número de estudos sem representatividade populacional, como se necessita nas tomadas de decisões.

Veja agora o embasamento científico, de grande porte e com consistência populacional altamente significativa, que contradiz tudo o que foi publicado:

Evidências científicas de que a gordura saturada NÃO é a vilã

Uma meta analise publicada em 2015 no British Medical Journal (BMJ), escrita por um especialista em Cardiologia Intervencionista em Londres, Dr. Aseem Malhotra, mostra que tudo o que é conhecido até hoje sobre a ingestão de gordura saturada e doenças cardíacas não apoia qualquer associação significativa entre gordura saturada e risco cardiovascular, além de diabetes.

O Dr. Malhotra relata que dois terços das pessoas internadas em hospitais com infarto agudo do miocárdio têm níveis de colesterol completamente normais. Ele também menciona um ensaio controlado aleatoriamente publicado recentemente, que foi interrompido logo após mostrar que, em pessoas de alto risco, a dieta mediterrânea conseguiu uma melhoria de 30% em relação a uma dieta de baixo teor de gordura em termos de eventos cardiovasculares.

Análise de dados de 72 estudos separados sobre risco cardíaco e ingestão de ácidos graxos, realizados pela Universidade de Cambridge, cuja meta-análise maciça incluía dados de 600.000 participantes em 18 países, concluiu que a gordura saturada NÃO está ligada ao risco de doença coronariana.

A equipe concluiu que a gordura saturada NÃO está ligada ao risco de doença coronariana. Eles afirmam claramente que a ciência não suporta as diretrizes nutricionais comuns para a saúde cardíaca, o mantra ouvido a muito tempo de que uma dieta rica em gorduras poliinsaturadas, mas pobre em gorduras saturadas, irá reduzir o risco de doença cardíaca.

Ou seja, substituir suas gorduras saturadas por carboidratos e óleos vegetais pode ser uma pena de morte!

Em um editorial excelente na revista Open Heart, cientista de pesquisa e doutor em farmácia, James J. Dinicolantonio analisa as consequências cardiometabólicas da substituição de gorduras saturadas por carboidratos e gorduras poli-insaturadas de ômega-6. Veja abaixo as conclusões do que foram encontradas:

Danos da substituição de gorduras saturadas por poli-insaturadas

– Mudança para o perfil lipídico aterogênico

– Redução de HDL

– Aumento dos triglicérides

– Aumento da razão ApoB / ApoA-1

– Aumento do LDL colesterol, especialmente pelo aumento de partículas pequenas

– Aumento da oxidação do LDL colesterol

– Tolerância à glicose prejudicada, maior gordura corporal, ganho de peso, obesidade e diabetes

– Os danos potenciais associados à substituição da gordura saturada por gorduras poli-insaturadas ômega-6, que incluem risco aumentado de doença coronariana e morte

– Aumento da inflamação

– Aumento dos marcadores trombogênicos

– Aumento do risco de doença cardíaca coronária, eventos cardiovasculares e morte por doença cardíaca e aumento da mortalidade global (todas as causas)

– Aumento do risco de câncer

Um editorial publicado no Archives of Internal Medicine, em 1992, realizado pelo Dr. William Castelli, ex-diretor do estudo Framingham Heart, declarou que:

“Quanto mais gordura saturada se come, mais colesterol se ingere e mais calorias se absorve, menor o colesterol sérico da pessoa. O oposto do que Keys e colaboradores previram … Nós descobrimos que as pessoas que comeram mais colesterol, comeram a gordura mais saturada, comeram a maioria de calorias, pesaram menos e eram fisicamente mais ativas.”

Uma meta análise de 2010, que reuniu dados de 21 estudos e incluiu quase 348.000 adultos, não encontrou diferença nos riscos de doença cardíaca e acidente vascular encefálico entre as pessoas com as menores e maiores ingestões de gorduras saturadas.

Uma enorme meta análise publicada na edição de Março de 2010, do American Journal of Clinical Nutrition, não encontrou nenhuma evidencia significativa de que a gordura saturada na dieta está associada ao aumento de doença cardíaca.

Uma meta análise de 2014 publicada nos Annals of Internal Medicine usou dados de quase 80 estudos e mais de meio milhão de pessoas. Eles descobriram que aqueles que consomem maiores quantidades de gordura saturada não têm mais doenças cardíacas do que aqueles que consomem menos. Também não foram encontradas menos doenças cardíacas entre aqueles que comem maiores quantidades de gordura insaturada, incluindo tanto o azeite como o óleo de milho.

CONCLUSÃO:

Quando você substitui a gordura saturada por uma maior ingestão de carboidratos, particularmente carboidratos refinados e óleos vegetais hidrogenados ou parcialmente hidrogenados, você exacerba a resistência à insulina e obesidade, aumenta os triglicérides e pequenas partículas de LDL e reduz o colesterol HDL benéfico.

Os estudos são muito claros na afirmação de que os esforços dietéticos para melhorar o seu risco de doença cardiovascular deve enfatizar principalmente a limitação da ingestão de carboidratos refinados, redução da ingesta de óleo vegetais hidrogenados e parcialmente hidrogenados.

Se você quer saber mais sobre todos os benefícios do óleo de coco e das outras gorduras saturadas, sugiro ler outras informações sobre o assunto que estão aqui no site (clique aqui).

Além disso, quer se aprofundar?

Veja o meu livro sobre o assunto: Óleo de coco: a gordura que pode salvar sua vida – o meu primeiro livro “Óleo de coco: a gordura saudável”, já está esgotado.

Recomendo: mantenha a orientação que sempre lhes passo e, na dúvida, reveja os seus conceitos.

Não há nenhuma alegação sustentável que possa mudar essa orientação. Meus parâmetros são o que a ciência me mostra, e se houver estudos convincentes em outro sentido, certamente os estarei seguindo.

Portanto, siga a minha orientação, e Supersaúde!

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Pesquisadores brasileiros e canadenses testam o potencial do fruto contra doenças neuropsiquiátricas, como a bipolaridade

Uma iguaria paraense que faz sucesso no Brasil todo, o açaí já foi associado ao melhor controle do colesterol e à prevenção do câncer.

Agora, pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e da Universidade de Toronto, no Canadá, adicionam outra façanha à lista: a possível melhora no quadro de transtorno bipolar.

É que o extrato do fruto reverteu, em laboratório, uma disfunção nas mitocôndrias, organelas que produzem energia para as células – na doença, elas acabam liberando os perigosos radicais livres.

“Além disso, houve redução na inflamação”, conta o biomédico Alencar Kolinski Machado, um dos brasileiros envolvidos no projeto.

“Sabemos que indivíduos bipolares têm uma ativação inflamatória crônica”, informa.

Como tirar proveito

De acordo com Machado, é provável que o consumo do fruto (e não só do extrato) já traga vantagens.

Um estudo demonstrou, por exemplo, que 120 mililitros do suco por dia promoveram um efeito anti-inflamatório capaz de amenizar a dor.

O açaí na tigela cairia igualmente bem, pois contém a polpa do alimento.

Basta evitar certos acompanhamentos, como xarope de guaraná e leite condensado.

Prefira frutas naturais e um pouco de mel – e não abuse da granola.

Ajudam a aromatizar os alimentos e a diminuir o consumo do sal, mas os benefícios das ervas são bem maiores e mais vastos. 

São pequenas e poderosas, verdes e amigas da saúde. As ervas aromáticas são mais do que temperos ou substitutos do sal. São aliadas ao bom funcionamento do organismo e autênticos escudos de proteção contra as mais variadas doenças.

Alecrim – A sua ação antisséptica e anti-inflamatória ajuda a reduzir a pressão arterial e a preservar o fígado. De aroma suave e comum em chás, o alecrim ajuda ainda a combater a depressão e a reduzir os sintomas pré-menstruais.
Manjericão – Presente nas mais tradicionais pastas italianas, o manjericão tem um alto poder anti-inflamatório e antioxidante.
Salsa – Esta é uma das ervas aromáticas mais comuns na culinária portuguesa e talvez das mais poderosas também. Além de ajudar na menstruação, diz a publicação, a salsa é também boa para cuidar de problemas urinários e renais. E ainda ajuda a branquear os dentes.
Tomilho – Anti-envelhecimento e aliado no combate a problemas respiratórios.
Hortelã – Seja em refeições salgadas ou doces, a hortelã possui uma ação analgésica, estimulante, aromatizante, antioxidante e ajuda ainda a aliviar problemas digestivos.
Oregão – Esta é a erva que mais e melhor combate as bactérias inimigas do organismo. E ainda uma das mais versáteis para uso culinário.
Camomila – Calmante, antidiarreica, analgésica, antialérgica, anti-inflamatória, sedativa e diurética, diz a Exame.
Erva-príncipe – Esta é uma das mais poderosas a nível antibacteriano e antidepressivo.
Chagas – Reforça o sistema imunológico e possui ainda poderes digestivos e antibacterianos.
Sálvia – Diz a Exame que esta erva é digestiva, diurética, hipoglicémica, antisséptica e antioxidante.

Um novo medicamento, testado em pessoas que já realizavam o uso de outros remédios, reduz o colesterol ruim (LDL) em cerca de 60% além dos níveis já atingidos anteriormente.

A informação consta em estudo publicado na New England Journal of Medicine, que também apontou a redução do risco de infartos e de acidente vascular cerebral em pessoas que sofrem de arteriosclerose.

O teste, realizado com 27.564 pacientes que já adotavam estatina para inibir a formação de colesterol no organismo, causou uma redução de 27% do risco de infarto e de 21% do risco de AVC dos envolvidos

O estudo apontou que a cada 74 pessoas que tomaram a droga por dois anos um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral foi evitado.

O medicamento, aprovado pela Anvisa desde 2016, é recomendado para quem não responde ao tratamento com estatina, remédio adotado há décadas como tratamento regular por dezenas de milhões de pessoas no mundo com colesterol alto.

A atuação do novo medicamento, o evolocumabe, no corpo é diferente da ação da estatina.

Em vez de atuar diretamente na inibição da formação do colesterol, o evolocumabe neutraliza uma proteína (PCSK9) que impede que o fígado elimine o colesterol ruim do corpo.

A atuação do novo medicamento, o evolocumabe, no corpo é diferente da ação da estatina. Em vez de atuar diretamente na inibição da formação do colesterol, o evolocumabe neutraliza uma proteína (PCSK9) que impede que o fígado elimine o colesterol ruim do corpo.

“Quanto mais proteínas PCSK9 você tem no corpo, menos receptores ativos no fígado você tem [para bloquear o colesterol]. Ao bloqueá-los, você aumenta a reciclagem desses receptores que captam e eliminam o colesterol”, explica o cardiologista Francisco Fonseca, presidente da Sociedade Latino-Americana de Arteriosclerose.

Os dados, no entanto, mostram que a droga não teve impacto na redução da mortalidade cardiovascular.

O evolocumabe aparece como alternativa para quem não podem se medicar com estatina, por conta de efeitos colaterais ou de respostas não satisfatórias no tratamento da doença – tanto a FDA quanto a Anvisa recomendam o remédio a portadores de hipercolesterolemia familiar homozigótica, hipercolesterolemia e dislipidemia mista.

Quando usado em níveis máximos, a estatina reduz em média 50% do nível de colesterol ruim no corpo, explica Fonseca.

A média geral de redução, porém, é um pouco mais baixa, entre 30% e 50%, já que nem todos que têm este tipo de colesterol podem tomar os níveis máximos de estatina no tratamento.

“Entre 10% e 20% de pacientes não pode tomar o nível máximo de estatina por conta de dores musculares.

Além disso, 1 a cada 300 pessoas tem alterações genéticas que faz com que tenham um nível muito alto de colesterol, que só a estatina não é suficiente no tratamento”, afirma o cardiologista.

Efetivo, mas caro.

“Os testes mostraram que ele é muito efetivo e muito seguro também, porque estes anticorpos monoclonais agem só no plasma e não dentro dos tecidos, dentro das células”, indica Fonseca.

A grande restrição ao uso do medicamento, no entanto, é seu preço –cerca de R$ 33 mil por ano, no Brasil.

“Esse medicamento ainda tem um custo elevado, não pode ser empregado por todas as pessoas”, diz Fonseca, frisando que ele deve ser reservado “aos indivíduos com maior risco cardiovascular”.

No Brasil, a principal causa de morte são as doenças cardiovasculares –em 2014, foram registradas 340.284 mortes relacionadas à doenças do aparelho circulatório.

André Carvalho Do UOL, em São Paulo. – Veja mais em http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/04/03/novo-remedio-corta-em-60-colesterol-ruim-e-reduz-risco-de-infartos.htm?cmpid=copiaecola

Cientistas afirmaram que comer legumes diariamente pode reduzir o risco de diabetes do tipo 2 em 35%.

Leguminosas são alimentos de baixo índice glicêmico, o que significa que os níveis de glicose no sangue aumentam lentamente após seu consumo. Embora outros estudos já tivessem sugerido essa associação, este é o primeiro a confirmá-la.

A pesquisa, feita por cientistas da Unidade de Nutrição Humana da Universidade RovriraVirgli, na Espanha, analisou os resultados de um estudo chamado PREDIMED (Prevenção Primária de Doenças Cardiovasculares com uma Dieta Mediterrânea).

Os cientistas se concentraram em leguminosas como feijão, ervilhas e algumas sementes para avaliar os efeitos da substituição destes em relação a alimentos ricos em proteínas e carboidratos.

Foram analisados mais de 3.300 participantes no início do estudo PREDIMED com alto risco de doenças cardiovasculares, mas sem diabetes do tipo 2.

Após quatro anos de acompanhamento, os resultados revelaram que, em comparação aos indivíduos que consumiram menos leguminosas, os de maior consumo tinham um risco 35% menor de desenvolver diabetes do tipo 2.

Enquanto que o menor consumo foi de 1,5 porção de leguminosas por semana, o de maior consumo era de 3,35 porções por semana.

Ainda, os participantes que consumiram cerca de uma porção por semana, em comparação aos de meia porção, apresentaram um risco 33% menor de desenvolver a doença.

As leguminosas são um grupo de alimentos rico em vitaminas B e minerais benéficos, como o cálcio, magnésio e potássio. Possuem quantidades consideráveis de fibras e baixo índice glicêmico.

Devido a essas qualidades nutricionais únicas, comer legumes regularmente pode ajudar a melhorar a saúde humana, de acordo com os pesquisadores.

Eles sugeriram ainda que a substituição de metade de uma porção por dia de alimentos ricos em proteínas ou carboidratos– incluindo ovos, pão, arroz e batata cozida – por leguminosas também foi associada a um risco menor de incidência de diabetes do tipo 2. Contudo, e apesar da importância das leguminosas para a prevenção de doenças crônicas, a equipe considera que outras pesquisas ainda precisam ser feitas para confirmar os resultados apresentados.

[ Daily Mail ] [ Fotos: Reprodução / Pixabay ]

Problemas com a visão têm aumentado de forma alarmante, incluindo a degeneração macular. Mas, por quê? Bom, atualmente as pessoas estão vivendo mais, e com isso os olhos estão propensos a lhe darem trabalho…

Outro ponto importante é que não se está obtendo os nutrientes certos nos alimentos, o que justifica a importância do uso de alguns suplementos. É claro que as pessoas com problemas nos olhos ou as que foram diagnosticadas com doenças oculares devem ser acompanhadas de perto pelos seus médicos.

Além disso, eu também recomendo a supervisão médica para as pessoas que estão tomando suplementos vitamínicos.

Agora, vejam os problemas oculares mais comuns e os alimentos e suplementos que podem ajudar a combatê-los!

Olhos Secos

Os olhos naturalmente ficam mais secos com a idade, mas a síndrome de olhos secos – um problema crônico com a quantidade e a qualidade das lágrimas – frequentemente ocorre devido às deficiências nutricionais. A má nutrição pode permitir que as radicais livres prejudiciais acumulem nas glândulas que produzem as lágrimas.

Os estudos indicam que é benéfico, nesses casos, consumir uma cápsula de ômega 3,2 vezes por dia. É uma fonte excelente de DHA (ácido docosahexaenóico) e das vitaminas A e D, nutrientes que melhoram a qualidade das lágrimas e ajuda-as a serem mais eficazes na lubrificação.

Catarata

A catarata tipicamente é causada pela aglutinação de proteínas nas lentes cristalinas dos olhos. Mais da metade das pessoas terão catarata até chegar aos 80 anos de idade.

O que fazer: Coma espinafre (com moderação, pois em excesso induz cálculo renal), couve e outras folhas verdes escuras todo dia. Elas contêm a luteína, um antioxidante que reduz os danos por radicais livres, responsáveis pelo aumento do risco de catarata. (A luteína e a zeaxantina, outro antioxidante, são os únicos carotenoides que se concentram nas lentes dos olhos.)

Lembre-se que os carotenoides são solúveis em gordura, então,quando consumir essas verduras, não se esqueça de adicionar um pouco de gordura boa (óleo de oliva, óleo de coco) para a máxima absorção.

Recomenda-se ingerir vitamina C, pois os estudos mostram que aqueles que tomam suplementos de vitamina C há mais de 10 anos são 64% menos prováveis a ter catarata.

Síndrome de Visão de Computador

O Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional relata que 88% das pessoas que trabalham com o computador por mais de três horas por dia se queixam de problemas relacionados ao computador, incluindo a visão embaçada, dores de cabeça, dor no pescoço e secura nos olhos.

As pesquisas mostram que o uso de astaxantina, um carotenoide, reduz o estresse aos olhos, melhorando a resistência dos músculos oculares.

Outra atitude importante: lembre-se de se movimentar a cada ½ hora, importante para a visão e saúde geral.

Visão Noturna Reduzida

Muitos adultos mais idosos percebem que lutam para enxergar à noite, o que pode tornar o ato de dirigir nesse horário difícil. Estudo recente mostra que tomar um suplemento diário que inclui meio mg de cobre e 25 mg de zinco é importante, pois a deficiência de zinco é associada com a má visão noturna, havendo necessidade também de uma dose extra de cobre para “equilibrar” o zinco.

O zinco auxilia na produção de vitamina A, que é necessária à retina para detectar a luz.

Lembre-se de comer várias porções de verduras de cores vivas, como a couve e pimentões amarelos, ou gemas de ovos. Os nutrientes e os antioxidantes nestes alimentos podem auxiliar no problema.

Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMA)

Esta doença grave é a principal causa da cegueira em adultos mais idosos. A maioria das pessoas com a DMA notará de início que a sua visão se tornou um pouco nebulosa. Com a progressão da doença, uma grande área no centro do campo da visão pode ficar turva.

Um estudo do Instituto Nacional do Olho Sobre Doenças da Visão Relacionadas ao Envelhecimento (AREDS), nos Estados Unidos, relatou que os pacientes que já portavam a degeneração macular e ingeriam betacaroteno, zinco, cobre e as vitaminas C e E adequadamente eram 25% menos propensos a desenvolverem uma forma avançada da doença.

Nesse caso, a dica é também consumir vegetais folhosos semanalmente e outras verduras de cores vivas, como a couve e pimentões amarelos. Da mesma forma, gemas de ovos possuem nutrientes e antioxidantes que podem auxiliar no retardo da progressão da DMA.

Mas, atenção! Antes de qualquer medida, converse com o seu médico a respeito!

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Fonte: http://www.drrondo.com/solucoes-naturais-recuperar-visao/