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A arte do amor

Maria Padilha - A arte do amor  Canal: Maria Silvia Orlovas
Publicado por: Hugo Lechuga Arteiro
19.02.2014  A Arte do amor.  Muitos chegaram até a mim, desejosos de obter o grande amor.  E eu mesma já passei pelo mundo dos desejos, pelo mundo das vontades que não são saciadas, pelas ambições, pela vontade de ter o controle da vida e pelo desejo insano de nunca viver nenhum tipo de frustração ou infelicidade.  E parece que aquilo que as pessoas mais temem... Aquilo que elas mais fogem... É o que irão encontrar. Então, o mundo das frustrações se transformou no meu mundo, o mundo dos desejos insatisfeitos.  Eu nasci com a beleza física. Eu nasci com bons atributos. Com a capacidade de falar muito bem, de me expressar, dançar, andar, me mover... E de ter uma beleza que respirava comigo.  Mas, nada disso me fez feliz. O meu corpo não me fez feliz, os meus sentimentos não trouxeram felicidade. Porque eu queria algo mais, eu queria trocar com alguém.  Eu queria compartilhar e ter o domínio da situação. Amar e ser amada. Tudo muito, muito simples aos meus olhos e aos meus sentimentos. Porém, muito difícil no Mundo, porque queria ser aceita. Eu queria ser compreendida, ser olhada. E que houvesse troca.  E, ao mesmo tempo, não queria que nada desse errado. Que nenhuma situação me trouxesse sofrimento ou um aprendizado através da dor. Com isso, eu flutuava pela vida, pelas relações... Porque eu não queria aprender.   E eu nunca entendi que houvesse em mim uma recusa. Eu nunca entendi... Que eu não queria aprender.  Eu achava que amava tanto e que me doava tanto ao amor. Que buscava tanto ajudar as pessoas, que buscava tanto ser querida por aquele homem que eu amava.  E fazia tudo por ele... E fazia tudo pra que aquela história desse certo, que seria o suficiente.  E se naquele momento, alguém ousasse dizer para mim, que eu não estava aprendendo, que eu não estava aberta ao aprendizado... Ali, eu derramaria a minha ira. Porque não era correto. Eu era a pessoa que mais se doava, que mais compreendia, que mais fazia. E que menos recebia.  E eu sei que muitas pessoas se identificam com esse sentimento. Porque, quando fazemos isso, fazemos com o objetivo que tudo dê certo. Que encontremos no outro a reciprocidade do amor. Que encontremos no outro a compreensão do nosso esforço, como um exercício de compra: eu dou pra você e você devolve para mim.  E quando não recebemos aquilo que queremos, entramos num profundo sofrimento. E nesse sofrimento, nas amarguras dessas lágrimas, nos fechamos sem saber sair.  E foi assim que eu vivi durante muito tempo, um mundo de frustração. Um mundo de silêncio, fechado... Um mundo de silêncio sem compreensão.  Porque o meu silêncio não era um silêncio rico, o silencio dos sábios, que escolhem a hora de falar. O meu silêncio era o silencio da dor, da contrariedade.  E foi muito difícil na minha evolução espiritual, compreender que eu estava sendo egoísta. Foi muito difícil na minha evolução, compreender que eu tinha que me soltar, ser eu mesma, ser feliz por mim mesma, me apoiar, me amar... Que o outro, seria na minha vida como as flores de um jardim; pessoas queridas que eu iria admirar, olhar, cuidar, mas que eu não pertencia a elas e elas não pertenceriam a mim.  E foi preciso muito esforço de minha parte para acessar essa compreensão. Para começar a soltar o meu coração e para desejar soltar o meu coração. Porque, na verdade, eu nunca desejei soltar o meu coração.
Eu queria que ele fosse o domínio da minha vida e aquele que ditava as regras do meu caminho.  Hoje, eu compreendo que é preciso soltar o coração. Compreendo que é preciso soltar as pessoas e se desapegar das mágoas e das dores, e da falta de amor.  Compreendo que Deus, muitas vezes, oferece muito para as pessoas que pouco compreendem.  O meu caminho de iluminação, de compreensão, de ascensão, foi um longo caminho. E sei que continuará sendo um longo caminho. Porque a Alma está em constante evolução.  E nesses pedaços tortuosos, as minhas ondas mentais, eram tão destrutivas e tão nocivas, que elas machucaram outras pessoas. E feriram a minha estrutura espiritual.  E eu chamo a atenção de vocês, para que tomem cuidado com aquilo que pensam. Pra que o pensamento de vocês também não firam os outros. Para que o pensamento de vocês não firam vocês mesmos.  O amor deve expandir do coração e criar espaços para uma felicidade mais ampla. Então, invistam em se amar, em se respeitar e em se fortalecer na sua estrutura.  De todas as lições, a que eu aprendi e que hoje compartilho a vocês, é deixar o olhar fluir. Não querer segurar, nem as coisas e nem as pessoas. Observar o movimento que se passa, junto de você, deixando as dores do passado se seguirem. Pra que venham momentos mais felizes.  Estou aqui, com a minha Falange, a serviço dessa Cura.
Estamos todos evoluindo, estamos todos aprendendo e trabalhando para que a Humanidade possa caminhar um pouco mais.  Estamos a serviço do Bem Maior, a serviço desse Despertar.  Eu Sou Maria Padilha e ofereço o meu Amor e a minha Luz.  Mentora: Maria Padilha
Local: Espaço Alpha Lux

A Arte do amor.

Muitos chegaram até a mim, desejosos de obter o grande amor.

E eu mesma já passei pelo mundo dos desejos, pelo mundo das vontades que não são saciadas, pelas ambições, pela vontade de ter o controle da vida e pelo desejo insano de nunca viver nenhum tipo de frustração ou infelicidade.

E parece que aquilo que as pessoas mais temem… Aquilo que elas mais fogem… É o que irão encontrar. Então, o mundo das frustrações se transformou no meu mundo, o mundo dos desejos insatisfeitos.

Eu nasci com a beleza física. Eu nasci com bons atributos. Com a capacidade de falar muito bem, de me expressar, dançar, andar, me mover… E de ter uma beleza que respirava comigo.

Mas, nada disso me fez feliz. O meu corpo não me fez feliz, os meus sentimentos não trouxeram felicidade. Porque eu queria algo mais, eu queria trocar com alguém.

Eu queria compartilhar e ter o domínio da situação. Amar e ser amada. Tudo muito, muito simples aos meus olhos e aos meus sentimentos. Porém, muito difícil no Mundo, porque queria ser aceita. Eu queria ser compreendida, ser olhada. E que houvesse troca.

E, ao mesmo tempo, não queria que nada desse errado. Que nenhuma situação me trouxesse sofrimento ou um aprendizado através da dor. Com isso, eu flutuava pela vida, pelas relações… Porque eu não queria aprender. E eu nunca entendi que houvesse em mim uma recusa. Eu nunca entendi… Que eu não queria aprender.

Eu achava que amava tanto e que me doava tanto ao amor. Que buscava tanto ajudar as pessoas, que buscava tanto ser querida por aquele homem que eu amava. E fazia tudo por ele… E fazia tudo pra que aquela história desse certo, que seria o suficiente.

E se naquele momento, alguém ousasse dizer para mim, que eu não estava aprendendo, que eu não estava aberta ao aprendizado… Ali, eu derramaria a minha ira. Porque não era correto. Eu era a pessoa que mais se doava, que mais compreendia, que mais fazia. E que menos recebia.

E eu sei que muitas pessoas se identificam com esse sentimento. Porque, quando fazemos isso, fazemos com o objetivo que tudo dê certo. Que encontremos no outro a reciprocidade do amor. Que encontremos no outro a compreensão do nosso esforço, como um exercício de compra: eu dou pra você e você devolve para mim.

E quando não recebemos aquilo que queremos, entramos num profundo sofrimento. E nesse sofrimento, nas amarguras dessas lágrimas, nos fechamos sem saber sair.

E foi assim que eu vivi durante muito tempo, um mundo de frustração. Um mundo de silêncio, fechado… Um mundo de silêncio sem compreensão.

Porque o meu silêncio não era um silêncio rico, o silencio dos sábios, que escolhem a hora de falar. O meu silêncio era o silencio da dor, da contrariedade.

E foi muito difícil na minha evolução espiritual, compreender que eu estava sendo egoísta. Foi muito difícil na minha evolução, compreender que eu tinha que me soltar, ser eu mesma, ser feliz por mim mesma, me apoiar, me amar… Que o outro, seria na minha vida como as flores de um jardim; pessoas queridas que eu iria admirar, olhar, cuidar, mas que eu não pertencia a elas e elas não pertenceriam a mim.

E foi preciso muito esforço de minha parte para acessar essa compreensão. Para começar a soltar o meu coração e para desejar soltar o meu coração. Porque, na verdade, eu nunca desejei soltar o meu coração.
Eu queria que ele fosse o domínio da minha vida e aquele que ditava as regras do meu caminho.

Hoje, eu compreendo que é preciso soltar o coração. Compreendo que é preciso soltar as pessoas e se desapegar das mágoas e das dores, e da falta de amor.

Compreendo que Deus, muitas vezes, oferece muito para as pessoas que pouco compreendem.

O meu caminho de iluminação, de compreensão, de ascensão, foi um longo caminho. E sei que continuará sendo um longo caminho. Porque a Alma está em constante evolução.

E nesses pedaços tortuosos, as minhas ondas mentais, eram tão destrutivas e tão nocivas, que elas machucaram outras pessoas. E feriram a minha estrutura espiritual.

E eu chamo a atenção de vocês, para que tomem cuidado com aquilo que pensam. Pra que o pensamento de vocês também não firam os outros. Para que o pensamento de vocês não firam vocês mesmos.

O amor deve expandir do coração e criar espaços para uma felicidade mais ampla. Então, invistam em se amar, em se respeitar e em se fortalecer na sua estrutura.

De todas as lições, a que eu aprendi e que hoje compartilho a vocês, é deixar o olhar fluir. Não querer segurar, nem as coisas e nem as pessoas. Observar o movimento que se passa, junto de você, deixando as dores do passado se seguirem. Pra que venham momentos mais felizes.

Estou aqui, com a minha Falange, a serviço dessa Cura.
Estamos todos evoluindo, estamos todos aprendendo e trabalhando para que a Humanidade possa caminhar um pouco mais.

Estamos a serviço do Bem Maior, a serviço desse Despertar.

Eu Sou Maria Padilha e ofereço o meu Amor e a minha Luz.

Mentora: Maria Padilha
Local: Espaço Alpha Lux

Canal: Maria Silvia Orlovas
Publicado por: Hugo Lechuga Arteiro
 

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