Alho como óleo fitoterapeutico

Imagem: Pixabay / CC0 Public Domain

O alho faz parte da vida de quase todos os brasileiros, principalmente na culinária. A espécie allium sativum (nome científico para o alho) é originária da Ásia Central, pertencente à família das liliáceas.

Outros nomes conhecidos do tempero são alho-de-horta, alho-manso ou alho-hortense.

Além de ser popular, é largamente utilizado na culinária e de fácil acesso, mas o que pouca gente sabe é que ele possui propriedades terapêuticas e farmacológicas graças ao seu composto ativo chamado alicina. Dentre suas principais ações, estão:

• Antibacteriana;
Antioxidante;
Fibrinolítica;
• Anticoagulante;
• Diurética;
• Preventiva com relação a arteriosclerose e doenças cardiovasculares;
• No tratamento de colesterol alto;.

O óleo de alho é considerado suplemento alimentar e produto fitoterápico pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Como ele não é um medicamento fitoterápico (apenas produto fitoterápico), ele não precisa passar por diversos testes para que seja recomendado com alternativa para algum tipo de tratamento.

Mesmo assim, contém uma recomendação de uso (espécie de bula) que o consumidor deve seguir à risca.

É sempre importante que haja orientação médica para o uso do produto para que não haja efeitos negativos, como intoxicação ou superdosagem.

Aplicações

Graças às suas diversas propriedades, o alho possui uma larga escala de aplicações, como em problemas de pele (acne), infecções do trato urinário, micoses, doenças respiratórias (asma e bronquite), dores de cabeça, dores de dente, diarreias e até diabetes.

Para que o alho e seus derivados (como o óleo de alho) mantenham seus efeitos, eles não podem ser aquecidos.

A partir do momento em que o alho sofre aquecimento, as moléculas que são consideradas os princípios ativos se “quebram”, perdendo assim algumas propriedades.

Para que o óleo mantenha suas vantagens ao ser extraído, ele deve passar por um processo de extração a frio, em que a temperatura é controlada, evitando assim a degradação dos princípios ativos. As cápsulas de óleo de alho devem, obrigatoriamente, apresentar de 3 miligramas (mg) a 5 mg de alicina.

Há inúmeras vantagens ao utilizar o óleo de alho, mas é sempre bom lembrar de verificar a composição e se certificar de que a quantidade presente de alicina está nos padrões estipulados.

Também é fundamental observar se não há presença de conservantes que possam ser maléficos à saúde, como os parabenos.

Fonte: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/3866-oleo-de-alho-saiba-quais-sao-seus-beneficios-saude-alimento-propriedades-medicinal-terapeutico-capsula-nutrientes-tratamento-natural.html?lb=no