O Alecrim é uma planta originária da região do Mediterrâneo e cultivada em quase todos os países de clima temperado.

De acordo com a lenda, Maria, mãe de Jesus, teria colocado seu casaco para secar em cima de um arbusto de Alecrim de flor branca, e este teria se tornado azul.

Por isso seu nome em inglês é Rosemary Considerada uma planta sagrada por Egípcios, Romanos e Gregos.

Utilizado na Roma antiga, onde era queimado para purificar os túmulos sagrados, casas de doentes e fontes. Em Atenas, era costume colocar folhas de Alecrim nas mãos dos falecidos, como símbolo da imortalidade da alma.

Era também utilizado como símbolo da fidelidade em casamentos.

O gênero Rosmarinus pertence à família botânica Lamiaceae, a mesma da Lavanda, Hortelã, Sálvia, Tomilho, Orégano e outros.

Não confundir com o Alecrim do campo (vassourinha) que é do gênero Baccharis, parente da Carqueja e que possui efeitos terapêuticos distintos.

Existem apenas 3 espécies de Rosmarinus. Porém, existem várias subsespécies que se caracterizam por produzir óleos essenciais quimicamente distintos.

No caso do Alecrim existem vários quimiotipos bem definidos como por exemplo: QT cânfora: estimulante do SNC e cardiotônico QT cineol: broncodilatadore mucolítico QT verbenona: hepatoestimulante

Apesar de terem especificações relativas a cada um, podemos considerar que todos os quimiotipos são úteis em casos de:

  • Falta de foco, concentração e memória fraca
  • Todas as doenças respiratórias, incluindo rinite, bronquite e sinusite
  • Contratura muscular e cãibras
  • Reumatismo e Artrose
  • Insuficiência cardíaca
  • Hepatite e cirrose
  • Pedras nos rins e na vesícula
  • Diabetes e Pressão baixa!

É sem dúvida um dos óleos mais versáteis da Aromaterapia, indispensável no kit de primeiros socorros!

Fonte: André Ferraz –  https://www.youtube.com/channel/UCAA0vO6mY3sbGdDymQRKCCQ