A água é o elemento mais abundante no nosso corpo. Uma pessoa adulta possui entre 60% a 75% de água no corpo. A quantidade de água no organismo humano varia em função da idade (diminui com o envelhecimento), do sexo (mulheres possuem menor quantidade de água corporal do que homens) e da composição corporal (quanto maior a quantidade de tecido adiposo, menor a quantidade de água corporal).

O corpo não estoca água, precisando repor as perdas de 24 horas, ainda mais no calor do verão que se aproxima. Por isso, a recomendação é a ingestão de 35 a 40ml de água/ kg de peso/ dia.

A água desempenha funções essenciais na nossa vida. Ela é fundamental para os processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção, para o transporte de nutrientes para as células, regula a temperatura corporal e desempenha papel importante no sistema circulatório.

Entre os riscos e os sintomas da desidratação grave, estão pele seca e murcha, olhos afundados, visão fosca, delírio, espasmos musculares, choque térmico e coma, podendo evoluir para óbito.

A água desempenha funções essenciais no nosso organismo (Foto: Istock)

A água desempenha funções essenciais no nosso organismo (Foto: Istock)

Confira cinco funções importantes da hidratação correta:

– Funcionamento intestinal

A água ingerida é absorvida rapidamente no estômago e principalmente no intestino delgado, auxiliando na hidratação e amolecimento do bolo fecal. É fundamental a ingestão de 25 a 35g de fibras alimentares (alimentos crus, integrais e maior consumo de frutas verduras e legumes) associada ao consumo de líquidos, pois as fibras apresentam capacidade hidrofílica, promovendo a retenção de água e aumento do peso do bolo fecal. Promovem estímulo mecânico do peristaltismo, regularizando o funcionamento intestinal.

– Eliminar toxinas

A água participa dos processos de digestão, absorção e excreção de nutrientes e metabólitos pela transpiração, fezes (ação do bom funcionamento intestinal) e urina (funcionamento renal) para equilíbrio das funções corporais.

– Melhora a qualidade da pele

Ajuda na manutenção da elasticidade, do tônus e hidratação da pele. Melhora a circulação sanguínea, previne edema e o envelhecimento precoce junto à boa ingestão de proteínas.

– Estimula o sistema imunológico

A defesa do organismo contra microrganismos que entram através do trato respiratório e gastrintestinal é realizada por anticorpos, principalmente pelas imunoglobulinas tipo A (IgA), que estão presentes principalmente na saliva. É fundamental garantir um bom nível de secreção salivar no “dia a dia” e durante o exercício para impedir reduções acentuadas nos níveis de IgA.

Uma forma de assegurar isso é manter-se hidratado. A ingestão de líquidos ao longo do exercício deixa a boca constantemente molhada, enviando sinais ao sistema nervoso para que a produção de saliva não pare, prevenindo a desidratação, preservando o fluxo salivar e consequentemente a concentração de IgA.

Redução do fluxo salivar pode diminuir a quantidade de IgA, expondo o indivíduo a riscos de doenças do trato respiratório superior. No esporte isso poderia trazer consequências como sintomas de inflamação na garganta, congestão, coriza, febre, prejudicando o treinamento de atletas e praticantes de atividade física.

– Preserva o desempenho esportivo

A preocupação com a hidratação antes, durante e após a atividade física é fundamental para manutenção do equilíbrio dos fluidos corporais, preservação do nosso sistema imunológico e da regulação da temperatura corporal. O aquecimento corporal e a desidratação estão relacionados à redução de desempenho esportivo, fadiga e cãibras.

Em altas temperaturas e principalmente durante a prática esportiva eliminamos água e eletrólitos (ex: sódio, cloro, potássio) através da respiração e transpiração. Em atividades de longa duração, além de líquido, é necessário a reposição destes eletrólitos que pode ser feita pela utilização de bebidas esportivas ou suplementos eletrolíticos (cápsulas ou sachês com sódio, potássio, magnésio e cloro).

Deve-se ingerir água antes, durante e depois das atividades (Foto: Getty Images)

Deve-se ingerir água antes, durante e depois das atividades (Foto: Getty Images)

Confira a recomendação de hidratação na prática esportiva:

Duas horas antes: ingerir lentamente 3-5ml/ kg de água.

Durante o treino: recomendação de 400 a 800ml/ hora (Noakes, 2003). Maiores volumes para corredores mais rápidos e mais pesados.

Pós-treino: repor 150% do volume perdido para cada 0,5kg = 750ml (ACSM, 2007).

*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/nutricao/noticia/cinco-motivos-para-voce-beber-a-quantidade-certa-de-agua-por-dia.ghtml

Em algum momento da sua vida, você já  pensou o que aconteceria ao seu corpo se parasse de consumir farinha de trigo?

Vamos refletir sobre isso.

A farinha de trigo, que todo mundo sabe que possui glúten, é o principal ingrediente de alimentos como pizza, bolo, macarrão, empada, pastel, biscoito…

Ela é a farinha preferida na cozinha porque  é a única capaz de deixar os alimentos com uma consistência tão desejável.

O problema é que a farinha de trigo, refinada ou integral, não importa, está relacionada a doenças graves, como câncer.

Para você ter ideia, o consumo excessivo dessa farinha causa hipertensão, mucosidade (catarro) e diabetes.

Sabe aquela farinha de trigo bem branquinha?

Essa cor não é natural.

A farinha de trigo branca é geralmente alvejada com óxido de cloro.

O gás cloro é um agente oxidante usado no processo de branqueamento da farinha.

Ele é irritante, perigoso e letal se inalado.

Outros agentes utilizados no branqueamento incluem também óxidos de azoto, de nitrosilo, e peróxido de benzoíla misturado com vários sais químicos.

O gás cloro é submetido a uma reação de oxidação química com algumas das proteínas da farinha, produzindo aloxano como um subproduto não intencional.

A indústria diz que os agentes clareadores e oxidantes não deixam resíduos nocivos na farinha, mas vários estudos publicados confirmam que sim.

Portanto, em um simples pedaço de pão há oculto um veneno químico.

O aloxano, ou C4 H2O4N2, é um produto da decomposição do ácido úrico.

É um veneno usado para produzir diabetes em animais de laboratório saudáveis (principalmente ratos e ratinhos), para que os pesquisadores possam testar “tratamentos” para diabetes.

O aloxano causa diabetes porque ele destrói as células beta do pâncreas que produzem insulina.

Se o aloxano causa diabetes nos ratinhos, não causaria nos seres humanos consumidores de pães?

Reflita.

O fato é que, quando deixamos de consumir essa farinha, nosso corpo desfruta de uma série de vantagens:

1. Regula o peso e combate ansiedade

Talvez você não saiba, mas a gliadina, presente na farinha de trigo, emite sinais de fome para o cérebro.

Então, se você precisa perder peso, mantenha-se distante da farinha de trigo, pois ela estimula o apetite.

Outro problema de consumir alimentos com essa farinha tão saborosos é que eles são carregados de açúcar.

E todo mundo sabe que açúcar aumenta a ansiedade, não é mesmo?

2. Acelera o metabolismo

Todo mundo sabe que a farinha de trigo engorda.

Mas, para tirar todo tipo de dúvida, um estudo provou que a farinha de trigo realmente engorda.

Um grupo de animais que consumiu alimentos à base de glúten ficou bem mais gordo do que o grupo que não consumia alimentos com farinha de trigo.

Isso porque ela deixa o metabolismo mais lento e aumenta o nível de glicose presente no sangue.

3. Evita desordens intestinais

Este é outro benefício.

Quem deixa de comer farinha de trigo evita problemas intestinais.

É fácil de entender: a farinha de trigo inflama o revestimento do intestino.

Não só isso: o glúten é altamente inflamatório e causador de gases estomacais.

4. Diminui colesterol

Este é um benefício ímpar para quem tem problemas cardíacos.

O colesterol ruim se mantém em níveis baixos, enquanto o bom predomina.

5. Ajuda a equilibrar o pH

O pH ideal para nosso corpo é de 7,4, ou seja, ligeiramente alcalino.

Quanto mais alcalino o alimento, melhor para nosso corpo.

O problema é que alimentos com glúten são muito ácidos.

Quando consumimos farinha de trigo, o corpo acaba removendo o cálcio dos ossos para manter o equilíbrio do pH.

Isso degenera os ossos e pode resultar até em osteoporose.

Mas, quando paramos de consumir alimentos produzidos com farinha de trigo, damos uma forte contribuição para equilibrar o pH e descodificar o nosso organismo.

Resumindo, a farinha de trigo realmente deve desaparecer da nossa dieta.

Se você pensa que a integral é a saída, engana-se, pois contém mais glúten do que a refinada.

Portanto, procure investir numa dieta natural e diminua o consumo de alimentos à base de farinha de trigo.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/07/2017/o-que-acontece-no-seu-corpo-quando-voce-para-de-comer-produtos-com-farinha-de-trigo

A mandioca é um tubérculo usado durante séculos por milhões de pessoas, também conhecida como aipim ou macaxeira.

É originária das regiões florestais da América do Sul, mas também presente em partes da Ásia, África e EUA.

Apesar de ser um carboidrato, apresenta índice glicêmico baixo, além de ser livre de glúten.

Existem dois tipos principais: mandioca doce e mandioca amarga.

As raízes de mandioca doce contêm menos de 50 mg por quilograma de cianeto de hidrogênio, enquanto que a variedade amarga pode conter até 400 mg por quilograma.

Apresenta vida útil de apenas alguns dias, devendo, portanto ser consumida logo.

Nós não temos o hábito, mas as folhas também são usadas para alimentação e contêm cerca de 100 vezes mais proteínas do que a raiz.

Benefícios da mandioca

  1. Isenta de glúten, a mandioca é extremamente útil para pacientes celíacos e outros que tentam evitar o glúten.
  2. Apresenta índice glicêmico baixo (GI) e melhora a sensibilidade à insulina, portanto, bom para os diabéticos.
    Como promove liberação de glicose na corrente sanguínea a uma taxa estável e sustentada, mantém os processos metabólicos e os níveis de energia equilibrados no organismo.
  3. Colabora no controle dos níveis de triglicerídeos e outros lipídios no sangue, sendo, portanto, excelente para perda de peso, além de reduzir o risco de doença cardíaca.
  4. Diminui o apetite e reduz o armazenamento de gordura a nível celular.

Contém

  1. Saponinas que aliviam a inflamação e corrige a ecologia intestinal.
  2. Contém amidos resistentes à degradação, não digeríveis, benéficos como alimento das bactérias boas do cólon, podendo reduzir a inflamação e as bactérias nocivas.
  3. As vitaminas do complexo B
  4. Rica em minerais como:
  • ferro, componente importante das proteínas carreadoras de oxigênio.
  • zinco, ativador imunológico.
  • cálcio, que ajuda a formar ossos e dentes fortes.
  • magnésio, otimiza a função mitocondrial.
  • potássio, sintetiza as proteínas e melhora a relação com sódio; regulador dos estímulos elétricos do coração
  • manganês, essencial para o tecido conjuntivo e para a produção dos hormônios sexuais.

Precauções sobre a mandioca

Não consumir mandioca crua para evitar a presença do composto tóxico linamarin. Ele se converte em cianeto de hidrogênio e interfere no metabolismo celular, inibindo a enzima citocromo-oxidase e podendo causar sintomas de vômitos, náuseas, tonturas, dores de estômago, dor de cabeça, paralisia irreversível e até mesmo a morte.

Com esse cuidado, coloque a mandioca na sua alimentação. Ela é uma opção incrível e extremamente saudável.

Aproveite!

Referências bibliográficas:

  • Authority Nutrition Resistant Starches 2012-2016
  • Br J Nutr. 2010 March:103(6):917-22
  • Am J Clin Nutr 1994 Oct.;60(4):544-51
  • Am J Clin Nutr 2005 Sept.;82(3):559-67
  • Am J Gastroenterol 2012 Oct.;107(10):1538-44
  • Proc Nutr Soc. 2003 Feb.;62(1):171-6
  • Food Nutr Bull. 2009 March;30(1):90-4
  • Diabetes Care 2006 May;29(5):976-81

Sabe aquela alimentação super saudável que você tem procurado fazer?

Por acaso você já parou pra pensar no tipo de utensílio que tem usado para prepará-la?

Pode ser que você esteja colocando tudo a perder!

Que tipo de panela você tem usado? Se for de teflon, sinto informar que está correndo riscos!

Por incrível que pareça, sempre que se procura o máximo de conveniência, acaba se esquecendo da saúde humana, e um exemplo disso são os utensílios antiaderentes revestidos com teflon.

Quando aquecidos, eles têm se mostrado uma fonte primária de um derivado tóxico de fluoreto, conhecidos como produtos químicos perfluorados – no caso o ácido perfluorooctanoico (PFOAs) – usados para criar revestimentos antiderrapantes e resistentes ao calor em utensílios de cozinha.

Com o aquecimento, essas substâncias são facilmente absorvidas pelo seu corpo.

Elas foram associadas a um número crescente de preocupações com a saúde, como doença da tireóide, infertilidade em mulheres e problemas de desenvolvimento e reprodução em animais de laboratório.

Como o PFOA danifica sua tireóide e saúde

Um estudo realizado com cerca de 4 mil adultos, entre 1999 e 2006, avaliou a exposição a utensílios que continham PFOA e a manifestação de problemas de tireoide. A pesquisa descobriu que quanto maior a concentração dessa substância, maior a manifestação de alterações tireoidianas, que podem levar a doenças cardíacas, infertilidade, fraqueza muscular, osteoporose e, em casos extremos, coma ou morte.

Além de potencialmente prejudicar sua tireoide, esses produtos químicos desagradáveis também foram associados a nascimentos de bebes de baixo peso segundo a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA).

Além destes riscos de desenvolvimento, o PFOA compromete a reprodução humana, tendo sido associado a um aumento de 60% a 154% na chance de infertilidade!

O PFOA está também associado a tumores, especialmente o câncer de próstata, em trabalhadores de indústrias que lidam com esse produto, além de outros tipos de câncer, como fígado, pâncreas, testículo e mama.

Segundo estudo de sete anos de pesquisa, mesmo em níveis de exposição muito baixos, os cientistas correlacionaram PFOA também com: Colite ulcerativa e colesterol elevado.

Então, que utensílios usar?

1) Use cerâmica ou vidro, que são fáceis de limpar, e não há absolutamente nenhum risco de exposição a substâncias químicas nocivas.

2) Evite:

  • Panelas antiaderentes de Teflon e tipos similares
  • Sacolas de pipoca de microondas
  • Embalagem para alimentos gordurosos

Referências bibliográficas:

  • EPA.gov Health Advisories for PFOA and PFOS
  • C8 Science Panel Research Studies
  • Environmental Health Perspectives January 7, 2010
  • Environmental Working Group August 20, 2015
  • Environmental Science and Technology Letters August 9, 2016

Fonte: http://www.drrondo.com/

Existe uma falsa impressão de que comer ovos é perigoso. Mas isto não é verdade: ao contrário, os ovos são saudáveis e seguros.

Ovos são uma boa fonte de proteína e contêm as vitaminas A, D e E, B12, riboflavina e folato, além de minerais como iodo, ferro, cálcio, zinco e selênio.

Além disso, a maioria das pessoas pode comer vários ovos por dia sem que isto afete seus níveis de colesterol.

Eis aqui o que acontece com o seu corpo se você comer dois ovos por dia, todos os dias!

A memória melhora

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A gema do ovo contém colina, um aminoácido fundamental para a transmissão de pequenos impulsos nervosos que nos ajudam a lembrar de detalhes como onde pusemos as chaves do carro, ou onde deixamos o celular, por exemplo.

Estudos mostram que adicionar colina à dieta melhora a memória e a capacidade de reagir rapidamente.

A visão melhora

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Pesquisas mostram que os ovos são ricos em luteína, vitamina que ajuda a manter a visão apurada e clara.

A luteína é naturalmente encontrada nos olhos. Ela protege a retina dos efeitos nocivos do sol e reduz os riscos de catarata.

Ossos e dentes ficam mais fortes

Ovos são ricos em vitamina D, que regula os níveis de cálcio e fósforo no sangue.

Comer ovos também ajuda o corpo a absorver cálcio, o que dá mais força aos ossos e previne a osteoporose.

A pele, o cabelo e o fígado ficam mais saudáveis

A deficiência de folato é comum em mulheres que não ingerem a quantidade necessária deste tipo de vitamina B.

Felizmente, os ovos são uma boa fonte desta vitamina. O folato ajuda a metabolizar aminoácidos necessários para a divisão das células e a formação das células vermelhas do sangue.

O risco de doenças cardíacas diminui

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Um grupo de pesquisadores canadenses descobriu que existe uma ligação entre a alimentação rica em ovos e a redução do risco de doenças cardiovasculares e câncer. A pesquisa foi publicada na Science Daily.

O segredo é que a gema do ovo contém dois antioxidantes importantes: triptofano e tirosina.

A perda de peso fica mais fácil

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Pesquisadores americanos concluíram que comer ovos no café da manhã, quando se faz uma dieta de baixa caloria, acelera a perda de peso em até duas vezes.

Outra boa notícia? Os ovos dão uma sensação de saciedade que dura bastante tempo. Então, é mais fácil não cometer aqueles deslizes entre as refeições – o que certamente ajuda na perda de peso.

O envelhecimento desacelera

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Ovos contêm aminoácidos que constróem e renovam as células.

Conforme envelhecemos, nossa necessidade de vitamina D aumenta. A recomendação para pessoas com mais de 60 anos é de 10 microgramas. Um ovo contém aproximadamente 0,7 microgramas de vitamina D.

O sistema imunológico fica mais forte

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Quer ficar saudável? Coma ovos! Estudos já mostraram que apenas dois ovos por dia são capazes de proteger de infecções, doenças e diversos vírus.

Um ovo contém 22 por cento da dose recomendada de selênio, que fortalece o sistema imunológico.

As chances de engravidar aumentam

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A vitamina E, que é naturalmente encontrada nos ovos, melhora a saúde do esperma nos homens. Nas mulheres grávidas, a vitamina E é encontrada no fluido que cerca o embrião, explica a revista Parents.

A deficiência de folato, que também pode ser encontrado nos ovos, pode causar anemia. O folato é fundamental para o desenvolvimento dos bebês durante a gravidez.

Fonte: http://br.newsner.com/saude/9-coisas-que-acontecem-com-o-seu-corpo-se-voce-come-dois-ovos-no-cafe-da-manha/

Com qual frequência você se depara com um menu para decidir o que comer? O que você escolhe? Pode ser que esteja pensando em pedir uma costela de dar água na boca e uma cerveja bem gelada, certo?

Mas, uma voz bem baixinha atrás da sua cabeça lhe diz: “vamos ser honestos”… Ou é a voz da sua esposa nos seus ombros que lhe diz para que peça a opção saudável.

Tem algo mais frustrante que isso? Ser incomodado pelo alimento que deseja consumir? E sem ver nenhum resultado?

Mas, veja…

Pode ser uma surpresa para você que a alimentação que considerava a opção saudável, na verdade, é a pior escolha? A ideia dominante do que é ruim de comer pode não estar correta. Muitas vezes, o alimento que você deseja é a melhor opção.

Vinho ou cerveja?

Independente de qual seja melhor, você precisa lidar com eles de maneira saudável, pois o excesso de bebida causa sérios riscos de saúde, incluindo aumento de evidência de doença hepática e diversos tipos de câncer.

Além dos benefícios cardiovasculares, sua grande virtude é que pode substituir uma sobremesa rica em carboidratos, pois ao contrário da crença popular, álcool não engorda, apesar do seu alto nível calórico, isso obviamente quando consumido com moderação.

Certamente você tem ouvido falar dos benefícios de saúde do vinho tinto, rico em antioxidantes e com efeito anti-inflamatório para o corpo. Contém Resveratrol, que protege os vasos sanguíneos, reduzindo o LDL (mau) colesterol, e previne a formação de coágulos sanguíneos, com efeitos benéficos de polifenóis no equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue, dando ao vinho tinto potencial especial de proteção.

Porém, outros estudos mostram que não é só o vinho tinto que tem benefícios: em quantidades moderadas, qualquer tipo de bebida alcoólica pode ajudar o seu coração: vinho, cerveja ou bebida destilada.

De acordo com eles, o consumo moderado propicia:

  • eleva o HDL colesterol (bom)
  • reduz formação de coágulos sanguíneos
  • melhora a pressão arterial

Por outro lado, estudos usando modelos animais têm mostrado que cerveja pode prevenir carcinogenese e osteoporose. Cerveja gera plasma sanguíneo com maior proteção antioxidante, e Isohumulones, uma substância azeda derivada do lúpulo que pode prevenir e melhorar obesidade e diabetes tipo 2, melhorar o perfil lipídico e suprimir aterosclerose.

A cerveja é relativamente nutricional, pois contém mais proteínas e vitamina B do que o vinho. Um estudo Alemão, da Nutrition and Food ResearchInstitute, mostrou que bebedores de cerveja tem 2 vezes mais vitamina B6 no sangue do que bebedores de vinho.

Mas tenha em mente que consumo moderado é uma dose ou copo para mulheres e 2 para homens. A Harvard School of Public apresentou um artigo que confirma que bebedores moderados são 35% menos propensos a sofrerem um ataque cardíaco do que não bebedores, e isso vale para homens que bebem cerveja, vinho ou bebida destilada.

Recentemente, a Revista Diabetologia da Associação Europeia de Estudos de Diabete, publicou um estudo envolvendo 70.551 participantes, acompanhados entre 2007 e 2012, aonde homens que consumiam 14 doses de vinho, cerveja ou outro álcool por semana tiveram risco de diabetes 43% mais baixo em comparação com os abstêmios. Já as mulheres que ingeriam 9 doses por semana tiveram risco de 58% mais baixo, se comparadas as que não bebem.

Agora você já sabe: tanto o vinho quanto a cerveja, quando consumidos com moderação podem trazer benefícios para a sua saúde. Aproveite com consciência!

Referências bibliográficas:

  • O Estado de São Paulo. 28/07/17. A14
  • Time Magazine. August 30, 2010
  • Clinical and Experimental Research. November 2010; 34(11): 1-11
  • Cardiology Today. May 5, 2017
  • Am J ClinNutr. June 2010
  • Biochem Pharmacol. May 14, 2006;71(10):1397-421
  • AHA. May 4, 2017

Fonte: http://www.drrondo.com/

No Dia Nacional da Saúde e Nutrição, a Vitalin selecionou 5 cereais que, consumidos com regularidade, ajudam a manter o corpo e a mente em forma. Afinal, ter uma boa alimentação não é simplesmente matar a fome, não é? Fazer exercícios físicos e comer alimentos ricos em vitaminas, fibras, minerais e nutrientes é essencial para uma vida saudável.

Consumidos in natura ou misturados em receitas de doces e salgados, estes superalimentos podem ser facilmente encontrados em empórios e supermercados. Conheça seus benefícios e inclua hoje mesmo no seu cardápio:

Aveia – Fonte de fibras que auxilia no funcionamento intestinal

O mais popular dos cereais é também o mais rico em fibras. Ela melhora o funcionamento intestinal, facilita a digestão e o controle da pressão arterial, ajuda na diminuição do colesterol ruim e no controle da quantidade de açúcar no sangue. Fonte de minerais como cálcio e ferro, a aveia também possui muitas proteínas e vitaminas do complexo B e E.

Encontrada na forma de flocos, farelo ou farinha, pode ser consumida a qualquer hora do dia, podendo ser polvilhada por cima das frutas, iogurtes, sucos, vitaminas, saladas ou adicionadas em diversas receitas.

Amaranto – O maior aliado na redução do colesterol

O amaranto é um cereal de origem andina com uma composição especial de proteínas que o tornam o maior aliado na redução do colesterol. Para pessoas com intolerância à lactose, o amaranto é uma importante fonte de cálcio, além de possuir fibras e outros minerais como magnésio, ferro, zinco e cobre.

A farinha de amaranto pode ser adicionada em receitas doces e salgadas, sem alterar significativamente o sabor das massas.  Já os flocos podem ser adicionados diretamente em vitaminas, mingaus, shakes, granolas, iogurtes, salpicado sobre a salada de frutas ou sorvete e também em preparações salgadas como sopas, peixes e farofas.

Chia – Deliciosa Textura e Sensação de Saciedade

A chia é uma semente consumida há gerações pelos povos nativos do México. Sua grande quantidade de minerais, fibras e vitaminas faz com que ela se torne uma riquíssima combinação de nutrientes. Conhecida como uma das maiores fontes vegetais de ômega 3, a chia auxilia na redução do colesterol, controle da glicemia e no combate ao envelhecimento precoce.

A farinha ou grãos de chia podem ser adicionados a iogurtes, vitaminas, tortas, sucos, entre outras preparações. Ao ingerir uma quantidade de chia, ela se expandirá formando um gel no organismo, capaz de provocar sensação de saciedade.

Linhaça – Proteção da saúde cardiovascular e cerebral

Encontrada na forma de sementes, farinha ou em óleo, a linhaça é rica em ômega 3 e 6, fibras, proteínas e vitaminas. O consumo diário deste grão ajuda a reduzir o colesterol ruim, a prevenir doenças do coração, ameniza os sintomas da TPM e da menopausa, ajuda a emagrecer, melhora a circulação do sangue e auxilia no bom funcionamento dos rins, intestino e do sistema imunológico.

Quinoa –  Saúde em todas as fases da vida

Em relação aos outros tipos de cereais, a quinoa é considerada a mais rica fonte de proteínas, vitaminas, minerais e aminoácidos, formando uma completa fonte nutritiva, com propriedades que se assemelham ao leite materno.

Comer este grão auxilia no desenvolvimento da inteligência e da memória e no bom funcionamento do sistema nervoso. Além disso, suas fibras dão a sensação de saciedade, podendo favorecer o emagrecimento.

Existem três cores de quinoa: branca, vermelha e negra. Suas propriedades e benefícios, porém, são praticamente os mesmos. Este cereal é encontrado na forma de grãos, flocos e farinha e pode ser adicionado a diversas receitas. Para consumir o grão é necessário um prévio cozimento.

Fonte: http://www.vitalin.com.br/tag/aveia-sem-gluten/

Uma alimentação saudável e equilibrada ajuda a aplacar os efeitos nocivos da ansiedade sobre a saúde.

Alguns alimentos, como a alface, o farelo de aveia e o abacate, atuam no combate ao estresse, favorecem o sono e fornecem a matéria-prima de que o organismo precisa para fabricar neurotransmissores — substâncias químicas que regulam o humor e induzem ao relaxamento, provocando sensação de bem-estar.

Confira abaixo algumas das melhores fontes de nutrientes para quem quer sair do estado de agitação mental.

Maracujá

Esse é receita da vovó, mas realmente funciona.

A fruta é considerada um sedativo natural, graças à presença de passiflora em sua composição.

Para garantir um dia mais calmo, a orientação é beber duas xícaras (chá) de suco concentrado, uma de manhã e outra à tarde.

Só não exagere. “Se tomar mais do que três xícaras, há risco de ter sonolência”, afirma a nutricionista Samanta Brito.

Chá de camomila

Possui substâncias como lactonas e alfa bisabolol, que têm efeito calmante.

Pode ser consumido diariamente, de preferência, antes de dormir.

Uma xícara é o suficiente para induzir a um sono mais profundo

Farelo de aveia e de trigo

São fontes de magnésio, mineral que promove o relaxamento.

Também contêm vitaminas do complexo B e fibras, que dão uma força ao funcionamento intestinal e favorecem a síntese de serotonina – neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar.

“O complexo B, em particular, é fundamental para modular a química cerebral, que, por sua vez, regula o humor”, diz a nutricionista Roseli Rossi.

No dia a dia, o alimento pode ser adicionado a iogurtes, frutas, mingaus, vitaminas e shakes, na quantidade mínima de 1 colher (sopa).

Abacate

Além do magnésio, contém beta sitosterol, substância que atua na regulação do cortisol — conhecido como o hormônio do estresse, que deixa o corpo todo em ritmo acelerado.

Também dá uma força ao funcionamento intestinal, facilitando a síntese de neurotransmissores que melhoram o humor.

Pode ser consumido diariamente, nos lanches, mas é importante não exceder a quantidade de 2 colheres (sopa).

Embora tenha uma gordura saudável em sua composição, ele também tem muitas calorias.

Frutas cítricas

Laranja, morango e kiwi, entre outras, são ricas em ácido fólico, potássio e vitamina C, nutrientes que atuam sobre o sistema nervoso, combatendo o stress e o cansaço.

Segundo os especialistas, as frutas cítricas também ajudam a diminuir a irritabilidade.

Comer uma porção por dia – 1 laranja, 1 kiwi ou 10 morangos – garante que o organismo estará bem abastecido com esses nutrientes essenciais.

Banana

A vitamina B6 facilita a síntese de serotonina.

Já o magnésio da fruta promove o relaxamento. Vale comer uma por dia, entre as refeições ou no café da manhã.

Chocolate 60% cacau

Não é à toa que ele é a escolha de muitas mulheres para amenizar os sintomas da TPM.

A explicação está nas substâncias que contém, como a feniletilamina e o magnésio.

Ambas participam da regulação dos níveis de estresse, promovem a liberação de substâncias que melhoram o humor e favorecem o bem-estar.

Para que a escolha não pese na balança, dois quadradinhos pequenos, por dia, são a medida ideal.

Nozes, amêndoas e castanhas-do-pará

Elas fazem parte da turma de oleaginosas.

São alimentos ricos em magnésio, vitaminas do complexo B e triptofano, que contribuem para minimizar o estresse, combater a depressão e ainda induzem ao sono.

Porém, como contêm gordura – ainda que considerada boa –, deve ser consumida com moderação, por conta das calorias que oferecem.

Em razão disso, o consumo diário deve ser de um punhado, com um mix dessas oleaginosas.

Lentilha, grão-de-bico e ervilha

São outras boas fontes de magnésio, mineral de importância fundamental para o bom funcionamento do sistema nervoso.

Basta uma concha pequena de um desses alimentos, cozido, nas refeições principais, para ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade.

Versátil, essas leguminosas vão bem em saladas, cremes e pastas.

Fontes consultadas: Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês. Roseli Rossi, nutricionista, especialista em Nutrição Clínica e Fitoterapia. Samanta Brito, nutricionista.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2017/05/30/alimentos-calmantes-controlam-a-ansiedade-mas-e-preciso-consumir-todo-dia.htm

Andrew Magill / Flickr: Milk 2 / CC BY 2.0

Descubra quais são os sinais e sintomas desse tipo de reação, que afeta 50% da população, mas ainda é pouco conhecida

O leite de vaca e seus derivados têm alto potencial alergênico, chegam a atingir 81% da população brasileira

É comum ver casos de alergia alimentar especialmente em crianças. O tipo agudo atinge de 1 a 2% dos adultos e 2 a 8% das crianças. Os sintomas são imediatos, normalmente expressos na pele e na mucosa.

São poucos os alimentos relacionados a este tipo de alergia e eles podem ser identificados sem testes. Apenas traços dos alimentos são suficientes para desencadear a reação. Assim, o indivíduo comumente rejeita o alimento que lhe causa a alergia.

Alergia alimentar tardia

No entanto, pouco se sabe que existe outro tipo de alergia, a alergia alimentar tardia, que atinge cerca de 50% da população. Conforme o nome diz, os resultados são tardios, expressos conforme a dose, após dois ou três dias de consumo.

O mais preocupante é que esta alergia é capaz de se manifestar em todos os tecidos.  Atinge adultos e crianças, com alta frequência, não é reconhecida em testes cutâneos, e o alimento causador é normalmente apreciado pelo indivíduo.

Alimentos mal digeridos

Além dos alimentos alergenos, existem também aqueles alimentos mal digeridos, capazes de provocar o mesmo tipo de reação. Uma vez que o corpo reconhece apenas os nutrientes, as macromoléculas de alimentos mal digeridos que são absorvidas pelo intestino e vão para a corrente sanguínea podem ser identificadas pelo organismo como agressoras. Isso ativa o sistema imunológico e provoca uma inflamação como forma de defesa.

Prazer pelo proibido

Alimentos capazes de desencadear este tipo de reação alérgica, quando ingeridos, ativam o sistema imune e a liberação gradual de histamina. Este composto químico participativo em uma reação anafilática (uma reação alérgica que se desenvolve imediatamente e se não for tratada, pode levar a morte), quando liberado gradualmente e em pequena quantidade, provoca uma sensação de prazer, conforto, bem estar e relaxamento. Isso promove a preferência e vontade do alimento sensibilizante e causa uma dependência de consumo. O que pouco se sabe é que este mesmo alimento que provoca prazer, também poderá provocar doenças crônicas ao longo da vida.

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas causados pelos alimentos alergenos ou mal digeridos dependerão do órgão de choque do indivíduo, ou seja, o órgão bioquímico e geneticamente predisposto às inflamações e doenças.

O quadro abaixo relaciona sinais e sintomas conforme os sistemas do corpo:

Sinais e sintomas que podem ser provenientes de alergias alimentares tardias

Respiratório Asma, rinite, sinusite, otite, amigdalite, bronquite
Genito- urinário Cistite de repetição, candidíase, infecções urinárias, enurese noturna
Gastrintestinal Diarreia, constipação, colite, gastrite, má absorção, doença celíaca, refluxo
Metabólico Obesidade, baixo peso, celulite, perda de apetite, anorexia nervosa, bulimia, diabetes, hipertensão arterial, hipercolesterolemia
Nervoso Cefaleia, enxaqueca, convulsão, Insônia, sonolência, depressão, agitação, ansiedade, fadigas
Mental Hiperatividade falta de concentração, alteração de humor, distúrbios de aprendizagem
Sistêmica Artrite reumatoide, tireoidite, lúpus eritematoso sistêmico, psoríase, alopecia areata, fibromialgia.
Pele Acne, eczema, caspa, urticária, dermatite seborreica, dermatite

Estas hipersensibilidades são muitas vezes confundidas com as próprias doenças, dificultando o diagnóstico, já que não há uma relação direta de causa e efeito. Se tratadas apenas pelos sintomas, não há resultados, uma vez que não foi eliminado o elemento causador: o alimento.

Alimento alergenos mais comuns

Muitos alimentos consumidos diariamente pela sociedade tem alto potencial alergênico. Leite de vaca e seus derivados chegam a atingir 81% da população brasileira. Glúten, ovos, castanhas, milho, soja, amendoim, frutas cítricas, açucares, corantes, fungos, peixes e frutos do mar são outros exemplos comuns.

Prevenção é tratamento

Diferente da alergia alimentar aguda, a alergia alimentar tardia não é permanente ou definitiva. Ela pode ser removida se o alimento é evitado. Existem poucos laboratórios no país que realizam exames capazes de identificar os alimentos que desencadeiam esta reação “oculta”. Além de raros, eles não são financeiramente acessíveis para todos. Desta forma, é importante uma observação da sintomatologia e a associação aos alimentos consumidos recentemente.

Realizar testes removendo alimentos “suspeitos” por um determinado tempo pode ajudar a chegar no causador. A busca por profissionais como médicos, naturólogos e nutricionistas especializados na área também pode auxiliar neste processo e prevenir diversas doenças crônicas desencadeadas por uma alimentação inadequada que varia de indivíduo para indivíduo.

Como já dizia o filósofo Lucrécio, o que é comida para uns, é para outros amargo veneno.

Referências

CARREIRO, Denise Madi. Entendendo a importância do processo alimentar. 2 ed. São Paulo, 2007
PÓVOA, HelionO cérebro desconhecido. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2002.
SERRA, Maria Emília Serra Galhardo. Alergia Alimentar Oculta Tardia, 2011. Disponível em http://www.slideshare.net/EmiliaSerra/alergia-alimentar-tardia-emilia-serra Acesso em: 21/11/2014
SILVA LFG. Disbiose intestinal: conheça as causas e os tratamentos, 2001.
SPAHN, T W ;KUCHARZIK, T. Modulating the Intestinal Immune System: The Role of Lymphotoxin and Galt Organs. Recent advances in basic science, 2003. Disponível em: http://api.ning.com/files/3Pz9ctVjNhxOZt02EkFnyo*bfxqzZduRLYONEyfKiI6PbUMU1Pu5iBuayrcr6A
d*kmvdGscQEreXLO300wdniVlvtt4ri7a/FritijofCapraPontodeMutao.pdf
>  Acesso em 21/11/14
http://www.microecologia.com.br/noticia.php?id=32.

Fonte: http://www.namu.com.br/materias/o-que-e-alergia-alimentar-tardia

Por cerca de 60 anos, as autoridades médicas nos fizeram acreditar que gordura saturada elevava o colesterol, causava doenças cardíacas, obesidade e até mal de Alzheimer. Nós, pobres mortais, deixamos de consumi-la esperando dias melhores. Mas as doenças continuam aumentando.

Algo deve estar errado…

Felizmente, esse já é um pensamento que caiu por terra, ao menos a nível científico, apesar de ainda ouvirmos informações ultrapassadas. A literatura médica atual é muito clara que esse pensamento não tem sentido e foi causador de perdas de muitas vidas sem necessidade nessas décadas passadas.

Com isso, já se começa a haver interesse em produtos que antes as pessoas evitavam a qualquer custo, mas que agora passam a ser algo possível na rotina alimentar.

Paralelamente, temos o Ghee (originário da cozinha indiana) que está cada vez mais popular. Então, por que não usarmos também o nosso “Ghee nacional”, a manteiga de garrafa?

Conhecendo a manteiga de garrafa

É uma variação da manteiga, que é obtida pelo cozimento do creme de leite bovino até que os líquidos se dissipem e os sólidos da nata se separem da gordura, depositando-se no fundo da panela.

Armazenada em garrafa de vidro, como próprio nome diz, deve ser consumida em até 2 meses.

Você pode usá-la como a manteiga, espalhando no pão, por exemplo, sendo também utilizada como um ingrediente de diversos pratos regionais. Apresenta sabor característico, levemente rançoso e aroma delicado.

Benefícios práticos do uso da manteiga de garrafa

  1. Não se deteriora rapidamente, podendo durar cerca de 2 meses na geladeira para aumentar a validade e evitar mofo.
  2. É livre de lactose do leite e da caseína (proteína do leite), facilmente digerível às pessoas sensíveis a lactose.
  3. Suporta temperaturas mais elevadas, pois os produtos sólidos do leite, inflamáveis, já foram removidos.
  4. Contém mais triglicérides de cadeia média, o que pode facilitar a digestão, melhorar a função mitocondrial e reduzir doença cardiovascular, diabetes, câncer, doenças auto-imunes, aterosclerose e epilepsia.
    Seu consumo reduz triglicérides e eleva o HDL colesterol.
  5. Tem maior concentração de ácido butírico (ácido graxo saturado) do que a manteiga, o que promove maior proteção imunológica e ação anti-inflamatória, podendo ser excelente no caso da Síndrome do Cólon Irritável.

Manteiga de garrafa de vaca a pasto X Manteiga de garrafa de vaca confinada

Para produzir a manteiga de garrafa, o ideal é que se use manteiga sem sal, feita de leite de vacas criadas a pasto. Melhor ainda se for originária de vacas que produzem o leite A2 (entenda porque clicando aqui).

Com o uso do leite cru e de vacas a pasto se terá melhor nível nutricional e menor risco de contaminação por hormônios de crescimento, antibióticos e patógenos comuns às operações de confinamento.

Quando se usa manteiga de vaca criada confinada, alimentada com grãos, como milho e soja, transgênicos, haverá uma má digestão desses elementos pelas vacas, pois os grãos comprometem a ecologia intestinal, induzindo a doenças e comprometendo a composição nutricional da carne e do leite.

Preparando sua própria manteiga de garrafa

É simples e pratico:

1ª Usar manteiga sem sal, de preferência crua (não pasteurizada), de gado a pasto e se possível originária de leite A2
2ª Coloque um pote de 500 g de manteiga em uma panela, derreter lentamente a manteiga sem sal em fogo baixo.

3ª Quando começar a ferver vigorosamente, reduza o fogo e comece a retirar a espuma branca que borbulha à superfície, inclinando a panela se necessário.

4ª. Continue cozinhando em fogo brando até que sobre somente o líquido claro, cor de mel.

5ª Desligue o fogo, deixe esfriar um pouco, por cerca de 30 minutos, e na sequência retire as impurezas e resíduos da manteiga, despejando-a através de uma gase em um frasco que possa ser tampado hermeticamente.

Pronto! Agora é só aproveitar todos os benefícios da manteiga de garrafa para a sua saúde!

Referências bibliográficas:

  • Time. January 25, 2017
  • Authority Nutrition. 2012-2017
  • J Acad Nutr Diet. February; 2015 115(2):249-63
  • American Journal of Clinical Nutrition. 2004
  • Am J Clin Nutr. May 2007; 85(5):1203-11
  • ARYA Atheroscler. November 2013; 9(6):363-71
  • Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos. 2001, vol. 21, n.3. 
  • Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos. 2003, vol. 23, n.3. 
  • Fonte: funcionalkitchen

Fonte: http://www.drrondo.com/