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DESAFIO ARCTURIANO


Eu invoco a inteligência amorosa de meus irmãos arcturianos e aguardo as respostas.

Colocam-me sempre diante de uma necessidade de discernimento muito grande em minhas posturas.

O desafio que me propõem os arcturianos é: simplicidade e perfeição.
Parece fácil, mas no dia a dia esta prática requer discernimento.

Porque frequentemente confundimos o perfeito com o complicado, ou o simples com o mal feito.

Buscar a perfeição simples é dar o melhor de si sem perder o foco nos verdadeiros objetivos espirituais.

Quando complicamos demais, nos distraímos nas atividades e elas se tornam uma perfeição mecânica que não mais raciocina.

A perfeição complicada não caminha lado a lado com nosso ser espiritual, mas sim com o ego, e busca sempre objetivos narcisistas ou sonâmbulos.

Buscar a simplicidade perfeita é seguir o fluxo da vida, da natureza, das coisas como são.

Simplicidade perfeita não é preguiça disfarçada de desapego. Não é desleixo disfarçado de humildade.

Não é covardia disfarçada de transcendência. A simplicidade perfeita é ousada, ativa, corajosa e veloz.

Ser perfeito não deve significar ser chato.

O amor vem acima de qualquer atividade, e o amor é o supra sumo da perfeição.

Ser simples não deve significar ser grosseiro, superficial, inacabado.

A simplicidade com perfeição é calma e amorosa, precisa e equilibrada.

Estes seres não se comunicam comigo através de verbos, mas com vibrações, sentimentos sutis, ideias compactadas em uma massa de pensamentos sem palavras.

Essa vibração de ideias compactadas frequentemente me alerta:

"Ser perfeito não é ter ideias perfeitas, não é ensinar perfeição.

Ser perfeito é EXEMPLIFICAR O AMOR com simplicidade."

Eu Sou Cristal Luz

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