Essa manhã o guardião Jeremias buscou estabelecer uma forte conexão mental comigo pedindo para transmitir algumas palavras e esclarecer algumas das dúvidas que foram trazidas após o atentado contra a vida do Bolsonaro.

Procurei fazer algumas perguntas e ao final tentar transmitir alguma mensagem adicional que o guardião julgasse necessária.

Pergunta: Jeremias como os guardiões permitiram um atentado dessa magnitude contra Bolsonaro acontecesse?

Jeremias: Tentamos evitar ao máximo que um atentado fatal ocorresse. Não é novidade que muitos apoiadores do candidato já esperavam uma ação mais violenta do grupo político ligado ao marxismo em virtude da impossibilidade, cada dia mais fortalecida, do antigo líder popular agora preso não poder definitivamente concorrer às eleições.

Buscamos intuir vários dos apoiadores mais próximos de que era necessária a utilização de um colete mais resistente, o que começou a ser feito nas últimas semanas.

Tentamos inclusive impedir que ele viajasse para Minas Gerais causando uma forte gripe poucos dias antes da viagem, pois como já é de domínio público o atentado já estava sendo organizado a pelo menos dez dias.

Infelizmente a estrutura pequena de campanha, o desconforto de usar um colete com o calor permitiu a brecha necessária.

 Ainda intuímos na última hora o presidente do partido a tentar impedir que Bolsonaro fizesse aquela caminhada.

De toda forma nossos esforços sempre contam com um fato decisivo que é o livre arbítrio da própria pessoa.

Pergunta: Foi um atentado político?

Jeremias: Sim. Nos próximos dias as investigações conduzidas pelos órgãos competentes esclarecerão os mandantes. Definitivamente não foi obra de alguém que agiu de forma solitária movido por um simples impulso descontrolado.

O golpe desferido foi executado com evidente habilidade, pois mesmo com uma mão de um dos populares tentando conter a ação ainda assim foi profundo. Um outro elemento ainda segurou um dos seguranças. Foi planejado e envolveu várias pessoas.

Pergunta: Há risco de um novo atentado contra Bolsonaro?

Jeremias: Sim, na posse. Já estamos intuindo as equipes de segurança diretamente ligadas ao futuro presidente para que façam um pente fino, em novembro e dezembro, sobre todos os nomes que compõe o atual sistema de segurança do Planalto.

Pergunta: Então ainda teremos tempos turbulentos mesmo após a eleição de Bolsonaro?

Jeremias: Sim você bem sabe. Em especial pelos idos de 2022 quando definitivamente os grupos de poder atrelados a filosofia marxista perceberem que não mais retornarão ao poder. Teremos desafios semelhantes ao princípio da luta armada que ocorreu nos anos 60.

Já alertamos sobre isso através da sua mediunidade nos últimos quatro anos e alertamos novamente, pois há muito dinheiro, muito poder envolvido, muitas pessoas que dependem de um sistema corrupto e que não desejam a destruição desse sistema. Definitivamente não será um processo fácil, porém necessário para tornar o Brasil o celeiro do mundo e a pátria do Evangelho.

Pergunta: Esses tempos turbulentos não poderiam ser suavizados se houvesse menos radicalização nos discursos ou, em outras palavras, se uma liderança moderada assumisse a presidência?

Jeremias: Não há paz sem ordem, não há ordem quando não há a aceitação das leis, não há ordenamento jurídico quando o crime, seja pela violência ou corrupção subverte as leis e a fiscalização do cumprimento das leis em prol de criminosos poderosos.

Não há caminho do meio entre o certo e o errado. Corrupção, desviar dinheiro pelo motivo que for sempre será errado e o combate a esse tipo de prática deve ser duro, intransigente, não há como suavizar.

Discursos duros contra a criminalidade, contra a violência que cresceu assustadoramente no país durante os governos ditos “de viés social”, discursos duros contra a corrupção e contra aqueles que apoiam a corrupção, que não aceitam as leis e a democracia não são os discursos que causam turbulência, a turbulência é causada em verdade por aqueles que defendem ideias, sistemas e ações que fomentam o caos, a desordem.

Temos ainda uma outra questão relevante: os partidos e políticos de viés marxista, até pela própria natureza da ideologia que abraçaram, não aceitam a democracia e o pluripartidarismo, toleram, mas não aceitam, pois buscam incessantemente a revolução socialista pela implementação do comunismo, enxergando o sistema de mercado capitalista e a democracia como barreiras a serem superadas para atingir tais objetivos.

São pessoas e agentes que acreditam portar a virtude superior, o monopólio da solução para o bem estar social, encarando todos que se opõe a sua hegemonia como inimigos a serem derrotados, acreditam possuir um conhecimento superior mesmo que sua ideologia jamais tenha dado certo em lugar algum do mundo, chamam de fascistas, nazistas e radicais quem pensa diferente e se opõe intelectualmente as suas ideias, esquecendo até mesmo que Hitler, o maior dos nazistas foi do partido nacional socialista (Nationalsozialistische = nazi). Dito isso meu amigo a solução não é eleger um político moderado, até porque é com rigor que se combate quem é intolerante com a democracia, quem não aceita as leis, quem defende corrupção e corruptos.

Desejamos sempre a paz, mas a paz somente existe com ordem, respeito as leis e respeito a democracia, algo que a ideologia marxista não respeita e mais além, combate. Então a única maneira de termos paz é combater duramente o ideário marxista permitindo assim que a verdadeira democracia floresça, que a corrupção seja duramente combatida e que a política no Brasil possa crescer exatamente pelo fortalecimento democrático, seja entre partidos e políticos mais liberais ou estatistas na economia ou mais conservadores ou liberais nos costumes, mas sempre observando e aceitando a democracia como expressão do sentimento e anseio da maioria da sociedade, buscando a convivência ordeira dos diferentes e não ao fomento de embates entre grupos de cidadãos

Pergunta: Bolsonaro vai se recuperar para a campanha? Corre risco de morte?

Jeremias: Sim, ele inclusive participará do último debate que ocorrerá no início de outubro na Globo, mostrando fibra, resistência e bravura, características da sua personalidade que nós guardiões valorizamos. Essa postura e o evidente amor pela pátria serão decisivos para permitir a vitória nas eleições. Ainda não é a hora dele, há um mandato inteiro para cumprir.

Pergunta: Há chance de vitória no primeiro turno?

Jeremias: A comoção ao redor do acontecido naturalmente trará novos votos, sobretudo daqueles que votariam em outros candidatos com menor chance claramente identificados como oposição ao petismo e marxismo.

De toda forma analisamos que ainda há um grande contingente de votos, sobretudo na região nordeste e identificados com Lula que impedirá essa vitória em primeiro turno, sobretudo pela estratégia de união das esquerdas ao redor da figura de Ciro Gomes.

Ao final de outubro Bolsonaro estará eleito e todo o cronograma que trouxéssemos em 2014 entrará em uma nova fase, a fase que representa a definitiva queda do marxismo no Brasil e no restante da América do Sul assim como a ascensão dos militares identificados com o trabalho de combate à corrupção e manutenção da ordem.

Próximo da década de 30 o país vivenciará um cenário de tamanha prosperidade que muitos acreditarão que realmente aconteceu uma intervenção divina para reerguer tão rapidamente uma economia quase destruída e finalmente o Brasil será conhecido como o Lírio das Américas, a bela flor que nasceu do lodo da corrupção e da violência espalhando o perfume da boa nova por todos os cantos do orbe.

Pergunta: Como podemos acreditar ou comprovar que a Espiritualidade Superior se opõe ao marxismo e a pauta dita “progressista” de partidos como pt e psol e ainda defendida por alguns médiuns espíritas e espiritualistas?

Jeremias: Enxergamos com naturalidade o posicionamento político pessoal de cada pessoa, inclusive dos médiuns, pois como cidadãos têm o dever de adotar um posicionamento político, inclusive o simpatizante pelo marxismo e suas pautas.

Entretanto devemos alertar que tal posicionamento político é combatido pelas Esferas Superiores por entendermos estar em desacordo com os valores democráticos e morais do Evangelho que sempre pregou a união ao invés da luta de classes, o respeito às leis estabelecidas e, sobretudo a responsabilidade pessoal na célebre passagem do “cada um é dado segundo suas obras”.

Ainda que as trevas tenham tentado subverter o sublime ensinamento do Rabi da Galiléia através de doutrinas antifraternas como a teologia da libertação e ainda que o próprio marxismo e socialismo no seu bojo tenham combatido o Evangelho do Cristo, mesmo assim muitas pessoas que se dizem cristãs ainda abraçam tais idéias que não encontram amparo nem no Cristo e nem nas Esferas Superiores.

Acreditamos, e falo em nome de toda a equipe de guardiões superiores, que as recentes palavras de Divaldo, fortes e verdadeiras contra o marxismo, somadas ao relato trazido por Chico Xavier no programa pinga fogo mostrando apoio aos militares no combate a luta armada que buscava implementar a ditadura do proletariado e, mais recentemente, com o cronograma mundial trazido pelos guardiões superiores prevendo nos últimos quatro anos que as hostes do Cordeiro combateriam de forma firme o marxismo e a pauta progressista são provas mais que suficientes para apontar qual o posicionamento das Esferas Superiores, ainda que por convicções pessoais alguns médiuns prefiram se apegar as próprias crenças políticas pessoais ao invés de reconhecerem que permaneceram por anos e por vezes décadas apoiando uma ideologia equivocada, o que entendermos ser, naturalmente, prova difícil para o ego e orgulho pessoal, mas fundamental nesses tempos de separação do joio do trigo que correm céleres nos próximos dezoito anos.

Pergunta: Há algumas considerações adicionais que gostaria de fazer?

Jeremias: Para encerrar essa longa mensagem eu quero dizer aquele que leem essas palavras, em nome dos amigos de batalha que das Esferas Superiores buscam trazer ordem e justiça para as zonas sombrias do mundo, que não percam a fé.

A Terra ainda é campo de duras provas e batalhas e por isso é preciso perseverar no bom combate, buscando sempre a paz e a união ainda que essa busca, muitas vezes, represente enfrentar aqueles que buscam disseminar a corrupção e o engano. Não confundam tolerância com permissividade, há muitas mensagens ricas em belas palavras, mas eivadas das mais tenebrosas intenções.

Não combatemos os doentes, mas sim as doenças, aqueles que defendem corruptos, defendem lutas de grupos ou classes ou defendem ideologias que pregam a defesa de bandidos e confundem a necessária força para manter a ordem com violência são pessoas dignas de amparo, fraterno, porém firme, pois amparar não significa compactuar com a doença.

O marxismo é a chaga moral, a doença obsessiva que infelizmente atinge muitos de nossos irmãos e que precisa ser extirpada, como o câncer que radicalmente precisa ser retirado do organismo desvitalizado. Tenhamos em mãos o escudo da fraternidade e a espada da perseverança para auxiliarmos ativamente enquanto a grande operação de retirada do câncer que atingiu vários pontos do país é feita, buscando tolerância com aqueles que pensam diferente, mas sem permitir, de forma alguma, que a chaga do marxismo continue se alastrando pelo país, jamais odiando o doente mas sim combatendo de forma enérgica e ativa a doença.

Desejando a verdadeira paz que só se constrói com ordem e união entorno dos valores do Evangelho, eu Jeremias abraço cada um de vocês

O cronograma de mudanças previsto pelos guardiões para o Brasil e América do Sul:

https://www.facebook.com/…/a.36629871005…/1974942152527739/…