O acesso a medicamentos está muito facilitado nos dias de hoje. Pagando pouco, podemos comprar remédios para baixar a febre e aliviar dores, dentre eles estão o paracetamol (analgésico) e o ibuprofeno (anti-inflamatório).

O problema é que a facilidade de acesso também acaba causando dependência, sem contar que esses sintomas são naturais do processo de cura do nosso organismo – a febre, por exemplo, é uma reação positiva do sistema imunológico lutando contra micro-organismos causadores de enfermidades.

Outro problema é que o inofensivo ibuprofeno, na verdade, não é tão inofensivo assim, podendo aumentar em 31% o risco de parada cardíaca. Quanto mais você puder evitar a medicação exagerada, principalmente em se tratando de anti-inflamatórios, melhor para sua saúde.

Algumas ervas podem substituir o paracetamol e o ibuprofeno no alívio de dores. Mas é sempre bom lembrar: se persistirem os sintomas, um médico deve ser consultado.

Pimenta

pimenta

O princípio curativo da pimenta é a capsaicina, uma resina oleosa que funciona como um ótimo analgésico, inibindo a liberação do principal neurotransmissor de estímulos de dor, bloqueando-a.

A pimenta aumenta a liberação de endorfinas e também é eficaz na redução de níveis de lipídio no sangue.

Além de ajudar a manter equilibrados os níveis de açúcar, auxilia também na recuperação e reconstituição de tecidos danificados, melhora as funções estomacais e intestinais e ajuda na prevenção de câncer.

Pode ser utilizada para perda de peso e para aliviar a dor de neuropatias diabéticas, da osteoartrite e psoríase.

Gengibre

gengibre

O gengibre tem efeitos anti-inflamatórios superiores ao ibuprofeno, é também um antibiótico natural. Controla náusea e vômito, dor de cabeça, enxaqueca e o sistema digestivo.

Alivia dores de artrite, osteoporose e muscular, e estimula o sistema imunológico.

Ajuda em processos de desintoxicação alimentar, alivia os sintomas de inflamação, combate doenças arteriais coronarianas, protege o cólon contra lesões cancerosas e também evita a formação de úlceras estomacais.

Salgueiro-branco

salgueiro-branco

A casca do salgueiro-branco tem propriedades analgésicas, anti-inflamatórias, antipiréticas, anticoagulantes, calmantes, adstringentes e desintoxicantes.

É usada normalmente para alívio de dores de cabeça (junto com a unha-de-gato e anis-estrelado, suavizando seu sabor amargo), de dores musculares, reumáticas, menstruais, ciáticas e de fibromialgia.

Tem um efeito semelhante à aspirina em casos de febre e não causa rejeição estomacal.

É também um sedativo natural, pois seu chá dá sono.

Também pode ser utilizado para tratar verrugas, calos, feridas, queimaduras, infecções de pele, inflamações na garganta e infecções bucais.

Cúrcuma

cúrcuma

A cúrcuma possui propriedades antioxidantes, antiartríticas, antivirais, anti-tumorais, anti-inflamatórias, antifúngicas e antibacterianas, podendo combater diversas doenças como Alzheimer, diabetes, artrites, e alergias.

Unha-de-gato

unha-de-gato
Fonte da imagem: Dicas de saúde

A unha-de-gato é um descongestionante, bactericida, antimutagênico e citostático útil nos tratamentos de tumores cancerígenos. É também um anti-inflamatório eficaz para tecidos e terminações nervosas.

É um desintoxicante renal e intestinal, é um bom remédio para diverticulites, colites, hemorroidas, fístulas, gastrites, úlceras, parasitoses, desequilíbrios da flora intestinal e doença de Crohn.

Inibe a coagulação e estimula o sistema imunológico, além de aliviar alergias químicas e de polem, bronquites e asma.

Porém preste atenção, as unhas-de-gato medicinais são de duas espécies: Uncaria tumentosa e Uncaria guianensis, não confunda com a planta ornamental Ficus pumila, que também se chama unha-de-gato, pois é tóxica.

Boswellia

boswellia

Essa planta pode ser utilizada como anti-inflamatório em casos de artrite reumatoide, doença de Crohn, asma, alergias, inchaço das articulações, rigidez matinal nos idosos, inibição de células cancerosas e colite ulcerativa.


Fontes: Bullet Proof, Healthline

Ajudam a aromatizar os alimentos e a diminuir o consumo do sal, mas os benefícios das ervas são bem maiores e mais vastos. 

São pequenas e poderosas, verdes e amigas da saúde. As ervas aromáticas são mais do que temperos ou substitutos do sal. São aliadas ao bom funcionamento do organismo e autênticos escudos de proteção contra as mais variadas doenças.

Alecrim – A sua ação antisséptica e anti-inflamatória ajuda a reduzir a pressão arterial e a preservar o fígado. De aroma suave e comum em chás, o alecrim ajuda ainda a combater a depressão e a reduzir os sintomas pré-menstruais.
Manjericão – Presente nas mais tradicionais pastas italianas, o manjericão tem um alto poder anti-inflamatório e antioxidante.
Salsa – Esta é uma das ervas aromáticas mais comuns na culinária portuguesa e talvez das mais poderosas também. Além de ajudar na menstruação, diz a publicação, a salsa é também boa para cuidar de problemas urinários e renais. E ainda ajuda a branquear os dentes.
Tomilho – Anti-envelhecimento e aliado no combate a problemas respiratórios.
Hortelã – Seja em refeições salgadas ou doces, a hortelã possui uma ação analgésica, estimulante, aromatizante, antioxidante e ajuda ainda a aliviar problemas digestivos.
Oregão – Esta é a erva que mais e melhor combate as bactérias inimigas do organismo. E ainda uma das mais versáteis para uso culinário.
Camomila – Calmante, antidiarreica, analgésica, antialérgica, anti-inflamatória, sedativa e diurética, diz a Exame.
Erva-príncipe – Esta é uma das mais poderosas a nível antibacteriano e antidepressivo.
Chagas – Reforça o sistema imunológico e possui ainda poderes digestivos e antibacterianos.
Sálvia – Diz a Exame que esta erva é digestiva, diurética, hipoglicémica, antisséptica e antioxidante.

A maioria das evidências clínicas sugere que a erva de São João (ESJ) (Hypericumperforatum) é um incrível tratamento à base de ervas para a depressão, tendo até o endosso da Cochrane Collaboration, agência conservadora que a classifica como “eficaz”.

Porém, tem surgido questionamento sobre interações com uma variedade de drogas farmacêuticas.
Será que isto tem fundamento?

As interações de drogas descritas ou especuladas na literatura com a erva de São João (ESJ) incluem as interações metabólicas (ou farmacocinéticas), nas quais o ingerir ESJ diminui o nível sanguíneo (e a eficácia) de uma variedade de drogas, como:

  • a droga anticancerígena irinotecano;
  • o antidepressivo amitriptilina;
  • os anticoagulantes fenprocoumon e varfarina;
  • o anti-histamínico fexofenadina;
  • os sedativos alprazolam e midazolam;
  • os inibidores de protease;
  • ciclosporina;
  • digoxina;
  • as drogas estatinas;
  • metadona;
  • vários anticoncepcionais orais.

Estas interações metabólicas clinicamente documentadas ocorrem pelo fato da ESJ acelerar o metabolismo da droga, resultando em menor concentração sanguínea e eficácia comprometida do remédio. Isso é causado pela substância fitoquímica na erva, chamada hiperforina

Resumindo

Pensou-se então que preparações que fossem baixas em hiperforina – ou a retirada desse principio ativo – afetaria o efeito antidepressivo natural da erva. Vários estudos subsequentes mostraram que os extratos de ESJ baixos em hiperforina não interagiram com drogas chave, como a ciclosporina, a digoxina e a pílula anticoncepcional oral, mas mantiveram o seu efeito terapêutico, e ainda superiores ao placebo, o equivalente a fluoxetina no tratamento leve a moderado da depressão.

Ainda há debate considerável sobre a relevância de hiperforina aos efeitos antidepressivos da ESJ, e a maneira mais correta de evitar interações metabólicas de drogas com a ESJ é usar uma forma líquida tradicional, como uma tintura, que não contêm nenhuma hiperforina.

Referência bibliográficas:

  • British Medical Journal, 1996;313
  • Nutr J, 2010 Oct7; 9(1): 42
  • Planta Médica 50:272
  • Weiner”s Herbal. Weiner , M. 1990

Fonte: http://www.drrondo.com/erva-de-sao-joao/

É um aliado da inteligência; amplia a capacidade intelectual, elimina a confusão mental e a fadiga; mantém a concentração e uma memória sagaz.

A

A “Erva da Coragem” restitui a segurança, confiança; evita a melancolia, o desânimo e renova energias perdidas; levanta a autoestima, traz felicidade, sensação de tranquilidade e segurança; é calmante nas ansiedades e atua como indutor do sono; evita o stress emocional, é antidepressivo e trata enxaquecas.

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Para a beleza: livra o corpo de toxinas, expele gorduras acumuladas, elimina celulite, dá elasticidade à pele, fortalece os cabelos e unhas, age na pele (evitando manchas), dando aspecto de viço e saúde.

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Ferver a erva, aromatiza o ambiente, estimula os sentidos e revigora o corpo. Despejar delicadamente uma xícara de chá morno sem açúcar sob a cabeça leva ao relaxamento, permitindo um sentimento de bem-estar e energia.

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Alivia dores estomacais, limpa e desintoxica o fígado e a vesícula, atua no sistema renal, pois tem um efeito diurético e age como afrodisíaco.

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Age como um bálsamo, combatendo tosses, bronquites, febres, sinusites; alivia as cólicas menstruais e ajuda a limpar o útero; trata reumatismo, artrite e artrose.

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Como preparar o chá:

Em uma xícara de  água fervendo, coloque uma colher de chá de Alecrim. Tampe, espere cinco minutos, coe e está pronto para tomar.  (Pode tomar até quatro xícaras de chá ao dia).

A

Observação: não é recomendado para com mulheres grávidas e pessoas com pressão alta, por sua forte atuação.

Ester de Susan

Fonte: BOTÃNICA OCULTA E MEDICINAL

 

Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria.

Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:

Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas.

É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros.

Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.

A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia – no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.

O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!

Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum – que simplesmente suicidam.

O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes.

Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.

Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais.

Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.

O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes.

Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.

A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos).

Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal.

Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.

No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.

Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu.

A doutora ressalta: “É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer.”

Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico.

Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.

Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose.

O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.

O artigo original pode ser conferido aqui.

Fonte: http://www.folhadelimoeiro.com/2015/04/uma-planta-muito-simples-consegue-matar.html?m=1

Há indícios de que ela era recomendada por Aristóteles como curativo aos soldados de Alexandre, o Grande.

Marco Polo também a descreveu como o remédio preferido da corte chinesa contra dor de barriga.

A Aloe vera, também conhecida no Brasil como babosa, é uma suculenta planta empregada há mais de 5 mil anos para fins medicinais.

Tida como a “planta da imortalidade” no Antigo Egito, ela é famosa pelas propriedades analgésicas, regenerativas e antioxidantes, além de ser altamente nutritiva: a polpa das folhas, mesmo com 95% de água, é rica em vitaminas e minerais e contém 20 dos 22 aminoácidos existentes.

Apesar de ser um ingrediente importante de loções dermatológicas, cosméticos e produtos de higiene, a babosa não é unanimidade.

Em 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, importação e comercialização de bebidas e alimentos à base da planta, alegando que não há provas de que a sua ingestão seja segura.

A medida visa proteger a população de transtornos a longo prazo.

Além do risco de câncer, ainda pouco estudado, é sabido que essa salada pode dar um piriri daqueles…

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2016/10/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-babosa-planta-da-imortalidade.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

O ALECRIM é uma planta excepcionalmente saudável, que tem sido usada na medicina natural por séculos.

É a cura da natureza para muitas doenças, mas especialmente para aqueles que têm problemas de memória.

A tradição popular na Grécia é colocar um raminho de alecrim em seu cabelo durante os provas e concursos.

Uma possível explicação para esta tradição é que muitos estudos têm mostrado que o alecrim contém ácido carnósico, um ingrediente que combate os elementos tóxicos que poluem o cérebro.

O alecrim contém ingredientes naturais que alimentam o cérebro com proteínas, o que afeta positivamente o seu funcionamento, ou seja, estimula o cérebro para pensar e tomar decisões mais rapidamente.

Através de estudos, verificou-se que o alecrim pode mesmo regenerar células danificadas do DNA.

Uma investigação realizada por pesquisadores da Universidade Northumbria, envolveu um grupo de pessoas que receberam o óleo essencial de alecrim para respirar em uma base diária.

Os resultados mostraram que o alecrim teve um efeito excepcional. A melhoria na capacidade de lembrar foi de 60 a 75% no grupo de voluntários.

De acordo com a investigação, a nossa memória é o resultado de sinapses químicas que são responsáveis ​​pelo processo.

De acordo com os pesquisadores, alguns compostos do óleo de alecrim podem ser responsáveis por mudanças no desempenho da memória.

Um deles é chamado de 1,8 cineol. Além de ter um cheiro muito bom (para quem gosta deste tipo de cheiro) ele pode agir da mesma forma que os remédios permitidos para tratar demência, causando um aumento em um neurotransmissor chamado acetilcolina.

Esses compostos fazem isso ao evitar a quebra do neurotransmissor por uma enzima. E isso é muito plausível, pois a inalação é uma das melhores formas de levar drogas para o cérebro.

Quando você consome um remédio via oral, ele pode ser quebrado durante a digestão. Mas a inalação de pequenas moléculas pode passar para a corrente sanguínea e, dali, para o cérebro sem ser quebrado no sistema digestivo.

E para além da memória, o alecrim também é benéfico na luta contra alterações de humor, estresse e confusão mental. Quanto mais cineol absorvido, mais resultados positivos serão alcançados.

 Namastê!  

Nina Greguer

Fonte:bbc

 

Seu nome científico é Taraxacum officinale.

Mas a maioria a conhece por “dente-de-leão”.

O dente-de-leão é uma planta muito poderosa.

Ela é desintoxicante e depurativa, sendo indicada para prevenir e tratar arteriosclerose, artrose, cálculos biliares, celulite, cirrose, cistite, colesterol, diabetes, distúrbios menstruais, problemas no fígado, hepatite, gastrite, obesidade, prisão de ventre (laxante suave), vesícula e vitiligo.

Você pode comê-la crua em saladas (folhas e flores).

Ou fazer o chá da planta.

Até a ciência já despertou para o poder do dente-de-leão.

Pesquisa do Departamento de Química e Bioquímica da da Universidade de Windsor, no Canadá, descobriu que a raiz desta planta medicinal mata células cancerosas, sem quaisquer outros efeitos nocivos sobre as células normais do corpo.

O bioquímico Siyaram Pandey, da equipe de pesquisadores que realizaram a pesquisa, disse que resolveu fazer a investigação após uma sugestão de uma oncologista da Windsor, dra. Caroline Hamm, que havia notado que alguns pacientes com câncer que tinham bebido o chá de dente-de-leão pareciam estar ficando melhor.

Siyaram Pandey era inicialmente cético.

“A dra. Caroline disse que poderia ser coincidência, mas que deveríamos investigar para ver se havia alguma relação.”

Então Pandey mergulhou na pesquisa, trabalhando em amostras de sangue da leucemia  e o extrato da raiz da planta.

Ele e a dra. Caroline foram surpreendidos ao constatar que as células de leucemia foram forçadas à apoptose, isto é, ao suicídio celular.

O mais incrível para eles foi o fato de que as células não cancerosas foram totalmente preservadas.

Em outras palavras, o extrato de raiz da raiz da planta destruía apenas as células cancerosas, preservando as saudáveis.

Como fazer o chá

INGREDIENTES

2 colheres (sopa) da planta (de preferência a raiz)

1 litro de água

MODO DE PREPARO

Coloque a erva e a água para cozinhar.

Quando a água atingir o ponto de fervura, tampe a panela e abafe por cerca de 15 minutos.

Depois disso, coe e tome a primeira a xícara.

Tome mais duas xícara durante o dia, em um intervalo de seis horas entre cada uma.

Faça o tratamento por 15 dias, pare durante uma semana e tome por mais 15 dias.

Esta bebida é especialmente eficaz para tratar gordura no fígado, vitiligo, colesterol, gastrite, prisão de ventre e problemas de vesícula.

O chá de dente-de-leão, porém, é contraindicado durante a gravidez.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/11/2016/e-dente-de-leao-parece-uma-erva-daninha-mas-faz-milagres-saiba-quais

O plexo solar é uma completa rede de neurônios, que está localizado embaixo do diafragma, na cavidade abdominal.

É um grande ponto de energia, onde o poderoso Alecrim atua de forma milagrosa, abrindo o  Chakra do Plexo Solar e captando a energia para o corpo.

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O Alecrim é um grande aliado da inteligência. Ele amplia a capacidade intelectual, aprimora nossas habilidades para receber luz,  aumentando assim a capacidade de fortalecer a glândula pineal.

Desta forma você pode se apropriar da sua capacidade intelectual.

O Alecrim ainda elimina a confusão mental e a fadiga, mantendo a concentração e uma memória sagaz.

A beleza busca no Alecrim verdadeiras poções:  Limpa os órgãos, livra o corpo de toxinas, expele gorduras acumuladas, elimina celulite, dá elasticidade à pele, fortalece os cabelos e unhas, age na pele (evitando manchas), traz ao corpo e cabelos uma aparência leve, dando aspecto de viço e saúde.

A felicidade é algo que todos procuram. O Alecrim é conhecido como a erva da coragem e a sua excelente captação de luz, faz com que o ser humano sinta-se seguro, confiante, evitando a melancolia e o desânimo. Ele restitui nossas energias perdidas e levanta a autoestima.

O Alecrim causa uma sensação de grande bem-estar,  sentimento de felicidade e um estado de tranquilidade e segurança. Ele abre um canal de conexão espiritual e leveza para o ser.

O  Alecrim  aromatiza o ambiente, estimula os sentidos e o corpo se sente revigorado. Um banho de infusão leva ao relaxamento, permitindo ao corpo e a mente um sentimento de bem-estar, energia e sensibilidade.

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Os Gregos foram sempre uma cultura muito adiantada. Eles faziam do Alecrim, sua completa medicação.

Hipócrates, o pai da medicina, usava a erva macerada em ferimentos. Em grandes vasilhas era fervido para matar doenças no ar (vírus); seu óleo era usado para as tristezas da época (passavam na testa, nos pulsos, pois aliviava a depressão).

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O Alecrim realmente é uma erva abençoada. A sua difusão é tão grande que vários povos antigos e atuais continuam a usá-la por seu poder curativo, que ativa a mente e ilumina o espírito.

A atuação do Alecrim em seu corpo é imensa: Alivia com rapidez, dores estomacais; limpa e desintoxica o fígado e a vesícula; atua no sistema renal, pois tem um efeito diurético benéfico; um maravilhoso calmante nas ansiedades e atua como indutor do sono; produz energia no corpo, pois filtra toda a energia solar para o organismo; evita o stress emocional; é antidepressivo.

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No sistema respiratório, o Alecrim age como um bálsamo Divino, combatendo tosses, bronquites, febres intermitentes e  febre tifóide.

As mulheres têm no Alecrim, um grande aliado, pois alivias as cólicas menstruais e ajuda a limpar o útero.

O óleo de Alecrim pode ser usado como aromaterapia para: reumatismo, artrite, tosse, sinusite, bronquite, enxaqueca, déficit de memória e cansaço.

O Alecrim sempre foi muito usado por sua força natural para combater o marasmo amoroso, pois ele age como excelente afrodisíaco. A cautela do Alecrim é para com mulheres grávidas e pessoas com pressão alta.

Para combater demônios e manter o equilíbrio familiar, coloque pequenos ramos debaixo dos travesseiros, encha um coração com Alecrim seco, costure um ótimo decorativo para o espelho do carro, ou faça como desejar.

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 A natureza clama por poder participar de nossas curas.  A ela foi dada as propriedades que não podem ser criadas em laboratórios.

Podemos estender a mão e cultivar ervas que possuem imenso poder de cura, lembrando sempre que não somos seres fragmentados;

Porém, a cura do corpo, da mente e do espírito… esta complexidade imensa – somente plantas e ervas possuem.

A MÁGICA HISTÓRIA DO ALECRIM

Existem ervas que são milenares, mas uma em especial tem sua história no começo de tudo: ela estava no jardim do Éden. Vamos entender a história desta que é uma erva milagrosa, curativa e que recebeu o poder de expulsar demônios.

O Alecrim do jardim do Grande Criador: Quando o Criador fez o Jardim do Éden, também criou todos os tipos de flores, plantas, ervas e toda a vegetação.

 

Toda vez a que Criador vinha visitar Adão e Eva, as flores se abriam e formavam um caminho de pétalas, para ELE passar. O Alecrim não tinha flores, mas ficava com suas pequenas folhas pontiagudas em guarda e exalava um doce aroma para DEUS.

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O CRIADOR observava que o Alecrim era como um general, sempre a postos, como uma armadura de agulhas, prontas para defendê-lo.

O CRIADOR também percebeu que o Alecrim o reverenciava com seus longos galhos e seu doce aroma. Observando tamanha fidelidade do Alecrim a Ele, presenteou-o com as mais belas flores e suas  folhas receberam uma variedade de tons de verde e prata.

E assim, o CRIADOR, com toda a sua autoridade, conferiu ao ALECRIM,  o poder de curar doenças e repelir demônios.

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Com grande carinho,

Ester de Susan

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Fontes Pesquisadas:

BOTÂNICA OCULTA E MEDICINAL  –  NINA GREGUER

curavegetal.blogspot.com/2012/05/o-alecrim-e-suas-propriedades-curativas.html

(Natural News medicine) – A cultura dos povos nativos peles vermelhas norte americana é algo que muitas pessoas têm em alta conta.

Suas técnicas tradicionais e remédios naturais são realmente algo para se maravilhar.

Cada tribo nativa dos peles vermelhas norte americanos, como os Cherokes  tem sua própria abordagem única.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Essas incríveis plantas são usadas pelos povos nativos norte americanos para curar doenças

Os Cherokees, uma tribo indígena ao sudeste dos Estados Unidos, acredita que o “Criador” lhes deu o dom de serem capazes de conhecer, compreender e preservar as ervas medicinais.

Um número de ervas e plantas diferentes podem ser usados como tratamendo medicinal para várias doenças, como sempre foi desde o início dos tempos.

Aqui estão nove plantas que a nação pele vermelha Cherokee tem usado ao longo de séculos para curar uma variedade de diferentes sintomas:

gengibre-selvagem1. Big Stretch (gengibre selvagem)

Chá suave feito a partir da planta de gengibre selvagem é conhecido por ajudar a estimular o processo de digestão. Os peles vermelhas Cherokees acreditavam que também poderia tratar de problemas de estômago, cólicas e até gases intestinais. Outra tribo nativa americana, conhecida como The Meskwaki, usou caules de gengibre selvagem pulverizado para tratar infecções de ouvido.

Buck-Brush-flor-beija-flor2. Hummingbird Blossom (Flor do Beija Flor)

A flor do Colibri é usada para tratar uma grande variedade de condições. Tradicionalmente, era usada como um diurético para estimular a função renal, mas também é usada para tratar tonsilas inflamadas ou linfonodos e outras questões orais, bem como sangramento menstrual. Pesquisas modernas de laboratório indicaram que a flor do beija-flor é ótima para o tratamento de bloqueios linfáticos e hipertensão.

wild_mint_02-hortelã-selvagem3. Wild Mint (Hortelã selvagem)

A hortelã permanece popular hoje como um saboroso chá de ervas que também é um antioxidante. Os Cherokees usam a hortelã para ajudar com a digestão, e também as folhas moídas para criar pomadas ou para uso em compressas frias. A hortelã também pode ser adicionada a banhos para ajudar a aliviar a pele com coceira.

blackberry-amora-negra4. Blackberry (Amora negra)

Estas bagas são carregados com antioxidantes e nutrientes que ajudam a apoiar a boa saúde. Além das bagas deliciosas, um chá também pode ser feito a partir da raiz da planta, que é dito para ajudar a diminuir o inchaço nas articulações e tecidos corporais. Mastigar as folhas da planta de amora-preta também é conhecido para ajudar a aliviar sangramento nas gengivas.

220px-Typha_latifolia_cattail5. Cattail 

Cattails é considerada como uma grande planta para medicina preventiva e, salvo as cabeças de sementes e folhas maduras, é digerido facilmente. Cattails fervidos e triturados foram frequentemente utilizados para criar uma pasta para tratar queimaduras e outras feridas. As sementes, ou a lanugem das flores da semente, também foi usado para ajudar a prevenir irritações da pele para bebês.

sumagre6. Sumagreen (Sumagre)

Sumagreen é conhecida como tendo muitos usos diferentes. A casca, por exemplo, pode ser transformada em uma decocção suave para ajudar a aliviar a diarréia. Chá feito de folhas de Sumagreen também é conhecido por ajudar a reduzir febres. Existem muitos tipos de Sumagreira, por isso é preciso ter cuidado para não escolher nenhuma espécie venenosa.

wild-rose7. Wild Rose (Rosa selvagem)

Chá feito a partir de roseiras selvagens tradicionalmente foi utilizado para estimular a função renal e função da bexiga. Uma infusão com as pétalas de rosa também pode ser usado para ajudar a aliviar dores de garganta; as pétalas também podem ser usadas para fazer um compota saborosa. As raízes da planta rosa selvagem também pode ser feita em uma decocção suave para diarréia.

Verbascum_nigrum_028. Mullein (verbascum)

De acordo com os índios Cherokees, esta erva pode ser usada para ajudar a tratar asma e limpar o congestionamento no peito. Inalar a fumaça das folhas e raízes em chamas é usado para realmente ajudar a abrir as vias aéreas e acalmar os pulmões. Decocções feitas de mullein pode ser usadas para escalda pés para aliviar a dor e inflamação. Flores da planta mullein também são usadas para fazer um chá com um efeito sedativo suave.

yarrow-079. Yarrow (Achillea millefolium)

As folhas esmagadas desta planta bem conhecida foram usadas tradicionalmente para estimular a coagulação do sangue. As folhas esmagadas foram aplicadas topicamente a feridas para ajudar a parar o sangramento. O suco de Yarrow, misturado com água fresca, também é usado para ajudar a parar o sangramento intestinal. O Chá feito de folhas de yarrow é conhecido por melhorar a digestão e ajudar com problemas renais e vesícula biliar.

Fitoterapia é verdadeiramente a medicina da natureza, e há muito mais que temos para aprender sobre ela, especialmente a partir de outras culturas nativas. Manter-se informado sobre as estratégias naturais para prevenir a doença em Prevention.news .

Fontes: OrganicAndHealthy.org – OffTheGridNews.com

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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