Sempre que se pensa em comer fora e algo saudável, vem à cabeça o sushi… E se você deseja uma refeição rápida, lembra dos sushis de praça de alimentação, que estão prontos para consumo.

Se você optar pelos sushis fritos, certamente já tem ciência que nem todo componente do menu do seu restaurante favorito é realmente saudável.

Mesmo os amantes de sushi mais conscientes podem ser surpreendidos pela presença de ingredientes potencialmente perigosos nas suas escolhas aparentemente super saudáveis.

Ingredientes ocultos no seu sushi

Segundo uma avaliação do NaturallySavvy, pode-se ver como estamos sujeitos a ingredientes suspeitos nesse tipo de alimentação. Confira:

1. Alga marinha

A alga marinha é uma excelente fonte de iodo, vitaminas e minerais, desde que provenha de águas limpas e não poluídas. Mas a salada de algas vendida em muitos restaurantes de sushi vem pré-fabricada a granel de empresas de distribuição e pode conter:

  • Xarope de milho rico em frutose
  • Óleo vegetal
  • Proteína hidrolisada (que contém glutamato monossódico ou MSG)
  • Corante artificial, como amarelo e azul
  • Ingredientes transgênicos

A dica de segurança para saber se a sua salada de sushi contém alguns destes ingredientes é uma coloração verde brilhante artificial. Nestes casos, ela não é indicada.

2. Gengibre

O Gengibre é fantástico em termos de benefícios para a saúde, mas esse produto em conserva, como é usado em alguns lugares, pode conter aditivos como:

  • Glutamato monossódico
  • Aspartame
  • Sorbato de potássio (um conservante)
  • Corante artificial vermelho. Se o gengibre parecer rosado, evite. Ele pode conter esse tipo de corante, que está ligado à hiperatividade em crianças.

3. Wasabi

Normalmente, o wasabi que você ingere é um composto de raiz forte, mostarda chinesa em pó e corante verde, o que não passa de uma imitação do wasabi verdadeiro, que é muito difícil de se encontrar. Para se ter uma ideia, só 5% dos restaurantes no Japão utilizam esse produto original

Quando se usa essa pasta com corante, certamente ela apresenta sabores e cores artificiais, além do risco de componentes transgênicos. Uma boa alternativa ao wasabi verdadeiro é um composto com raiz forte, espirulina e açafrão.

4. Sementes de gergelim

Até as sementes de gergelim podem conter ingredientes escondidos! Felizmente, a maioria dos restaurantes de sushi usam sementes de gergelim torradas em seus pratos. Porém, existem algumas sementes saborizadas, que no caso podem conter corantes e adoçantes artificiais como sucralose

5. Molho de Soja

O molho de soja servido ao lado de seu sushi provavelmente também contém aditivos que é melhor evitar, como:

  • Proteína de soja hidrolisada (MSG)
  • Ingredientes GM (soja e milho)
  • Xarope de milho
  • Sorbato de potássio (conservante)
  • Cor do caramelo (alguns tipos dos quais podem formar subprodutos potencialmente cancerígenos).

6. Arroz

O arroz usado nos sushis com sabor mais adocicado também pode conter ingredientes ocultos. Uma pesquisa revelou que ele pode conter:

  • Xarope de milho rico em frutose
  • Aspartame

7. Imitação de Carne de Caranguejo

A carne de caranguejo de imitação também pode conter aditivos incluindo:

  • Glutamato monossódico
  • Sabor artificial

8. Ovas de Peixe (Caviar Temperado)

As ovas de peixe de cor alaranjada, frequentemente servidos com pratos de sushi, também podem conter aditivos como:

  • Glutamato monossódico
  • Xarope de milho rico em frutose
  • Cor artificial amarela

Peixes selvagens x Peixe de cativeiro

Tenha consciência que há uma grande diferença entre peixes de criação e peixes selvagens. As pisciculturas nada mais são do que as versões aquáticas de confinamento de animais, como ocorre com o frango, porco e gado (apesar de no Brasil 80% da carne ser de animais a pasto).

O confinamento traz uma redução da concentração do ômega 3 (anti-inflamatório) com o aumento do ômega 6 (pró inflamatório), pelo uso de rações transgênicas de milho e soja.

Você ainda pode desfrutar do sushi que você ama?

Se você gosta de sushi, e quer desfrutar sem acrescentar riscos desnecessários para a saúde, procure consumir peixes selvagens, de águas profundas, assim evitando maior risco de contaminação de metais tóxicos, como o mercúrio.

Dê preferencia ao salmão selvagem.

Vamos para a realidade, e aí fica uma dica que certamente vai lhe tirar o peso da consciência:

Sempre que consumir peixe, lembre-se de tomar comprimidos de clorela, que é um quelante potente do mercúrio, evitando a sua absorção.

Procure sempre por um restaurante de qualidade superior, consumindo peixes de melhor origem e evitando assim sucumbir à armadilha de alimentos processados.

Bom apetite!

Referências bibliograficas:

  • Annals of Internal Medicine 2 April 2013;158(7):515-525
  • Medical News Today April 2, 2013
  • NaturallySavvy.com September 19, 2013
  • Oceana February 21, 2013
  • Biology Letters April 21, 2010
  • Nutrition Week, January 19, 2004;34(2):7
  • British Journal of Nutrition, 1997;78
  • Am J Clin Nutr, 2011 Aug 17

Fonte: http://www.drrondo.com/

Pelas aberrações de interpretação do que a ciência mostrava a cerca de 60 anos atrás, por precaução a comunidade médica convencional começou a evitar todos os tipos possíveis de gorduras saturadas. Alguns exemplos com certeza você conhece: ovo, manteiga, carne vermelha, banha de porco e óleo de coco.

No caso do ovo, a orientação é que só se deveria comer a parte branca – ou seja, a clara – desprezando a gema, pois esta era considerada lesiva por elevar o colesterol, algo perigoso.

A ignorância era tanta que acreditava-se no fato de um possível aumento de risco de doença cardíaca pela elevação do colesterol, aumentando também o diabetes. É claro, tudo isso pressupondo-se que a gordura saturada era ruim.

Fugia-se das gorduras e por isso a gema era retirada da dieta.

Na verdade, 30% da gordura de um ovo é composta de gordura saturada benéfica, enquanto o restante são gorduras monoinsaturadas e gorduras poliinsaturadas, igualmente benéficas para a saúde.

Entenda porque o ovo é bom para você:

– Vitaminas lipossolúveis

Pode-se considerar o ovo um alimento quase perfeito, riquíssimo em nutrientes. A gema é sem dúvida a parte mais saudável, pois contém vitaminas A, D, E, K e B12, gorduras ômega-3, antioxidantes, folato e colina – muito mais do que a clara. Essas vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K ) precisam de gordura para que se aproveite todo o seu valor nutricional, e não é à toa que elas estão na gema dos ovos.

– Carotenoide

Contém boa quantidade de carotenoides, especialmente luteína e zeaxantina, responsáveis pela coloração amarelada da gema. Eles são importantes para a saúde ocular e inibição de inflamação.

– Biotina (vitamina B7)

Uma vitamina do complexo B hidrossolúvel, que auxilia no metabolismo da glicose e ácidos graxos e é particularmente importante durante a gravidez. Deve-se fazer atenção, pois a clara de ovo contém uma proteína chamada Avidina que bloqueia a absorção de biotina. Como essa vitamina é fundamental na gestação, sua deficiência pode levar a gestante a episódios de convulsão.
A clara do ovo é composta em grande parte de proteínas, também com alto valor nutricional. Portanto, deve-se consumir o ovo inteiro, pois gema e clara se completam em termos nutricionais.

– Colina

Com a ingesta de um único ovo se absorve 35 % de colina diária que uma gestante precisa. Sua deficiência, que é frequente no caso das mulheres grávidas, está associada a um aumento do número de defeitos congênitos, lesão hepática e dano muscular.

Ovos podem causar diabetes e doença cardiovascular?

Um estudo controlado randomizado de três meses de duração, conhecido como DIABEGG , usou uma dieta com dois ovos por dia durante seis dias da semanas num grupo de pessoas, comparando-se com outro grupo que ingeriu só 2 ovos por semana.

Concluiu-se que ingerir 12 ovos por semana apresentou mais saciedade e menos fome após o café da manhã, havendo melhora do perfil lipídico, com aumento do HDL colesterol entre pessoas obesas ou com sobrepeso com diabetes tipo 2.

Qual tipo de ovo consumir?

Consuma de preferência ovos de galinhas criadas soltas, pastoreando ao ar livre, pois só assim podem ser consideradas orgânicas, alimentando-se sem o acúmulo de pesticidas dos grãos. É fácil descobrir as diferenças:

1 – Ovos com gema laranja brilhante são de galinhas criadas ao ar livre pastoreando, e ovos com gema amarelo claro são de galinhas criadas presas em granjas e que não se alimentam de forma natural (forragem, sementes, insetos, plantas verdes e minhocas).

2 – Ovos de galinha orgânica são superiores em nutrientes, cerca de:

  • 2 a 3 vezes mais vitamina A;
  • 2 vezes mais ômega 3;
  • 3 vezes mais vitamina E;
  • 7 vezes mais beta caroteno;
  • não recebem antibióticos;
  • não são expostos a pesticidas, fungicidas, herbicidas ou fertilizantes sintéticos;
  • não se alimentam de milho e soja.

Qual a melhor forma de consumir ovos?

1ª escolha – pochê ou cozido mole

2ª escolha – frito: nestes casos há redução de 50% dos antioxidantes, pois a gema se oxida pela alta temperatura e pelo contato do ferro presente na clara, o que contribui para inflamação crônica do seu corpo.

3ª escolha – mexido: é o pior deles, já que a oxidação é muito maior. O colesterol foi demonizado desde a década de 50, quando o pesquisador Ancel Keys apresentou um estudo falho (clique aqui para ler um post especial sobre este assunto).

Na verdade, o colesterol tem muitos benefícios:

  • tem papel importante na regulação das proteínas, nos processos envolvendo a sinalização celular;
  • papel fundamental nas membranas celulares;
  • permite a interação entre trilhões de células;
  • precursor dos ácidos biliares – com pouco colesterol, o seu sistema digestivo fica comprometido;
  • essencial para o cérebro, que contém cerca de 25% do colesterol do seu corpo;
  • crítico para a conexão entre neurônios, o que permite pensar, aprender e ter memória.

Agora, vá logo colocar os ovos na sua alimentação. E lembre-se: coma-os inteiros para alcançar uma Supersaúde!

Referências bibliográficas:

  • J Food Compost Anal. 2004 December;17(6):767-776
  • Time October 25, 2016
  • Am J ClinNutr. 2015 April; 101(4):705-13
  • The Journal of Nutrition February 2008, vol. 138 no. 2 272-276
  • The American Journal of Clinical Nutrition April 2015

Fonte: www.drrondo.com

(via: Shutterstock)

Sabe aqueles tomates danificados, que geralmente são descartados pois são considerados impróprios para venda? Uma equipe de cientistas está explorando para que estes tomates sejam transformados em uma fonte de eletricidade.

O projeto piloto envolve uma célula a base de combustível biológico que utiliza resíduos de tomate que sobraram das colheitas na Flórida, nos Estados Unidos.

Aproximadamente 400.000 toneladas desse rejeito vai para aterros sanitários todo ano, liberando metano, um gás de efeito estufa perigoso.

Percebendo este grande problema, um grupo de pesquisadores da Escola de Minas e Tecnologia de Dakota do Sul desenvolveu uma célula de combustível microbial especial para transformar os resíduos em eletricidade.

Graças à ação oxidante das bactérias aeróbicas, é possível processar os resíduos de tomate e gerar uma corrente elétrica.

O pigmento de licopeno no tomate, segundo os pesquisadores, é um excelente mediador para incentivar a geração de cargas elétricas. O processo também neutraliza os resíduos, impedindo que eles emitam gases de efeito estufa, vilões do aquecimento global.

Pelos cálculos dos pesquisadores, as tais 400.000 toneladas de resíduos de tomate desperdiçados na Flórida poderiam gerar energia suficiente para abastecer a Disney World por 90 dias.

Neste momento de testes em pequena escala, porém, os resultados são bem mais módicos – cerca 0,3 watts de eletricidade por 10 miligramas de produto. A ideia é aperfeiçoar o processo para aumentar a escala.

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As diversas opções de azeite de oliva existentes no mercado podem deixar o consumidor confuso na hora da escolha. O que poucos sabem, porém, é que o azeite de oliva extra virgem é a melhor opção do produto: além de possuir ótimo aroma e sabor, ele também fornece grandes benefícios à saúde.

Como a matéria prima — a oliva, mais conhecida como azeitona — é a mesma para diversos tipos de azeite, a grande diferença entre essas opções está no processo de obtenção do azeite extra virgemde qualidade. Afinal, são vários os procedimentos pelos quais o azeite de oliva passa até se tornar um azeite extra virgem, e isso está diretamente ligado à sua qualidade.

O azeite extra virgem possui diversos benefícios que contribuem para a saúde. No post de hoje, você vai conferir alguns deles e entender como utilizar o azeite de oliva extra virgem na alimentação.

1. Combate o colesterol ruim

Esse tipo de azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, que são benéficas à saúde do organismo: elas atuam na redução do colesterol ruim (LDL) e contribuem para melhorar a circulação do colesterol bom no organismo (HDL). As gorduras monoinsaturadas ainda possuem efeito anti-inflamatório, podendo evitar doenças no cérebro.

O azeite de oliva extra virgem também é fonte de vitamina E, um potente antioxidante que inibe a síntese do colesterol LDL. Isso evita a oxidação celular e contribui para a sobrevida de células saudáveis no organismo.

2. Impede o depósito de gordura abdominal

Quando consumida na quantidade certa, a gordura monoinsaturada presente no azeite de oliva extra virgem auxilia na ação da insulina e na redução da gordura visceral — aquelas gordurinhas conhecidas por se localizarem na região da barriga, que produzem substâncias que dificultam a ação da insulina.

Além disso, os polifenóis presentes no azeite se acumulam no plasma sanguíneo, impedindo que os radicais livres oxidem o colesterol e ele se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos.

3. Previne o câncer

O azeite de oliva extra virgem é um alimento rico em ômega 3, um tipo de gordura benéfica ao organismo. Essa substância é capaz de auxiliar na prevenção contra o câncer e reduzir a taxa de crescimento de células cancerígenas no corpo humano.

O azeite extra virgem é rico em antioxidantes e vitaminas, que também auxiliam na redução do índice de mutação das células e evitam, inclusive, que os radicais livres ataquem o DNA.

4. Faz bem para a pele

Como você viu, o azeite de oliva extra virgem possui, em sua composição, antioxidantes, como as vitaminas A e E, que combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento da pele. Além disso, ele possui propriedades anti-inflamatórias que podem reduzir o aparecimento de rugas.

Por possuir propriedades hidrófilas — ou seja, pode se dissolver em água —, o azeite pode também ser utilizado como um hidratante corporal, ajudando a formar uma camada protetora sobre a pele.

5. É versátil na alimentação

O azeite de oliva extra virgem pode ser combinado com diversos tipos de alimentos, sendo saladas, pães e petiscos os mais comuns. Há quem pense que o azeite só pode ser usado para alimentos salgados, mas ele também pode ser utilizado em preparações doces.

Existem diversas formas de harmonizar o azeite extra virgem em suas preparações alimentícias, pois ele também possui aromas e sabores diferenciados que permitem agregar maior prazer na degustação.

Fonte: http://blog.verdelouroazeites.com.br/

Você é daquelas pessoas que amam chocolate? Está sempre procurando o melhor dos melhores?

Saiba que 99% do chocolate que você encontra nas bombonieres, lojas de conveniência ou cinema e teatro é puro junk.

Veja o que todos os benefícios relatados nas pesquisas recentes são com relação aos chocolates de qualidade: no caso, o chocolate escuro premium, e não o barato e altamente processado, produzido em massa, um junk açucarado que você encontra na maioria dos lugares.

Uma meta-análise de sete estudos pesquisou se havia alguma ligação entre o consumo de chocolates e distúrbios cardiometabólicos, como doença coronariana, acidente vascular cerebral, diabetes e síndrome metabólica. As conclusões foram que os chocolates, especificamente os compostos de cacau cru e não industrializados, reduziram o risco de todos os distúrbios.

Nem todo o chocolate é criado igual

O chocolate de cacau cru é um choque de polifenóis, que são os mais potentes antioxidantes do planeta. Nesse caso, contém cerca de 400 tipos de polifenóis. Infelizmente, é muito amargo e não é doce, mas é o chocolate que tem mais benefícios para saúde.

Já a imensa maioria, que está na forma de chocolates ao leite, contém quantidades mínimas de cacau saudável e excesso de açúcar. Para piorar, o leite adicionado ao chocolate também pode interferir com a capacidade do seu corpo em absorver os antioxidantes benéficos (polifenóis) no chocolate.

E o chocolate branco? Bem, ele nem é um chocolate de verdade, pois não contém nenhum cacau ou chocolate: é um composto de leite pasteurizado e rico em açúcar, sem nenhum fitonutriente.

Verdades sobre o chocolate

  1. Reduz agregação plaquetária, semelhante à aspirina, o que reduz o risco de ataque cardíaco.
  2. Previne doença cardiovascular em diabéticos. Num estudo em que pacientes diabéticos receberam uma bebida rica em cacau de alta concentração de flavanoides durante um mês, houve melhora importante dos vasos sanguíneos.
  3. Protegem seu cérebro após um acidente vascular cerebral, melhorando a resposta celular das células nervosas lesadas, pela presença de um composto de chocolate escuro, chamado epicatequina.
  4. Promove bloqueio temporário das sensações de dor e ansiedade, pela presença de um componente químico natural, a anandamida, que age como um neurotransmissor cerebral.
  5. Riquíssimo em antioxidantes, neutralizadores de radicais livres, que aceleram envelhecimento e causam as principais doenças degenerativas crônicas.
  6. Rico em micronutrientes como potássio, zinco, magnésio e ferro
  7. Promove melhora dos níveis de colesterol, pois a gordura encontrada no chocolate tem efeito positivo nos níveis de colesterol.
  8. Melhora a pressão arterial. Segundo estudo publicado no Journal of the American Association, o chocolate ajuda a promover pressão arterial saudável, por ajudar no relaxamento dos vasos sanguíneos.
  9. Aumenta a energia física e clareza mental pela presença de cafeína e teobromina.
  10. Aumenta produção de óxido nítrico pelo corpo, promovendo relaxamento dos vasos sanguíneos. Isso reduz a pressão arterial, protege o coração e melhora a função sexual.

Analisando o rótulo com atenção

O chocolate escuro é bem amargo por causa de seu nível de cacau – quanto mais cacau, mais amargo ele é – o que é causado pelos flavanoides, como já comentei. No entanto, muitos produtores adoçam o produto para torná-lo mais agradável, então certifique-se do que está sendo usado como adoçante. Veja quais os melhores e os piores:

Tipos de adoçante

  1. Mel: desde que usado com moderação, sem problemas.
  2. Stevia ou LuoHan: são os adoçantes mais saudáveis.
  3. Evite qualquer produto que contenha outros adoçantes artificiais.

Tipo de grão

  1. Dê preferência a grãos de cacau orgânico.
  2. Grãos de cacau geneticamente modificados: evite-os dentro do possível.

Tipo de gordura

  • A gordura do chocolate é a do tipo certo, está contida na manteiga natural de cacau, pois ela retarda a absorção de açúcar, diminuindo o pico de insulina, além de aumentar o HDL colesterol.
  • Outra opção saudável seria o óleo de coco.
  • Evite produtos com óleo de soja (e qualquer outra forma de soja), outros óleos vegetais e gorduras trans.

Certamente, esse é o deleite mais sem culpa que você poderá apreciar!

Referências bibliográficas:

  • Circulation 2009 Mar 17;119(10):1433-41
  • BMJ 2011 Aug26;343:d4488
  • Am J ClinNutrMarch 2012
  • Journal of Nutrition 2008 Sep;138(9):1671-6
  • Am J ClinNutr. 2009 Nov;90(5):1144-50
  • BMJ 2012;344:e3657
  • Am J ClinNutr. 2012 Sep;96(3):584-90
  • Lancet. 1993 Oct 23;342(8878):1007-11.

O acesso a medicamentos está muito facilitado nos dias de hoje. Pagando pouco, podemos comprar remédios para baixar a febre e aliviar dores, dentre eles estão o paracetamol (analgésico) e o ibuprofeno (anti-inflamatório).

O problema é que a facilidade de acesso também acaba causando dependência, sem contar que esses sintomas são naturais do processo de cura do nosso organismo – a febre, por exemplo, é uma reação positiva do sistema imunológico lutando contra micro-organismos causadores de enfermidades.

Outro problema é que o inofensivo ibuprofeno, na verdade, não é tão inofensivo assim, podendo aumentar em 31% o risco de parada cardíaca. Quanto mais você puder evitar a medicação exagerada, principalmente em se tratando de anti-inflamatórios, melhor para sua saúde.

Algumas ervas podem substituir o paracetamol e o ibuprofeno no alívio de dores. Mas é sempre bom lembrar: se persistirem os sintomas, um médico deve ser consultado.

Pimenta

pimenta

O princípio curativo da pimenta é a capsaicina, uma resina oleosa que funciona como um ótimo analgésico, inibindo a liberação do principal neurotransmissor de estímulos de dor, bloqueando-a.

A pimenta aumenta a liberação de endorfinas e também é eficaz na redução de níveis de lipídio no sangue.

Além de ajudar a manter equilibrados os níveis de açúcar, auxilia também na recuperação e reconstituição de tecidos danificados, melhora as funções estomacais e intestinais e ajuda na prevenção de câncer.

Pode ser utilizada para perda de peso e para aliviar a dor de neuropatias diabéticas, da osteoartrite e psoríase.

Gengibre

gengibre

O gengibre tem efeitos anti-inflamatórios superiores ao ibuprofeno, é também um antibiótico natural. Controla náusea e vômito, dor de cabeça, enxaqueca e o sistema digestivo.

Alivia dores de artrite, osteoporose e muscular, e estimula o sistema imunológico.

Ajuda em processos de desintoxicação alimentar, alivia os sintomas de inflamação, combate doenças arteriais coronarianas, protege o cólon contra lesões cancerosas e também evita a formação de úlceras estomacais.

Salgueiro-branco

salgueiro-branco

A casca do salgueiro-branco tem propriedades analgésicas, anti-inflamatórias, antipiréticas, anticoagulantes, calmantes, adstringentes e desintoxicantes.

É usada normalmente para alívio de dores de cabeça (junto com a unha-de-gato e anis-estrelado, suavizando seu sabor amargo), de dores musculares, reumáticas, menstruais, ciáticas e de fibromialgia.

Tem um efeito semelhante à aspirina em casos de febre e não causa rejeição estomacal.

É também um sedativo natural, pois seu chá dá sono.

Também pode ser utilizado para tratar verrugas, calos, feridas, queimaduras, infecções de pele, inflamações na garganta e infecções bucais.

Cúrcuma

cúrcuma

A cúrcuma possui propriedades antioxidantes, antiartríticas, antivirais, anti-tumorais, anti-inflamatórias, antifúngicas e antibacterianas, podendo combater diversas doenças como Alzheimer, diabetes, artrites, e alergias.

Unha-de-gato

unha-de-gato
Fonte da imagem: Dicas de saúde

A unha-de-gato é um descongestionante, bactericida, antimutagênico e citostático útil nos tratamentos de tumores cancerígenos. É também um anti-inflamatório eficaz para tecidos e terminações nervosas.

É um desintoxicante renal e intestinal, é um bom remédio para diverticulites, colites, hemorroidas, fístulas, gastrites, úlceras, parasitoses, desequilíbrios da flora intestinal e doença de Crohn.

Inibe a coagulação e estimula o sistema imunológico, além de aliviar alergias químicas e de polem, bronquites e asma.

Porém preste atenção, as unhas-de-gato medicinais são de duas espécies: Uncaria tumentosa e Uncaria guianensis, não confunda com a planta ornamental Ficus pumila, que também se chama unha-de-gato, pois é tóxica.

Boswellia

boswellia

Essa planta pode ser utilizada como anti-inflamatório em casos de artrite reumatoide, doença de Crohn, asma, alergias, inchaço das articulações, rigidez matinal nos idosos, inibição de células cancerosas e colite ulcerativa.


Fontes: Bullet Proof, Healthline

A maioria de nós quer viver por muito e muito tempo, porém, queremos também que esses anos sejam repletos de saúde nos dando a condição de continuar a fazer todas as atividades que gostamos.

A chave para isso está em entender como podemos diminuir o risco do declínio físico e mental a que estamos sujeitos.

Por isso é tão importante darmos chances aos programas de desintoxicação celular, antioxidantes e também nos alertarmos para o nosso estilo de vida e alimentação.

Está mais do que claro que o consumo da proteína animal pode nos ajudar e muito nesse processo.

Nós não podemos viver sem proteína, que é o componente principal do nosso corpo, músculos, ossos e hormônios. Além disso, a proteína é fundamental na melhora da nossa inteligência.

Conforme vamos envelhecendo, precisamos consumir quantidades adequadas de proteína de alta qualidade, pois nessa fase tendemos a perder a capacidade de processa-la, aumentado assim a sua demanda.

Segundo estudos recentes, os homens que consomem altas quantidades de carne e peixe têm 39% de redução no risco de declínio físico e mental. Isso se deve, certamente, pelo fato de que a proteína animal de alta qualidade ajude a preservar a massa muscular magra, o que é essencial.

Em 2012, outro estudo mostrou que entre idosos na faixa dos 70 a 89 anos que consumiam muita proteína animal, o risco de comprometimento cognitivo foi reduzido em 21%.

Sendo assim, o que devemos comer para que tenhamos esse efeito antienvelhecimento? Neste caso eu sugiro uma alimentação onde haja uma combinação equilibrada entre o consumo da proteína de origem animal e o aumento do uso de gorduras boas, tais como aquelas provenientes da manteiga produzidas a partir do leite de vacas criadas com pastagem, da manteiga clarificada, do óleo de oliva, do óleo de coco, bem como da banha de porco.

O seu corpo também precisa de carboidrato, mas procure por opções mais saudáveis como os vegetais orgânicos e pouca fruta.

Se você está querendo ficar forte mesmo com o passar dos anos, saiba que os estudos são muito claros ao dizer que uma alimentação rica em carboidrato, ou seja, altamente glicêmica, deve ser evitada. Segundo pesquisa publicada no Journal Neurology, a manutenção de níveis altos de glicemia influencia negativamente a função cognitiva.

Acontece que quando consumimos uma quantidade muito alta de carboidrato, acabamos estimulando a produção de insulina, o que sobrecarrega os receptores cerebrais de insulina, causando um comprometimento no pensamento e memória, e eventualmente causando dano cerebral permanente.

Portanto, procure fazer uma alimentação rica em gorduras saudáveis, proteína em quantidade adequada e pouco carboidrato. E vida longa!

[divider]

Referência Bibliográfica:

  • Livro Sinal Verde para a Carne Vermelha. Editora Gaia. 2011
  • Nature Medicine. April 7, 2013
  • The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. April, 2013. 98 (4): E 698-702.
  • British Journal of Nutrition. Sep, 2011. 106 (6): 887-95 

Fonte: http://www.drrondo.com/

Das plantas até as prateleiras de farmácia. Essa é a visão de pessoas que trabalham com pesquisa científica aplicada com plantas medicinais e aromáticas.

No Brasil, temos uma enorme biodiversidade que muitas vezes é negligenciada por nossos pesquisadores por falta de estímulos e incentivos à pesquisa.

Na Europa, essas pesquisas aplicadas são muito mais desenvolvidas e um belo exemplo disso é o Pinus pinaster, que é originário do velho mundo e Mediterrâneo.

Através do extrato feito a partir das cascas desse pinheiro, foi isolado o Pycnogenol ou Picnogenol, que deu origem a vários suplementos alimentares e tem inúmeras funções farmacológicas no organismo, como por exemplo:

– Protege o organismo dos radicais livres;

– Apresenta ação antioxidante contra placa ateromatosa, através da supressão da oxidação do LDL nos vasos;

– Aumenta a resistência vascular selando as paredes dos vasos danificados;

– Aumenta a resistência capilar, aumentando a microcirculação;

– Reduz a agregação plaquetária prevenindo a formação de trombose.

Vários estudos comprovam esses efeitos, como por exemplo:

Belcaro G. et al. Prevention of Venous Thrombosis and Thrombophlebitis in Long-Houl Flights with Pycnogenol® . Clin Appl Thrombosis/Hemostasis.10 (4): 373-377, 2004.

Além disso, a partir das acículas da mesma planta, pode-se obter o óleo essencial que é rico em mirceno, alfa e beta pineno e cariofileno. Esses componentes são excelentes fungicidas, bactericidas e podem ser utilizados como anti-inflamatórios e anticarcinogênicos; mostrando a versatilidade das plantas medicinais e aromáticas, associadas á uma pesquisa bem feita.

Fonte: Ficha técnica do medicamento FLEBON®

Em meio a tantos tratamentos científicos, às vezes nos esquecemos que os próprios alimentos agem como medicamentos.

Basta estudar as propriedades de frutas e vegetais para perceber que quase todos servem para algum tipo tratamento.

A doutora Newport descobriu essa eficácia quando a saúde do seu marido já estava se deteriorando rapidamente por causa do Alzheimer.

Ela passou a investigar a fundo as características da doença e descobriu que o óleo de coco pode ser a luz para milhares de pessoas que sofrem do mesmo problema que o marido ou de outras doenças.

Newport começou a dar para ele 2 colheres de sopa por dia e os resultados surpreenderam a todos.

Em poucas semanas, ele passou a responder aos testes, conversar fluentemente e até mesmo ler- habilidades que ele tinha perdido totalmente devido o Alzheimer.

Assista ao vídeo abaixo. Você vai ficar impressionado com a incrível recuperação desse homem.

O produto 100% natural apresenta propriedades que favorecem ainda a perda de peso, reduzem o colesterol ruim e até controlam os níveis de açúcar no sangue, além de combater estrias e deixar o cabelo saudável.

Vocês conhecem alguma história similar? Conte para nós!

Fonte: Vídeos Virais