Considerado tipicamente brasileiro, o mamão foi consagrado pela sabedoria popular como um santo remédio para intestinos preguiçosos.

Há quem ingira, com esse propósito, também as sementes. A fruta, no entanto, tem outras (e variadas) aplicações. E contém papaína, enzima que facilita a digestão.

Como eu já tive “gastrite aguda” (posso provar por imagem de endoscopia), nem um copo de água podia ingerir, que me dava azia, o próprio médico, há uns 20 anos, recomendou-me, ao invés de Tagamet outros remédios que vinha me receitando por quase dois anos, que:

De manhã, por 30 dias, me limitasse a comer um “mamão papaya”, (de que já ouvira maravilhas para curar gastrites e afins). Nesse período, até as 10 horas, não deveria ser tomado nenhum líquido. Café, chás ou

outras bebidas que contivessem pó, nesses 30 dias não poderiam ser tomados em hipótese alguma.

Pois qual não foi nossa surpresa, quando ao final dos 30 dias, em nova endoscopia, meu aparelho digestivo não apresentava mais nenhum sinal de gastrite.

Transmito isso, pois sei que muitas pessoas se abstém de comer doces ou outras iguarias porque logo vem a dolorosa azia.  Desde que comecei a comer, todo dia, um “mamão papaya”, de manhã, nunca mais tive

qualquer sintoma de azia ou mal estar.  Posso comer doces, chocolates, etc.!

O mamão (Carica papaya), originário da América Tropical, é uma das melhores frutas do mundo, tanto pelo seu valor nutritivo, como pelo poder medicinal. Cada parte desta planta é preciosa, a começar pelo tronco! De sua parte interna, retira-se uma polpa que – depois de ralada e seca – semelha-se ao coco ralado. É rica em propriedades nutritivas e aproveitada em alguns lugares no preparo de deliciosas rapaduras.

O cozimento das raízes dá um tônico para os nervos, e é também remédio para as hemorragias renais.

As folhas do mamoeiro, após secas à sombra, têm aplicação no preparo de agradável chá digestivo que pode ser dado livremente às crianças, pois não contém cafeína.

O suco leitoso extraído das folhas é o vermífugo mais enérgico que se conhece. Usa-se diluído em água. Ainda é digestivo e cura feridas. Em diversos lugares, a medicina popular o utiliza para tratar eczemas,verrugas e úlceras.

Os índios preparam a carne envolvendo-a com folhas de mamoeiro por algumas horas antes de levá-la ao fogo. Este processo amacia a carne.

Com as flores do mamoeiro macho prepara-se um maravilhoso xarope que combate a rouquidão, tosse, bronquite, gripe e indisposições gástricas causadas por resfriados.

Coloca-se um punhado de flores, com um pouco de mel em vasilha resistente ao calor, mas que não seja de alumínio.

Acrescenta-se um copo de água fervendo, tapando-se bem. Depois de esfriar, toma-se às colheradas, de hora em hora.

Com o fruto verde faz-se um doce maravilhoso. Pode-se também prepará-lo ensopado ou ao molho branco. É uma iguaria!

O mamão maduro: é altamente digestivo (cada grama de papaína – fermento solúvel contido no fruto digere 200g de proteína); tem mais itamina C que a laranja e o limão; contribui para o equilíbrio ácido-alcalino do organismo; é diurético, emoliente, laxante e refrescante; cura prisão de ventre crônica comido em jejum, pela manhã, faz bem ao estômago é eficaz contra a diabete, asma e icterícia; bom depurativo do sangue; não pode faltar na alimentação da criança, pois favorece o seu crescimento.

Depois de comer-se o mamão, esfrega-se a parte interna da casca sobre a pele para tirar manchas, suavizar a pele áspera e eliminar rugas.Mastigar de 10 a 15 sementes frescas elimina vermes intestinais, regenera o fígado e limpa o estômago. Comidas em quantidade, são eficazes contra câncer e tuberculose.

Faltava dizer que qualquer uso que se faça de qualquer parte desta planta, traz consigo uma ação vermífuga poderosa, o que bastaria para destacar sua importância.

Melhor que consumir frutos do supermercado (colhidos verdes e amadurecidos à força no carbureto), é colhê-los já maduros no pé, no próprio quintal pois além disso serão livres de agrotóxicos. Num espaço bem apertado cabem vários mamoeiros. Eles gostam de terra boa, bem adubada. Por exemplo, com lixo de cozinha ou com uma “Boca da Terra”.

O consumo do mamão é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um alimento rico em licopeno (média de 3,39 mg em 100 gr), vitamina C e minerais importantes para o organismo. Quanto mais

Ajuda a tratar de: Afecções das vias respiratórias, calos, feridas, prisão de ventre, problemas digestivos, verminoses, verrugas.Utilidades Medicinais:

Acidose – Fazer refeições só de mamão. Mastigar algumas sementes.

Anginas – Cataplasma local com a polpa do mamão miúdo e ácido.

Bronquite – Proceder como indicado em rouquidão ou em gripe.

Calos – Aplicar no local o ¨leite¨ do mamão, de preferência o leite das folhas.

Câncer – Comer em jejum, mastigando, cerca de 15 sementes de mamão. Após as refeições comer cerca de 10 sementes. Além deste, são necessários outros cuidados específicos.

Diurese – Recomenda-se fazer refeições exclusivas de mamão ou de suco de mamão. Comer, juntamente, algumas sementes.

Estômago, doença do – Recomenda-se usar mamão maduro em abundância, e fazer, esporadicamente, refeições exclusivas desta fruta. Mastigar umas 10 ou 15 sementes de mamão por dia.

Feridas – Aplicar no local o ¨leite¨ extraído das folhas.

Fígado, doenças do – Mastigar umas 10 ou 15 sementes de mamão após o almoço.

Gripe – Infusão das flores do mamoeiro-macho com um pouco de mel. Tomar 2 a 3 xícaras por dia, mornas.

Laxante – Fazer refeições exclusivas de mamão, de preferência no desjejum. Comer, juntamente, algumas sementes.

Pele, para a beleza da, ou manchas e rugas da – Massagear diariamente a pele com mamão maduro.

Verrugas – Proceder como indicado em calos.

Os Benefícios do Óleo de Copaíba são diversos, pois, ele possui uma grande quantidade de nutrientes essenciais para saúde geral do corpo. Além disso, você já usou o Óleo de Copaíba? Já ouviu os muitos benefícios que ele pode nos oferecer?

A maioria de nós nos apegamos à alguns óleos, como o de Coco ou Azeitona, e nem percebemos a existência de outros óleos saudáveis que podem ser de grande benefício para nossa saúde! Quer saber mais sobre os benefícios surpreendentes deste óleo para saúde? Então, confira Os 10 Benefícios do Óleo de Copaíba Para Saúde:

Óleo de Copaíba Funciona Como Desinfetante: Um dos primeiros usos do Óleo de Copaíba é como um desinfetante eficaz. Estudos mostram que certos produtos químicos em Óleo de Copaíba têm fortes propriedades antimicrobianas. Ele mata bactérias, germes e fungos. Pode ser administrado oralmente (sob prescrição ou supervisão de um médico) ou utilizado externamente.

Óleo de Copaíba Funciona Como Analgésico: Demonstrou-se que o Óleo de Copaíba é um analgésico eficaz (analgésico) para feridas, erupções cutâneas, picadas de insetos, furúnculos e dermatite. Ele também ajuda a curar a dor causada pela Artrite e problemas nas costas. Os seus usos tópicos vão desde o tratamento de feridas, erupções cutâneas, furúnculos e dor, até ao tratamento de fungos ungueais.

Óleo de Copaíba Como Diurético: O Óleo de Copaíba é um diurético natural. Quando consumido com outros componentes durante a Digestão, este óleo realça a funcionalidade do rim. Embora um excesso de Óleo de Copaíba possa causar complicações, e pacientes com predisposição à úlceras renais sejam desaconselhadas ao uso de copaíba, em doses reguladas, atua como diurético.

Óleo de Copaíba Como Expectorante: A copaíba foi tradicionalmente usada como um expectorante, e desde então tem sido usado para tratar a Bronquite. Beber uma dose de Óleo de Copaíba pode ajudar a limpar o congestionamento, tratar a Tosse e até mesmo tem sido usado no tratamento de doenças respiratórias, como Asma e Bronquite; Ele ajuda a suprimir a Tosse e expulsar a fleuma.

Óleo de Copaíba Ajuda a Reduzir a Celulite: Os usos externos da copaíba não se limitam ao simples tratamento de erupções cutâneas e ao uso de analgésicos. Estudos têm demonstrado que a aplicação regular de Óleo de Copaíba pode ajudar a reduzir a Celulite. O óleo pode ser massageado nas coxas, quadris e nádegas para reduzir a Celulite.

Benefício do Óleo de Copaíba Para Pele: Sabemos que o Óleo de Copaíba é usado internamente e topicamente. Além de aliviar a dor e ajudar a curar erupções cutâneas, as hemorroidas e outros cortes e contusões, o óleo de copaíba também pode ser usado para tornar a sua pele mais macia. Ele ajuda na regeneração do colágeno, o tecido que proporciona elasticidade a nossa pele. A aplicação regular de óleo de copaíba pode ajudá-lo a ter uma pele mais macia.

Óleo de Copaíba Possui Propriedades Anti-inflamatório: O Óleo de Copaíba tem sido considerado um agente anti-inflamatório eficaz, que ajuda o interior e o exterior do corpo. Esta propriedade torna o Óleo de Copaíba um agente anti-inflamatório. No entanto, o óleo é tóxico, e deve ser tomado sob a supervisão de um médico.

Óleo de Copaíba Ajuda a Diminuir Cicatrizes: O Óleo de Copaíba tem uma diversidade de usos. Suas propriedades tópicas torná-lo um ingrediente tão importante em cremes para a pele e produtos dermatológicos. O uso regular do Óleo de Copaíba pode ajudar a reduzir as cicatrizes. Muitas mulheres aplicam o Óleo de Copaíba para reduzir e remover as Estrias após a gravidez.

Óleo de Copaíba Combate Problemas de Estômago: O Óleo de Copaíba tem sido conhecido por aliviar as úlceras de Estômago, e em alguns casos, até mesmo o câncer de estômago. Alguns estudos têm sido capazes de identificar a atividade anti-chaperona, enquanto outros estudos permanecem obscuros sobre as propriedades anticancerígenas de Óleo de Copaíba. No entanto, doses reguladas de Óleo de Copaíba podem ajudar a aliviar úlceras estomacais.

Fonte: http://www.saudedica.com.br/os-10-beneficios-do-oleo-de-copaiba-para-saude/

Ação anti-inflamatória da copaíba é duas vezes maior que a do diclofenaco de sódio

Testes realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto comprovaram a eficácia da árvore usada como anti-inflamatório pela medicina popular.

Os pesquisadores já solicitaram o registro da patente

Mais uma vez a Ciência comprovou a eficácia de uma planta largamente usada na medicina popular. Pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP constataram que o óleo de copaíba apresenta ação anti-inflamatória.

Esse potencial se mostrou duas vezes maior que o encontrado no diclofenaco de sódio, um dos medicamentos mais utilizados no mercado.

O estudo, realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, teve seus resultados depositados para patente.

A autora do trabalho, Mônica Freiman de Souza Ramos, separou o óleo de copaíba em duas frações: volátil (líquida, com componentes que podem evaporar) e resinosa (com uma consistência um pouco mais fluída que o mel).

“Não usamos a fração resinosa porque além de ser mais difícil de trabalhar, a composição da substância não indicava que ela pudesse ter ação anti-inflamatória”, afirma.

Os estudos foram concentrados nessa fração volátil, produto que sofre evaporação rápida, o que limita sua veiculação em formas farmacêuticas convencionais.

Por isso, a pesquisadora desenvolveu microcápsulas (cápsulas microscópicas) que aprisionam essa fração volátil – limitando sua perda por evaporação – e a transformam em um produto sólido, capaz de ser administrado nesta forma ou em outras mais convencionais, como comprimidos e cápsulas.

A patente refere-se a todo esse processo, incluindo a descrição química da substância. Procura-se garantir que, caso o óleo da copaíba se transforme num produto farmacêutico, a patente seja em parte da FCFRP.

Mônica realizou testes biológicos em camundongos que sofriam de pleurisia induzida (inflamação da pleura, membrana que envolve os pulmões) e de edemas nas patas.

Tanto a fração volátil como as microcápsulas foram eficazes no tratamento. “O produto microencapsulado poderá ser usado na indústria farmacêutica tanto como uma forma final (microcápsula) ou como intermediária em outras preparações”, explica.
Diclofenaco x Copaíba

O diclofenaco de sódio é um medicamento sintético de ação anti-inflamatória comprovada.

“No caso da copaíba, teremos um medicamento fitoterápico com a mesma ação de um sintético”, esclarece. Nos testes, as doses usadas foram de 100 miligramas (mg/) por quilo (Kg) de diclofenaco e 32mg/Kg de fração volátil e de microcápsulas.

O efeito anti-inflamatório foi o mesmo: “A potência da copaíba se mostrou maior, porque com uma dose menor, obtivemos a mesma equivalência terapêutica”, conta a pesquisadora.

Mas haverá um longo caminho até que a população possa usufruir deste anti-inflamatório extraído da copaíba.

Ainda são necessários testes toxicológicos e, em seguida, os testes clínico em humanos.

A pesquisadora acredita que esse processo deve durar cerca de cinco anos.

As copaíbas são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental.

No Brasil é encontrada na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo bruto da árvore é exportado para a Europa, desde o início do século passado, para ser usado na indústria de aromas, vernizes e restauração de quadros. Na medicina popular, é empregada como cicatrizante e anti-inflamatório.
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Referência: Agência USP de Notícias.
Mônica Freiman de Souza Ramos / Informações do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto.

 

 

Há o amigo “Cor Verde” é aquele que em tudo ressalta a beleza da vida e põe esperança nela.

  • Ele nos ergue 

Há o amigo “Cor Amarela” ele nos aquece, assim como o sol.

  • Faz-nos rir, sorrir e enxergar o amarelo brilho das estrelas bem ao alcance das nossas mãos.

Há o amigo “Cor Azul” ele sempre traz palavras de paz e de serenidade.

  • Dando-nos a impressão, ao ouvi-lo de que estamos em contato direto com o céu ou com o profundo azul do mar.

Há o amigo “Cor Vermelha” é aquele que domina as regras de viver, é como nosso sangue.

  • Ele acusa perigos, mas nunca nos abala a coragem. É pródigo em palavras apaixonadas e repletas de caloroso amor.

Há o amigo “Cor Laranja”, ele nos traz a sensação de vigor, saúde.

  • Enriquece nosso espírito com energias que são verdadeiras vitaminas para o nosso crescimento.

Há o amigo “Cor Roxa”, ele traz a tona nossa essência majestosa como a dos reis e dos magos.

  • Suas palavras têm nobreza, autoridade e sabedoria.

Há o amigo “Cor Branca”, esse nos revela verdades nascidas da vivência e da incorporação de conhecimentos.

  • Ele nos prova que, não só ele, mas também todos os outros, tem verdades aprendidas para partilhar conosco.

Há o amigo “Cor Cinza”, ele nos ensina o silêncio, a internalização e o autonhecimento.

  • É um indutor a pensamentos e reflexões. Ajuda-nos a nos aprofundarmos em nós mesmos.

Há o amigo “Cor Preta” ele é mestre em mostrar nosso lado mais obscuro, com palavras geralmente duras.

  • Atinge-nos sem “anestesia” e, com boas intenções.
  • Leva-nos a melhor considerar nossas atitudes perante a vida.

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A garcínia cambogia além de ajudar a diminuir os triglicerídeos, também possui efeito termogênico, aumentando a temperatura do corpo, acelerando o metabolismo e auxiliando no emagrecimento.

Além de ganhar massa muscular nas academias, o objetivo de muita gente é de perder gordura. Não adianta passar horas fazendo musculação se você chega em casa e ataca uma torta de chocolate. O tecido adiposo fica sobre os músculos e assim, ela acaba interferindo no visual.

Sua definição muscular e curvas só será vista quando a camada de gordura estiver mínima. O grande problema de muita gente é conseguir lidar com o impulso de comer doces. É difícil ver um brigadeiro e não salivar. Pior ainda é quando você não consegue se controlar e come bem mais de um. Para isso, é possível lançar mão de um bom aliado: a garcínia cambogia.

O que é e para que serve a garcínia cambogia?

Essa planta é típica das regiões das florestas do Camboja, da Polinésia e Sul da África. A garcínia cambogia é bastante utilizada pelos nativos como aromatizante e para preservar a comida por mais tempo.

Ela também pode ser encontrada com outros nomes como citrino, malabar tamarindo, árvore do petróleo e goraka. O seu formato é bastante parecido com o de uma abóbora em miniatura e, aqui no Brasil, pode ter um preço mais salgado sendo mais vantajoso consumir as cápsulas das folhas secas.

Como a garcínia cambogia atua no organismo?

O principal benefício e mais divulgado da Garcínia Cambogia é o fato dela inibir o apetite já nas primeiras semanas de uso.

O mecanismo de ação da planta é bem simples: ela faz com que todos os tecidos orgânicos fiquem com a quantidade ideal de glicogênio (presente principalmente no fígado e nos músculos e utilizado como principal fonte de energia).

Assim, o nosso organismo não sente a necessidade de consumir mais açúcar já que ele já se encontra com as taxas ideais para as suas funções básicas. Existem outros fatores que fazem dessa fruta um alimento excelente nas dietas:

Contém uma substância conhecida como ácido hidroxicítrico (HCA). Ela está presente na casca da Garcínia Cambogia e tem uma estrutura química muito parecida com a do ácido cítrico. Este, por sua vez, age diretamente no metabolismo dos carboidratos, gorduras e também inibe a vontade de comer.

Outra função importante do HCA e que tem influência no emagrecimento é o fato dele inibir a transformação dos açúcares em gorduras, estocando-as e aumentando a gordura localizada.

A Garcínia Cambogia faz com que o nosso corpo reutilize a glicose ingerida pelos alimentos, fazendo uma neogênese e inibindo a fome.

Quando o HCA entra no nosso organismo ela forma um tipo de barreira em uma das fases da transformação de carboidratos em tecido adiposo.

No meio do ciclo ocorre a liberação da acetil coenzima A, necessária para que ocorra a formação do ácido graxo. O HCA, de alguma forma, impede a liberação desse substrato e assim o ciclo de transformação do carboidrato em gordura.

Quais os benefícios da garcínia cambogia

Além de ajudar na perda de peso, não apenas consumindo as reservas de energia como também impedindo a formação de tecido adiposo, a Garcínia Cambogia oferece outros benefícios:

  • Possui efeito termogênico, pois aumenta a temperatura corporal e assim, acelera o metabolismo;
  • não causa nenhum tipo de dependência;
  • ajuda na redução dos triglicerídeos;
  • possui boas doses de vitamina C, uma substância que ajuda na formação de colágeno;
  • Se consumida com orientação, não possui efeitos colaterais.

Como tomar a garcínia cambogia

É importante lembrar que só a Garcínia Cambogia não faz o trabalho todo sozinha.

É preciso incluí-la em hábitos saudáveis de dieta balanceada e prática de exercícios físicos frequentes.

Ela é um alimento fitoterápico, mas isso não é motivo para não procurar um profissional de saúde antes de começar a consumir.

A dose ideal é de 250 mg duas vezes ao dia antes das principais refeições.

Você pode encontrar as cápsulas ou o extrato seco da fruta para fazer chá em lojas de produtos naturais.

Fonte: http://www.treinomestre.com.br/a-garcinia-cambogia-tem-efeitos-positivos-no-emagrecimento-e-ainda-e-rica-em-vitamina-c/

É considerada como um alimento funcional, que contém, além de seus nutrientes básicos (carboidratos, proteínas, gorduras e fibras), elementos que podem diminuir o risco de algumas doenças, pois seu uso contínuo pode proporcionar aumento da defesa orgânica e redução do ritmo de envelhecimento celular.

Na composição da semente de linhaça estão presentes proteínas, fibras alimentares e ácidos graxos poli-insaturados (Ômega 3 e Ômega 6), que lhe conferem a propriedade de alimento funcional.

A semente de linhaça é a mais rica fonte de Ômega 3 existente na natureza.

Muitos estudos estão sendo desenvolvidos para confirmar os benefícios do consumo regular da semente de linhaça. Alguns desses estudos afirmam que a linhaça poderia ajudar a baixar os níveis de colesterol, pois é rica em fibras solúveis. Também esta sendo estudada outras funções e tem benefícios como:

– Rejuvenescedor

– Baixa de peso

– Auxilia no combate a anemia

– Auxilia no combate ao câncer: de mama, de próstata, de colon, de pulmão, etc…

– Auxiliar no combate à acne.

– Auxiliar no equilíbrio hormonal, amenizando distúrbios causados pela TPM e menopausa;

– Auxiliar na diminuição do risco de aterosclerose;

– Auxiliar no controle Diabete – da glicemia

O consumo regular de linhaça favorece o controle dos níveis de açúcar no sangue.

Esta é uma excelente notícia para os insulina dependentes.

– Vitalidade Física

– Sistema Digestivo

– Sistema Nervoso

– Doenças Inflamatórias

–Retenção de Líquidos

– Sistema Imunológico

– Sistema Cardiovascular

– Funcionamento Intestinal

– Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa

– Para combater a agressividade e a obesidade

– Condições da Pele e do Cabelo

Veja a composição nutricional de 15 g da Semente de Linhaça:

Valor calórico 43 Kcal

Carboidratos 1 g

Proteínas 2 g

Gorduras totais 3 g

Gorduras Saturadas 0 g

Gorduras Trans 0 g

Fibra alimentar 3 g

Ômega-3 58%

Ômega-6 16 %

Sódio 7,8 mg

Além disso, é a maior fonte alimentar de lignanas, compostos fitoquímicos parecidos com o estrogênio, que teriam propriedades anticancerígenas, principalmente em relação ao câncer de mama e cólon. Ainda contém vitaminas B1, B2, C, E e Caroteno e minerais como ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.

A semente de linhaça moída trás mais benefícios nutricionais que a semente inteira, que possui uma casca dura, difícil de digerir. Portanto, uma forma fácil quebrar as sementes é passá-la em um processador ou liquidificador na tecla pulsar, para que não vire pó. Depois, guarde-a em refrigerador, e deixe fora da luz. Desta forma, a utilização será ainda melhor.

As sementes podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, misturada à cereais, massas de pães e bolos e em todos os outros alimentos. Também pode substituir o óleo ou gordura utilizada em uma receita. Por exemplo, se uma receita pedir 1/3 xícara (chá) de óleo, use 1 colher (sopa) de semente de linhaça moída, em substituição.

Vitalidade Física:

Um dos mais notáveis indicativos de melhora devido ao consumo de linhaça é o incremento progressivo na vitalidade e na energia.

A linhaça aumenta o coeficiente metabólico e a eficácia na produção de energia celular. Os músculos se recuperam da fadiga do exercício.

Baixa de Peso:

A linhaça moída é excelente para baixa de peso, pois elimina o colesterol em forma rápida .

Ajuda a controlar a obesidade e a sensação desnecessária de apetite, por conter grandes quantidades de fibra dietética, tem cinco vezes mais fibra que a aveia. Se você deseja baixar de peso, tome uma colher a mais pelas tardes.

Combate ao Câncer:

de mama, de próstata, de colón, de pulmão, etc…

A semente de linhaça contém 27 componentes anticancerígenos , um deles é ; a LIGNINA.

A semente de linhaça contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais.Nenhum outro vegetal conhecido até agora iguala essas propriedades. Protege e evita a formação de tumores. Só no câncer se recomenda combinar semente de linhaça moída com queijo cottage baixo em calorias.

Condições da Pele e do Cabelo:

Com o consumo regular de sementes de linhaça você notará como sua pele volta-se mais suave . É útil para a pele seca e pele sensível aos raios do sol. É ideal para problemas na pele , tais como: psoríase e eczema .

Recomenda-se também como máscara facial para uma limpeza profunda do cútis. Ajuda na eliminação do pano branco, manchas, acne, espinhas, etc.

É excelente para a calvície . Essa é uma boa notícia para quem sofre de fixar e NUTRIR teu cabelo. Não use vaselinas que danificam teu coro cabeludo e teu cabelo.

Sistema Digestivo:

Preveem ou cura o câncer de colón. Ideal para artrite, prisão de ventre, acidez estomacal.

Lubrifica e regenera a flora intestinal .

Expulsão de gases gástricos .É um laxante por excelência.

Previne os divertículos nas paredes do intestino. Elimina toxinas e contaminadores.

Sistema Nervoso:

É um tratamento para a pressão. As pessoas que consomem linhaça sentem uma grande diminuição da tensão nervosa e uma sensação de calma.

Ideal para pessoas que trabalham sob pressão. Melhoras funções mentais dos anciãos , melhora os problemas de conduta

(esquizofrenia).

A linhaça é uma dose de energia para teu cérebro, porque contém os nutrientes que reduzem mais neurotransmissores

(reanimações naturais).

Doenças Inflamatórias:

O consumo de linhaça diminui as condições inflamatórias de todo tipo.

Refere-se a todas aquelas doenças terminadas em “TITE”, tais como: gastrite, hepatite , artrite, colite, amidalite, meningite , etc.

Retenção de Líquidos:

O consumo regular de linhaça, ajuda aos rins a excretar água e sódio. A retenção de água (Edema) acompanha sempre à

inflamação de tornozelos, alguma forma de obesidade, síndrome pré-menstrual, todas as etapas do câncer e as doenças cardiovasculares.

Sistema Imunológico:

A linhaça alivia alergias, é efetiva para o LUPUS.

A semente de linhaça por conter os azeites essenciais Omega 3, 6, 9 e um grande conteúdo de nutrientes que requeremos constantemente, faz com que nosso organismo fique menos doente, por oferecer uma grande resistência às doenças.

Sistema Cardiovascular:

É ideal para tratar a arteriosclerose, elimina o colesterol aderido nas artérias, esclerose múltipla, trombose coronária alta pressão arterial , arritmia cardíaca , incrementa as plaquetas na prevenção da formação de coágulos sanguíneos.

É excelente para regular o colesterol ruim .

O uso regular de linhaça diminui o risco de padecer de doenças cardiovasculares.

Uma das características UNICAS da linhaça é que contém uma substância chamada taglandina, a qual regula a pressão do sangue e a função arterial e exerce um importante papel no metabolismo de cálcio e energia.

O Dr. J H. Vane, ganhou o prêmio Nobel de medicina em 1962 por descobrir o metabolismo dos azeites essenciais Omega 3 e 6 na prevenção de problemas cardíacos.

Uma outra forma de conseguir os benefícios da linhaça é consumir o óleo de linhaça, que é extraído da semente inteira, usando métodos de extração desenvolvidos especialmente para este fim (a frio). O produto obtido é engarrafado (para ser usado em saladas ou pratos frios) ou colocado em cápsulas gelatinosas, sendo utilizado como suplementação de ômega-3.

Funcionamento Intestinal:

Para a melhora do funcionamento intestinal: de uma noite para o dia, coloque 1 colher (sopa) de semente de linhaça em ½ copo de água e deixe “descansar” por 12 horas, tome somente a água em jejum pela manhã.

Para evitar o desperdício as sementes podem ser adicionadas sobre saladas, iogurtes vitaminas…

Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa:

Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa…. Consuma diariamente 1 colher (sopa) de semente de linhaça preferencialmente triturada (como uma farofinha) sobre os alimentos. Evite que as sementes passem por processos térmicos de aquecimento para que sua gordura boa não oxide.

Para combater a agressividade e a obesidade:

duas colheres de sopa de linhaça trituradas no liquidificador. Coloca-se água ou suco para adoçar. Todos os dias; tomados em intervalos durante o dia na média de 4x ao dia; essas duas colheres.

1 colher de sopa de sementes de linhaça moídas (moa uma xícara no liquidificador e guarde o restante no freezer) – 3 colheres de sopa de água

Modo de preparo:

Misture a farinha e a água em uma tigela pequena. Deixe descansar por 1 a 2 minutos. (Torna-se muito espessa se ficar mais tempo). Em algumas receitas abundantes em líquidos, as sementes de linhaça moídas podem ser adicionadas diretamente aos ingredientes secos.

Modo de Usar na maioria dos casos:

Duas colheres de sopa por dia, batidas no liquidificador, se mistura em um copo de suco de fruta, ou sobre a fruta, ou com a aveia, ou iogurte no café da manhã ou no almoço. Podem tomar pessoas de todas as idades (crianças, adolescentes e anciãos). Inclusive mulheres grávidas.

Astragalus é uma erva poderosa que tem sido usado na medicina tradicional chinesa por séculos. Seu principal uso tem sido para impulsionar o sistema imunológico do corpo.

Mas também tem sido usado para tratar outras condições, incluindo doenças cardíacas.

 O Astragalus ganhou popularidade recentemente, após resultados de pesquisas sobre seu efeito protetor no DNA e aumento da longevidade.

Possui efeitos antioxidantes que inibem a produção de radicais livres. No corpo, os radicais livres danificam as células e estão ligados a muitos problemas de saúde associados ao envelhecimento.

Conheça abaixo alguns dos inúmeros benefícios do Astragalus:

1. Protege as células imunes contra o envelhecimento:

Aumenta a atividade e a produção de telomerase, uma enzima que facilita a reparação de telômeros no DNA. O comprimento do Telômero tem sido fortemente associado com o envelhecimento e telômeros mais curtos são indicativos de células mais velhas e danificadas. Esses segmentos de DNA protegem nossas células de danos e do processo de desgaste associado ao envelhecimento. Ao proteger os telômeros, a replicação celular pode continuar seu processo normal. 

2.  Auxilia na remoção de toxinas:

O fígado é o principal órgão desintoxicante do corpo e está constantemente removendo toxinas do sangue. No mundo moderno dos alimentos processados e poluentes químicos, o fígado rapidamente se torna sobrecarregado. Isso permite que as toxinas se acumulem em todo o corpo, danificando as células e avançando o processo de envelhecimento. A pesquisa mostrou que o extrato de Astragalus protege o fígado contra a disfunção celular e fibrose hepática.  Proteção deste tipo contra lesões hepáticas avançadas sugere que o astrágalo pode apoiar a atividade hepática normal e ajudar a reduzir os efeitos da sobrecarga tóxica.

3. Efeitos protetores para a saúde renal:

Mesmo os melhores filtros ficam entupidos. Os rins não são diferentes. Como o fígado, os rins danificados resultam em um acúmulo de toxinas e envelhecimento acelerado.

Em alguns estudos, os pesquisadores descobriram que o astragalus oferece efeitos protetores contra a doença renal.  Quanto mais resíduos forem removidos, mais jovem e saudável será o corpo

Como usar a raiz de astragalus:

O Astragalus é encontrado tipicamente em extratos (cápsulas), contudo às vezes as raízes secas podem ser compradas e preparadas como um chá, ou adicionada à sopas.

Nota: Este artigo refere-se a tratamentos caseiros e naturais. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Namastê!

Nina Greguer

Fontes Pesquisadas:

Chen KT, Su CH, Hsin LH, et ai. Reduzir a fadiga dos atletas após a administração oral de huangqi jianzhong tang. Acta Pharmacol Sin . 2002; 23 (8): 757-761.

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Pão Sourdough (Sanfranciscensis Lactobacillus)

Fermento natural – como fazer

O Levain é um fermento natural e consiste basicamente de uma massa obtida pela mistura de farinha e água.

Ao ser exposta, é contaminada por microorganismos dispersos no ambiente que devem encontrar nessa massa um ótimo meio de crescimento. Isso ocasiona uma série de fermentações não controláveis, diferentes de quando utilizamos o fermento biológico industrializado.

Essas fermentações produzem gás carbônico e alguns ácidos, sendo os mais comuns o acético e o lático. Depois do período de “incubação” essa massa tem condições de servir como fermento, ou seja, como agente de crescimento para outras massas.

Chamados também de chef, mãe, sourdogh starter, existem vários métodos de se obter fermento natural e todos têm um uso apropriado. Podem ser feitos a base de frutas em pedaços ou suco, frescas ou secas, mel, garapa, farelo de trigo ou centeio, iogurte, cerveja, etc.

A utilização do fermento natural embora se dê em casos específicos (visto que agrega um sabor ácido) pode ser feita em qualquer tipo de pão.

O Sourdough de São Francisco tem sabor especial devido à bactéria local chamada de Lactobacillus sanfrancisco.

Um dos motivos pelos quais os melhores padeiros do mundo fazem uso do levain é o fato de, os microorganismos usados na fermentação serem originados dentro da própria cozinha.

Um fermento industrializado tem leveduras produzidas artificialmente em sua composição, e desconhecemos a origem das mesmas. Fazendo seu próprio fermento natural, em qualquer parte do mundo em que você esteja, os microorganismos serão sempre os do local. Desta forma você sempre saberá em quais condições foram criados e mantidos.

O levain natural não é muito adequado às condições de trabalho da vida moderna. Além de delicado e sensível, pede um tempo de fermentação maior, o dobro do tempo de quando utilizamos fermento biológico.

Contudo os resultados obtidos em preparações que levan fermento natural em sua preparação são inegavelmente superiores aos pães feitos de fermentos comuns.

Fatos:

Um pão feito com levain (não importa qual tipo) é nutricionalmente mais interessante que um pão feito com fermento biológico comum.

O gosto do pão feito com levain costuma ser bastante peculiar, mais ácido e muito mais aromático.

Se conserva por algumas boas semanas (muito mais que o feito com fermento comum), pois a acidez fornecida pela levedura inibe a retrogradação do amido (fenômeno espontâneo do amido que nessas condições retoma sua estrutura inicial, favorecendo a troca de água entre o pão e o ambiente externo).

Levain

  • 50 gr de farinha de trigo
  • 50 gr de farinha de trigo integral
  • 75 ml de água
  1. No primeiro dia, misture tudo em um recipiente vitrificado (vidro, cerâmica etc). A massa não deve ficar nem muito dura nem muito mole, sua consistência deve se aproximar à de purê de batatas.
  2. Cubra com um pano de prato limpo ou papel absorvete, prenda com um elástico e deixe repousar em local escuro, ventilado, sem barulho ou trepidações.
  3. No segundo dia nada deve ter acontecido.
  4. No terceiro dia em diante, dependendo da região (temperatura) a atividade de microorganismos já pode ter iniciado. Essa atividade pode ser notada com o aparecimento crescente de bolhas de ar na superfície da mistura.
  5. Quando a formação de bolhas for bastante evidente, indica que a mistura já fermentou e deve ser alimentada.
  6. Junte 25 gr de farinha de trigo, 25 gr de farinha integral e cerca de 35 ml de água. Misture tudo, torne a cobrir o pote e deixe mais 12 horas.
  7. Após as 12 primeiras horas que seguiram desde a primeira alimentação verifique o fermento. Se estiver novamente com bastante bolhas na superfície é hora de alimentar novamente.
  8. Continue alimentando o fermento a cada 12 horas por pelo menos cinco dias.
  9. Após 5 dias alimentando o fermento diariamente, este já tem força e estrutura suficiente para ser transferido para um tupperware maior e passar a habitar a geladeira.
  10. Alimente o fermento novamente (sempre com a mesma medida indicada de água e farinhas) após o fermento voltar a crescer já pode ser levado a geladeira.
  11. De agora em diante alimente seu fermento 2 vezes por semana seguindo as instruções.
  12. Quando o volume do fermento estiver muito grande, retire 1/3 da mistura (use, dê pra um amigo, ou simplesmente jogue fora).
  13. O ato de retirar uma parte do levain e tornar a alimentá-lo recebe o nome de “refresca”. Sempre que for usar o levain é preciso retira-lo da geladeira, alimentar, e esperar crescer para só então usar.

De agora em diante cuide bem do seu levain, lembre-se que ele é um ser vivo! E você cria um! É como ter um gato, um cachorro, corriqueiro. O meu foi batizado de Ferran, que significa padeiro em árabe. E o seu?

Bactéria ácido-lactica – o seu uso na alimentação

A bactéria ácido-láctica tem sido usada para fermentar ou criar culturas alimentares há mais de 4000 anos.

Elas são usadas, particularmente na fermentação de produtos lácteos por todo o mundo, incluindo o iogurte, queijo, manteiga, creme de leite, kefir e koumiss (bebida tradicional da Normândia).

As bactérias ácido-lácticas constituem um grande grupo de bactérias benéficas que têm propriedades semelhantes e que produzem ácido láctico, como produto final do processo de fermentação. Estas encontram-se em grandes quantidades na natureza e também no nosso aparelho digestivo. No entanto, são mais conhecidas pelo seu papel na preparação dos produtos lácteos fermentados, e também nos pickles de vegetais, panificação, vinificação, cura do pescado, carnes e salsichas.

Sem compreender a base científica, o ser humano há mais de mil anos que usa esta bactéria para produzir culturas alimentares, para melhorar as propriedades de conservação e adquirir texturas e sabores característicos, diferentes do produto original.

Atualmente, uma grande variedade de produtos lácteos fermentados, incluindo bebidas líquidas, como o kefir, ou semi-sólidos ou densos, como o iogurte e queijo respectivamente, utiliza estes aliados microbianos de uma forma eficiente.

A fabricação envolve um processo microbiológico, em que o açúcar do leite, a lactose, é convertida em ácido láctico. Com a acumulação do ácido, a estrutura da proteína do leite altera-se (coagula) e assim, a estrutura do produto. Outras variáveis, como a temperatura e a composição do leite, também contribuem para as características particulares dos produtos criados.

O ácido láctico também confere ao leite fermentado um sabor ligeiramente ácido. Os adicionais sabores e aromas característicos são quase sempre resultado de outros produtos resultantes da bactéria. Por exemplo, o acetaldeído confere o aroma do iogurte, enquanto o diacetil fornece o sabor à manteiga e ao leite fermentado. Microrganismos adicionais, como as leveduras, também podem ser incluídas promovendo sabores únicos. Por exemplo, o álcool e o dióxido carbono produzidos pelas leveduras contribuem para a refrescante e esponjosidade do kefir, koumiss e leben (bebidas fermentadas). Outras técnicas de fabricação, como a eliminação do soro ou a adição de sabores, permitem criar uma grande gama de produtos disponíveis.

No iogurte, o fabrico depende da relação simbiótica entre duas bactérias, Streptococos thermophilus e Lactobacillus bulgaricus, em que cada espécie de bactéria estimula o crescimento da outra. A interação resulta numa pequena fermentação e num produto com características diferentes do originado com apenas uma espécie.

Com o iogurte e outros leites fermentados existem oportunidades consideráveis para a exploração da bactéria do ácido láctico, como as culturas probióticas. Estas bactérias complementam-se com a nossa flora intestinal ajudando a um funcionamento mais eficiente. O crescimento de mercado destes produtos continua a crescer, respondendo aos pedidos crescentes dos consumidores conscientes.

As bactérias ácido-lácticas são excelentes embaixadoras no mundo dos microrganismos. Não apenas pelo seu valor econômico, mas também pela sua contribuição para a manutenção e promoção da saúde humana.

Sanfranciscensis Lactobacillus (L. sanfrancisco anteriormente) é uma espécie de bactéria láctica que ajuda a dar ao pão San Francisco Sourdough seu sabor característico.

Lactobacillus é um gênero de bactérias, gram-positivas e anaeróbia facultativa.

Discovery Channel – Como Se Faz (Some Assembly Required) – Neste capítulo é mostrado o segredo da fabricação do famoso pão de massa azedo da empresa Boudin Sourdough, sediada em São Francisco, desde 1849.

Dois pães redondos de pão fermentado naturalmente (sourdough).

Sourdough é uma massa contendo a cultura Lactobacillus, geralmente em combinação simbiótica com leveduras.

É um dos dois principais meios de fermentação biológica em panificação, juntamente com a utilização de formas cultivadas de levedura (Saccharomyces). É de particular importância no cozimento dos pães de centeio onde a levedura não produzem resultados comparáveis. Em comparação com o fermento à base de pães, que produz um sabor distintamente picante ou azedo, principalmente por causa do ácido lático produzido por lactobacilos, o médio real, conhecido como ” partida “ou Levain, é em essência uma forma ancestral de pré-fermentação .

Em países de língua Inglesa, onde à base de trigo pães predominam, o sourdough não é mais o método padrão para a fermentação do pão.

Foi gradualmente substituído, em primeiro lugar pelo uso de Barm de beermaking , em seguida, após a confirmação da teoria dos germes por Louis Pasteur , por leveduras cultivadas. No entanto, algum tipo de fermento natural, ainda é usado por padarias para muitas especialidades.

O início da fermentação é tradicionalmente feito com uma pequena quantidade de massa de preferência salva a partir de um lote anterior. Esta é tradicionalmente chamada de massa mãe ou chefe, ou no uso mais moderno, sementes azedas. A primeira geração de sementes de partida ou espontânea pode ser criada através do armazenamento de massa nova em um lugar quente e permitindo tempo suficiente para que a azedar. Esta pequena quantidade de massa de idade de partida contém a cultura, e o seu peso é aumentado pela adição de massa nova e mistura ou amassamento seguido por repouso ou períodos de fermentação.

Uma pequena quantidade da massa mãe resultante é então guardada para usar como fermento azedo para o próximo lote.

Enquanto essa cultura partida é alimentada na farinha e água semanal, pode ficar em temperatura ambiente por tempo indeterminado.

O Pão Sourdough é feito por combinação do aumento da quantidade de partida com uma outra adição de massa nova, juntamente com quaisquer outros ingredientes desejados para fazer a massa final.

O motor de arranque compreende cerca de 13 a 25% da massa final, embora as fórmulas particulares variam.

Esta massa final pode ser dividida e moldada, em seguida, deixada subir, seguido por cozedura.

Não é incomum para a massa de partida de um padeiro de ter anos de história, de muitas centenas de lotes anteriores. Como resultado, cada sourdough padaria tem um sabor distinto.

A combinação de processos iniciais, refrigeração e os tempos de descanso, cultura e temperatura do ar, umidade e altitude também fazem com que cada lote de sourdough sejam diferentes.

História do Pão Sourdough

O Sourdough provavelmente teve origem nos antigos egípcios por volta de 1500 aC e foi provavelmente a primeira forma de fermentação disponível para padeiros. O Sourdough permaneceu na forma usual de fermento da Idade Média européia até ser substituído por fermento do processo de produção de cerveja e fermento, depois,cultura final.

O pão é feito de farinha de centeio 100 por cento, que é muito popular na metade do norte da Europa e geralmente é fermentado com massa fermentada.

O fermento de padeiro não é útil como um agente de fermentação para pão de centeio, como centeio não contêm uma quantidade suficiente de glúten . A estrutura de pão de centeio baseia-se principalmente no amido na farinha, bem como outros hidratos de carbono conhecidos como pentosanas , no entanto, o centeio amilase é ativo a temperaturas substancialmente mais altas do que a amilase de trigo, fazendo com que a estrutura do pão a desintegrar-se como os amidos são discriminado durante o cozimento.

O reduzido pH do início da fermentação, portanto, inativa as amilases quando o calor não pode, permitindo que os hidratos de carbono o pão de gel e configurado corretamente.

O Sourdough era o pão feito na Califórnia do Norte durante a corrida do ouro na Califórnia , e continua a ser uma parte da cultura de San Francisco hoje. O pão tornou-se tão comum que “sourdough” tornou-se um apelido geral para os garimpeiros. O apelido se mantém em ” Sam Sourdough “, a mascote do San Francisco 49ers.

O ‘Sourdough “é também um apelido utilizado no Norte (Yukon / Alaska) para alguém que passou um inverno inteiro no norte do Círculo Polar Ártico e se refere à sua tradição de proteger o Sourdough durante os meses mais frios, mantendo-o próximo ao  corpo.

A tradição sourdough foi levada para o Alasca e os territórios ocidentais canadianas durante a Corrida do Ouro Klondike. Leveduras convencionais, tais como fermento e bicarbonato de sódio eram muito menos confiáveis nas condições enfrentadas pelos garimpeiros. Mineiros experientes e outros colonos freqüentemente carregavam numa bolsa de partida ou ao redor de seu pescoço ou num cinto, as quais foram ferozmente vigiados para evitar congelamento. No entanto, o congelamento não mata no início da fermentação, o que o calor excessivo faz. O termo veio a ser chamado de “massa madre”, um termo que ainda é aplicado a qualquer veterano do Alasca.

San Francisco sourdough é o pão sourdough mais famoso feito nos EUA até hoje. Em contraste com a produção de fermento em outras áreas do país, o San Francisco manteve-se na produção contínua desde 1849, com algumas padarias (por exemplo, Boudin Bakery , entre outros) capazes de traçar seus titulares de volta ao período da corrida do ouro na Califórnia.

É um pão branco caracterizado por uma acidez pronunciada (nem todas as variedades são tão azedas como San Francisco sourdough), sanfranciscensis Lactobacillus tanto que a cepa dominante do lactobacilo foi nomeado Sourdough também se tornou popular devido à sua capacidade de combinar bem com frutos do mar e sopas como Cioppino, ensopado e chili.

O pão Sourdough perdeu um pouco a popularidade que já teve desde que começou a ser produzido em massa. No entanto, muitas cadeias de restaurantes, como o Cracker Barrel, mantém como um item principal no menu. Os fabricantes compensam a falta de levedura e cultura bacteriana mediante a introdução à sua massa de uma mistura artificialmente feita conhecido como melhorador de pão .

Pão rústico francês/French country bread com sourdough – Daring Bakers Dezembro de 2011

Embora já tivesse preparado esta receita em Dezembro, com a correria do Natal, acabei por não ter tempo para a escrever e publicar.O desafio de Dezembro dos Daring Bakers foi trazido pela Jessica do blogue My Recipe Project,  que nos convidou a preparar pão feito com sourdough. Esta é a mais tradicional, antiga e saborosa forma de fazer pão na qual não se usa qualquer outro tipo de fermento que não as leveduras que naturalmente se encontram na farinha. Em breve publicarei mais artigos sobre este tipo de pão e mais sugestões e dicas. Visitem também a Zine de Pão, se gostam  ou querem começar a fazer pão em casa, é um blogue que  não podem perder.

À nossa escolha tínhamos três receitas, eu escolhi fazer Pão Rústico Francês, mas podem ver as outras sugestões e os resultados de todos os outros membros dos Daring Bakers aqui. As receitas foram adaptadas do livro Bread Matters de Andrew Whitley.

Fazer pão com sourdough/massa azeda, demora um pouco mais de tempo e exige algum trabalho e prática, mas depois de terem experimentado, vão ver que não querem outra coisa.

Para preparar este tipo de pão precisamos em primeiro lugar de um starter ou isco, o agente que vai fazer o vosso  crescer. Este é a fermentação de água e farinha (há quem use outros ingredientes) durante pelo menos 4 dias. Quanto mais antigo for o vosso starter, mais saboroso será o pão. Já há algum tempo deixei aqui um  passo-a-passo para um starter feito com farinha de trigo e centeio. No blogue do P. podem ver também outras receitas de iscos que podem usar. Neste desafio usei o facílimo starter com apenas farinha de trigo, sugerido pela Jessica. (Publico a receita ainda esta semana.)

Sugiro que comecem por preparar o starter com início numa segunda-feira, e façam o pão na sexta-feira, ou no sábado. A receita que se segue pressupõe que já tenham o starter feito e pronto a ser usado. Em especial para este tipo de pão, a farinha é um factor determinante, usem farinhas de boa qualidade,  de preferência biológica e moída tradicionalmente, e com alto teor de proteínas.

A Jessica indica o uso de um banneton que é um cesto próprio para fermentar pão, mas podem usar um cesto vulgar forrado, vejam esta belíssima sugestão da Susan.

1 – Refrescar o starter/isco  (Pré-fermentação)

Ingredientes:

  • 160 gramas de starter/isco de farinha de trigo
  • 50 gramas de farinha de trigo integral ou farinha de Graham
  • 150 gramas de farinha de trigo
  • 120 ml de água

Preparação:

Misturem todos os ingredientes numa tigela, cubram com um pano de cozinha e deixem repousar durante pelo menos 4 horas. A massa deve ter crescido e ter bolinhas de ar. Eu deixo a massa crescer perto de um dos radiadores da nossa casa, a temperatura ideal para estas fermentações é 23º –26 °C.

2 – A massa final

Ingredientes:

  • 100 gramas de farinha de trigo integral ou farinha de Graham
  • 300 gramas de farinha de trigo + farinha para a bancada e para polvilhar
  • 300 ml de água
  • 2 colheres de chá de sal
  • 300 gramas do vosso starter refrescado (sponge/esponja). (Vai sobrar um pouco do que prepararam, guardem-no como starter  no frigorífico para a próxima vez que façam pão. Mais sobre como refrescar e guardar um starter brevemente.)

Preparação:

Mexam todos os ingredientes excepto  a “esponja”, vão obter uma massa bastante úmida. Amassem o  preparado durante 8 a 10 minutos numa superfície levemente enfarinhada, esticando e dobrando a massa até esta estar mais elástica. (A massa é realmente bastante pegajosa no início, resistam a adicionar demasiada farinha, se necessário molhem as mãos  para trabalharem melhor a massa. Vejam a técnica de esticar e dobrar a massa aqui. http://www.youtube.com/watch?v=OqS3raEGdwk

Formem um círculo com a massa, no centro coloquem a “esponja”, amassem durante alguns minutos até tudo estar bem incorporado. Cubram a massa com um tigela virada ao contrário e deixem  repousar durante uma hora.

Passado este período voltem a esticar e dobrar a massa, molhem as mãos e usem uma espátula para vos ajudar. Vejam aqui: http://www.youtube.com/watch?v=rDoJRCMfclE

Polvilhem um banneton/ cesto de fermentação com bastante farinha. Cuidadosamente coloquem a vossa massa no cesto com as “aberturas feitas pelas dobras” viradas para cima. Ponham o cesto dentro de um grande saco de plástico e deixem fermentar durante 3 a 5 horas. A massa está pronta quando ao a pressionarmos com um dedo ela voltar suavemente à forma original.

Aqueçam o forno a 220ºC. Forrem um tabuleiro com papel vegetal e polvilhem-no com farinha. Virem cuidadosamente o pão sobre o tabuleiro.  Façam alguns cortes da superfície do pão e levem-no ao forno durante 40 a 50 minutos baixando a temperatura para 200º passados os primeiros 10 minutos.

Li algures que  os cortes na massa estilo “jogo do galo”   ajudam a massa a crescer para cima durante a cozedura, não foi o que aconteceu desta vez, e a maioria dos Daring Bakers que optaram por esta receita tiveram o mesmo problema, como podem ver os nossos pães ficaram para o baixinho. Ainda assim esta é uma receita deliciosa,  e que vamos certamente repetir. 

Starter para sourdough/massa azeda passo-a-passo

 Há mais de um ano que tento fazer pão com sourdough, os resultados como podem ler em alguns posts aqui da Padaria têm sido no  mínimo  maus. Este mês o Bread Baking Day tem como tema: Pães feitos partindo de sourdough. Procurei imensas receitas, tentei várias, e finalmente encontrei um starter perfeito.  A receita e algumas das informações foram retiradas, e adaptadas por mim, do Wild Yeast, onde podem encontrar esta e muitas outras deliciosas receitas de pão. 

 Para que o nosso starter não falhe aprendi que é essencial: 

  • Pesar os ingredientes.
  • Alimentar o starter  cada 12 horas. (Eu comecei às 8 da manhã, volto a alimentar a cultura às 8 da noite, organizem um horário que vos seja mais simples seguir)
  • Usem água morna (30ºC)
  • O starter deve repousar a uma temperatura que ronde os 25ºC
  • Tenham paciência –  o processo demora no mínimo uma semana.
  • Preparem-se para deitar farinha para o lixo. O desperdício é  realmente o que mais me aborrece quando preparamos um starter, mas não há outra forma de o fazer.

A regra esencial é duas vezes por dia alimentar a cultura seguindo a fórmula:

1 parte de cultura + 1 parte de +água+ 1 parte de farinha

75gramas +75 gramas+75 gramas=225 gramas

(Agora, se não deitarmos fora parte da cultura, e tendo em consideração que temos sempre de seguir a fórmula 1+1+1,  a primeira vez que a alimentamos teríamos de usar:

225 gramas de cultura+ 225 gramas de água+225 gramas de farinha

A segunda vez:

675 gramas de cultura +625 gramas de água+625 gramas de farinha

Em dias teríamos cultura suficiente para encher uma piscina!!!)

Podem usar qualquer tipo de frasco, ou mesmo uma caixa de plástico para fazer o vosso starter, mas nunca fechem completamente a tampa! Lembrem-se que neste processo se vai libertar gás.

 Eu uso dois frascos do ikea e uma tigela para misturar os ingredientes. Portanto a cada 12 horas passo 75 gramas de cultura para a tigela, misturo a água e as farinhas, e passo tudo para um frasco limpo. Para ver melhor o quanto a cultura está a crescer, marco o seu tamanho inicial no frasco com um bocadinho de fita-cola. Este é o meu método,  mas podem usar sempre o mesmo frasco ou caixa.

A receita:

Ingredientes:

Água

Farinha de trigo

Farinha de centeio

Dia 1 – manhã

No vosso recipiente misturem:

100 gramas de água + 50 gramas de farinha de trigo  + 50 gramas de farinha de centeio

Deixem esta cultura a descansar num lugar morno, a minha fica dentro do forno desligado, ou no armário  perto do forno.

Dia 2 manhã

Se tudo correu bem deve haver alguns sinais de vida na vossa cultura. Algumas bolhas? Cresceu um bocadinho? Se não notam nada diferente eu aconselho-vos a deixar a cultura descansar mais doze horas, foi o que eu fiz.

Notem que a cultura pode ter crescido imenso e ter muitas bolhas, isto não significa que já conseguiram um super starter, é apenas uma bactéria que surge por vezes no início das culturas e vai eventualmente desaparecer.

Se há sinal de vida a vossa cultura deve estar faminta e precisa de alimento.

Alimentar a cultura:

Deitem fora toda a cultura excepto 75 gramas. A isto juntem: 75 gramas de água, 50 gramas de farinha de trigo, 25 gramas de farinha de centeio.

É assim que vão alimentar a vossa cultura cada 12 horas. A Susan sugere que passados 5 dias comecem a usar apenas farinha de trigo, mas eu não arrisquei. 

 Dia 3

A cultura pode parecer morta e sem bolhas, não se preocupem, continuem a alimentá-la. (A minha estava tão murcha que  pensei em deitar tudo fora e começar de novo.)

Quando a cultura começar a duplicar em 12 horas podem, como já disse, começar a alimentá-la com: 75 gramas de cultura + 75 gramas de água + 75 gramas de farinha de trigo.

O vosso starter está pronto quando o seu tamanho duplicar em 8 horas ou menos. Habitualmente demora entre 5 e 7 dias.)

No quinto dia minha cultura tinha-se transformado num starter de primeira! Vejam:

Dia 5 depois de alimentar a cultura

2 horas mais tarde

4 horas mais tarde

6 horas mais tarde

Eu usei o starter ao sexto dia e fiz Norwich Sourdough.

A quantidade de starter que tinha era o suficiente para esta receita. Se tiverem restos de starter que não queiram deitar fora, sugiro por exemplo esta fantástica receita da girlichef.

Extraído de: http://anasbageri.wordpress.com/2012/01/09/pao-rustico-francesfrenc…

http://anasbageri.wordpress.com/2011/03/02/starter-para-sourdoughma…

 

Apesar da fama de alimento gorduroso que o coco carrega, a farinha derivada do fruto é bastante nutritiva e vem acompanhada de uma série de vantagens para a saúde. E, quem diria, pode até fazer parte de um programa para perda de peso – desde, é claro, que esteja acompanhada de outras escolhas saudáveis à mesa e da prática de exercícios.

Depois do sucesso do óleo de coco, agora chegou a vez de conhecermos os benefícios da farinha de coco. E se você já ouvi falar mas nunca a utilizou, aproveite para saber um pouco mais sobre suas propriedades e algumas sugestões de receitas saudáveis com a farinha do momento.

Informação nutricional da farinha de coco

Obtida a partir da hidratação e posterior secagem da polpa, a farinha de coco é nutritiva e pode ser uma alternativa prática para quem não anda conseguindo consumir a quantidade necessária de fibras todos os dias.

Duas colheres de sobremesa de farinha de coco (20g) fornecem 2,6 gramas de proteína, 5,2 gramas de fibras, 8,9 g de gorduras (2/3 das quais são do tipo saturada) e somente 1 g de carboidratos.

Para que serve a farinha de coco?

A farinha de coco pode ser utilizada para melhorar o funcionamento do intestino, diminuir os níveis de colesterol e até para acelerar o metabolismo, aumentando a queima de gordura estocada no corpo. 

Benefícios da Farinha de Coco

Como é feita exatamente com a parte mais nutritiva da fruta, a farinha preserva todos os benefícios do coco, uma das frutas mais consumidas em todo o mundo. E de acordo com nutricionistas, somente 1 colher por dia já é suficiente para obter essas vantagens.

Saiba então quais são os principais benefícios da farinha de coco e comece hoje mesmo a acrescentar o alimento à sua dieta.

– A farinha de coco ajuda na perda de peso

O consumo regular de farinha de coco pode colaborar para a perda de peso por quatro motivos:

  1. Sua gordura não é tão facilmente estocada no corpo: A farinha de coco contém – ainda que em menor concentração que na fruta in natura e no óleo – ácidos graxos (gorduras) que podem auxiliar na perda de peso. Conhecidos como ácidos graxos de cadeia média (TCM’s), esses lipídios possuem digestão mais rápida que as demais gorduras saturadas (como o óleo de soja, por exemplo), e são estocados de maneira menos eficiente pelo organismo. E como são metabolizados diretamente no fígado – que os utiliza para suas próprias funções – não sobra energia para ser estocada na forma de gordura abdominal. Estudos sugerem que o ácido láurico, um dos TCM’s, seria um dos principais responsáveis por esses benefícios da farinha de coco.
  2. Acelera o metabolismo: Outro efeito da metabolização direta dos TCM’s no fígado é um aumento do metabolismo, já que os ácidos graxos de cadeia média são absorvidos de maneira rápida e estimulam o funcionamento do órgão. Assim, como o fígado passa a funcionar de maneira mais rápida, acaba faltando energia para suas atividades – e advinha de onde será retirada essa energia? Sim, dos estoques de energia;
  3. Aumenta a saciedade: Mais um dos benefícios da farinha de coco para a perda de peso se dá pela grande quantidade de fibras no alimento, que irão retardar a digestão e serão assim responsáveis por mantê-lo saciado por mais tempo, e com uma quantidade menor de alimento;
  4. Não causa picos na glicose sanguínea: A farinha de coco ainda é amiga da dieta porque impede as variações de açúcar no sangue, as grandes inimigas de quem está tentando emagrecer. Quando você come um alimento de alto índice glicêmico (pense em um bolo, ou uma fatia de pão branco com geleia) o açúcar é absorvido de maneira tão rápida que sua glicose vai lá em cima. Como resultado a insulina entra em circulação e sua glicose despenca – e o que acontece nessa situação? Seu cérebro recebe o sinal de que precisa de energia para elevar novamente a glicose, e lá vai você ficar com fome novamente mesmo tendo acabado de se alimentar.
    A farinha de coco libera açúcar de maneira gradual, impedindo essas variações bruscas na glicemia e ajudando você a evitar aquela vontade desesperadora de comer um doce ou qualquer outra fonte rápida de energia (pães, massas, biscoitos);

– É inimiga do colesterol alto

As fibras mais uma vez são responsáveis por benefícios da farinha de coco. A grande quantidade do nutriente diminui a absorção de LDL – o colesterol que não queremos – no intestino, o que leva a um diminuição da quantidade da molécula na circulação.

– Libera açúcar de maneira gradual na circulação

O grande teor de fibras encontrado na farinha de coco garante ainda que a quantidade de açúcar no sangue não se eleve tão rapidamente como se você estivesse consumindo farinha de trigo, por exemplo.

A farinha de coco possui um índice glicêmico (IG) menor que aquele das farinhas à base de cereais (farinha de trigo, aveia, arroz, centeio), o que garante ao organismo uma liberação mais lenta do açúcar na corrente sanguínea. Essa propriedade da farinha de coco a torna uma boa opção para quem sofre com diabetes e precisa monitorar constantemente os níveis de glicose no sangue.

– Combate a prisão de ventre

Com quase 3 gramas de fibra por colher, uma única porção (duas colheres) já é suficiente para fornecer quase ¼ das nossas necessidades diárias do nutriente. Em tempos em que sobra cada vez menos tempo para cozinhar em casa, consumir farinha de coco algumas vezes por semana pode te ajudar a manter o funcionamento do intestino em dia e assim mandar para bem longe o risco de câncer de colón.

– Protege o coração

Altas taxas de colesterol e inflamações são duas das principais causas de doenças cardíacas no mundo. Vale lembrar que, somente no Brasil, 1 em cada 5 mulheres sofrerá um infarto após os 45 anos.

Trata-se de um número alarmante, mas a boa notícia é que você não precisa fazer parte das estatísticas, sendo mulher ou não (os homens também sofrem com altas taxas de infarto). Além de incluir mais verduras, legumes, grãos e cereais integrais em sua dieta, acrescentar uma colher de farinha de coco ao cardápio também poderá colaborar para afastar os riscos de doenças do coração.

– É uma ótima opção de farinha sem glúten

Em tempos de dietas sem glúten, encontrar alternativas à farinha de trigo pode ser um desafio às vezes. A farinha de coco pode ser uma boa alternativa à tradicional farinha branca, já que não contém gluten e ainda por cima traz mais benefícios à saúde do que sua similar produzida a partir do trigo.

Como fazer farinha de coco?

Para fazer a farinha de coco em casa você precisará somente de coco fresco e um pouco de tempo. Confira a receita:

Ingredientes:

  • 2 xícaras de chá de coco ralado fresco;
  • 1 ½ xícaras de água quente.

Preparo:

  1. Coloque o coco ralado em um recipiente e despeje a água quente por cima. Deixe descansar por 15 minutos;
  2. Bata tudo no liquidificador ou processador e coe em um pano fino e limpo. Esprema bem para retirar o excesso de água e gordura;
  3. Coloque a polpa resultante em uma travessa e leve ao forno;
  4. Asse em forno a 100o C por 3 a 4 horas- ou até secar por completo. É importante mexer a mistura algumas vezes para que ela não queime enquanto está sendo assada. O ponto da farinha é quando ela fica amarelada e não gruda nas mãos;
  5. Retire a polpa do forno e deixe esfriar bem;
  6. Passe a polpa no processador até obter uma farinha fina;
  7. Guarde a farinha em um recipiente bem tampado e mantenha em local seco. 

Como usar a farinha de coco?

A farinha de coco tem diversos usos, sendo um deles a substituição de parte das farinhas à base de glúten em receitas saudáveis, como pães e bolos integrais. Outro uso da farinha de coco é na hora de fazer frango ou peixe empanados – basta passar o filé no ovo, em seguida na farinha e pronto, você terá um delicioso empanado sem glúten.

Você pode também colocar uma colher de farinha de coco sobre a granola, ou adicioná-la ao preparo do omelete, do shake de whey e até mesmo sobre frutas picadas. E para quem é fã de açaí na tigela, a farinha de coco pode ser uma substituição mais saudável às caldas doces e calóricas. A mesma dica vale para o iogurte, que fica delicioso com uma colher de farinha de coco e uvas passas.

Uma vez que o coco já é naturalmente doce, as receitas que levam a farinha também necessitam de menos açúcar, o que pode ser uma ótima ideia para quem precisa emagrecer.

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Como a farinha de coco é muito seca e não costuma dar muita “liga” na hora de fazer massas, a dica é sempre acrescentar água ou ovos às receitas com farinha de coco. Segundo a orientação do fabricante da farinha, deve-se sempre utilizar a mesma medida líquida daquela que se utilizou de farinha. Se a receita pedia 2 xícaras de farinha de trigo e você resolveu utilizar ½ xícara de farinha de coco, a receita alternativa ficará desta maneira: 1 ½ xícara de farinha de trigo, ½ xícara de farinha de coco e ½ xícara de água.

Para quem está fazendo dieta, uma sugestão para usufruir dos benefícios da farinha de coco é tomar 1 copo de água com 1 colher de sobremesa da farinha logo ao acordar. Dessa maneira você normaliza seus níveis de glicose (que provavelmente estarão bem baixos, já que você ficou a noite toda sem se alimentar) e evita aquela fome voraz ao longo do dia. De quebra, as fibras da farinha de coco ainda vão ajudar o seu intestino a funcionar como um relógio.

Receitas com farinha de Coco 

– Pão low carb com farinha de coco e abobrinha

A receita abaixo é ótima para quem está fazendo a dieta das proteínas, pois contém pouquíssimos carboidratos e ainda por cima é deliciosa.

Ingredientes:

  • ¾ xícara de farinha de coco;
  • 6 ovos;
  • ½ xícara de óleo de coco derretido;
  • ½ colher de chá de sal grosso;
  • 2 xícaras de abobrinha ralada;
  • 1 colher de sobremesa de orégano fresco (ou outra erva de sua preferência);
  • ½ colher de chá de alho em pó;
  • 1 colher de chá de bicabornato de sódio;
  • 2 colheres de chá de vinagre de maçã.

Preparo:

  1. Em um recipiente grande misture os ovos, o óleo de coco, o vinagre e a abobrinha. Reserve;
  2. Misture a farinha de coco, o sal, orégano, alho em pó e bicabornato de sódio em outro recipiente;
  3. Vire a mistura líquida sobre os ingredientes secos e misture bem;
  4. Coloque a mistura em uma forma untada e coberta com papel vegetal e polvilhada com um pouco de sal grosso;
  5. Leve para assar em forno a 180o C por 50 minutos ou até que o pão esteja totalmente cozido e o interior esteja seco.

– Tapioca saudável com farinha de coco

Ingredientes:

  • 2 colheres de goma de tapioca;
  • 1 colher de farinha de coco;
  • 1 banana cortada em rodelas;
  • 1 colher de chá de mel;
  • 1 pitada de canela.

Preparo:

  1. Misture a goma de tapioca com a farinha de coco e prepare a tapioca em uma frigideira antiaderente;
  2. Recheie a tapioca com a banana e o mel, finalizando com a canela em pó.

– Bolo Integral com farinha de coco 

Ingredientes:

  • 1 xícara de chá de farinha de coco;
  • 1 xícara de chá de farinha de trigo integral;
  • 1 ½ xícara de adoçante forno e fogão;
  • 3 ovos;
  • 1 xícara de azeite;
  • 1 colher de amido de milho;
  • 1 colher de sopa de fermento;
  • 1 xícara de chá de leite desnatado.

Preparo:

  1. Bata os ovos, o leite e o azeite até obter uma massa homogênea;
  2. Acrescente à mistura as farinhas, o adoçante e o fermento (este por último);
  3. Coloque a massa em uma forma untada e polvilhada com farinha de coco;
  4. Leve ao forno pré-aquecido e asse por 40 minutos, ou até que o interior esteja seco.

– Shake de Whey com Farinha de Coco

Ingredientes:

  • 1 banana gelada;
  • 1 copo de água gelada (ou leite desnatado, se preferir);
  • 1 colher de farinha de coco;
  • ½ xícara de gelo picado;
  • 1 colher de mel;
  • Essência de baunilha a gosto.

Preparo:

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)

  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter um shake bem cremoso;
  2. Sirva em seguida.

Fonte: http://www.mundoboaforma.com.br/6-beneficios-da-farinha-de-coco-como-fazer-como-usar-e-receitas/

Há uma fruta muito especial, capaz de reduzir colesterol e combater inflamações.

Ela é rica em substâncias antioxidantes, o que é ótimo para eliminar as toxinas do corpo.

Além disso, é excelente fonte de vitamina C e B, riboflavina, ácido fólico, niacina e sais minerais, como cálcio, manganês, ferro, zinco e potássio.

Agora deixemos de mistério!

Você sabe que fruta é essa, não é?

Sim, é a carambola!

Ela é maravilhosa e indicada para combater febre, curar escorbuto e estimular o apetite, além de prevenir o envelhecimento, por ser rica em polifenóis.

A carambola também é indicada para tratar afecções renais.

Entretanto, por conter grande quantidade de uma substância chamada caramboxina, não pode ser usada por pacientes que sofrem de insuficiência renal, pois eles não são capazes de filtrar a toxina, que se espalha na corrente sanguínea e pode afetar o sistema nervoso.

O suco da carambola pode ser usado para tirar manchas de ferro, de tinta e para limpar metais.

Saiba mais benefícios desta poderosa fruta:

1. Regula a pressão

isso acontece porque a carambola impede o excesso de trabalho da tireóide, controlando a pressão arterial.

2. Reduz o colesterol

Se você está com excesso de peso, então é bom ter cuidado com o mau colesterol (o LDL), pois isso causa problemas graves no coração, já que obstrui as artérias.

A carambola ajuda a regularizar o colesterol.

3. Fortalece o sistema imunológico

Basta consumir a fruta com regularidade.

4. Melhora o sono e trata insônia

Procure comer carambola ou tomar o suco antes de dormir, pois ela melhora o sono.

5. Ajuda na digestão

Este é um melhores remédios naturais para o estômago – pode investir!

6. Melhora a pele

Combate rugas, deixa a pele mais brilhante e melhora a elasticidade.

7. Ajuda no desenvolvimento do feto

Como é uma fruta rica em vitamina B9 e ácido fólico, é ótima para o desenvolvimento do feto.

Então se estiver grávida, pode consumir!

8. Melhora a saúde dos olhos

Como é rica em vitamina A, que é ótima para a visão, a carambola é superindicada.

9. Tem ação antibacteriana

Ou seja, ela combate bactérias.

CHÁ DE CARAMBOLA

Para fazer o chá da carambola, coloque dez folhas novas e bem lavadas em meio litro de água e leve ao fogo.

Quando ferver, desligue.

Tome ao longo do dia.

Ele é ótimo e tem todos os benefícios citados nesta matéria.

Atenção!

Devido ao ácido oxálico, a carambola não pode ser consumida em grande quantidade por um longo período, uma vez que pode fazer surgir pedras nos rins.

E diabéticos só devem consumir a fruta depois da autorização do médico.

Fonte: www.curapelanatureza.com.br