A maioria das evidências clínicas sugere que a erva de São João (ESJ) (Hypericumperforatum) é um incrível tratamento à base de ervas para a depressão, tendo até o endosso da Cochrane Collaboration, agência conservadora que a classifica como “eficaz”.

Porém, tem surgido questionamento sobre interações com uma variedade de drogas farmacêuticas.
Será que isto tem fundamento?

As interações de drogas descritas ou especuladas na literatura com a erva de São João (ESJ) incluem as interações metabólicas (ou farmacocinéticas), nas quais o ingerir ESJ diminui o nível sanguíneo (e a eficácia) de uma variedade de drogas, como:

  • a droga anticancerígena irinotecano;
  • o antidepressivo amitriptilina;
  • os anticoagulantes fenprocoumon e varfarina;
  • o anti-histamínico fexofenadina;
  • os sedativos alprazolam e midazolam;
  • os inibidores de protease;
  • ciclosporina;
  • digoxina;
  • as drogas estatinas;
  • metadona;
  • vários anticoncepcionais orais.

Estas interações metabólicas clinicamente documentadas ocorrem pelo fato da ESJ acelerar o metabolismo da droga, resultando em menor concentração sanguínea e eficácia comprometida do remédio. Isso é causado pela substância fitoquímica na erva, chamada hiperforina

Resumindo

Pensou-se então que preparações que fossem baixas em hiperforina – ou a retirada desse principio ativo – afetaria o efeito antidepressivo natural da erva. Vários estudos subsequentes mostraram que os extratos de ESJ baixos em hiperforina não interagiram com drogas chave, como a ciclosporina, a digoxina e a pílula anticoncepcional oral, mas mantiveram o seu efeito terapêutico, e ainda superiores ao placebo, o equivalente a fluoxetina no tratamento leve a moderado da depressão.

Ainda há debate considerável sobre a relevância de hiperforina aos efeitos antidepressivos da ESJ, e a maneira mais correta de evitar interações metabólicas de drogas com a ESJ é usar uma forma líquida tradicional, como uma tintura, que não contêm nenhuma hiperforina.

Referência bibliográficas:

  • British Medical Journal, 1996;313
  • Nutr J, 2010 Oct7; 9(1): 42
  • Planta Médica 50:272
  • Weiner”s Herbal. Weiner , M. 1990

Fonte: http://www.drrondo.com/erva-de-sao-joao/

Em 1919, quando a gripe matou 40 milhões de pessoas havia um doutor que visitou muitos agricultores para ver se ele poderia ajudá-los a combater a gripe, pois que muitos deles que haviam contraído a doença haviam morrido.

Em uma visita na propriedade de outro fazendeiro, na mesma região, a médico surpreendeu-se em saber do bom estado de saúde que lá encontrou. Todos estavam muito saudáveis.

Quando o médico perguntou ao fazendeiro o que eles estavam fazendo para se protegerem da gripe, a mulher deste prontamente respondeu que ela colocava uma cebola cortada (com casca) em pratos e distribuía-os nos quartos da casa.

O Médico não podia acreditar no que ouviu.

Pediu ao fazendeiro para lhe entregar uma das cebolas que estava usando e pôs sob seu microscópio, quando então observou enorme números de bactérias da gripe ali acumulados.

Levado a um pneumologista, este explicou que as cebolas são um ímã enorme para as bactérias, especialmente as cebolas cruas.

Em suma, nunca mantenha cebolas fatiadas para serem usadas no dia seguinte, mesmo que colocadas em sacos fechados, herméticos ou na geladeira.

Seu consumo deve ser imediato, vez que pode ser um perigo consumi-las a posteriori.

Além disso, os cães nunca devem comer cebolas. Seus estômagos não pode metabolizar cebolas.

Lembre-se: é perigoso cortar uma cebola e consumi-la no dia seguinte.

A cebola se torna altamente venenosa, mesmo depois de uma noite única, e cria bactérias tóxicas.

Estas bactérias podem causar infecções do estômago adversos por causa de secreções biliares em excesso e intoxicação alimentar.

Fonte: http://www.noticiasdobrasilbr.com/2017/02/11/o-perigo-que-voce-nunca-soube-sobre-cebola/

A canela, em pó ou em pau, é certeira para perfumar o ambiente, além de espantar insetos, conservar alimentos…

 Xô, larvas!

A canela contém enxofre, substância odiada pelos mosquitos! Coloque uma colher (chá) de canela em pó em pratos de vasos com plantas para combater as larvas de insetos.

Repelente

Alérgica ao produto? Jogue três pedaços de canela em pau em 1 litro de água fervendo e espere amornar. Borrife no corpo. Mas o efeito é menos duradouro do que o de um repelente industrializado.

Cheiro bom

Mistura 100 ml de álcool, 300 ml de água e 3 canelas em pau. Você pode colocar em uma garrafa decorada ou borrifar pelo ambiente! O perfume da canela diminui o cheiro de fritura da casa e repele os insetos.

Conservante

Para evitar que a comida estrague, adicione canela em pau no recipiente que contém a refeição! O enxofre do tempero evita o excesso de bactérias, responsáveis pela decomposição do alimento.

Máscara

Adicione 3 colheres ( sopa) de mel com 1 colher (sopa) de canela em pó e aplique no rosto por 10 min.! O mel hidrata a pele e a canela tem ação antibacteriana. Aplique antes em um pedaço para verificar possíveis alergias!

Tapete limpo

Misture 100 g de amido de milho, 100 g de bicarbonato de sódio e 1 col. (sopa) de canela. Polvilhe sobre o tapete! Tire com aspirador após 30 min. A receita facilita a limpeza.

Enfeite

Amarre 6 canelas em pau com uma fita e decore a cozinha ou varanda. Além de exalar um delicioso aroma, embeleza o ambiente! No Natal, por exemplo, use laços temáticos.

Sem formiga

Para espantar as danadas do açucareiro ou de qualquer outro recipiente, faça sachês de algodão com canela em pó e coloque próximo ao pote! Troque-os a cada duas semanas.

Pet sem pulgas

Para afastá-las dos pelos de cães e gatos, prepare a mesma solução ensinada na segunda dica dessa seção. Como aplicar nos bichinhos? Borrife nos pets enquanto dá banho neles em casa.

Sem taças

Faça sachês com tecidos de algodão e encha-os com canela em pó. Depois, coloque o saquinho dentro do guarda roupa para afastar as traças! A medida ainda ajuda a prevenir o cheiro ruim causado pelo bolor, deixando um perfume agradável no móvel.

Fonte: http://vivamais.uol.com.br/noticias/casa-e-familia/use-a-canela-pra-tudo.phtml#.WNmUBdLyvIU

 

Alimentos fraudulentos estão em alta.

Eles são deliberadamente mal rotulados e adulterados, aparecendo em quase todos os corredores.

Segundo um relatório americano, só no ano passado houve mais de 800 novos casos de fraude alimentar, de acordo com a Convenção da Farmacopeia Americana.

Um exemplo é o óleo de oliva, que é misturado com óleos vegetais baratos. Analises do U C Davis mostram que até marcas top foram adulteradas em óleos baratos.

Agora, veja alguns truques do comércio que você precisa estar ligado:

  1. Alimentos marinhos: peixe de baixa qualidade e de risco. São deliberadamente mal rotulados e vendidos para consumidores sem suspeita, e isso ocorre o tempo todo. Em muitos casos atum branco não é atum, mas normalmente um peixe chamado escolar, que trata-se de um maior risco de intoxicação gastrointestinal, tendo sido banido em muitas nações.
  2. Café: muitos não contêm café somente, e às vezes nenhum café mesmo. Trata-se do uso de ingredientes baratos, como cevada e sementes diversas sem valor.
  3. Mel: todo cuidado é pouco, pois muitos contém misturas com xarope de milho e até produtos livre de pólen. Nos Estados Unidos 70% do mel de supermercado é adulterado.
  4. Especiarias: pimenta moída é frequentemente misturado com sementes sem sabor. Paprika, que poderia ser algo com corante para parecer real. Usam-se truques com quase tudo em temperos: açafrão, cúrcuma e pimentão.
  5. Suco de limão (lemon juice): suco de limão fresco parece algo turvo, nublado, mas este aspecto de nuvens em suco de garrafa não significa que ele seja fresco. Algumas companhias despejam fitalatos (químicos) em seu suco de limão para dar uma aparência turva “fresco-espremido”, mas esses fitalatos são desruptores endócrinos conhecidos, correlacionados desde diabetes a câncer e feminilização, além de baixa contagem de esperma. Portanto, fique com o limão real, não os “plastificados”.
  6. Água de coco: frequentemente adulteradas com água e açúcar, além de conservantes químicos.

Essa é uma lista parcial, pois alterações foram observadas no leite, chá, camarão e óleos para cozinhar.

Se são vendidos em pacote, você pode apostar que alguém está se empenhando em fazer uso nesses produtos de ingredientes de baixa qualidade.

O melhor que você pode fazer é comprar os ingredientes certos, frescos, de fontes seguras. Apesar de nem sempre ser possível, é importante que você saiba disso e tome esses cuidados o máximo possível!

Referências bibliográficas:

  • FoodFraud.org
  • TIME July 15, 2014
  • BMC Medicine 2013, 11:222
  • Oceana Seafood Fraud Study. February 2013

3D Illustration of Assorted Medicines

Sabe aquelas drogas para refluxo que prometem abrandar e acalmar a dor da sua doença?

Bem, como eu já comentei por aqui, no final das contas elas podem na verdade CAUSAR o refluxo ácido, azia e indigestão.

Tenho falado bastante sobre os múltiplos perigos associados com medicamentos patenteados: analgésicos que causam danos ao fígado, drogas para a diabete que causam câncer, medicação para reduzir o colesterol que causa catarata… e a lista não para.

Mas esta realmente rouba a cena: um medicamento de prescrição que CAUSA o próprio problema que ele deveria eliminar?

Isso sem falar em diversos outros efeitos colaterais.

Um novo estudo no Jornal Gastroenterology examinou o tratamento com a medicação inibidora de bomba de prótons (IBP).

Os pesquisadores descobriram que o tratamento na verdade produzia a azia, o refluxo ácido e a indigestão em voluntários sadios que tomaram o medicamento por oito semanas.

As drogas até pareciam causar um efeito de “rebote” ácido depois do tratamento – algo que poderia promover a dependência dessas medicações.

Já não chega essa surpresa, ainda temos outra. Ao final do estudo, seria esperado que o pesquisador principal recomendasse parar de usar essas drogas imediatamente, certo?

Mas, não!  Ao invés disso, veja o que ele disse: “Sem dúvida, os pacientes com benefício sobre a doença de refluxo se beneficiam, e precisam do tratamento, com drogas que reprimem o ácido.”

Eu não entendo este raciocínio, pois por anos tenho falado que para muitas pessoas com azia o melhor tratamento pode realmente ser MAIS ácido, e não menos.

Quando se mede a produção de ácido estomacal, a maioria quase absoluta de pessoas que sofrem com azia produz ácido estomacal em quantidades pequenas demais.

Os sintomas de azia e refluxo ácido são na verdade causados por um problema com o esfíncter inferior do esôfago (EIE).

Não importa quanto ácido há no estômago – contanto que o EIE fique fechado, a azia e o refluxo não ocorrerão.

Ele só deve abrir para deglutição, vômitos e emissões de gás (arrotos).  Se ele abrir em qualquer outra ocasião, pode ser liberado ácido para dentro do esôfago.

Então, a resposta está em dar ao EIE um ambiente no qual ele pode sarar.

A suplementação com cloridrato de betaína-pepsina pode ajudar a recuperar a digestão normal.

Mas, lembre-se que o tratamento com ácido clorídrico pode ser perigoso e deve ser usado somente sob orientação médica, caso ele entenda que é o seu caso.

Na verdade, é um tratamento completamente natural e equivale à reposição de algo que está em falta no seu organismo, ao invés de reprimir uma substância essencial.

Consequências do uso de medicações inibidoras de bomba de prótons (IBP’s)

Agora, veja os efeitos colaterais das drogas para azia confirmadas por pesquisas, que eu comentei no início do artigo. São algumas condições ligadas e pioradas por ácido estomacal baixo:

  • Acne rosácea
  • Eczema
  • Alergias
  • Dermatomiosite
  • Alcoolismo
  • Degeneração macular
  • Doença celíaca
  • Lúpus
  • Asma infantil
  • Anemia perniciosa
  • Hepatite
  • Doenças de vesícula biliar
  • Brotoeja
  • Síndrome de Sjogren
  • Depressão
  • Esclerose múltipla
  • Diabete (Tipo 1)
  • Escleroderma
  • Artrite reumatoide
  • Polimialgia reumática
  • Osteoporose
  • Miastenia grave
  • Síndrome de Raynaud
  • Colite ulcerativa
  • Doença de Graves
  • Vitiligo
  • Sinais físicos do envelhecimento (especialmente em pessoas com 60 anos ou mais)

E provavelmente tem muito mais.

Certamente, o mau funcionamento estomacal não é a única e nem a principal causa de cada uma destas doenças.

Mas tomar os passos apropriados para eliminar a hipocloridria (produção insuficiente de ácido estomacal) e, ao mesmo tempo, restaurar o fluxo otimizado de nutrientes, geralmente ocasiona uma melhora significante, não importa qual for o problema.

Referências bibliográficas:

  • “Heartburn Drugs May Contribute to the Problem.”   (www.healthday.com)
  • J Intern Med.1996;240:161-164.
  • Acta Psychiatr Scand. Aug 2003;108(2):156-9
  • Molecular Nutrition & Food Research. Mar 2007, 51(3):324-32
  • Archives of Internal Medicine.  May 10, 2010; 170(9):779-83
  • Archives of Internal Medicine.  May 10, 2010;170(9):747-8
  • Archives of Surgery July 2011; 146(7): 851-858
  • Am J Gastroenterol. Jul 2012;107(7):1001-10.
  • Journal of the American Medical Association. December 11, 2013; 310(22):2435-2442
  • Nephrology News and Issues. January 14, 2016
  • JAMA Internal Medicine. January 11, 2016

Fonte: http://www.drrondo.com/

Antigos escritos descrevem que esta pedra é produto da Alquimia de Monges Italianos, que buscavam uma forma de se conectar ao Criador, que estava no céu.

A fórmula que os Monges Italianos queriam, era a de ligar o céu e a terra, para agradecer ao Criador e pedir para manter o sol sempre no céu brilhando, pois tinham medo das trevas.

 A

Os Monges Italianos Alquimistas começaram a forjar um líquido. Enquanto trabalhavam na fórmula, viram que o líquido borbulhava e um pó dourado como ouro começou a fluir e penetrar na mistura, transformando sua estrutura, de líquida para mais consistente.

 A

Os Monges Italianos Alquimistas notaram que quando a mistura ia esfriando, ia tomando forma de pedra. Eles receberam este evento como uma revelação Divina, e fizeram juramento de guardar segredo de sua fórmula, motivo pelo qual não se conhece até hoje a composição exata da pedra.

 A

A pedra tem uma profunda conexão com a Luz Divina e possui poder regenerativo do sol. A pedra reflete a luz ou as trevas da alma de cada um, retirando o mal do corpo, alma e espírito, trazendo o equilíbrio ao ser.

 A

A Pedra do Sol possui a cor castanha avermelhada, com pequenos pontos dourados, que brilham no sol. A pedra assemelha-se a composição e densidade de pedra natural,  pode ser usada em bijuterias, jóias ou simplesmente pode ser carregada no bolso ou na bolsa.

 A

A Pedra do Sol traz grande felicidade, luz, paz, sabedoria e sensibilidade. A pedra emana grande serenidade e age como um calmante natural. Fortalece o sistema imunológico e proporciona boa noite de sono para os seus usuários.

A

A Pedra do Sol tem o poder de elevar a autoestima; Traz encorajamento para realizar bons negócios, e sutileza para desfazer negócios ruins.  A pedra atua com grande eficácia em pessoas que sofrem de distúrbios psíquicos, doenças psicossomáticas, nos estados melancólicos e depressão.

A

A pedra do Sol beneficia pessoas que estão sofrendo por estarem atadas a outros. Para retirar estas amarras negativas, tanto dos Chakras, quanto da Aura, a pedra drena a energia negativa que está sufocando a pessoa, libertando-a e trazendo uma sensação de paz e liberdade.

 A

Se colocada no plexo solar, irá beneficiar com a limpeza de todos os chakras, promovendo a libertação de ataduras energéticas, aumentando o otimismo e autoestima. Em casa use a Pedra do Sol em arranjos e em vasos de flores, coloque uma pedrinha debaixo do travesseiro, ou coloque onde você preferir e aproveite os benefícios desta maravilha!

 A

A Pedra do Sol é plena de esperança, é uma benção do Grande Eu Sou para nossa proteção e saúde. Todos nós somos criaturas do Grande Eu Sou e estamos aqui para vivermos a plenitude da vida na luz e no amor!

ESTER DE SUSAN

Fonte: http://www.janeladoconhecimento.com

Acerte a dosagem deste mineral e com certeza ele poderá salvar o seu cérebro, proteger a sua memória e evitar a demência e a doença de Alzheimer.

Pode parecer estranho, pois sempre prego que se deva manter os níveis de ferro baixos para evitar oxidação, porém precisamos tê-lo numa dosagem adequada para ter uma bioquímica eficiente, importante contra o declínio cognitivo.

Lembre-se, tudo pode ser remédio ou tóxico. Depende da dosagem.

Será que você está deficiente em ferro? Pois se você for, como um número crescente da 3ª idade, é provável que você possa agradecer um médico por isto, caso ele tenha lhe indicado não comer carne vermelha e ater-se a uma dieta de comida para coelhos.

Ele alegará que uma dieta pesadamente vegetal é a chave do envelhecimento com saúde, especialmente para a proteção cerebral que todos procuramos desesperadamente.

Mas a verdadeira chave está nas gorduras, proteínas, vitaminas e FERRO que são encontrados nos alimentos que ele está recomendando veementemente que você não coma: carne de vaca, aves de carne escura, carne de porco gorda e carnes de órgãos, como o fígado.

Em doses baixas, mas essenciais, o ferro que você encontrará nestas e em outras carnes é crítico para o seu cabelo, a sua pele, o seu sistema imune e mais.

Mas nada disto é tão importante quanto o que ele pode fazer para o seu cérebro, porque sem ferro…

O SEU CÉREBRO PODE FICAR COM FALTA DE AR!

O ferro é crítico para a hemoglobina, e a hemoglobina é necessária para transportar o oxigênio por todo o seu corpo através das suas células sanguíneas vermelhas.

O seu corpo inteiro precisa deste oxigênio, é claro, mas não há parte do seu corpo que seja mais sedento por ele do que o seu cérebro. Ele apenas constitui 2% do seu peso corporal, mas absorve 20% de todo o seu oxigênio. E quando ele não obtém o que precisa, começa a desligar-se. Você perde células cerebrais, e memórias junto com elas.

Sim, é tão importante assim, e é por isto que as pessoas de terceira idade que têm baixos níveis de ferro – a conhecida anemia – tem um risco 41% mais alto para a demência, de acordo com um grande estudo novo.

E, ao mesmo tempo em que há outras causas possíveis para a anemia – incluindo o baixo B12 (outro nutriente que você obterá da carne, especialmente a vermelha) – o principal, especialmente entre as pessoas de terceira idade, é mesmo a deficiência em ferro.

E isto me faz voltar para aquele médico que eu mencionei… aquele que fica até tonto quando pode te dar sermão, como se você fosse uma criança, sobre o que você come. Aquele que está praticamente te mandando comer todos os alimentos errados.

É hora de esquecer estas ordens e dar ao seu corpo o que ele REALMENTE precisa para o envelhecimento saudável e a saúde cerebral.

Como manter um bom nível de ferro no organismo

Esqueça esses conselhos sobre a dieta de baixa gordura e alta em vegetais. Ao invés disso, veja abaixo o que fazer para ter um nível saudável de ferro, gerando um escudo para proteger o seu cérebro e evitar a demência causada pela anemia:

COMA bastante carne vermelha fresca, especialmente o fígado, já que ela está entre as melhores fontes naturais de ferro que se tem por aí. Como um bônus, a carne vermelha fresca também é ótima fonte de vitaminas B que protegem o cérebro – e as vitaminas B também ajudam na prevenção da demência.

NÃO cozinhe demais o seu bife. Quanto mais se cozinha, mais ferro ele perderá – então desfrute o bife tão mal passado que você ainda pode ouvir o “muuuu.”

MARQUE uma consulta com o seu médico para checar o seu sangue, certificando-se de que o seu nível de ferro seja aquilo que você necessita.

NÃO pare com um só exame. O seu risco para anemia sobe com cada virada do calendário. Você a encontrará em menos que 10% dos jovens adultos e nas pessoas de meia idade, mas um quarto de todas as pessoas de terceira idade a tem, então certifique-se de checar o seu nível de ferro pelo menos uma vez ao ano.

FIQUE atento para outros sinais de deficiência de ferro e de anemia, incluindo fadiga, tontura, taquicardia, dores de cabeça, e mãos e pés excepcionalmente frios. Se você tiver quaisquer destes sintomas, entre em contato com o seu médico imediatamente.

NÃO comece a engolir suplementos de ferro a não ser que você tenha tido um diagnóstico de deficiência de ferro. Ferro demais poder ser tão ruim quanto de menos – talvez pior ainda, já que o acúmulo de ferro pode na verdade danificar o cérebro ao invés de salvá-lo.

CERTIFIQUE-SE de que você está ingerindo bastante vitamina C, que pode quadruplicar a quantidade de ferro que você absorve da sua comida.

NÃO coma soja. Eu poderia escrever um livro sobre todas as razões para evitar este antialimento, mas vou me ater ao ferro – porque um dos (muitos) compostos perigosos na soja é o fitato, que pode debilitar a habilidade do seu corpo para absorver o ferro.

E não é pouco, porque mesmo uma pequena quantia de fitato pode cortar a sua absorção de ferro em até 65%.

Quer adivinhar que substância está presente em abundância nas barras nutricionais e bebidas de suplementos cujo público alvo são pessoas de terceira idade? Sim… a soja. Não é de se estranhar que as deficiências de ferro estão em alta!

Finalmente, deixe-me lhe dar o melhor DICA de todas: BEBA. Embora a maioria das bebidas alcoólicas não contenham muito ferro, o álcool em si pode incrementar a habilidade do seu corpo para absorver o ferro que está na sua comida. (Isto não é ótimo?)

Então faça na grelha um bife suculento e abra uma cerveja geladíssima ou uma taça de vinho tinto, pois você tem um cérebro para proteger e uma doença para evitar.

Mas obviamente, beba com consciência e muita moderação.

Referências bibliográficas:

– Hemochromatosis.org
– Postgraduate Medicine, February 1, 1990;87(2):89-101.
– The Journal of Family Practice, 1995;41(4):404-405/
– Journal of General Internal Medicine, March-April, 1992;7:145-53.
– Stroke, May, 1996;27(5):1002-1005.
– Arteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology, 1997;17(11):2638-2645

Fonte: http://www.drrondo.com/

O camapu (Physalis angulata) conhecido também por tomate-capucho, camaru, capota, juá-de-capote, cerejas-de-judeu e capucho, é uma planta encontrada na Amazônia que tem muitas propriedades.

Recentes pesquisas apontam agora para sua capacidade de combater doenças neurodegenerativas. Os pesquisadores paraenses descobriram que uma substância encontrada na planta estimula a produção de novos neurônios no hipocampo, área do cérebro ligada à memória.

Com a produção de novos neurônios, a hipótese é que novas sinapses, ou conexões entre as células do cérebro, sejam criadas, revertendo quadros de perda de memória recente comum em pacientes com Alzheimer.

A pesquisa é completamente inédita e mostra que a substância pode ser utilizada para elevar capacidade de raciocício e memória, além de sinalizar possível reversão de morte neuronal, quadro comum em pacientes com depressão, por exemplo.

A notícia é melhor ainda, principalmente pelo fato de esta substância estimular o crescimento neuronal justamente na área do hipocampo. O hipocampo está situado dentro do lóbulo temporal central do cérebro e faz uma parte importante do sistema límbico, a região que regula emoções.

O hipocampo é associado principalmente com a memória, em particular memória a longo prazo. O órgão igualmente desempenha um papel importante na navegação espacial.

Os danos no hipocampo podem conduzir à perda de memória e de dificuldade em estabelecer memórias novas. Na Doença de Alzheimer, o hipocampo é uma das primeiras regiões do cérebro a ser afetado, conduzindo à confusão e à perda de memória recente nas fases iniciais da doença.

A descoberta dos poderes neurogênicos do camapu foi mais um caso da ciência de apontar para um alvo e acertar em outro, ainda melhor. O camapu é conhecido tradicionalmente por sua atividade anti-inflamatória e antiprotozoária.

Enquanto tentavam comprovar em laboratório o poder anti-inflamatório do camapu, os pesquisadores identificaram a presença da substância com poderes de criar novos neurônios, na seiva do talo do camapu.

Os processos de obtenção da substância e fármacos já foram patenteados no mercado nacional e internacional. Agora a equipe de pesquisadores estuda a viabilidade de produzir fitoterápicos e tenta convencer a indústria farmacêutica da viabilidade de produção da droga, com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP) e do governo do Estado.

No momento, os pesquisadores envolvidos estão trabalhando para oferecer mais subsídios que irão agregar valor à pesquisa. Depois de comprovados os efeitos da droga, foram levantados questionamentos relativos à capacidade produtiva da planta e a sua sazonalidade, assim como a necessidade da execução de testes clínicos.

O processo é mais delicado por se tratar de um produto natural complexo, incapaz de ser sintetizado em laboratório. Também são essenciais os estudos de viabilidade, para saber a capacidade produtiva da planta e sua sazonalidade, com o intuito de quantificar o material orgânico que pode ser gerado por hectare plantado.

De acordo com os pesquisadores, para o estudo sazonal da Physalis angulata, é necessário avaliar o metabolismo da planta e identificar, por exemplo, se a substância isolada está presente em todo o seu ciclo vegetativo, em que momento do ciclo é atingido o auge da produção dessa substância e, assim, como observar se há diferença de comportamento nessa produção entre os períodos seco e chuvoso, típicos da região.

As propriedades medicinais da fruta são incríveis e, dentre as conhecidas e comprovadas, sabemos que a fruta é excelente fonte de provitamina A, C e do complexo B e é rica em proteína e fósforo, que são ótimos para o crescimento, desenvolvimento e funcionamento dos diversos órgãos do corpo.

É diurética e ajuda a eliminar toxinas do corpo, purifica o sangue, ajuda a controlar o diabetes, tem efeito relaxante graças ao teor de flavonoides e ajuda a acabar com a fadiga mental.

Todos esses benefícios só podem ser desfrutados a partir do consumo da fruta, mas é importante saber que o consumo em excesso pode causar dores no estômago, por causa do grau de acidez.

Fonte: http://raizesefolhas.com.br/camapu-estimula-producao-de-novos-neuronios/

Originário da Indonésia, o cravo-da-índia é muito usado para fins culinários, por transferir agradável aroma e sabor às receitas.

Mas ele tem potencial para bem mais do que isso.

O cravo-da-índia é rico em nutrientes e óleos essenciais importantes para o corpo.

São muitos os benefícios dessa especiaria.

O cravo atua como antisséptico, cicatrizante, antifúngico, antibacteriano, antioxidantes, analgésico e anti-inflamatório.

Recomenda-se o seu uso para tosse, gases intestinais, inflamações, dores de dente, bronquite e também para ajudar a emagrecer, pois o cravo acelera o metabolismo e melhora a digestão, facilitando a perda de gordura.

O eugenol é a substância que dá ao cravo o odor e a maior parte dos seus poderes medicinais.

Graças ao eugenol, o cravo tem propriedades antissépticas e anestésicas.

E há pesquisas, também por causa do eugenol, sobre a ação do cravo em cânceres do aparelho digestivo e inflamações nas articulações.

No cravo, também encontramos minerais como ferro, manganês, potássio, selênio e magnésio.

Além disso, ele fornece vitaminas como a A, C, K e betacaroteno.

Do cravo se extrai um excelente óleo, que é indicado para unhas fracas, combater micoses de unha e frieira.

Outro ótimo subproduto do cravo é o seu extrato.

O extrato de cravo-da-índia acaba com fungos e traças.

Dissolvido em álcool ou água, pode ser usado como aromatizante ambiental.

Misturado com água, funciona como antisséptico bucal.

O extrato puro serve também para coceiras em geral e picadas de inseto.

No fim do post, ensinaremos como fazer o óleo e o extrato de cravo-da-índia.

Agora você vai conhecer dez benefício do cravo-da-índia:

1. Analgésico e antisséptico

O cravo alivia dores de dente, na gengiva e inflamações de garganta.

É também um bom remédio caseiro para infecções, queimaduras e feridas.

2. Circulação

O cravo-da-índia desintoxica e melhora a circulação sanguínea, favorecendo todo o corpo e estimulando a imunidade.

3. Expectorante

O cravo-da-índia age como expectorante e solta o muco presente na garganta e no esôfago.

Essa atividade o torna atuante contra a tosse.

4. Acelera o metabolismo

O cravo acelera o metabolismo, promovendo o aumento da produção de saliva e dos líquidos responsáveis pela digestão.

Isso resulta na queima rápida de gordura.

5. Digestivo

O cravo melhora a digestão, pois aumenta a secreção de enzimas digestivas.

Ele combate a prisão de ventre e ajuda em casos de náuseas e mal-estar no estômago.

6. Cãibras

O cravo diminui os espasmos musculares e alivia as cãibras.

7. Antisséptico bucal

O cravo é um bom antisséptico, atuando contra bactérias encontradas na boca e no estômago e favorecendo a eliminação do mau hálito.

Ele também funciona como um preventivo contra as cáries.

8. Tireoide

O cravo-da-índia também é benéfico à tireoide e, por isso, atua na prevenção tanto de hipotireoidismo como de hipertireoidismo.

9. Controle do colesterol

O cravo auxilia no controle do colesterol ruim.

10. Anti-inflamatório

Pela presença do eugenol, o cravo é um bom anti-inflamatório natural, colaborando para o combate a doenças inflamatórias.

CHÁ, ÓLEO E EXTRATO DE CRAVO-DA-ÍNDIA

Para aproveitar os benefícios do cravo, em caso de problemas internos, como inflamações e problemas digestivos, o ideal é que você tome o chá dessa especiaria.

O preparo do chá de cravo é simples.

Você vai usar 1 colher (sopa) de cravos-da-índia e um litro de água.

Em um recipiente, coloque a água e os cravos e leve ao fogo.

Quando começar a formar as bolhinhas de ebulição, deixe por mais dez minutos e então desligue.

Espere amornar, coe e beba em seguida, no máximo três xícaras por dia.

Já o óleo de cravo-da-índia é indicado para unhas fracas, combater micoses de unha e frieira.

Para fazê-lo, misture 30 gramas de cravo-da-índia com 200 ml de óleo de oliva ou girassol e cozinhe em banho-maria por uma hora.

Deixe esfriar, coe e guarde em um vidro limpo e seco.

Basta aplicar um pouco dele nas regiões afetadas.

E finalmente o extrato de cravo-da-índia acaba com fungos e traças.

Dissolvido em álcool ou água, pode ser usado como aromatizante ambiental.

Misturado com água, funciona como antisséptico bucal.

Uma colher de chá do extrato em um copo de água serve para coceira nos órgãos genitais e nos casos de candidíase genital.

Basta enxaguar o local duas vezes ao dia, pela manhã e antes de dormir.

O extrato puro serve também para coceiras em geral e picadas de inseto.

Para fazer o extrato, coloque em um vidro escuro 100 gramas de cravo-da-índia e um litro de cachaça.

Misture e deixe guardado por no mínimo dois meses.

Está pronto para uso quando o líquido fica marrom.

Importante: o cravo-da-índia é contraindicado a mulheres grávidas ou em fase de lactação, além de crianças menores de 6 anos e pacientes com problemas gastrointestinais e doenças neurológicas.

Alguns destes óleos são saudáveis e alguns deles TOTALMENTE prejudiciais – óleo de soja, azeite de oliva, óleo de coco, óleo de milho, etc … Vamos dar uma olhada mais de perto.

Artigo por Mike Geary, Personal Trainer Certificado, Especialista em Nutrição Certificado
Autor dos best sellers: Cozinha Queima Gordura
& 101 Alimentos Antienvelhecimento

Óleo de Cozinha

Hoje, eu queria dar a minha opinião sobre um assunto confuso para a maioria das pessoas:

…Por que alguns óleos e gorduras que você usa para cozinhar, assar ou outra utilização com alimentos são realmente prejudiciais para o seu corpo, e por que alguns são saudáveis.

Aqui está a questão…

Muitas pessoas parecem pensar que tudo etiquetado como “óleo vegetal” é bom para você. NÃO, ISSO É ERRADO!

A maioria do que é rotulado como “óleo vegetal” é simplesmente óleo de soja refinado (processado sob alto calor, pressão, e solventes industriais, tais como o hexano)… talvez por vezes também podem ser fortemente refinado de sementes de algodão, cártamo, milho, semente de uva , ou outros óleos também.

Na maioria dos casos, quase todos esses óleos processados NÃO SÃO SAUDÁVEIS para você. Vou explicar o porquê abaixo…

Se você compra alimentos processados ou frituras, você pode ter certeza de que esses óleos não saudáveis são usados para preparar seus alimentos (ou pior, ele podem usar as versões hidrogenadas desses óleos… ou melhor dizendo – gorduras trans).

Você pode até mesmo ter comprado alguns desses óleos para a sua própria cozinha em sua casa.

O problema com o óleo de soja, óleo de semente de algodão, óleo de milho, óleo de cártamo, e outros óleos vegetais similares é que a maioria deles é composta de gorduras poli-insaturadas (o mais altamente reativo tipo de gordura), o que lhes deixa propenso à oxidação e à produção de radicais livres quando exposto ao calor e luz.

Óleos poliinsaturados processados são os mais inflamatórios dentro de nossos corpos devido à sua elevada reatividade ao calor e à luz. Essa inflamação é o que ajuda a causar muitos problemas internos tais como doenças cardíacas, câncer e outras doenças degenerativas.

Nota: É aceitável se uma fonte de gordura poli-insaturada não é processada, como em alimentos integrais, como várias nozes e sementes…

Nesse caso, geralmente não é inflamatório (contanto que não tenha sido exposto a altas temperaturas), e as nozes são normalmente uma grande fonte de gorduras poliinsaturadas saudáveis.

De qualquer modo, os ácidos graxos ômega-6 e ômega-3 são ambos poliinsaturados, e um equilíbrio saudável de proporção aproximada de 1: 1 e 3: 1 de ômega-6 e ômega-3 é considerado saudável.

Sua melhor aposta é a de escolher nozes e sementes cruas, sempre que possível para evitar a oxidação de gorduras poliinsaturadas, que podem ocorrer durante a torrefação de nozes e sementes. Tenha em mente que algumas nozes são principalmente monoinsaturadas, (por exemplo, macadâmias), por isso a questão do torrado VS castanhas cruas é menos um problema no caso de castanhas monoinsaturadas.

No entanto, todos os óleos vegetais listados acima são geralmente muito refinados durante o processamento, o que faz deles já inflamatórios antes mesmo de cozinhar com eles (o que causará danos ainda piores).

Aqui está a ordem real de estabilidade de um tipo de gordura sob calor e luz (do menos estável para o mais estável):

  1. poliinsaturadas
  2. monoinsaturada
  3. saturada

Aqui está algo que os profissionais de saúde público jamais dirão a você…

As gorduras saturadas são realmente os óleos mais saudáveis para se cozinhar!

Óleos Prejudiciais

Por quê? Porque eles são muito mais estáveis em condições de cozimento e menos inflamatórios do que os óleos polinsaturados para cozinhar.

É por isso que os óleos tropicais, como óleos de palma e de coco (e até mesmo gorduras animais como banha e manteiga) são os melhores óleos para cozinhar… eles têm muito poucos ácidos polinsaturados e são na sua maioria composta de gorduras saturadas naturais que são o menos reativo ao aquecimento / luz e, portanto, os menos inflamatórios em seu corpo após um cozimento.

É também por isso que a manteiga natural (não margarina) é uma das melhores gorduras para cozinhar. Isso tudo vai diretamente contra o que você ouve na conversa de saúde geral… porque a maioria dos profissionais de saúde não conhecem a bioquímica de gorduras, e acreditam erroneamente que as gorduras saturadas são ruins para você… quando na verdade, elas são realmente neutras na maioria dos casos … e gorduras saturadas de óleos tropicais são realmente boas para você, pois contêm triglicerídeos de cadeia média (TCMs) que faltam na dieta da maioria das pessoas.

Na verdade, o ácido láurico é um dos TCMs abundantes em óleos tropicais e é conhecido por fortalecer o sistema imunológico. O ácido láurico vem sendo atualmente referenciado em estudos médicos para o controle de doenças contagiosas.

Para resumir… as melhores opções óleos para cozinhar ou assar são geralmente manteiga ou óleos tropicais, como óleo de palma ou óleo de coco.

O azeite de oliva (extra virgem, de preferência) é bom para menores temperaturas de cozimento, pois é principalmente monoinsaturado, então moderadamente estável.

Eu também gosto de óleo de abacate e óleo de macadâmia para assar pois eles são na sua maioria monoinsaturados e relativamente estável para o cozimento, além de adicionar um grande sabor!

Os óleos principalmente poliinsaturados, como soja, milho, uva, algodão, cártamo, etc, são os menos saudáveis para cozinhar ou assar.

Minhas escolhas para os principais óleos alimentares saudáveis que eu uso:

  1. Óleo de coco virgem (muito estável a média-altas temperaturas e gorduras saudáveis)
  2. Azeite Extra Virgem (somente para cozinhar a baixas temperaturas)
  3. Manteiga Real (manteiga proveniente de animais alimentados a capim é realmente saudável e contém nutrientes importantes como a vitamina K2, o Omega 3 e CLA.)

Claro que, com tudo isso dito… devemos ter em mente que tentar minimizar o uso de óleos em nossa cozinha irá ajudar a reduzir as calorias totais de consumo. Cozinhando com óleos com moderação está tudo bem e pode realmente ajudar a satisfazer o seu apetite, mas tenha cuidado para não exagerar pois as calorias podem aumentar com rapidez.

Além disso, por favor, não se deixe enganar pelo marketing enganoso alegando que o óleo de canola é saudável para você – pois ele não é! É outro óleo realmente ruim para o corpo.

Então aproveite o seu óleo de coco, manteiga de animais criados a pasto, e deliciosos azeites extra-virgem, sabendo que você está fazendo um bem para o seu corpo! Mas certifique-se de ficar longe de perigosos óleos vegetais inflamatórios como óleo de soja, óleo de milho e óleo de algodão, que são utilizados em tantos alimentos processados nos dias de hoje.

Lembre-se também que a maioria dos molhos de salada que você encontra na loja geralmente são carregados de soja ou canola, então opte por fazer o seu próprio molho saudável utilizando azeite.

Mas cuidado…

Óleo de Coco

Embora o uso de manteiga de verdade, óleo de coco, e azeite extra-virgem possa ser uma escolha super-saudável para um corpo magro, saudável, e forte, bem como lutar contra o processo de envelhecimento, se você seguir as dicas que você acabou de aprender…

Fonte: http://www.cozinhaqueimagordura.com.br/6-oleos-de-cozinha-para-nunca-comer/