Bardana

Originária do Japão, a Bardana é uma planta de porte herbáceo, medindo cerca de 100-150 centímetros de altura; possui folhas alternas, pecioladas, onde as inferiores são cordiformes (em forma de coração) e as superiores são ovaladas; flores de cor púrpura reunidas em capítulos grandes dispostos em corimbos na extremidade do caule e dos ramos; o fruto é um aquênio com papilho de pêlos muito caducos; raízes napiformes, chegando a pesar 400 gramas e a Ter 45 centímetros de comprimento, de sabor amargo e açucarado e que muitas vezes é confundida com a raiz da beladona.

No Japão suas raízes são comumente usadas na alimentação como legumes. Época de floração: de julho a setembro.

Nome Científico: Arctium lappa L. Sinonímia: Lappa major Gaertn. Arctium majus Bernh.

Nome Popular: Gobô, Orelha de gigante, Bardana, Bardana maior, Gobô japonês, no Brasil; Erva dos tinhosos, Pegamaço, em Portugal; Lampazo mayor, Lampazo, em língua espanhola; Burdock, Beggar’s Buttons, Burr Seed, Clotbur, Cockle Buttons, Cocklebur, Fox’s Clote, Great Burr, Happy Major, Love Leaves, Philanthropium e Hardock, em inglês.

Denominação Homaopática: BARDANA ou LAPPA MAJOR.

Família Botânica: Asteraceae (Compositae).

Parte Utilizada: Folhas frescas, raízes e sementes.

Princípios Ativos: Na Bardana há uma abundância de Inulina (30-50% nas raízes); Poliacetilenos (ácido arético, arctinona, arctinol, arctinal);

Lactonas sesquiterpênicas; Ácidos fenólicos (ácido cafeico, ácido clorogênico, ácido isoclorogênico e derivados do ácido cafeico: arctiína);

Fitoesteróis: beta-sitosterol e estigmasterol;

Compostos insaturados: polienos; Taninos; Mucilagens; Carbonato e Nitrato de potássio;

Composto antibiótico (semelhante à penicilina); Fenilacetaldeído, Benzaldeído, Metoxi e Metilpirazinas.

Indicações e Ações Farmacológicas: A Bardana possui ação diurética, sendo utilizada em estados onde se quer um aumento da diurese: afecções genitourinárias (cistite, uretrite e nefrite); hiperucemia; gota, auxiliando na eliminação do ácido úrico; hipertensão arterial, sendo a inulina e os sais de potássio (carbonato e nitrato) os responsáveis por este efeito; é colerética, aumentando as secreções biliar e hepática, efeito este causado pelos ácidos fenólicos; por ser hipoglicemiante é indicada para o tratamento de diabetes; é utilizada em tratamentos dermatológicos como: psoríase, dematite seborreica, acne, eczemas, por possuir um princípio antibiótico natural eficiente sobre bactérias Gram positivas, como o estafilococos e o estreptococos; é cicatrizante e adstringente, sendo este efeito determinado pelos taninos; possui ação estimuladora do couro cabeludo.

Toxicidade/Contra-indicações: O uso de diuréticos em hipertensão arterial só deve ser feito sob prescrição médica, já que o aparecimento de uma descompensação tensional pode ser possível devido à eliminação de potássio, podendo ocorrer uma potenciação do efeito dos cardiotônicos. Não é recomendado o uso interno para crianças.

Dosagem e Modo de Usar:

• Uso Interno:

– Decocoção: 40 gramas das raízes em um litro de água. Tomar duas a três xícaras de chá ao dia.

– Infusão: 2-5 gramas ao dia de suas sementes.

– Tintura (1:10): 50-100 gotas, uma a três vezes ao dia.

– Extrato seco (5:1): 1 a 2 gramas ao dia.

• Uso Externo: 

– Decocção, aplicada sob a forma de colutórios, banhos ou compressas.

• Uso Fitocosmético: 

– Em shampoos, tônicos capilares, cremes e loções impuras e oleosas 1-3% de extrato glicólico ou decocto.

Referências Bibliográficas:

• PR VADEMECUM DE PRECRIPCIÓN DE PLANTAS MEDICINALES. 3ª

edição. 1998. 

• Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais. Reader’s Digest do Brasil. 1ª edição. 

1999. 

• SCHAWENBERG, P.; PARIS, F. Guia de las Plantas Medicinales. Omega.

1980.

• CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984.

• SOARES, A. D. Dicionário de Medicamentos Homeopáticos. 1ª edição. Santos 

Livraria Editora. 2000.

Fonte: https://www.oficinadeervas.com.br/artigo.php?id_artigo=65&t=bardana

Uva passa1

O que já é bom, pode ficar ainda melhor.

É preciso bem mais que um cacho de uvas para fazer um punhado de passas.

Três quilos e meio de uva fresca vão dar um quilo de passas.

Globo Repórter: Quer dizer que uma uvinha passa é mais potente e poderosa do que uma uva que a gente tira do cacho?

Gildo Almeida, biomédico da Embrapa: Sim, porque você removeu a água e tudo que tinha na uva. Vai ficar mais concentrado, quando você tira a água, vitaminas A, B e K ficarão presentes na uva.

Globo Repórter: O famoso resveratrol está aqui?

Gildo Almeida: Está. E os polifenóis, os antioxidantes. Ela protege, previne, por exemplo, doenças como câncer, Alzheimer, Parkinson e demência.

O boro que tem dentro dessas passas vai evitar que as pessoas na menopausa tenham perda óssea.

Então, protege inclusive pessoas idosas contra algumas doenças que acometem o osso.

Todo mundo pode comer uva passa, menos aqueles que tem restrição em açúcar.

E se as passas estiverem no biscoito? E se o biscoito fosse feito de farinha de uva?

A receita é fruto do doutorado da nutricionista Emília Ishimoto na Faculdade de Saúde Pública da USP.

“Aqui tem fibras, além dos antioxidantes, e um tipo de fibra especial para diminuir o colesterol.

Não é uma fibra comum – por exemplo, a fibra da aveia – é uma fibra diferente que só tem na uva”, conta Emília Ishimoto, nutricionista da USP.

A farinha de uva é feita justamente com o que sobra da produção do suco ou do vinho.

“Do ponto de vista de propriedades pra saúde é incrível, mas o que a gente joga fora é mais rico para a saúde. O efeito maior está na casca e na semente”, diz Emília Ishimoto.

“Para mim, a uva é a fruta mais completa que tem: ela te dá um produto para qualquer momento da sua vida. ‘Ah, eu quero comemorar hoje’ – tem um espumante para ti comemorar. ‘Ah, eu quero tomar algo com meu alimento’ – tem o vinho. ‘Sou criança’ – tem suco, tem sempre uma alternativa.

Além de ter um valor social muito grande para a nossa região aqui.

Muitas famílias sobreviveram e vivem até hoje em função dessa uva, que apesar de tão pequena tem tanto valor, sentimental, social e econômico para o nosso estado”, afirma a biomédica Caroline Dani.

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Apesar de nos encontrarmos em pleno inverno e algumas regiões do Brasil estarem experimentando noites de temperaturas consideravelmente baixas, saiba que dormir com os pés para fora da coberta é um ótimo negócio para sua saúde.

Isso porque a ciência sugere que a temperatura corporal e a qualidade do sono estão relativamente relacionadas.

De acordo com a pesquisadora Natalie Dautovitch, professora de psicologia na Universidade do Alabama, EUA, e porta-voz da National Sleep Foundation, apesar de soar contraproducente para algumas pessoas, dormir com os pés descobertos garante uma noite de sono melhor, já que eles ajudam a manter o corpo em uma temperatura mais baixa.

Mais especificamente, você acaba dormindo mais rápido e mais profundamente.

Em entrevista à New York Magazine, Dautovitch afirmou que os pés são umas das melhores partes do corpo quando o assunto é se livrar do calor, e não a cabeça.

Eles não possuem pelos, e contêm as chamadas anastomoses arteriovenosas, conhecidas estruturas que ligam as artérias às veias, antes que ambas se reúnam aos vasos capilares.

Logo, quando está mais quente, essas estruturas se dilatam para permitir uma maior passagem se sangue para a pele, a fim de resfriá-la.

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Segundo a especialista, a temperatura de nosso corpo já começa a cair antes mesmo de dormir (cerca de um a dois graus) e, em seguida, uma nova queda ocorre, mas quando já estamos dormindo.

Logo, cobrir completamente o corpo vai aquecê-lo novamente.

Eu acho que é interessante tentar arrefecer nossos corpos”, disse Dautovich. “Colocar o dedo do pé para fora, ou todo o pé, poderia garantir um sono mais restaurador.

Fazer isso enquanto tenta pegar no sono pode ser uma forma de conseguir dormir melhor”.

De acordo com a Medical Daily, você ainda pode tomar um banho morno antes de deitar ou até mesmo beber algo quente antes de dormir, porque ambos poderão ajudar ainda mais o corpo a esfriar.

Para uma noite de sono ser considerada boa, a temperatura ambiente deve estar entre 23 e 12 graus Celsius. Você pode garantir isso por meio de ar condicionado, ou deixando o ar bater diretamente em seu corpo, mas os especialistas concordam que deixar os pés mais “frescos” ajuda certamente em obter um sono mais profundo e de melhor qualidade.

[ Medical Daily ] [ Fotos: Reprodução / Diário de Biologia ]

O Brasil ainda está longe de figurar no ranking dos países que mais consomem azeite no mundo – na Grécia, o consumo percapita anual é de 12,8 kg, enquanto, por aqui, não passa de 400 g. Mas o interesse não para de crescer.

Nos últimos cinco anos, o volume de azeite de oliva comercializado no país cresceu 80,6%, abrindo espaço para outros tipos de produtos, como versões monovarietais, safras e colheitas especiais de diferentes regiões.

“O azeite é uma das gorduras vegetais mais saudáveis que existe, com antioxidantes naturais e vitamina D. Além disso, ele acrescenta muito sabor aos alimentos sem roubar a atenção”, afirma Mavilde Marchante, master blender da marca portuguesa Gallo. Entretanto, a utilização do óleo extraído das azeitonas ainda é cercada de dúvidas que, por vezes, podem limitar sem necessidade seu consumo tanto em pratos salgados quanto doces.

Vale a pena substituir o ingrediente por manteiga? É verdade que não pode esquentar muito? E afinal, qual a diferença entre azeite virgem e extravirgem? Estes e outros mistérios do azeite podem ser desvendados a seguir.

  1. O azeite torna-se tóxico quando aquecido?
    Tadeu Brunelli/UOL

    Até 180ºC o azeite pode ser aquecido sem medo e sem perder suas características principais. Assim como outros óleos, se começar a esfumaçar, esqueça – ele já está carbonizado e deve ser descartado.

    Se o limite de temperatura for respeitado, é possível reutilizar o óleo até três vezes num espaço de 10 dias. Uma dica para preservar ao máximo os aromas e sabores do azeite quando for cozinhar é aquecer bem a panela antes de colocar a gordura.

    imagem: Tadeu Brunelli/UOL
  2. Posso fazer frituras com azeite extravirgem?
    Leonardo Soares/UOL

    Não há qualquer restrição no uso do azeite extravirgem para frituras, apenas o custo mais elevado do que o do virgem. As regras de temperatura e reutilização são as mesmas para ambos. “Prefiro usar o extravirgem para finalizar pratos, para ficar com o máximo das características”, diz a especialista. Alimentos fritos em azeite ainda oferecem vantagem extra: como o azeite forma uma película ao redor do ingrediente, a absorção de gordura é reduzida e o resultado será um prato muito mais leve.

    imagem: Leonardo Soares/UOL
  3. Quanto mais verdinho, melhor o azeite?

    Eduardo Knapp/Folhapress

    A cor não é parâmetro para determinar a qualidade ou idade do azeite de oliva. Tanto é assim que, nas degustações profissionais, os especialistas valem-se de copos escuros para avaliar as amostras sem esse tipo de influência. A variedade, as condições climáticas, a região e o ponto de maturação das azeitonas colhidas para a extração do óleo é que determinarão a cor. Azeites feitos com azeitonas menos maduras tendem a ser mais esverdeados, enquanto os feitos com azeitonas em estado pleno de maturação serão mais amarelados.

    imagem: Eduardo Knapp/Folhapress
  4. Qual a melhor forma de armazenar o azeite?
    Getty Images

    Ao contrário do vinho, quando mais jovem o azeite, mais rico e vibrante ele será. “Não que vá estragar com o passar do tempo, mas os aromas e sabores vão se perdendo”, diz Mavilde. Para manter por mais tempo suas propriedades o ideal é guarda-lo sempre bem tampado, para evitar contato excessivo com o oxigênio, e protegido de calor e luz excessiva. O pior lugar para se deixar o azeite é ao lado do fogão, ainda que a embalagem seja escura. Outra dica é sempre limpar com papel-toalha o bocal do vidro ou lata para que o azeite preservado não entre em contato com o oxidado na hora de servir.

    imagem: Getty Images
  5. Qual a diferença entre azeites extravirgem e virgem?
    Reprodução/UOL Economia

    O teor de acidez é a principal diferença entre as duas classificações. Segundo a determinação internacional, o azeite de oliva extravirgem deve ter acidez de 0,1% a 0,8%, enquanto o virgem pode ter até 2% de acidez a cada 100 g de óleo. Entretanto, ambos indicam que o suco das azeitonas foi extraído sem qualquer processo químico, sendo que o extravirgem geralmente é processado a frio, o que garante ainda maior preservação de sabor e aroma.

    imagem: Reprodução/UOL Economia
  6. É verdade que, quanto menor a acidez, melhor o azeite?
    Getty Images

    Não necessariamente. A acidez está relacionada à quantidade de ácidos graxos presentes a cada 100 g de azeite e não à qualidade do óleo, o que só é identificado em análises laboratoriais. “Não dá para sentir no paladar”, garante a master blender. O grau de acidez expresso na embalagem serve apenas para classificar os azeites como extravirgem, virgem, tipo único e lampante, sendo que este último não serve para consumo na culinária.

    imagem: Getty Images
  7. É possível substituir o azeite em receitas que utilize óleo ou manteiga?
    Getty Images

    Sim, é possível – inclusive nas receitas de sobremesas! No caso do óleo, é possível utilizar a mesma quantidade de azeite pedida. Já para manteigas ou margarina, uma colher de sopa será o equivalente a 2 ¼ colheres de chá e uma xícara vale por ¾ de xícara de azeite.

    imagem: Getty Images
  8. Existe azeite de azeitona preta?
    Divulgação/Samantha Mapa/Epamig

    Nenhuma azeitona nasce preta, a coloração arroxeada é resultado de um estado pleno de maturação. Os azeites extraídos com frutos nesse estado ou já pintadinhos de roxo costumam ser mais adocicados.

    imagem: Divulgação/Samantha Mapa/Epamig

    Fonte: Juliana Bianchi Colaboração para o UOL, em São Paulo

http://comidasebebidas.uol.com.br/listas/desvende-oito-mitos-sobre-o-azeite-de-oliva.htm

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Esta planta é nativa da Europa.

Ela pode atingir até 60 centímetros de altura.

Possui hastes quadradas e suas folhas são felpudas.

As flores são de cor branco-amarelada e crescem em cachos, florescendo no verão.

A planta também tem muitas vilosidades, que desprendem um aroma rico muito semelhante ao das maçãs.

Ela é selvagem e cresce naturalmente ou ao longo das bordas das estradas ou trilhas, ao pé das paredes, em terrenos baldios ou até em cima de entulho.

Você conhece esta planta?

Ela é muito rica em propriedades medicinais.

Entre suas qualidades, destaca-se a sua ação emagrecedora e digestiva.

Porém há muito mais:

1. Cura o fígado

Ela é amarga, por isso tem substâncias que revitalizam completamente o fígado e a vesícula.

2. Cura rins e bexiga

Ela é diurética, ajudando a eliminar o excesso de líquido acumulado no corpo.

Além disso, ajuda a tratar infecções geniturinérias como cistite, ureterite, uretrite, pielonefrite.

3. Melhora a digestão

Ele desinflama o intestino e tem forte ação digestiva.

Por isso pode-se consumir seu chá antes ou depois da comida, especialmente em casos de má digestão.

4. Combate gripes e outras doenças respiratórias

Ela é expectorante e atua contra todos os tipos de infecções no aparelho respiratório.

É especialmente indicada para tratar gripes, bronquite, asma e excesso de catarro.

5. Alcaliniza e ajuda a emagrecer

Ela é rica em potássio, o que contribui para sua ação diurética, favorecendo a perda de peso.

E também é um forte depurativo, mais um fator que contribui para a desintoxicação e o emagrecimento.

6. Fortalece o coração

Ela tem ação antiarrítmica, ou seja, se usa en casos de taquicardias e arritmias cardíacas.

E qual o nome dela?

Seu nome é “marroio” (Marrubium vulgare), e ela também é conhecida como hortelã-grande ou marroio-branco.

COMO FAZER O CHÁ

Coloque 1 colher sopa) das folhas e flores secas da planta em 1 litro de água fervente e deixe repousando por 10 minutos.

ADepois, coe para o consumo.

A indicação são três xícaras deste chá por dia.

O consumo deste chá é contraindicado a mulheres grávidas.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/08/2016/esta-planta-cura-de-forma-quase-imediata-figado-e-vesicula-e-desinflama-magicamente-o

tanchagem

Tanchagem é uma daquelas ervas mágicas que podem ser encontradas em quase qualquer lugar.

Ela é usada em muitas culturas como uma “erva de cura”, devido às suas propriedades surpreendentes.

A maioria das pessoas vêem esta erva como uma praga. É muito prolífica e cresce bem em qualquer lugar.

Experimente, com estas dicas do Jardim, colher suas folhas para fazer uma pomada de primeiros socorros!

Como Identificar a Tanchagem

Existem duas variedades de tanchagem mais comumente encontradas no quintal de casa: Plantago major e Plantago lanceolata.

Ambas as variedades têm várias folhas que cercam as flores e o caule possui estruturas semelhantes a pétalas.

Lembre-se: certifique-se que você está colhendo-a de uma área livre de produtos químicos.

Pomada de Tanchagem

Ingredientes:

Um punhado de folhas de tanchagem (lavadas e secas)
4 colheres de sopa de óleo de coco
1/2 colher de sopa de cera de abelha
Uma jarra com tampa
Uma panela

Modo de Fazer:

Rasgue as folhas de tanchagem em pequenos pedaços e encha metade da jarra. Aperte bem as folhas no recipiente.

Adicione o óleo de coco por cima das folhas. Coloque a jarra em banho-maria dentro da panela.

Ferva a água e deixe em infusão por cerca de duas horas.

Retire as folhas, sobrando apenas um óleo de cor verde claro.

Adicione a cera de abelha ao óleo e volte ao banho-maria, enquanto a cera derrete.

A cera irá ajudar a mistura a se manter firme em temperatura ambiente.

Despeje a mistura em frascos ou pequenos potes e deixe-os em temperatura ambiente. Vai tornar-se opaco enquanto esfria.

Use a pomada em pequenos cortes e queimaduras.

O óleo de coco e a cera de abelha vão ajudar a manter a pele úmida e a tanchagem irá promover a cicatrização.

A pomada também é ótima para a cura de mãos rachadas e pele queimada.

Use-a em seus animais de estimação também! É ótimo para as patas doloridas.

Também é ótima para picadas de mosquito, abelhas e vespas, hera venenosa, eczema e assaduras.

Otto Heinrich Warburg foi um dos maiores nomes da medicina no século 20.

Ele ganhou o Prêmio Nobel em 1931, mas teve no total 47 indicações para receber essa premiação ao longo de sua vida.

Com o estudo “A causa principal e a prevenção do câncer”, de 1923, o médico alemão prova de forma consistente que a causa do câncer é a deficiência de oxigênio e que as células cancerosas alimentam-se de açúcar.

Ele disse: “Para o câncer, há apenas uma causa nobre. Resumida em poucas palavras, a principal causa do câncer é a substituição da respiração de oxigênio nas células normais do corpo por uma fermentação do açúcar”.

A deficiência de oxigênio leva o corpo humano a um estado de acidez.

Dr. Warburg também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e não podem sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio, como é em um estado alcalino.

Segundo o prêmio Nobel de Medicina, “Todas as células normais têm uma exigência absoluta de oxigênio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigênio – uma regra sem exceção”.

Ele também destacou: “Prive uma célula de 35% do seu oxigênio durante 48 horas e ela pode tornar-se cancerosa”.

A nossa dieta desempenha um papel fundamental na manutenção de níveis adequados do pH do corpo.

Um pH equilibrado significa o equilíbrio de ácido e alcalino em todos os fluidos e células do organismo.

Para ser saudável e imune a doenças, nosso corpo deve equilibrar o pH do sangue em um nível ligeiramente alcalino de 7,3.

Infelizmente, a dieta do homem moderno consiste principalmente de alimentos tóxicos e formadores de ácido, como carnes e açúcares processados, grãos refinados e organismos geneticamente modificados.

Isso leva a um pH ácido, ou seja, a um sangue intoxicado.

A acidez do pH pode interromper as funções e atividades celulares.

Se ficar excessivamente ácido, o pH pode levar a queda na imunidade e a muitos problemas graves de saúde, como câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e osteoporose.

Se você mantiver seu corpo em um estado de acidez por um longo período de tempo, ele vai acelerar fortemente o envelhecimento.

Robert O. Young no livro “O pH Miracle” (O Milagre do pH) diz que a maioria dos problemas de saúde surge devido à acidez do sangue.

E parasitas, más bactérias, vírus e fungos como a cândida prosperam em ambientes ácidos.

Por outro lado, um ambiente alcalino neutraliza bactérias e outros agentes patogênicos.

A melhor forma de alcalinizar o corpo é, em resumo, pela alimentação saudável.

As folhas ricas em clorofila, o limão, o pepino, a cebola e o alho (todos crus) são poderosos alcalinizantes.

Se você quiser dar um impulso na alcalinização, aí vão duas ótimas receitas:

RECEITA 1

INGREDIENTES

1/3 colher (chá) de bicarbonato de sódio (use o vendido em farmácias)

2 colheres (sopa) de suco de limão espremido na hora

Como preparar: coloque o suco de limão no copo e vá adicionando o bicarbonato de sódio aos poucos.

A combinação de ácido/base começará imediatamente e fará um “fizz”, aquela reação típica de efervescentes.

Continue adicionando bicarbonato de sódio até que o fizz pare.

Em seguida, encha o copo com 200mL de água.

Hipertensos, por causa do bicarbonato, não devem consumir esta bebida alcalina.

Para eles, o melhor é a receita seguinte.

RECEITA 2

INGREDIENTES

2 litros de água

1 limão

Como preparar: ponha 2 litros de água numa jarra.

Corte 1 limão em 8 partes, sem espremer e sem tirar a casca.

Deixe descansar durante 8 horas.

Depois, basta consumir a água alcalina ao longo do dia.

Referências:

Artigo “The Alkaline Diet: Is There Evidence That an Alkaline pH Diet Benefits Health?”

Livro “The pH Miracle: Balance Your Diet, Reclaim Your Health”

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/04/2016/seu-corpo-esta-acido-aqui-esta-o-que-voce-precisa-saber-para-se-proteger-de-todas

A farmer scoops up organic coffee beans at a coffee field in the high mountains of Peru's central jungle city of Chanchamayo August 11, 2008. Despite not being a huge coffee producer, Peru is the world leader in organic coffee exports. The focus on specialty coffee has helped the country make the most of its strengths, but faces a growing number of challenges as coffee markets--and Peru--evolves. REUTERS/Enrique Castro-Mendivil (PERU)

Após a revisão de mais de 1000 estudos em humanos e animais, a Organização Mundial de Saúde concluiu que não há evidências científicas adequadas que comprovem que o café seja carcinogênico. Isso depois de 25 anos que a organização considerava-o como “possível carcinógeno”!

Muitos estudos epidemiológicos mostraram que o café não tem efeito carcinogênico para câncer de pâncreas, mama e próstata, além de reduzir o risco de alguns tipos como no caso do câncer de fígado e de endométrio.

No começo do século passado, era considerado pelos médicos um veneno. Para eles, beber café causava uma crise nervosa.

Porém, com o passar do tempo, baseado em pesquisas sérias, e por outro lado ciência de baixa qualidade, não se chegava a conclusão alguma sobre seus possíveis riscos ou benefícios.

Quando esta história começou a mudar

Nas últimas décadas, a comunidade científica tem alegado que o café promove benefícios múltiplos para a saúde.

No ano passado, os cientistas que criaram as orientações nutricionais do governo americano para 2015 já diziam que o consumo de 3 a 5 xícaras por dia não seria maléfica, e até que esse consumo moderado poderiam reduzir doenças crônicas.

Além disso, as revisões de estudos envolvendo milhões de pessoas, realizados pelo World Cancer Research Fund International, confirmam que com o consumo regular de café se cria uma maior expectativa de vida e também se reduz o risco de doença cardíaca, diabetes tipo 2 e doenças neurológicas.

Diferenças entre o café orgânico e o convencional

Quando estiver escolhendo o seu próximo café, tenha a certeza que está consumindo algo prazeroso e saudável, e não algo lesivo para a sua saúde.

Veja as diferenças:

  • Café convencional: é carregado de químicos, como fertilizantes sintéticos, pesticidas, herbicidas, fungicidas e inseticidas.
  • Além disso, o próprio produto está exposto a altos níveis destes químicos que são pulverizados nas culturas ao manuseá-los durante a colheita.
  • Acrescido a isso, não podemos ignorar o impacto ambiental causado no ar e na água por esses resíduos químicos.
  • Café orgânico: não contém químicos ou fertilizantes sintéticos. Seus grãos são mais saborosos e mais ricos em antioxidantes naturais.
  • É saudável para você, para o produtor e não compromete o planeta.

O melhor modo de consumir o café

Quando consumir café, prefira o preto sem açúcar tóxico (que pode desencadear a resistência à insulina) ou substitutos químicos do açúcar, como sucralose, aspartame ou sacarina, que fazem com que se percam os benefícios da bebida.

Mesmo o café com creme ou leite pode comprometer a absorção dos ácidos clorogênicos, tão benéficos.

Aprenda a degustar um bom café, e não se deixe ser enganado por substâncias que mascaram cafés de baixa qualidade!

Só quando se começa a consumir a bebida pura se desenvolve a capacidade de aprender a apreciar e a discernir quando ela realmente tem qualidade.

Beba sem culpa, pois hoje as evidências científicas estão do seu lado!

E saiba que o café torrado escuro, que é o tipo usado para o expresso, contém mais antioxidantes, como a vitamina

E, agentes neuroprotetores, matéria prima proteica que gera glutationa e mais um químico chamado N-Methylpyridium, que ajuda o estômago a produzir acidez adequada.

E então? Que tal um cafezinho?

Referências bibliográficas:

  • Well The New York Times June 15, 2016
  • Lancet Oncology June 15, 2016
  • Int J Cancer. Nov. 15, 2000;88(4)658-64
  • European Journal of Cancer Prevention April 22, 2016
  • Mol Nutr Res. Nov. 2006;50(11):1039-46
  • J Agric Food Chem July 27, 2011;59(14):7925-31

Fonte: http://www.drrondo.com/cafe-faz-bem-para-saude/

Vamos falar neste post de uma fruta muito especial.

Ela tem vária propriedades terapêuticas.

Algumas delas:

1. É um fruto bastante comum na América Central.

2. Alivia o estresse.

3. Fortalece a imunidade do corpo, pois é rico em ferro, fósforo e outras substâncias.

4. Está sendo estudado a todo vapor por pesquisadores da região, especialmente porque tem grande fama de ser poderosa contra o câncer, inclusive mais potente que a graviola.

5. Suas folhas ajudam no combate ao vício do cigarro.

6. Trata distúrbios do sono como a insônia, pois contém grande quantidade do aminoácido triptofano, essencial para restaurar o sistema nervoso.

De que fruta estamos falando?

Do mamoncillo (nome científico: Melicoccus bijugatus), também conhecido como lima-espanhola, papamundo, huaya, limoncillo ou guaym.

O mamoncillo é bastante consumido em países da América Central e do Sul, como Nicarágua, Colômbia e Venezuela.

A fruta ainda não é muito comum aqui no Brasil, mas pode ser encontrada na Região Norte do país.

Na Nicarágua, por exemplo, moem-se as suas sementes para eliminar vermes e parasitas.

O fato é que a fruta é alvo de estudos intensos, porque  os cientistas querem provar que o mamoncillo é capaz de curar o câncer.

Para o nutricionista Yaksic Ramiro Gonzales, suas propriedades favorecem pessoas com câncer porque a fruta contém nutrientes que inibem as células cancerosas, ou seja, não deixe que elas se espalhem.

Além dessa maravilhosa notícia, também podemos encontrar no mamoncillo outros benefícios, como:

– Impede a proliferação de vírus e bactérias

– Protege a imunidade da mulher grávida, graças ao seu ácido orgânico

– Ajuda no tratamento de epilépticos

– Combate doenças nos rins

– Cura infecções urinárias

– Regulariza o aparelho digestivo

– Trata infecções nos brônquios

– Acaba com febre alta

– Combate gripes e resfriados

Além disso, ela possui vitaminas B1, B3, B6 e B12 e quantidades consideráveis de sais minerais, aminoácidos e ácidos gordos insaturados, como oleico e linoleico.

E então, vale ou não correr atrás dessa fruta maravilhosa?

Vale sim!

Precisamos popularizá-la no Brasil e incentivar seu plantio.

Afinal, ela é um verdadeiro remédio natural e, com certeza, poderá contribuir muito para a saúde dos brasileiros.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Mente2

Seus pensamentos e sentimentos desempenham um grande papel na sua saúde global.

Se você sente que tem uma gripe todos os meses, ou sempre tem pouca energia, ou as suas alergias estão agindo constantemente, seus pensamentos negativos estão tendo um enorme impacto sobre estes sintomas.

Sei que com a mudança de tempo entre frio e nublado e quente e ensolarado a cada semana, isto poderia estar afetando a sua saúde.

Por favor, não deixe que a melancolia o derrube.

Quero ajudá-lo a sair da doença para o bem-estar.

Lembre-se: o seu corpo está sempre tentando trabalhar em seu estado ideal de saúde, não importa como você o trate.

Assim, quanto menos você cuidar do seu corpo, mais ele tem que trabalhar a fim de alcançar a saúde ideal. Isto pode provocar gripes e outras doenças, tais como enxaquecas.

O cuidado com o seu corpo lhe trarão saúde e energia vibrante.

Certifique-se de que está dormindo bem e recebendo as vitaminas apropriadas em seu corpo.

Além disto, por favor, saia.

Se você trabalha em uma mesa, levante-se e faça algumas caminhadas ou alongamento.

Acredito que contribuímos com cada doença em nosso corpo.

O corpo, assim como o seu humor, é o reflexo dos seus pensamentos.

Nossos pensamentos nos afetam em um nível celular.

Isto significa que cada célula em seu corpo responde a cada pensamento que você tem.

Isto é bom porque podemos sempre mudar os nossos padrões de pensamentos e transformar a nossa saúde.

Não estamos presos a enxaquecas crônicas, ou não temos que estar propensos às alergias.

A doença é uma forma do corpo nos dizer que há uma ideia falsa em nossa consciência.

É uma oportunidade para que possamos dar um passo para trás e pensarmos sobre como estamos nos tratando.

O corpo está nos dizendo que não estamos pensando, dizendo ou fazendo algo para o nosso bem maior.

Assim, quando você começar a se sentir doente, lembre-se de que é provavelmente o seu corpo lhe dizendo para prestar atenção.

O cuidado pessoal é necessário, querido.

Agora, quando curamos estas doenças a um nível físico, isto não significa que elas terão desaparecido para sempre.

Isto é porque a maioria das pessoas acha que elas estão presas a uma doença crônica.

Curar a doença a um nível físico não nos levará a um estado de bem-estar completo.

Acredito que nos curamos a um nível emocional e espiritual, também.

A saúde total está relacionada com a mente, o corpo e o espírito.

Para sair da doença para o bem-estar, devemos tratar os nossos corpos com o cuidado apropriado – comer os alimentos certos e descansar adequadamente.

E devemos também praticar pensamentos positivos e refletirmos sobre as questões emocionais através da meditação e do trabalho do espelho.

Vamos afirmar: “Minha cura já está em processo.

Ouço com amor as mensagens do meu corpo. ”

Amor,

Louise

www.LouiseHay.com

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br