Recentes descobertas apontam para uma conclusão indiscutível. A Limonada com Açafrão (Cúrcuma) detém alguns dos melhores valores medicinais, fornecendo uma solução integrada para uma melhora acentuada das condições de saúde.

Caso você não saiba, esta raiz tem propriedades anti-inflamatórias muito poderosas. Já é fato consumado que ela ajuda a prevenir o crescimento de células cancerosas.

Cúrcuma também é bem conhecida por tratar a depressão,  isso sem mencionar seus efeitos sobre a redução do colesterol.

A lista é longa, mas vale a pena citar outros benefícios como a sua capacidade de tratar câncer de pele, doença de Alzheimer e outras condições como artrite, azia, icterícia, diarréia, vesícula biliar e dor de estômago.

Cúrcuma para tratar a depressão
Existem muitas maneiras de tratar da depressão, uma das quais bastante comum é drogas antidepressivos como Prozac e outras.

O fato triste sobre o uso de qualquer tipo de droga para a depressão são os efeitos os graves efeitos colaterais  como  respiração difícil, tendência suicidas, sangramentos estomacais, além de vários outros.

Esta nova descoberta provou que a cúrcuma pode curar uma pessoa com depressão severa sem ter que arcar com quaisquer efeitos colaterais.

A cúrcuma trata depressão de maneira muito eficaz, pois contém curcumina, substancia similar, porém mais poderosa que a fluoxetina, principal componente do Prozac.

Como fazer Limonada com Açafrão

Receita para 4 porções.

Ingredientes
4 xícaras de água fria.
2 colheres de sopa de açafrão recém-ralado ou em pó.
(de preferencia recém ralado orgânico)
4 colheres de sopa de xarope de melado, mel, stevia ou açúcar mascavo.
suco de 1 limão
Suco de 1 laranja (opcional)
Bater na liquificador

Usos
– Possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antivirais naturais.
– Agindo para melhorar a absorção de nutrientes essenciais, ele se torna um forte reforço na imunidade
– Esta bebida também ​​é utilizada para absorver e reduzir as calorias
– Pode ser consumida diariamente e combina com qualquer tipo de alimento.

É muito bom poder escapar do poder escravizante das drogas químicas, caríssimas, com terríveis efeitos colaterais qua atuam apenas sobre os sintomas,  substituindo–as por produtos que você compra em qualquer supermercado a custos irrisórios, além de completamente naturais e sem nenhum efeito colateral nocivo e tão ou mais eficazes.

Para quem ainda não experimentou, o açafrão da terra é um maravilhoso tempero que pode ser usado numa infinidade de receitas.

Trata-se de um dos principais componentes do Curry, tradicional e largamente utilizado tempero indiano, que dizem ser a principal razão, pela qual a India tem um menores índices de incidência de câncer do mundo.

Experimente por você mesmo. Só te vai fazer bem.

Fonte: Health Informative

Toda hora ouvimos falar dos benefícios de uma dieta variada; mas se você tivesse que sobreviver com apenas um alimento, como seria? Nem só de pão vive o homem –em parte porque esse homem desenvolveria escorbuto (uma doença desencadeada pela carência de vitamina C), em cerca de um mês, nesse experimento.

Em geral, as melhores dietas são as que oferecem uma boa variedade de alimentos, garantindo que você tenha tudo, desde vitamina C até ferro ou ácido linoleico, sem você sequer ter de pensar no assunto.

Até mesmo dietas da moda que focam em algumas comidas ou em eliminar algumas coisas, geralmente, são variadas o bastante para oferecer um nível razoável de nutrição.

Ainda assim, e se você tivesse que viver a situação extremamente improvável de ter de se alimentar apenas de um único alimento, qual seria o mais nutritivo e completo de todos?

Você poderia conseguir o que precisa a partir de, digamos, somente batatas ou bananas ou abacates?

Há apenas uma certeza, a de que entre os alimentos candidatos não estarão carne nem a maioria das frutas, legumes e verduras na dieta. A carne não tem fibra nem vitaminas e nutrientes importantes.

Frutas, legumes e verduras podem ter vitaminas, mas não chegam perto da quantidade de gordura e proteína da carne, mesmo se consumidos em grandes quantidades.

O explorador do Ártico Vilhjalmur Stefansson escreveu sobre um fenômeno conhecido no norte do Canadá como “rabbit starvation” (“inanição do coelho”), que ocorre quando só se come carne magra –sem gordura–, como a de coelho. Após uma semana, a pessoa “tem diarreia, dor de cabeça, lassidão e um vago desconforto”.

Acredita-se que quando todas as calorias diárias são obtidas apenas de proteína, o fígado é sobrecarregado e não consegue processar o nutriente.

Uma opção melhor seria comer só batatas. A nutricionista Jennie Jackson, da Glasgow Caledonian University, escreveu no ano passado sobre o caso do australiano Andrew Taylor, que passou um ano comendo apenas batatas para perder peso e desenvolver hábitos mais saudáveis.

O que faz da batata um alimento especial é que, para um amiláceo, ela tem uma quantidade incomum de proteína, o que inclui uma grande variedade de aminoácidos, diz Jackson.

Mesmo assim, comer três quilos de batatas por dia chegaria apenas a dois terços da quantidade de proteína recomendada para alguém do tamanho de Taylor.

Como acompanhamento, as batatas frequentemente são mencionadas nesse tipo de assunto.

Há alguns anos, um leitor perguntou à famosa coluna “The Straight Dope” do jornal “The Chicago Reader”, dedicada a responder dúvidas sobre vários assuntos, se era verdade que você poderia viver apenas à base de batatas e de leite.

Afinal de contas, diz-se que antes da grande fome da Irlanda, as pessoas viviam praticamente só de batata. Cecil Adams, o principal autor dessa coluna, diz ter investigado a questão com seu assistente e descoberto que, com muita batata e leite, você consegue quase tudo o que precisa –com exceção do mineral molibdênio, mas você resolve o problema se acrescentar um pouco de aveia à dieta.

Ao ouvir isso, Jackson ri. “Ah, essa é a nossa dieta, é a dieta escocesa há centenas de anos. Isso faz sentido. Batatas, leite e aveia, com um pouco de couve também.”

Mas além da mera nutrição, há outras barreiras para a dieta de um alimento só. Os humanos têm mecanismos feitos justamente para evitar esse tipo de situação (provavelmente porque isso acaba levando alguém à desnutrição) –um fenômeno chamado saciedade sensorial específica, em que quanto mais você come de um alimento, menos seu estômago consegue processá-lo.

“Eu chamo isso de situação sobremesa”, diz Jackson, “quando você come uma refeição e fica cheio, você não conseguiria dar mais nenhuma mordida. Então alguém traz uma sobremesa e você consegue ingerir mais algumas calorias”.

Há o perigo de que comer a mesma coisa dia após dia por um longo período torna mais difícil você comer o suficiente disso para mantê-lo firme (alguém se habilita a comer três quilos de abacate por dia?).

Além disso, a lógica de que deve ser possível viver com um único alimento –desde que todas as vitaminas, minerais e calorias estejam presentes– não funciona. Para entender por que considere como chegamos à visão da nutrição ideal.

Pesquisadores no começo do século 20 tiravam certos nutrientes dos ratos e os acompanhavam para ver se eles ficariam doentes ou morreriam. Foi assim que aprendemos sobre a existência de vitaminas, por exemplo.

Esse tipo de experimento mostra quais são os nutrientes vitais, que precisam ser consumidos a curto prazo para evitar a morte.

Porém, é possível que alguns benefícios de uma dieta variada –que faz a diferença a longo prazo– não sejam detectados em experimentos desse tipo, diz Jackson.

Dados epidemiológicos das pessoas deixaram claro que uma variedade de legumes e verduras na dieta é mais saudável do comer apenas alguns, por exemplo, mas ainda não se sabe ao certo o motivo.

Talvez uma dieta sem hortaliças verdes signifique que, em algum momento da vida, você terá uma probabilidade maior de desenvolver câncer.

“Não sabemos exatamente que comidas provocam quais efeitos”, diz Jackson. “Então se por um lado você pode saber o que consegue tirar de nutrientes macro, pelo outro, você não saberá exatamente o que está perdendo.”

A dieta de apenas um alimento pode poupar tempo e estresse, mas seria uma maneira rápida de ficar doente e também entediado.

Fonte: BBC Future – Veronique Greenwood

Atualmente, cerca de 3 mil produtos levam o nome de chá mas, na verdade, podem ser considerados chás mesmo, somente aqueles que tenham em sua composição a planta Camellia sinensis.

Conta uma lenda chinesa que no ano 2737 a.C., o imperador Shen Nung descansava sob uma árvore quando algumas folhas caíram em uma vasilha de água que seus servos ferviam para beber. Atraído pelo aroma, Shen Nung provou o líquido e adorou. Nascia aí, o chá.

É bem provável que essa história nem seja verdadeira, mas dá um ar romântico à origem de uma bebida conhecida mundialmente. Esta lenda é divulgada como a primeira referência à infusão das folhas de chá verde, provenientes da planta Camellia sinensis, originária da China e da Índia.

Na verdade, o primeiro registro escrito sobre o uso do chá data do século III a.C. O tratado de Lu Yu, conhecido como o primeiro tratado sobre chá com caráter técnico, escrito no séc. VIII, durante a dinastia Tang, definiu o papel da China como responsável pela introdução do chá no mundo.

No inicio do séc. IX, a cultura do chá foi introduzida no Japão por monges budistas que levaram da China algumas sementes. A cultura teve êxito e desenvolveu-se rapidamente.

O chá experimentou nestes dois países – China e Japão – uma evolução extraordinária, abrangendo não só meio técnico e econômico, mas também os meios artísticos, poéticos, filosóficos e até religiosos. No Japão, por exemplo, o chá é protagonista de um cerimonial complexo e de grande significado.

A chegada do chá à Europa não foi rápida. As referências mais antigas que se encontram na literatura européia a respeito do chá são atribuídas a Marco Pólo, no relato da sua viagem, e ao português Gaspar da Cruz, que teria citado o chá numa carta dirigida ao seu soberano.

Já a sua introdução no continente europeu ocorreu no início do séc. XVII, em função do comércio que então se estabelecia entre a Europa e o Oriente. Ao que parece, foram os holandeses que levaram pela primeira vez o chá à Europa, intensificando o seu comércio, mais tarde desenvolvido pelos ingleses.

Na Inglaterra, o seu consumo difundiu-se rapidamente, tornando-se uma bebida muito popular. Essa popularidade estendeu-se aos países com forte influência inglesa, primeiramente nos Estados Unidos, depois na Austrália e Canadá. Hoje, o chá é a bebida mais consumida em todo o mundo.

O que é o chá

Como foi dito acima, o chá é proveniente das folhas da Camellia sinensis. Atualmente, cerca de 3 mil produtos levam o nome de chá mas, na verdade, podem ser considerados chás mesmo, somente aqueles que tenham em sua composição a planta Camellia sinensis. Ou seja, aqueles que nós chamamos de chá de hortelã, erva-cidreira e outros são, para sermos mais corretos, tisanas ou infusões.

A partir das folhas da Camellia sinensis é possível obter diferentes tipos de chá e, dependendo do tipo de tratamento a que são sujeitas, dividi-los nas seguintes categorias:

Verde – As folhas vão para a secagem após a colheita. Seu sabor é um tanto amargo. As folhas são apenas passadas pelo calor, imediatamente após colheita, evitando, assim, a fermentação. O chá Gyokuro (gotas de orvalho), do Japão, é considerado um dos melhores – suas folhas são cobertas com tela antes da colheita e, assim, preservam a clorofila e perdem tanino, ficando adocicadas.

Preto – As folhas sofrem um processo de fermentação que confere ao líquido um tom avermelhado escuro e um sabor intenso. As folhas são colocadas em tanques fechados até fermentarem. Depois elas são aquecidas e desidratadas.

Oolong – Sofre um processo de fermentação muito curto. Uma secagem rápida é feita logo após a colheita. Depois as folhas vão para um tanque, para fermentar, mas o processo é interrompido no início. O sabor é suave. Este chá é o menos comum no mundo ocidental.

Aromatizados – Qualquer chá, independentemente do tratamento pelo qual tenha passado, pode receber a adição de outras folhas, frutas secas ou flores, cujo sabor se mistura com o seu.

As mil e uma virtudes do chá verde

As virtudes medicinais do chá são de conhecimento milenar, especialmente seu efeito estimulante. Mas hoje, a ciência está comprovando suas propriedades terapêuticas e cosméticas.

E isso está acontecendo com o chá verde (também conhecido como banchá), considerado atualmente um aliado da saúde por ser rico em flavonóides – substâncias antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce. Também está comprovado que o chá verde ajuda a diminuir as taxas de colesterol e ativa o sistema imunológico.

A Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos vai mais além e defende que consumir chá verde regularmente ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, artrose, aterosclerose e outras doenças degenerativas.

As virtudes do chá verde na prevenção do câncer vêm do fato de que ele é rico em bioflavonóides e catequinas, substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.

Além de conter manganês, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenças cardíacas e circulatórias por conter boa dose de tanino: o consumo diário desse chá diminui as taxas do LDL (colesterol que faz mal à saúde) e fortalece as artérias e veias.

Mas as boas notícias não acabam aí: está comprovado que o chá verde acelera o metabolismo e ajuda a queimar gordura corporal. Um dos estudos foi realizado na Suíça com três grupos de pessoas que seguiram a mesma dieta.

O resultado: o grupo que recebeu chá verde teve aumento de 4% na velocidade de combustão das calorias no organismo e de 5% na queima de calorias em relação aos outros dois grupos pesquisados. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, demonstrou que extrato de chá verde – que possui altas concentrações de antioxidantes como catequina, polifenóis e muitos outros compostos incluindo cafeína – pode aumentar a utilização de energia muito acima dos efeitos da cafeína pura.

Pesquisadores acreditam, ainda,que o hábito de beber chá em vez de café é um dos fatores responsáveis pelo menor índice de infarto em países do Oriente.

E como se não bastasse, comprovou-se também que as substâncias presentes no chá verde ajudam a prevenir cáries, têm ação antiinflamatória e antigripal, ativam o sistema imunológico e regeneram a pele.

Os princípios curativos e regeneradores da Camellia sinensis enriquecem os cosméticos que prometem recuperar o viço da pele e dos cabelos. Tanto que as indústrias de cosméticos incluem os extratos das folhas em fórmulas de produtos como cremes e loções. Substâncias presentes na Camellia sinensis também dissolvem gorduras e são eficazes no tratamento de celulite e gordura localizada.

E para e pele mais um benefício: por ser rica em tanino, substância com propriedades anti-séptica e adstringente, a planta é indicada também para limpar e equilibrar peles oleosas. Na edição de 3 de março de 2004, a Revista Veja publicou uma matéria anunciando a mais recente novidade que aumenta a lista de benefícios do chá verde. Ainda na área da dermatologia, a novidade é que o chá verde pode proteger contra os efeitos nocivos do sol.

Segundo a revista, “o assunto foi um dos mais comentados do último congresso da Academia Americana de Dermatologia, por causa de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Nova Jersey”. Eles descobriram que o chá, transformado em creme, melhora o sistema de defesa das células da pele contra os raios ultravioleta do tipo B, aqueles responsáveis pelo vermelho-pimentão.

Ao reduzir a inflamação causada por essa radiação, o chá verde aumentaria a proteção contra o câncer de pele. A descoberta pode ser o ponto de partida para a produção de uma nova família de loções.

A planta, como ela é…

Planta perene, do tipo arbustiva, a Camellia sinensis pertecente a família das Teáceas (Theacea). Originária do sudeste asiático, a planta produz economicamente por mais de 50 anos. No Brasil o arbusto é cultivado principalmente na região do Vale do Ribeira, no Estado de São Paulo, onde é utilizado para fazer chá preto.

A propagação da planta se dá preferencialmente pela via vegetativa, ou seja, por meio de estacas. A estaca para reprodução deve possuir uma folha desenvolvida e sua respectiva gema auxiliar com 3 a 4 cm. A extremidade do ramo deve ser cortada em bisel, isto é, na diagonal.

As folhas mais jovens e os gomos da Camellia sinensis – parte da planta utilizada na produção do chá comercial – são cobertos por uma fina cobertura branca e sedosa, semelhante a uma penugem que, mais tarde, desaparece. Ao que se sabe, é esta cobertura que dá origem ao nome pelo qual é conhecido o gomo terminal: “pekoe”, da palavra chinesa pak-ho, que significa cabelo ou penugem.

As flores da planta são pequenas, brancas, geralmente com 4 ou 5 pétalas, aromáticas e aparecem nas axilas das folhas em grupos de 2, 3 ou 4. O fruto é uma cápsula com 2 ou 3 cm de diâmetro. Dada a grande dispersão que a planta sofreu desde o início do seu cultivo até aos nossos dias e a livre hibridação entre os vários tipos geográficos, não tem sido fácil para os botânicos a descrição das variedades existentes.

E para quem pretende saborear esta bebida que já esta sendo considerada medicinal, vale lembrar: até a simplicidade do chá não dispensa alguns pequenos cuidados especiais. Recomenda-se guardá-lo bem acondicionado em local fresco e seco e, na hora do preparo, passar água fervente no bule e nas xícaras Para o chá verde, especialistas aconselham que a água esteja um pouco abaixo da fervura e, de preferência, nada de acrescentar açúcar. Preparar a bebida é simples: faça uma infusão com uma colher de sopa rasa da erva para cada xícara de água “quase” fervente.

Fonte:  Rose A Blanco

 

 

O mel é produzido em quase todos os países do mundo. Apesar de ser doce, a ciência demonstrou que, tomado em doses normais como medicamento, o mel não faz mal aos diabéticos.

A revista “Weekly World New” do Canadá, na sua edição de 17 de Janeiro de 1995, publicou uma lista das doenças que são curadas pelo mel misturado com Canela.

DOENÇAS DO CORAÇÃO:

Faça uma pasta de mel com canela. Coloque no pão e coma-o regularmente no café da manhã no lugar de manteiga e geléia

Reduz o colesterol nas artérias e previne problemas no coração.

Também previne novos enfartos nas pessoas que já tiveram um antes.

O uso regular deste processo diminui a falta de ar e fortalece as batidas do coração.

Nos Estados Unidos e Canadá, se utiliza esta pasta continuamente nos asilos, descobriu-se que o mel com canela revitaliza as Artérias e veias dos pacientes idosos e as limpa.

PICADAS DE INSETOS:

Misture uma colherinha de mel, duas colherinhas de água morna e uma colherinha de canela em pó.

Faça uma pasta com os ingredientes e esfregue-a suavemente sobre a picada. A dor e a coceira irão desaparecer em um ou dois minutos.

ARTRITE:

Misturar: uma xícara de água morna com duas colheradas de mel uma colherzinha de canela em pó.

Beber uma de manhã e uma de noite. Se tomar com freqüência pode até curar a artrite crônica.

Numa pesquisa feita na Universidade de Kopenhagen os médicos deram aos seus pacientes diariamente, antes do café da manhã, uma colherada e mel e 1/2 de canela em pó. Em uma semana, de 200 pacientes que seguiram o tratamento, 75 deixaram de ter dor inteiramente.

Um mês depois todos os pacientes estavam livres da dor, mesmo aqueles que quase não conseguiam já caminhar.

PERDA DE CABELO:

Os que sofrem de calvície ou estão perdendo o cabelo, podem aplicar uma Pasta de azeite de oliva o mais quente que resistir, uma colherada de Mel e uma colherzinha de canela em pó no couro cabeludo.

Deixar por 15 minutos antes de lavar. Foi comprovado que é eficiente mesmo quem deixar a pasta na sua cabeça somente 5 minutos.

INFECÇÕES DE RINS:

Um copo de água morna misturada com duas colheradas de canela em pó e uma colherada de mel, mata os germens que produzem infecção nos rins. Tomar de manhã e de tarde até que a infecção acabe.

DOR DE DENTES:

Fazer uma pasta com uma colherinha de canela e cinco colherinhas de mel e aplicar no dente que está doendo, Repita pelo menos 3 vezes ao dia.

COLESTEROL:

Duas colheradas de mel com três colherinhas de canela misturados em meio litro de água. Deve tomar-se 3 vezes ao dia, isto reduz o colesterol em 10% em  2 horas. Tomado diariamente elimina o colesterol

RESFRIADOS:

Para curar completamente sinusites, tose crônica e resfriados comuns ou severos, misturar uma colherada de mel com 1/4 colherada de canela em pó e tomar com freqüência.

A mistura de mel com canela também alivia os gases no estômago, fortalece o Sistema de Imunidade, e alivia a indigestão.

VELHICE:

Também evita os estragos da idade quando se toma regularmente…

Misture, uma colherada de canela e três xícaras de água. Ferva para fazer um chá quando amornar, coloque 4 colheradas de mel, e beba 1/4 de xícara,  três ou quatro vezes ao dia.

Mantém a pele fresca e suave, e diminui os sintomas da idade avançada.

Beber este chá alonga a vida e até uma pessoa de 100 anos pode melhorar muito e se sentir como alguém muito mais jovem.

PERDA DE PESO:

Diariamente, meia hora antes de deitar e meia hora antes de tomar café, beba Mel com canela  numa xícara de água. Se beber todo dia reduz o peso até de pessoas muito obesas.

DOR DE GARGANTA:

Tome de quatro em quatro horas uma colherada de mel misturada com meia colher de Vinagre De Sidra.

Obs.: MEL não deve ser fervido, perde muito o valor das substancias curativas.

espacodosol@gmail.com

Etiologia do Transtorno do Pânico:

A etiologia ou causa(s) do Transtorno do Pânico ainda não foi bem esclarecida.

O que se sabe a respeito é que fatores multideterminados estão envolvidos: fatores genéticos, fatores ambientais e psicossociais estressogenos, como traumas, lutos e perdas mal elaboradas, mudanças inadaptadas, situações de desamparo, ansiedade de separação, bem como a própria personalidade da pessoa são fatores contributivos que explicam as causas do surgimento do transtorno do pânico.

O fator genético é relevante no desenvolvimento do transtorno, mas pessoas sem predisposição genética também podem desenvolve-lo, dependendo do estilo de vida e de fatores idiossincráticos e estressantes.

Diagnóstico:

Como foi relatado anteriormente, para que seja diagnosticado o Transtorno do Pânico, as crises tem que ter uma frequência em um determinado espaço de período e tempo, com a sintomatologia que foi elucidada.

Embora não seja diagnosticada através de exames clínicos, trata-se de um problema real e grave, necessitando, portanto, de tratamento urgente para que o paciente volte a ter uma vida de qualidade, de modo que retome suas atividades cotidianas, pois muitas vezes, com os constantes ataques de pânico, o indivíduo passa a apresentar comportamento de levitação e esquiva a lugares e circunstâncias onde aconteceu uma crise.

Desta forma, o medo de uma nova crise o faz parar todas as atividades, causando prejuízo em sua vida ocupacional, relacional e social. Normalmente o paciente se isola por ter medo que ocorra uma nova crise.

Nota Importante 1:

Algumas doenças podem apresentar alguns sintomas iguais aos do Transtorno do Pânico. Por este motivo, a importância precípua da realização dos exames clínicos para refutar a existência de doenças físicas e para ter elementos para se fechar um diagnóstico de Transtorno do Pânico.

Nota Importante 2:

é necessário que profissionais da saúde, principalmente os que trabalham em emergências e pronto-socorros, estejam habilitados para reconhecer uma crise de pânico, de modo que após realizados todos os exames clínicos necessários, o paciente seja encaminhado para o psiquiatra e/ou psicólogo para que o paciente inicie o tratamento.

Tratamento:

Para um tratamento eficiente, é necessário um diagnóstico preciso. Após o diagnóstico de transtorno do pânico, o tratamento ideal e eficaz é a associação da medicação com a psicoterapia.

Caso o Transtorno do Pânico não seja devidamente tratado, as frequências das crises podem se intensificar em curtos espaços de tempo, causando limitações e afetando todas as áreas da vida da pessoa, que passa a se isolar. Como consequência do isolamento social, o paciente pode desenvolver um quadro depressivo, dentre outras comorbidades.

Tratamento médico:

A função da medicação é regularizar as funções bioquímicas cerebrais. No tratamento medicamentoso, farmacológico ou alopático do Transtorno do Pânico, utiliza-se os inibidores seletivos de recaptação da serotonina, os antidepressivos tricíclicos, os antidepressivos atípicos e os inibidores da monoamina oxidase, dependendo do paciente.

Pode-se associar alguns benzodiazepínicos (calmantes) no inicio do tratamento, pois estes devem ser utilizados em curto período de tempo, sendo recomendados somente nas crises agudas de pânico. O tempo do tratamento farmacológico varia de 6 meses a 1 ano, dependendo da resposta do paciente.

A medicação começa a fazer efeito entre 2 (duas) a 4 (quatro) semanas após o inicio do tratamento. Existem pacientes refratários à medicação e neste caso este utiliza-se dos benefícios da psicoterapia.

ATT.: Se optou por iniciar um tratamento medicamentoso, é importante cumprir o tratamento até o final, mesmo com sinais de melhora. Tratamento medicamentoso interrompido não garante a cura e os sintomas podem retornar ainda piores.

Tratamento psicoterápico:

A psicoterapia é um trabalho extremamente relevante no processo do tratamento, pois somente através de “insights” e da ressignificação de vivencias que contribuíram para o processo de adoecimento, é que o paciente se dá conta do que aquela doença representa e está tentando “dizer” a ele através dos sintomas específicos.

Existem muitas abordagens psicoterápicas e todas elas são excelentes. No entanto, a modalidade psicoterápica que tem se mostrado muito eficiente no tratamento dos Transtornos de Ansiedade é a TCC ou Terapia Cognitivo-Comportamental.

A TCC trabalha com os padrões de pensamentos, sentimentos e comportamentos do paciente, bem como com as respostas disfuncionais e distorções cognitivas diante das circunstancias da vida, de modo a promover a reinserção do individuo na sociedade de modo adaptativo e funcional.

Cortesia da autora: um presente para você!

Este artigo é parte do livro digital “Transtorno do Pânico: Sintomatologia, Diagnóstico, Tratamento, Prevenção e Psicoeducação”, que você pode baixar gratuitamente através do link abaixo.

Fonte: http://tupinikim.com/psicologia-e-comportamento/o-que-e-o-transtorno-do-panico/

Ingredientes

  • Meia xícara de óleo essencial de coco não refinado ou óleo de jojoba;
  • Duas colheres de chá de cera de abelha;
  • De dez a vinte gotas de óleos essenciais – aqui depende do quão forte você quer que fique a sua pomada.
  • Misturar óleos de menta, eucalipto e melaleuca são mais recomendados para tratar de músculos;
  • Um recipiente para armazenar (potes de vidro servem bem a esse propósito).

Modo de preparo

  • Numa panela, esquente o óleo de coco e a cera de abelha.
  • É recomendado usar a técnica de banho-maria.
  • Misture bem – e não pare de mexer! – até que tudo esteja bem derretido e uniforme.
  • Adicione as gotas dos óleos essenciais – para dores mais fortes, recomendamos que aumente as quantidades do óleo de menta.
  • Continue mexendo até misturar tudo e, ainda quente, despeje o conteúdo dentro do pote.
  • Deixe o creme esfriar (pode até colocá-lo na geladeira).
  • O creme endurecerá, mas ficará líquido em contato com a pele.

Nozes, castanhas e companhia têm uma combinação única de nutrientes. Entenda de vez por que investir em uma pequena porção diária já vale muito a pena

A conclusão é de um senhor estudo realizado pelo Imperial College London, na Inglaterra, e pela Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia. Baseado em uma revisão de 29 pesquisas, totalizando mais de 819 mil pessoas avaliadas, o trabalho destrinchou o impacto das nuts (eis seu nome em inglês que ganhou o mundo) em diversas condições potencialmente letais.

Em todas elas, de câncer a doenças cardíacas passando pela mortalidade por diabetes, o consumo de oleaginosas se mostrou positivo. Segundo os autores, se a relação for mesmo de causa e efeito – por enquanto, eles só estabeleceram uma associação entre consumo e menor risco dessas encrencas -, dá para presumir que, nos países analisados, 4,4 milhões de mortes prematuras ocorridas em 2013 podem ser atribuídas, entre outras coisas, a uma ingestão de oleaginosas abaixo de 20 gramas ao dia. Confira os dados exatos:

Corpo blindado

Os cientistas envolvidos no estudo que encabeça esta matéria descobriram uma associação entre o consumo diário de 28 gramas de nuts e um menor risco de…

-21% doença cardiovascular

-7% derrame

-15% câncer

-39% mortalidade por doença respiratória

-52% mortalidade por diabetes

-35% mortalidade por males como Alzheimer

-75% mortalidade por infecções

-73% mortalidade por problema renal

À primeira vista, até parece estranho listar um monte de doenças tão diferentes. “Acontece que elas apresentam um componente comum por trás: a inflamação e a oxidação de moléculas no nosso organismo”, explica a nutricionista Regiane Lopes, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais.

E as oleaginosas têm bala na agulha para minimizar esses processos. Elas reúnem gorduras insaturadas, proteínas, fibras e antioxidantes. “Também são fontes das vitaminas E e do complexo B e de minerais como zinco, potássio, manganês, ferro, cobre e selênio”, completa Regiane. Já deu para sacar de onde vem tanto poder?

De todas as situações abordadas na revisão, prevenir panes cardiovasculares parece despontar como o maior trunfo das oleaginosas. O motivo até é velho conhecido. De acordo com Arianna Carughi, Ph.D. em ciências nutricionais da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, esse grupo de alimentos tem habilidade de reduzir as taxas sanguíneas de colesterol LDL, cujo excesso faz as artérias do coração passarem sufoco.  Agora, não se sabe ao certo se isso é devido a algum componente específico ou ao pacote nutritivo como um todo. “O fato é que as nuts ajudam a proteger contra problemas cardíacos”, reforça.

O interesse nessa seara é justificável, já que o time das nozes concentra gorduras, nutrientes que causam temor quando se fala no bem-estar do peito. Ocorre que elas são de boa índole. O destaque vai para o tipo monoinsaturado, como o ácido oleico, o mesmo que dá as caras no azeite de oliva.

“Ainda há a gordura poli-insaturada, representada pelo ácido alfalinolênico, uma versão do ômega-3, e o linoleico, da família do ômega-6”, ensina a nutricionista Isabela Pimentel, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Mas uma coisa não dá para negar. Por causa dessa riqueza em gordura, o teor calórico também se eleva. “Assim, grandes quantidades podem influenciar no ganho de peso”, lembra a nutricionista Isabela Sell, professora da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

Há estudos, verdade seja dita, que até encontram vantagens com uma ingestão diária de 50 ou 60 gramas. Mas, antes de se entregar às unidades extras, o correto é buscar a opinião de um especialista. “Com base no gasto energético do indivíduo, analisamos quantas calorias ele está liberado para ingerir por dia e a quantidade que poderia vir das oleaginosas”, esclarece a nutricionista Aline David Silva, professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista. Sem acompanhamento, melhor não ir além do punhado de 30 gramas, uma média sugerida por diversas pesquisas.

Até porque ver a barriga inflar não é o único contratempo. “Depois da ingestão exagerada, há indivíduos que relatam diarreia”, conta a nutricionista Ivone Ikeda Morimoto, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Se a gente pensar na castanha-do-pará, conhecida lá fora como castanha-do-Brasil, o limite cai bastante: indica-se, normalmente, de uma a duas unidades.

É que essa porção já fornece as doses necessárias de selênio para um dia inteiro – acredita-se que passar muito disso traria até prejuízos. Se por um lado é preciso ter atenção para não devorar o pacote todo, por outro não dá para petiscar as nuts uma vez ao mês. “Sabemos que o consumo regular é que faz diferença”, afirma o engenheiro de alimentos José Humberto Queiroz, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFV.

Vamos combinar: comer um punhadinho desses itens está longe de ser um sacrifício. O complicado de verdade é dizer “chega”. Ora, mas se eles são deliciosos e reverenciados pelos entendidos em nutrição, então por que a ingestão no Brasil ainda não decolou de fato? Para Regiane, da UFV, um motivo é o alto teor de gorduras e o consequente medo de engordar.

“Só que as pesquisas não mostram isso”, tranquiliza. Pelo contrário. Respeitando a clássica porção de 30 gramas, a tendência é, inclusive, manter a silhueta esguia. “Isso por causa das fibras, do baixo índice glicêmico e da textura, que traz sensação de saciedade”, enumera Isabela, da Univali.

Confusão desfeita, tem mais um fator limitador: o preço salgado. Para levar 300 gramas de macadâmias pra casa, por exemplo, é necessário desembolsar em torno de 35 reais. Prefere nozes? Então se prepare para gastar cerca de 20 reais pela mesma quantidade. Pensando no bolso, a exceção fica por conta do amendoim. Com cerca de 3 reais dá para adquirir 300 gramas do alimento.

Aqui, cabe uma explicação: ele é, na realidade, uma leguminosa, da mesma família do feijão. Mas acabou abraçado pelo grupo das oleaginosas. “Isso se deve ao seu perfil de gorduras”, justifica a nutricionista Vanderlí Marchiori, presidente da Associação Paulista de Fitoterapia. A acessibilidade reflete no consumo – segundo os últimos dados do Conselho Internacional de Nuts e Frutas Secas, estamos entre os 20 principais consumidores do ingrediente.

Há explicações para a discrepância de preço. Voltemos à macadâmia, que é plantada no Brasil. Se começar a cultivá-la hoje, a primeira colheita ocorrerá em uns cinco anos. “Mas renderá um pacote de 125 gramas”, conta José Eduardo Mendes de Camargo, diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Departamento de Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

A árvore só atinge um potencial de produção pleno depois de 10 ou 12 anos. “E tem muito custo envolvido, por causa dos períodos de seca, excesso de chuva…”, acrescenta Camargo. Nem todo agricultor topa aguardar para o retorno do investimento. No caso do amendoim, bastam 120 dias para a colheita.

Já a castanha de caju, típica daqui, tem baixa produtividade – para obter 1 quilo da parte comestível, são necessários 4,5 quilos da castanha in natura. E tem outro detalhe. Por causa do clima, das pragas, do estado e da idade dos pomares, a safra enxugou. “Hoje até importamos essa castanha da África”, revela Francisco Paiva, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza.

Aliás, muitas oleaginosas nem são cultivadas no Brasil, como avelã, amêndoa e pistache. Outras, legitimamente nossas, a exemplo de baru e sapucaia, carecem de divulgação e apoio para chegar às mesas. A solução, por enquanto, é olhar o copo meio cheio, ou seja, o lado bom. Até porque basta um punhado de 30 gramas por dia. Não mais que isso. Cabe no bolso e a saúde agradece o investimento.

Veja agora particularidades e benefícios de cada uma das oleaginosas:

Amêndoa

Foi a oleaginosa cuja produção mais cresceu nos últimos anos, de acordo com o Conselho Internacional de Nuts e Frutas Secas (INC, em inglês). Para ter ideia, o salto de 2005 para cá foi de 93%, e os Estados Unidos respondem por 77% do cultivo mundial.

É de lá que vem uma pesquisa mostrando que, ao incluir o alimento na rotina, pais e filhos experimentaram uma melhora na qualidade da dieta. “Provavelmente isso ocorreu porque as amêndoas substituíram salgadinhos e cookies”, aposta a autora da investigação Alyssa Burns, da Universidade da Flórida. E, ao contrário desses snacks, elas são ricas em fibras, proteínas, cálcio, além das vitaminas E, B2 e B3.

Noz

“Em comparação com outras oleaginosas, ela é a única com doses expressivas de ácido alfalinolênico, uma versão do ômega-3”, afirma a cientista Lenore Arab, professora da Escola de Medicina David Geffen, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos. Daí seu interesse em trabalhar com o alimento, considerado amigo do coração.

Em um estudo, Lenore notou que os consumidores habituais de nozes se saíram melhor em testes cognitivos, daqueles que desafiam a memória e a concentração. Além da presença do ômega-3, o conteúdo de antioxidantes pode ter influenciado. “Eles parecem inibir ou tornar mais lenta a degeneração dos neurônios”, observa.

Castanha de caju

Ela representa apenas 10% do peso do fruto – os outros 90% correspondem ao pedúnculo, parte que rende o suco de caju. Embora tenha a cara do Brasil, só 5% da produção mundial dessa castanha tem nossa assinatura. “O Brasil sempre focou na exportação. Mas, hoje, de 25 a 30% da produção é voltada ao mercado interno”, explica Francisco Paiva, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical.

Vale frisar que ela está entre as oleaginosas mais lotadas de magnésio. “E a deficiência do mineral tem sido ligada ao aumento no estresse oxidativo e ao desequilíbrio da glicemia”, informa Isabela Sell, da Univali.

Macadâmia

Diz-se por aí que se trata da única planta nativa da Austrália que virou alimento internacional. Sorte a nossa. Entre todas as oleaginosas, é a que reúne maiores concentrações da gordura monoinsaturada, que favorece o controle do colesterol.

Como esse nutriente demora a ser digerido, a macadâmia ainda deixa a impressão de barriga cheia por tempo extra, efeito incentivado pelo aporte de fibras. “Além disso, é considerada uma das mais saborosas”, diz Maria Teresa Egreja Camargo, diretora da QueenNut Macadamia, em Dois Córregos, no interior paulista. Ela assegura que dez unidades ao dia são suficientes para ver a saúde melhorar.

Castanha-do-pará

No resto do mundo, ela é chamada de castanha-do-Brasil. Ironicamente, é a Bolívia quem domina a produção hoje. Mas nem esse país nem o Brasil estão entre os 20 principais consumidores da nut. Pela saúde do cérebro, é bom rever isso.

Em pesquisa recente, a nutricionista Bárbara Rita Cardoso, da Universidade de São Paulo, viu que apenas uma unidade diária do alimento melhorou as funções cognitivas de idosos. O mineral selênio, inimigo de radicais livres, sempre foi encarado como o benfeitor. “Mas pode haver outro mecanismo envolvido, como redução da inflamação”, adianta. De uma forma ou de outra, fica o recado: uma castanha-do-pará por dia é o suficiente.

Amendoim

Desde 2005, a produção mundial do alimento disparou 15%, com a China liderando o ranking. Segundo a nutricionista Regiane, da UFV, ele se sobressai como fonte de dois aminoácidos: arginina e glutamina. A primeira substância é precursora do óxido nítrico, potente vasodilatador – isso quer dizer que relaxa as artérias, aliviando a pressão. “Já a glutamina ajuda a manter a integridade do intestino”, detalha.

E acredite: a casca esconde resveratrol, o célebre antioxidante do vinho. Regiane só pede atenção quanto à aflatoxina, composto cancerígeno produzido por um fungo e que pode surgir no alimento. Para degustar sem medo, o produto deve exibir o selo do programa Pró-Amendoim.

Pistache

Fugindo de conflitos no Irã, país líder no cultivo de pistache, muitas pessoas partiram para a Califórnia, nos Estados Unidos. Lá, iniciaram o plantio da oleaginosa, colocando os americanos na disputa pelo título de principal produtor. Da família das nuts, o pistache é o que mais esbanja potássio. “Esse nutriente ajuda a baixar a pressão arterial”, cita Arianna. “Mas tem que optar pelo alimento que não vem salgado”, orienta.

Pesquisas ainda evidenciam o elo entre a ingestão da oleaginosa e um corpo repleto de antioxidantes – em última instância, isso significa proteção contra males que surgem com a idade, entre eles o câncer e os problemas cardiovasculares.

Avelã

No Brasil, estamos acostumados a vê-la como ingrediente de sobremesas. Mas é ao natural que ela exibe suas qualidades, como prova uma revisão da Universidade de Pavia, na Itália, país que produz e consome muita avelã. No trabalho, que incluiu um total de 425 participantes, a presença da oleaginosa no dia a dia foi associada à queda do colesterol total e do LDL, aquele cujo excesso castiga as artérias.

O melhor: embora a inclusão da nut some cerca de 250 calorias à dieta, a cintura não tende a se expandir. “O peso de quem come avelã não muda por causa do alto conteúdo de fibras no alimento”, argumenta Simone Perna, um dos autores do estudo.

A vitamina A é um nutriente essencial aos seres humanos. A vitamina A não existe como um único composto, mas em várias formas. Em alimentos de origem animal a principal forma de vitamina A é o retinol. Precursores da vitamina

A (protovitaminas) estão presentes em alimentos de origem vegetal como alguns membros da família de compostos carotenóide. Retinol, a forma animal da vitamina A, é uma vitamina solúvel em gordura que tem importância na visão e crescimento ósseo.

A vitamina A tem funções como manter a saúde da visão, da pele e dos cabelos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento dos órgãos reprodutivos.

Por ser um antioxidante, ela também é importante para a prevenção do envelhecimento precoce, de doenças cardiovasculares e de câncer.

Quantidade de ingestão diária recomendada de vitamina A

Pela “US Dietary Reference” a ingestão diária recomendada de vitamina A é:
* 900 microgramas (3000 UI) para homens.
* 700 microgramas (2300 UI) para mulheres.
* Limite máximo – 3.000 microgramas (10.000 UI). Esse limite refere-se às formas retinóides de vitamina A. As formas carotenas de fontes alimentares não são tóxicas.

Esses valores são a quantidade mínima de vitamina A que deve-se ingerir por dia para manter o bom funcionamento do organismo.

Deficiência de vitamina A

Uma das manifestações mais precoces da deficiência de vitamina A é a visão prejudicada, particularmente cegueira noturna leve. A deficiência persistente de vitamina

A desencadeia uma séria de alterações, sendo que as mais devastadoras ocorrem nos olhos. Coletivamente essas alterações nos olhos são chamadas xeroftalmia.

Primeiro há secura da conjutiva, a qual é seguida pelo acúmulo de resíduos de queratina nas pequenas placas opacas e eventualmente a ulceração da superfície da córnea com sua destruição e cegueira total.

Outras alterações provocadas pela deficiência de vitamina A incluem imunidade prejudicada, sensibilidade à luz e ressecamento e infecção na pele e nas mucosas (xerodermia).

Alimentos ricos em vitamina a

Vitamina A é encontrado naturalmente em muitos alimentos, como:

  • Óleo de peixe
  • Batata Doce
  • Cenoura
  • Melão
  • Damasco
  • Ervilha
  • Manteiga
  • Espinafre
  • Abóbora
  • Ovos
  • Manga
  • Brócolis
  • Tomate
  • Bife de Figado

Malefícios do excesso de vitamina A no corpo

Como a vitamina A é solúvel em gordura, eliminar seu excesso é bem mais difícil do que com as vitaminas solúveis em água, como as B e C. Desta forma, pode ocorrer intoxicação por vitamina A.

Isso poderia ocasionar náusea, icterícia, irritabilidade, perda de apetite, vômito, visão turva, dor de cabeça, fraqueza e dor muscular e abdominal, sonolência e estado mental alterado.

A intoxicação aguda por vitamina A geralmente ocorre com doses de 25.000 UI/kg, com intoxicação crônica ocorrendo em 4.000 UI/kg diários por 6-15 meses.

Porém, a intoxicação do fígado pode ocorrer em níveis de 15.000 UI por dia a 1,4 milhões UI por dia, sendo que a dose de toxidade média é de 120.000 UI por dia.

Em pessoas com insuficiência renal, 4.000 UI pode causar dano substancial. Adicionalmente, ingestão excessiva de álcool pode elevar a toxidade.

Em casos crônicos, pode ocorrer perda de cabelo, secura das membranas mucosas, febre, insônia, fadiga, perda de peso, fraturas ósseas, anemia e diarreia.

Essas intoxicações só ocorrem com a forma retinol da vitamina A (como a vinda da ingestão de fígado). As formas carotenas (como o beta-caroteno encontrado em cenouras) não produzem esses sintomas.

Conclusão

vitamina a

Uma alimentação diversificada é suficiente para atingir a dose diária recomenda de de vitamina A, por isso deve-se ter cuidado ao usar suplementos vitamínicos sem orientação médica ou do nutricionista, pois o excesso de vitamina A também traz prejuízos à saúde.

Alguns dos sintomas relacionados ao excesso dessa vitamina são dores de cabeça, cansaço, visão turva, sonolência, náuseas, perda de apetite, coceira e descamação da pele e queda de cabelo.

Fonte: https://vitaminassaudaveis.com.br/

Aromas atuam no sistema límbico, conjunto de estruturas cerebrais responsáveis pelas emoções

Massagear a sola dos pés com óleos essenciais pode acalmar a tensão e equilibrar a mente

O uso de aromas naturais pode ser um aliado de mamães e papais que querem ver seus filhos dormindo tranquilamente ou estudar com concentração.

As incômodas prisões de ventre em bebês também podem ser combatidas com a dosagem correta de soluções naturais e concentradas.Segundo a aromaterapeuta Daiana Petry, os óleos essenciais vêm da natureza e atuam nas estruturas do sistema límbico, interferindo nas emoções.

É importante diferenciar o óleo essencial das essências, que são substâncias sintéticas que não têm efeito terapêutico, apenas aromas agradáveis.

Confira algumas receitas preparadas pela aromaterapeuta para crianças e bebês:

Para acalmar e proporcionar uma boa noite de sono

Os óleos essenciais podem desempenhar um papel significativo na saúde do bebê. A utilização de Lavandaou Lemongrass (capim limão) em seu quarto antes de dormir pode incentivar um sono tranquilo.

Já se o bebê for ‘rebelde’, massageie as solas dos seus pezinhos com uma gota do óleo essencial de Lavanda diluída em uma colher de sopa de óleo vegetal de Semente de Uva.

Essa massagem irá acalmá-lo e proporcionar ao seu pequeno corpo o descanso que necessita para crescer.

Para a criança sonolenta, que não gosta de sair da cama pela manhã

Ao invés de seduzi-la para fora da cama com cheiros deliciosos de torradas com manteiga, como fazem os comerciais, por que não estimular seu cérebro à disposição e vitalidade?

Através da introdução de uma gota de óleo essencial de Hortelã Pimenta ou de Limão Siciliano no aromatizador do quarto, esse aroma expelido irá reanimar a criança e estimular seu estado de alerta, deixando-a mais disposta para todo o dia.

Crianças com cólicas, prisão de ventre ou dificuldade para ir ao banheiro

Experimente diluir uma gotinha do óleo essencial de Laranja Doce, uma gotinha de Manjericão e uma gotinha de Cipreste em uma colher de óleo vegetal de Semente de Uva. Misture bem todos os óleos e massageie em sentido horário a barriguinha do bebê (o resultado é quase instantâneo).

Ou você pode utilizar as mesmas gotas de óleos essenciais descritos acima (eliminando o óleo vegetal de Semente de Uva) e diluir em uma colher de mel ou álcool e colocar na banherinha do bebê na hora do banho, o resultado é igualmente rápido.

Para estimular os estudos e fixar informações

Óleos essenciais quando utilizados através da inalação atuam diretamente no sistema límbico, conjunto de estruturas cerebrais responsáveis pelas nossas emoções, funções vegetativas e memória. Utilizar óleo essencial de Limão no momento do estudo irá estimular o foco e a retenção de informações no cérebro.

Será extremamente eficiente para alunos em épocas de provas, quando os estudos se intensificam em casa e até mesmo para o momento do exame, em que ocorre a necessidade de lembrar-se de informações específicas (para usar na escola, o óleo essencial pode ser aplicado no aromatizador pessoal).

Mas vale lembrar que não se pode contar apenas com a aromaterapia para que as crianças obtenham boas notas, há muitos outros fatores que influenciam diretamente nos estudos, como a boa alimentação e o sono reparador.

Sugestão de uso: óleo essencial de Limão Siciliano, uma gota no aromatizador pessoal ou em uma buchinha de algodão que possa deixar próximo ao livro que está lendo.

Crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem e memória

Existem óleos essenciais que podem desempenhar um papel importante no seu estado de alerta, sem excesso de estimulação. Para estimular o foco, clareza de ideias, capacidade de resposta, rendimento e memorização, o óleo essencial de Manjericão e Limão Siciliano serão extremamente benéficos.

Mau humor, apatia e frustração, sentimentos gerados pela dificuldade de aprendizagem, podem ser aliviados quando utilizamos junto a uma das opções citadas acima o óleo essencial de Bergamota.

Para os adolescentes em época de vestibular, período em que a cobrança consigo mesmo é imensa, utilize uma gota de óleo essencial de Limão Siciliano, duas gotas de óleo essencial de Bergamota e uma gota de óleo essencial de Hortelã Pimenta no ambiente de estudo. Massagear a sola dos pés com estes óleos essenciais citados acima, diluídos em uma colher de sopa de óleo vegetal de Semente de Uva, pode acalmar a tensão e equilibrar a mente para a melhor absorção do conteúdo a ser estudado.

Fonte: Diário Catarinense

Curso Livre de Aromaterapia – espacodosol@gmail.com