vinagre-maca

O vinagre de cidra de maçã vem sendo usado na medicina popular há séculos. Mas será que ele realmente faz bem à saúde?

O médico Michael Mosley, apresentador do programa da BBC Trust Me, I’m a Doctor, decidiu tirar a limpo essa história.

O método de fabricação do vinagre de cidra é simples: mistura-se maçã picada com água e açúcar. Depois, os ingredientes são deixados fermentando, o que resulta na formação de ácido acético.

Apesar do seu sabor extremamente azedo, o produto está ganhando popularidade entre nutricionistas e pessoas que buscam uma alimentação mais saudável.

Segundo eles, o vinagre de cidra seria efetivo em várias frentes, por exemplo, no combate à obesidade, artrite e até pontas duplas nos cabelos.

Mas será que alguma dessas supostas propriedades poderia ser comprovada cientificamente?

Na tentativa de responder essa pergunta, Michael Mosley se associou ao especialista em obesidade e diabetes James Brown, da Aston University, em Birmingham (Inglaterra).

Juntos, eles criaram uma série de pequenos experimentos para comprovar –ou não– os benefícios do produto.

Açúcar

O primeiro tinha como objetivo testar a afirmação de que beber duas colheres de vinagre de cidra diluídas em água antes das refeições ajuda a regular os índices de açúcar no sangue.

Para isso, a dupla bolou um teste. Um grupo de voluntários, todos saudáveis, foi convidado a comer dois bagels (tipo de pão em forma de anel) após jejuar durante a noite.

Os especialistas mediram os índices de açúcar no sangue dos voluntários antes de comerem os pães e, novamente, logo após a refeição.

Como esperado, os índices de açúcar subiram rapidamente após os participantes terem comido.

No dia seguinte, o mesmo experimento foi refeito. No entanto, antes de comerem os bagels, os voluntários beberam uma dose de vinagre de cidra de maçã diluída em água.

O teste foi realizado novamente alguns dias mais tarde, mas dessa vez os participantes não beberam vinagre de cidra de maçã antes de comer, mas vinagre de malte diluído em água.

Ao comparar as amostras de sangue colhidas durante os três experimentos, os especialistas verificaram que o vinagre de cidra de maçã teve um impacto significativo sobre os índices de açúcar no sangue dos participantes: houve uma redução de 36% nos níveis de açúcar durante 90 minutos.

Para a surpresa da dupla, o mesmo não ocorreu em relação ao vinagre de malte.

Mosley e Brown suspeitam que o ácido acético contido no vinagre de cidra de maçã interfira no processo de quebra do amido. Portanto, se uma pessoa consome o vinagre antes de uma refeição rica em carboidratos, menos açúcar será absorvido por seu organismo.

Inflamação

Na segunda rodada de testes, a dupla quis conferir se o vinagre de cidra de maçã realmente tem propriedades na redução de peso, de índices de colesterol no sangue e de níveis de inflamação (o que seria benéfico para pacientes com eczema e artrite reumatóide inflamatória, por exemplo).

Trinta voluntários foram separados em três grupos. O primeiro grupo bebeu duas colheres de sopa de vinagre de cidra de maçã diluído em 200 ml de água duas vezes por dia, todos os dias, antes de alguma refeição.

O segundo grupo fez o mesmo, porém, substituindo o vinagre de cidra por vinagre de malte. E o terceiro ingeriu um placebo –água com corante– em vez de vinagre.

Dois meses depois, especialistas e voluntários se reuniram para avaliar os resultados do experimento.

“Sinto dizer, mas nenhum de vocês perdeu peso”, disse Brown.

Para saber se o vinagre tinha a propriedade de reduzir índices de inflamação, Brown havia testado o sangue dos voluntários em busca da proteína C reativa (PCR), cuja presença é indicadora de processos inflamatórios.

Novamente, decepção. “Observamos uma pequena queda nos índices de PCR em alguns dos voluntários que ingeriram vinagre de cidra de maçã, mas não o suficiente”, disse Mosley.

Eficiente contra o colesterol

Porém, os que defendem a ingestão do vinagre de cidra de maçã vão ficar satisfeitos ao saber que no quesito controle do colesterol o experimento trouxe resultados surpreendentes.

Os testes com vinagre de malte e com placebo não produziram qualquer alteração. Mas os voluntários que beberam vinagre de cidra de maçã apresentaram redução, em média, de 13% no colesterol.

Índices de triglicerídeos (um tipo de gordura) baixaram significativamente, o que impressionou os especialistas, já que todos os voluntários estavam saudáveis no início do experimento e apresentavam índices normais de colesterol.

Resultado

“Reduzir os índices de triglicerídeos dessa maneira pode diminuir significativamente suas chances de ter um ataque cardíaco no futuro”, afirma Brown. “Então ficamos realmente entusiasmados com os resultados”.

Conclusão: vinagre de cidra de maçã provavelmente não vai ajudar ninguém a emagrecer, mas pode ajudar quem está lutando para reduzir índices de açúcar e de colesterol no seu organismo.

No entanto, por ser ácido, o vinagre deve ser diluído em água ou adicionado à comida em doses pequenas, recomendou Mosley.

Fonte: http://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/bbc

anis-estrelado

Planta originária da China, esta árvore possui grande porte (podendo chegar até 18 metros de altura) e carrega este nome devido aos frutos que gera, tendo formato de estrela.

Enquanto no Oriente é utilizado como tempero para frutos do mar e carnes devido ao seu aroma agradável e peculiar ou até mesmo através do seu óleo essencial, no Brasil sua utilidade principal é tratando-se da medicina natural, que orienta que o anis-estrelado seja usado em infusões e chás.

Diferentemente dos outros “anis”, o estrelado possui maior concentração de anetol em sua composição química, sendo assim mais eficaz para efeitos em problemas digestivos diversos, sendo, aliás, unido à cura da gripe, uma das especialidades desta erva medicinal.

As partes da planta que se utiliza são os frutos e sementes, sendo também as suas folhas ricas em óleos essenciais como propriedade.

Nos dias de hoje esta planta tem sido alvo de  interesse econômico e científico, devido a sua utilização como matéria-prima na fabricação do medicamento antiviral, Tamiflu, utilizado no tratamento das gripes Aviária e nova gripe (H1N1).

Benefícios de seu uso

O consumo desta especiaria ajuda em casos de…

Gripes, cólicas, gastrites, enterites, gases, espasmos gastrintestinais, tosses, bronquite, como efeito calmante e expectorante.

Chá do anis-estrelado

Realize infusão de uma colher de chá de anis-estrelado adicionada à um litro de água. Espere levantar fervura e desligue o fogo logo após. Abafe a mistura por dez minutos e ingira. Lembre-se de que para melhor efeito é interessante que se tome de duas a três xícaras ao dia.

Em casos de mau hálito, também é eficaz que se chupe o anis-estrelado. Além de melhorar a saúde do sistema digestivo, auxilia no combate deste desagradável mal.

Contraindicações

O excesso de ingestão dessa planta é capaz de causar alguns transtornos, principalmente quando consumida por crianças pequenas. Sintomas como enjoo, náuseas e complicações neurológicas foram relatadas nestes casos.

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Os sintomas são um espelho da Alma

Uma doença é uma trama simbólica, onde os sintomas mostram o que não vai bem na alma do paciente.

Sei! Essa visão é cruel, pois o doente tem nos seus sintomas uma salvaguarda para se justificar e obter a compaixão de si mesmo e dos demais. No entanto, cada sintoma mostra de forma nua e crua o que se passa no interior do indivíduo.

Espelham aquilo que não pode ser expresso, ou entendido, por outras linguagens do Ser. Por esta abordagem, todos os males são psicossomáticos – desde uma espinha na face ao câncer de pele.

No corpo, cada órgão específico tem uma função, que faz parte de um todo integrado. Quando surge uma desarmonia contínua do Ser, e inevitavelmente, um ou mais órgãos encontram dificuldades para seu perfeito desempenho, surgem os sintomas, trazendo mensagens da Alma, revelando suas necessidades imediatas.

Uma vermelhidão na pele pode estar indicando a impaciência contra os limites naturais da vida (vermelho = conflito, pele = limites), no entanto, enquanto o indivíduo continuar emocionalmente doente sua pele continuará avermelhada.

Esta alergia poderá ser debelada com medicamentos, mas não será curada verdadeiramente. Se a pessoa continuar em turbulência, com sua expressão bloqueada, outros sintomas virão para simbolizar aquela impaciência contra os limites.

Como seres humanos, imperfeitos e polarizados, estamos todos doentes.

Intoxicados pela poluição do mundo moderno, por hábitos, modelos, condicionamentos e a ilusão de que eles são verdadeiros. Em todas as extensões. Precisamos nos voltar para dentro, dialogar com o corpo, que é uma representação física de todo o Ser, e descobrir o que ele está querendo nos comunicar.

Ironicamente, o único propósito da doença é nos avisar. Como uma amiga sincera, ela tem por objetivo purificar e unificar todos os corpos, não se intimidando em apontar os nossos desvios.

Mas na in-sanidade do Homem, é uma inimiga que, sem mais delongas, deve ser rapidamente eliminada. Mas, como entender o significados destes sintomas? Como entender a linguagem do nosso corpo?

Garanto a você que para o intoxicado fica difícil ter lucidez e dialogar com o corpo e a Alma. Em algum momento temos que interferir neste círculo vicioso:

– Estou doente porque estou intoxicado ou;

– Estou tão intoxicado que não sei como achar o caminho da cura.

A Interpretação Metafísica

Maldizer a doença e correr para suprimir os sintomas através de algum tratamento meramente alopático, jamais poderá resultar em cura verdadeira. Os sintomas irão voltar. Muitas vezes de forma ainda mais cruel e dolorosa, como se fossem aumentando o volume da advertência.

Segundo Thorwald Dethlefsen, no seu livro “A Doença Como Caminho”, existem sete níveis crescentes de manifestação dos sintomas. Quanto maior a resistência ao autoconhecimento, maior a pressão exercida e a intensidade dos sintomas.

  • Primeiro vem a expressão psíquica com as idéias, desejos e fantasias. São as expectativas, crenças e os “pré-conceitos”.
  • Segundo vem o sintoma com distúrbios funcionais. Este nível de sintoma deveria tornar a pessoa honesta: algo não está bem! O que isto revela?
  • Terceiro: o sistema imunológico fica em “cheque” e acontecem as inflamações ou os distúrbios físicos agudos. Exemplos são a faringite, hepatite ou gastrite. Como também ferimentos e pequenos acidentes.
  • Quarto: a dificuldade de comunicação se mantém e os distúrbios se tornam crônicos. Exemplos são a micose, artrose e osteoporose.
  • Quinto: a dificuldade de comunicação com a vida se manifesta via processos incuráveis como a modificação de órgãos (diabetes), câncer, aids, etc.
  • Sexto: morte, que pode ocorrer após passagem por todas as etapas anteriores ou por um acidente.
  • Sétimo: Deformações congênitas e perturbações de nascença. Trata-se de uma história que vem de outra vida.

É interessante notar que, antes que um sintoma se manifeste no corpo físico, ele se apresenta na psique como um tema, idéia, desejo ou fantasia. Isso nos mostra como a negação dos anseios pode levar à manifestação física desta repressão.

Qual repressão? Aquela provocada pelos modelos e condicionamentos familiares, sociais e culturais. Tais modelos nos afastam da nossa essência (natureza) e ainda nos fazem sentir culpados por não conseguirmos ser aquilo que eles estabelecem como “normal”.

Enquanto não se acessar verdadeiramente a doença da Alma, causada por este “afastamento e culpa”, os sintomas voltarão de diversas formas, algumas bastante criativas.

Não será de muita valia culpar um vírus ou um grupo de células que, a despeito do previsto, resolvem rebelar-se e passam a se reproduzir por conta própria, gerando um tumor.

Mas, será de total valia buscar a lucidez e o autoconhecimento, de tal forma que os sintomas não passem do nível 1 ou 2, quando a pressão e a severidade do aviso ainda é facilmente contornável. Neste sentido, a Alimentação Desintoxicante passa a ser “A” grande aliada.

Por: Conceição Trucom – mctrucom@docelimao.com.br

 

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Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível. Carl Jung

A medicina moderna parte do pressuposto que a doença é algo vindo de “fora” do homem, como conseqüência da ação de bactérias e microorganismos, ou então o resultado de uma imperfeição da natureza, colocando, em ambos os casos, o doente como uma vítima das circunstâncias.

Mas pela visão holística da metafísica, esta é uma falha da abordagem tecnicista da doença. A metafísica parte do princípio de que é o espírito que organiza a matéria e não é o físico que cria a essência.

Metafísica significa além da matéria (meta = além + física = matéria). Ela compreende o homem como um todo elos: o psíquico, emocional, energético, espiritual e sentimental num movimento integrado.

Assim, a raiz dos problemas físicos do homem está na sua atitude interna frente às situações da vida. O posicionamento interior é que determina a saúde do corpo ou desencadeia as suas doenças.

O doente não é vítima inocente de alguma imperfeição da natureza ou de uma condição insalubre, mas consciente ou não, é o co-criador da sua doença.

O homem não “pega” uma doença, ele “faz” a sua doença. Se, porventura, podemos culpar bactérias ou toxinas que impregnam nosso corpo e ambiente, podemos dizer também que todos os seres, de certa forma, estão expostos aos mesmos germes e venenos.

Nosso mundo é inteiramente insalubre e ao mesmo tempo inteiramente puro: nós atraímos a insalubridade ou a pureza como reflexo do nosso interior. Recolhemos de fora aquilo que, conscientes ou não, permitirmos levar para dentro.

O doente é responsável pelos seus males. Os sintomas são, em última instância, a expressão física dos conflitos internos e, através do seu simbolismo, têm a capacidade de mostrar ao doente em que consiste seu desafio.

A vida freqüentemente nos coloca em situações aparentemente repetidas. Isso acontece para que possamos absorver delas o aprendizado. Enquanto “ele” não for introjetado, seguirá ocorrendo “o mesmo filme”.

Sintomas, portanto são partes da sombra da nossa consciência (e caos do inconsciente) que se precipitam em forma física. A doença é uma verdadeira chamada para a expansão da consciência.

Estamos permanentemente “sedados”, viciados nos automatismos emocionais e físicos que impedem a percepção. Quando essa “dormência” torna-se perigosa à evolução, surge a doença que, através dos seus sintomas, pretende apenas nos “despertar”.

A cura verdadeira nunca virá de fora. Estamos permanentemente diante do resgate da consciência. Todos os males são efeito da inconsciência. A cura do Homem não está na medicina, mas sim na identidade com o seu Ser e sua evolução espiritual.

Para que tal aconteça a doença é um mestre. Trata-se da grande tarefa de despertar da nossa identificação com o mundo da forma. O corpo está doente, mas para avisar que a nossa parte “Não Visível” está sendo mal usada ou canalizada.

E nesse processo, a doença e seus sintomas são um sinal, mostrando onde a auto-expressão está bloqueada na superação dos percalços do caminho.

Saber interpretá-la no seu simbolismo pode ser a chave da verdadeira cura interior.

Livrar-se dos sintomas sem que se entenda ou se assimile a natureza da mensagem trazida, só irá adiar o problema.

A medicina moderna adquiriu uma enorme competência em eliminar a maioria dos sintomas dando uma falsa noção de cura. A questão é que a supressão dos sintomas jamais significará uma cura.

A cura só acontecerá quando expandirmos a consciência.

Fonte: Conceição Trucom – mctrucom@docelimao.com.br

Amado Ser de Luz Sou Lady Aurora,

A cura de seu físico passa pela consciência de si mesmos; estão agora neste Portal de Luz em que Gaia se encontra, tomando consciência da expressão de seu ser em todas os âmbitos, e de como usam e gerenciam sua energia.

Estão fisicamente sentindo os alimentos, os hábitos e os ambientes, e sobretudo como vocês mesmos abusaram de seu corpo físico, relegando-o ao mais absoluto esquecimento.

É tempo de intensa purificação, isto é, de abrir suas células na natureza, de expandir o oxigênio nelas, para que possam integrar seus Corpos de Luz.

O fígado em seu corpo físico é o maior portal multidimensional que possuem, nele se abrem as memórias de todas as ressonâncias externas, sustentadas pela vesícula biliar, que são compreendidas pelo Hara, também chamado Chacra Umbilical.

À medida que você expressa seu ser, este chacra se abre à Luz e à Consciência Suprema do Ser Solar, irradiando cada vez mais em vocês.

Quando vocês procrastinam suas vidas, ou as abandonam, este chacra se fecha, mostrando-lhes a asfixia espiritual que estão sentindo.

Sabemos que muitos de vocês já cuidam de seus corpos, em união aos alimentos, etc, mas existem outros hábitos que não estão tendo em conta – não só a alimentação é saúde física – mas as horas de descanso, que têm de ser mais do que o normal nestes dias de tão intensa a ascensão, para poder filtrar as energias entrantes; e o aumento de respirações por chacra, que lhes permite realizar a respiração celular, e curar conscientemente as memórias antigas.

O físico está mais presente, cada dia, inclusive para aqueles que andaram de mansinho, em negação de ser humanos, e tentando viver aqui com suas memórias cósmicas.

Não é assim, em Gaia se vive através do sagrado veículo físico, ele é o corpo manifestado mais espiritual que possuem, e é tempo de restaurar o cansaço de milhares de encarnações, e de linhagens familiares completas, é tempo de uma profunda integração física. Ele é o seu veículo da ascensão.

O MER KA BA, MER KA NA, e outros veículos de Luz são as estruturas de seus Corpos de Luz em seu campo áurico ou campo eletromagnético, mesmo que os vejam em Luz, não significa que eles não sejam físicos. Ao contrário, são estruturas físicas menos densas, mas muito físicas, a Luz é matéria, e fornece calor e tem forma e ondas de formas.

Acolham seus corpos físicos, que estão em profundíssimas remodelações, em interessantíssimas reestruturações, e escutem seus chamados, para serem curados dos padrões emocionais e de DNA que arrastam de suas experiências; eles estão pedindo ser atendidos na maior reforma emocional existente, neste tempo: o Amor Divino.

Por Elsa Farrus
Tradução Vilma Capuano

Fonte: http://www.ascensiongaia.es/

Bananas

Há alguns anos, existe uma teoria de que comer bananas em excesso pode levar à morte. A afirmação surgiu por conta da grande quantidade de potássio presente na fruta, que quando consumido em excesso, pode ser perigoso aos seres humanos.

Os teóricos mais extremos acreditam que 6 é o limite absoluto, e 7 pode levar uma pessoa à zona de perigo – para pessoas mais sensíveis. Outros definem um número diferente, mas ambos acreditam que a banana pode ser uma fruta mortal.

É possível encontrar inúmero relatos, na internet, de pessoas que “conhecem” pessoas que morreram por comer bananas em excesso. Alguns portais de saúde advertem que comer “mais de uma dúzia de bananas por dia” pode levar a uma diálise de emergência, para a retirada de potássio dos rins.

Porém, apesar de tantas teorias e relatos duvidosos, é fisicamente impossível consumir uma dose fatal de bananas. Uma banana contém cerca de 400mg de potássio, sendo que precisamos de mais do que dez vezes este valor, cerca de 4.800mg para termos boa saúde. O potássio é bom para os seres humanos, mantendo a saúde do coração, rins, sangue e sistema nervoso. Em doses ultra-excessivas, o potássio diminui os batimentos cardíacos e leva à insuficiência renal, por isso ele é usado na injeção letal.

Mas, uma pessoa normal e saudável não poderia obter uma dose letal de potássio através do consumo, e certamente não através de algumas bananas. Para consumir uma dose fatal de bananas, seria preciso comer 400 unidades da fruta, de acordo com Catherine Collins, nutricionista do Kings College London, na Inglaterra. E isso tudo ao mesmo tempo, o que seria impossível.

Seus intestinos também teriam de ser capazes de absorver todo o potássio das bananas naquele instante, e seus rins, que são muito eficazes no processamento de potássio, teria que parar de trabalhar. Em suma, não é possível comer uma dose fatal de bananas, a não ser que a pessoa sofra de insuficiência renal e não está em diálise.

Há um outro mito sobre a radioatividade das bananas, mas não deve ser levado em conta. Praticamente tudo é radioativo, e bananas, como a maioria dos alimentos, contêm uma quantidade mínima de radiação. De acordo com dados do portal Quora, seria preciso comer 10 milhões de bananas de uma só vez para morrer por envenenamento radioativo. Também seria possível experimentar sintomas crônicos por comer 274 bananas por dia, durante sete anos.

Fonte: Metro

vitamina_e

Um novo estudo desenvolvido por pesquisadores do Minneapolis VA Health Care System, nos Estados Unidos, concluiu que a ingestão de doses elevadas de vitamina E pode ajudar a desacelerar a progressão do Alzheimer em até 19%.

A melhoria foi constatada em atividades do cotidiano como realizar tarefas de higiene pessoal, se vestir ou participar de uma conversa. Eles conseguiam realizar essas tarefas por mais tempo, e precisaram de menos ajuda de cuidadores.

Um dos grupos recebeu uma dose de alfa tocoferol, que é uma forma de vitamina E, muito superior à presente nos suplementos de vitaminas (que é de aproximadamente 67 mg).

O outro grupo recebeu um remédio que é habitualmente usado para combater o Alzheimer, a memantina.

E um terceiro grupo recebeu uma combinação de memantina e vitamina E.

Foi observado que o grupo que recebeu apenas a vitamina E teve uma redução de 19% na porcentagem anual de declínio cognitivo em comparação aos outros grupos ao longo do acompanhamento feito, que foi durante 2 anos aproximadamente.

Na prática, os pacientes que receberam as doses maiores de vitamina E desfrutaram de um atraso de mais de 6 meses na progressão do Alzheimer, o que pode ser um grande benefício, pois o declínio experimentado pelos outros grupos significou, em muitos casos, a perda total da capacidade de se vestirem ou tomarem banho sozinhos.

A vitamina E está presente na maioria dos alimentos de origem vegetal, como frutos secos e cereais integrais, e também na gema do ovo.

O uso dela para diminuir a progressão da doença parece seguro para a equipe do Dr. Dysken, mas se tomada em grandes quantidades, essa vitamina pode induzir a reações indesejadas na interação com outros medicamentos, como os anticoagulantes, por exemplo.

Os pesquisadores aconselham que os interessados em experimentar essa alternativa deverão sempre fazê-lo com acompanhamento médico.

Eles também alertam que a vitamina E não ajuda a desvendar a causa do Alzheimer, e também não abrem caminho para a cura. Elas apenas prolongam a qualidade de vida do paciente.

Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/essa-vitamina-pode-ser-a-melhor-arma-contra-o-alzheimer/

melatonina

A melatonina é uma substância naturalmente presente no organismo humano e que está diretamente relacionada aos nossos ciclos de sono, também pode ser ingerida na forma de suplementos alimentares.

A seguir falaremos um pouco sobre o que é a melatonina, para que serve, quais os seus benefícios, efeitos colaterais e como tomar esse suplemento.

O que é a Melatonina?

A melatonina, ou ainda N-acetil-5-metoxitriptamina, é um hormônio sintetizado pela glândula pineal dos vertebrados. Nos seres humanos, esta glândula está localizada na região central do cérebro (mais precisamente atrás do terceiro ventrículo).

O hormônio foi descoberto pelo dermatologista Aaron Lerner, no ano de 1958. Ele isolou a melatonina de extratos da glândula pineal de bovinos e nomeou-a assim devido a sua capacidade de contrair os melanóforos de melanócitos de sapos (o que proporciona um clareamento da pele dos mesmos).

A melatonina tem como principal função a de induzir o sono. O hormônio também participa de outros processos fisiológicos e tem se mostrado um grande aliado no combate de algumas doenças.
Biossíntese da melatonina

A melatonina é o marcador do ritmo circadiano (período de 24 horas no qual se estabelece o ciclo biológico). A luminosidade está intimamente ligada a atuação ou não da melatonina.

Ela é sintetizada e secretada durante o período noturno e seus níveis plasmáticos máximos ocorrem por volta das 03h00 e 04h00 da manhã.

Importante destacar que a presença de luz inibe a produção da melatonina (até mesmo as iluminações residenciais), mas que a escuridão por si só não é um estímulo para a sua síntese.

A produção de melatonina acontece no início do período escuro. O aminoácido triptofano, presente na circulação sanguínea, atravessa de forma ativa a membrana celular do pinealócito (célula da glândula pineal). No interior dessa célula, a enzima triptofano hidroxilase converte o triptofano em 5-hidroxitriptofano (ou 5-HTP).

Na sequência, como seu próprio nome já sugere, a enzima 5-hidroxitriptofano descarboxilase promove a retirada do grupo alfa-carboxil do 5-HTP, produzindo assim a serotonina. A serotonina recebe então um grupo acetil, captado da acetil-Coenzima A, pela ação da enzima N-acetiltransferase, o que resulta na geração de N-acetilserotonina.

Por fim, a enzima hidroxindol-O-metiltransferase transforma a N-acetilserotonina em melatonina. Isto explica o porquê dos níveis de serotonina serem elevados nos mamíferos durante o período diurno e baixos à noite.

Após ser produzida, a melatonina é difundida através do sangue por todo o organismo. Por ser uma molécula bastante lipossolúvel, ela consegue adentrar com facilidade nas células.

A secreção de melatonina é maior durante os meses de invernos, já que nesse período as noites são mais longas. Sua síntese é bastante evidente durante a infância e diminui à medida que envelhecemos.

Para que serve a Melatonina?

A melatonina atua em diversos processos fisiológicos do nosso organismo. O hormônio é um grande auxiliar do sistema imune, operando sobre os linfócitos e citocinas.

Apresenta também atividade anti-inflamatória, pois inibe as prostaglandinas e regula a enzima COX-2, e atividade antioxidante, controlando agentes pró-oxidantes que participam da produção de óxido nítrico e das lipoxigenases.

Mas, sem dúvida, a função mais notória da melatonina é a de regular o ritmo biológico. Pode-se dizer que ela consegue traduzir ao nosso corpo a informação de que “a noite já chegou’’.

É a presença da melatonina que torna o processo digestório mais lento, promove a queda da temperatura corporal e da pressão sanguínea durante o período noturno.

O consumo da melatonina sintética, isto é, seu uso como suplemento, tem se popularizado especialmente pelo fato de muitos estudos comprovarem seus benefícios contra várias doenças.

Benefícios da Melatonina:
1) A melatonina é ótima para tratar os distúrbios do sono

O consumo de melatonina estimula a sonolência, mesmo durante o dia, em pessoas saudáveis.

A resposta mais plausível para este efeito está no fato da melatonina reduzir a temperatura corporal, o que induz o sono, graças a sua atividade vasodilatadora.

Pesquisas mostram que o uso da melatonina, em crianças que possuem problemas neurológicos e sofrem de insônia, melhora a qualidade do sono e aumenta sua duração. O mesmo benefício foi observado em crianças saudáveis e que apresentam insônia crônica.

A melatonina também é indicada para o tratamento do jet lag (distúrbios do ciclo circadiano causado por viagens de avião que atravessam um ou mais fuso horário) e para proporcionar uma melhor adaptação aos trabalhadores que executam suas atividades no período noturno (o desequilíbrio do ritmo circadiano neste caso é crônico e muito mais prejudicial à saúde).

O uso da melatonina é mais vantajoso comparado aos efeitos dos hipnóticos comuns (drogas que induzem o sono e a sua manutenção).

Vários pacientes relatam uma sensação de sonolência e fadiga após o consumo de hipnóticos, principalmente os benzodiazepínicos. Já aqueles que usam melatonina sentem apenas uma leve sedação ou anestesia.

Uma pesquisa avaliou os efeitos sobre o desempenho cognitivo após o consumo de 5 mg de melatonina e 10 mg do benzodiazepínico temazepan.

Embora o temazepan tenha estimulado o sono rapidamente e a melatonina de forma mais gradual, esta propiciou um tempo de sono maior e um melhor resultado de desempenho cognitivo.

Outro aspecto positivo, é que doses altas de melatonina não são tão perigosas; não causam perda de consciência involuntária nem são tão incapacitantes como os efeitos da superdosagem de benzodiazepínicos (que pode levar até um quadro de depressão respiratória e morte).
2) A melatonina ajuda a prevenir e a combater o câncer

Um estudo publicado pela versão online do “British Medical Journal’’ revelou que mulheres que trabalham no período noturno por mais de 30 anos tem 2 vezes mais chances de terem câncer de mama.

Uma pesquisa publicada no “American Journal of Epidemiology’’ mostrou que homens que trabalham a noite têm mais risco de desenvolverem câncer de próstata, reto, bexiga, pâncreas, pulmão e linfoma não Hodgkin.

Os pesquisadores desse estudo chegaram à hipótese que o trabalho noturno afeta a produção de melatonina, já que a luz inibe sua síntese, o que parece propiciar a ocorrência de tumores.

Uma outra pesquisa feita com mulheres, portadoras de câncer de mama metastático e que não respondiam de forma adequada à droga tamoxifeno, revelou que após a suplementação da quimioterapia com a melatonina (20 mg todas as noites) elas passaram a responder melhor ao tratamento.

Outras pesquisas também têm revelado que a melatonina impede o crescimento dos tumores por, por exemplo, inibir a angiogênese (desenvolvimento de novos vasos sanguíneos que alimentariam as células cancerígenas).

Um outro ponto interessante é que o consumo da melatonina ameniza alguns dos efeitos colaterais da quimioterapia.

Em um estudo, feito com pessoas que faziam tratamento para casos avançados de câncer de pulmão, de mama, do trato gastrointestinal, de cabeça ou pescoço, alguns dos pacientes passaram a associar a quimioterapia habitual com uma dose diária de melatonina (20 mg).

Após o período de um ano, aqueles que consumiram a melatonina se mostraram mais protegidos contra a baixa contagem de plaquetas, neurotoxicidade, feridas na boca e fadiga; além de apresentarem uma sobrevida maior.
3) A melatonina pode auxiliar no tratamento do Parkinson

As dificuldades para dormir são uma das principais queixas dos pacientes que possuem a doença de Parkinson.

A melatonina, além de ser boa opção para lidar com este sintoma, parece também amenizar os sintomas motores.

Uma pesquisa investigava a capacidade da melatonina em induzir o sono em pessoas sadias, epiléticos e pacientes com Parkinson. Para tal, foram utilizadas várias doses orais de melatonina, entre 0,5 a 1,25 mg/Kg.

A ingestão oral de melatonina proporcionou o sono em aproximadamente 15 a 20 minutos nos voluntários saudáveis e com epilepsia, promoveu um aumento do limiar convulsivo para os epiléticos e diminuiu a rigidez e os tremores nos portadores da doença de Parkinson.

4) A melatonina é uma boa alternativa para prevenir enxaquecas

A melatonina possui efeitos muito interessantes para o tratamento de enxaquecas (estimula a a neurotransmissão gabaérgica; inibe a glutamatérgica, articula a atuação da serotonina e dopamina, além das suas já conhecidas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias).

Pesquisadores brasileiros do Hospital Israelita Albert Einstein fizeram um estudo onde foi revelado que uma dose de 3 mg de melatonina, administrada 30 minutos antes de dormir, é eficaz para prevenir enxaquecas.

O estudo foi feito com 34 voluntários, sendo 29 deles do sexo feminino, que relataram ter cerca de 2 a 8 crises de enxaquecas por mês.
5) A melatonina ajuda a emagrecer

Em uma pesquisa publicada no Journal of Pineal Research, ratos magros e obesos receberam doses diárias de melatonina (10 mg/Kg corporal), por um período de seis semanas.

Os resultados foram bastante interessantes: a ingestão da melatonina propiciou uma conversão da gordura branca em gordura marrom nesses animais. Em paralelo com nosso organismo, o tecido adiposo marrom é aquele solicitado para gerar energia; em outras palavras são estes os tipos de adipócitos que podem ser “queimados’’ (o que consequentemente promove o emagrecimento).

Há muito ainda a ser investigado sobre este assunto (como por exemplo, qual a dose eficaz para auxiliar no processo de emagrecimento). Mas é fato que aqueles que dormem mal tendem a engordar.

O que podemos fazer é estimular a produção endógena de melatonina (evitando ambientes muito iluminados durante a noite) ou comer alimentos que contém a mesma (como nozes, tomates e cerejas).

6) A melatonina é um bom suplemento para tomar antes do treino

A prática de atividades físicas de uma forma intensa promove um estresse oxidativo e estudos têm mostrado que a ingestão de antioxidantes antes do treino melhoram o desempenho e recuperação do organismo.

As pesquisas indicam que a melatonina é um excelente antioxidante, um dos mais ativos no nosso corpo.

Em um estudo feito pela University of Seville Medical School, atletas receberam 6 mg de melatonina ou placebo, 30 minutos antes de se exercitarem intensamente e continuamente pelo período de 1 hora.

Os resultados revelaram que a suplementação com melatonina diminuiu o estresse oxidativo provocado pelos exercícios, estimulou o metabolismo das gorduras e a resposta imune desses atletas.

Outra questão relevante é que praticar exercícios de forma intensa gera processos inflamatórios e dor muscular.

Em uma pesquisa publicada no Journal of Pineal Research atletas fizeram uso de suplementos de melatonina ou placebo três dias antes de participarem de uma corrida de 50 km nas montanhas de Sierra Nevada, em Granada, na Espanha (ou seja, correram em uma subida).

Os atletas do grupo da melatonina receberam as seguintes dosagens, por via oral: 3 mg durante o jantar, dois dias antes da corrida; 9 mg (3mg no café da manhã, 3 mg no almoço e 3 mg jantar) um dia antes da corrida e 3 mg uma hora antes da corrida.

Os pesquisadores testaram amostras de sangue e urina desses atletas, coletadas antes e logo após a corrida, para marcadores de inflamação e estresse oxidativo.

Os resultados foram positivos: a melatonina foi eficaz na redução dos processos inflamatórios e oxidativos do organismo quando ele é submetido à exercícios de alta intensidade.

A suplementação com melatonina também auxilia o desenvolvimento muscular. Após a prática de atividades físicas, nosso organismo libera hormônios que estimulam as reações anabólicas (como as que envolvem o processo de construção muscular).

Dentre os principais hormônios lançados ao sangue, temos o do crescimento, ou ainda GH, grande responsável pelo crescimento muscular e diminuição da massa gorda.

Um estudo da Universidade de Baylor, no Texas, revelou que homens que receberam 5 mg de melatonina, uma hora antes do treino de pernas, apresentaram níveis mais elevados de GH do que aqueles que tomaram o placebo, tanto antes como após a realização dos exercícios.

7) Outros benefícios da melatonina

Estudos com modelos animais mostram que a melatonina pode retardar a evolução da doença Alzheimer.

Efeitos antiepilépticos da melatonina têm sido demonstrado em estudos com modelos experimentais e seres humanos.

Pesquisas mostram que a melatonina aplicada topicamente é eficaz contra a alopecia androgenética (calvície masculina de origem genética).

Pesquisadores dos EUA revelam uma ação neuroprotetora da melatonina, o que é bastante interessante para evitar e reparar danos provocados por acidentes vasculares cerebrais (AVC’s). Um estudo da Universidade do Sul da Flórida mostra que a melatonina consegue estimular células tronco a se diferenciarem em neurônios.

Pesquisas feitas com modelos experimentais de isquemia, mostram que o uso da melatonina diminui a área afetada e o edema local.

A melatonina também é tem se mostrado útil para tratar a doença Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em uma pesquisa, animais que receberam injeções de melatonina tiveram uma maior sobrevida e um retardamento da evolução da doença.

Como tomar a melatonina?

A administração de melatonina pode ser realizada pelas vias endovenosa, intramuscular, nasal (em spray) e oral. A dose máxima diária aconselhada é de 5 mg.
Efeitos colaterais

No geral, o consumo de melatonina não apresenta tantos riscos. Os possíveis efeitos colaterais da melatonina são dor de cabeça, tonturas, sonolência diurna, sensação depressiva (a curto prazo), dor de estômago e irritabilidade.
Interações medicamentosas

Nunca use a melatonina concomitantemente com medicamentos sedativos (Clonazepam, Lorazepam, Fenobarbital, Zolpidem, etc), pois a sonolência será excessiva.

Nunca a utilize também se estiver fazendo uso de imunossupressores, como os transplantados, por exemplo. A melatonina é um estimulante para o sistema imunológico.

Não utilize a melatonina fazendo o uso de drogas anticoagulantes. A melatonina pode afetar processos de coagulação sanguínea, o que aumenta consideravelmente os riscos de hemorragia.

Os anticoncepcionais parecem estimular a produção endógena de melatonina. Evite a suplementação com a melatonina sintética.

A ingestão de bebidas ou suplementos a base de cafeína diminuem a eficácia da melatonina.

O antidepressivo fluvoxamina aumenta a absorção da melatonina e, com isso, as ocorrências de efeitos colaterais são mais iminentes.

A melatonina pode diminuir a eficácia do anti-hipertensivo Nifedipina.

O medicamento Verapamil diminui a eficácia da melatonina por estimular sua eliminação do organismo.

O medicamento Flumazenil também diminui sua eficácia.

Pontos de atenção

Grávidas e lactantes não devem consumir a melatonina sintética. Não existem dados confiáveis a respeito do seu uso para estas mulheres.

É recomendável evitar o uso da melatonina para bebês e crianças. Uma terapia hormonal por si só é bastante delicada, pois interfere em todo o sistema neuroendócrino, especialmente em faixas etárias mais baixas, para aqueles que estão em plena fase de desenvolvimento.

Trabalhadores não devem operar máquinas cerca de 4 a 5 horas depois da ingestão de melatonina.

Referências

Galano, Annia, Dun Xian Tan, and Russel J. Reiter. “Melatonin as a natural ally against oxidative stress: a physicochemical examination.” Journal of pineal research 51.1 (2011): 1-16.
Garfinkel, D., et al. “Improvement of sleep quality in elderly people by controlled-release melatonin.” The Lancet 346.8974 (1995): 541-544.
Hickie, Ian B., and Naomi L. Rogers. “Novel melatonin-based therapies: potential advances in the treatment of major depression.” The Lancet 378.9791 (2011): 621-631.
Reiter, Russel J., Dun-Xian Tan, and Lorena Fuentes-Broto. “Melatonin: a multitasking molecule.” Progress in brain research 181 (2010): 127-151.
Haimov, Iris, et al. “Melatonin replacement therapy of elderly insomniacs.” Sleep 18.7 (1995): 598-603.
Tamura, Hiroshi, et al. “Melatonin as a free radical scavenger in the ovarian follicle.” Endocrine journal 60.1 (2013): 1-13.

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/melatonina-para-que-serve-beneficios-efeitos-colaterais-e-como-tomar/#gvdSyymhVF4KHzYQ.99

probioticos_prebioticos

Os prebióticos e probióticos são assuntos que tem interessado muita gente. Mas você sabe o que é probiótico, prebiótico e simbióticos?

Esses temas tão comentados estão associados com a saúde intestinal, mas é fundamental saber o que é probiótico e prebiótico, diferençasentre eles e muitas outras questões relacionadas a isso. Tire todas as suas dúvidas aqui e usufrua dos benefícios!

É comum as pessoas falarem bactérias probióticas e prebióticas, mas não é um termo correto, uma vez que a bactéria é que é o probiótico e prebiótico não é bactéria.

A seguir você entenderá de fato a diferença entre probiótico e prebiótico e também saberá o que são os simbióticos.

O probiótico é basicamente a própria bactéria, o consumo de probiótico pode estimular a produção de outras bactérias do bem, potencializando o reforço da integridade intestinal, assim como pode evitar e auxiliar no tratamento de diarreias, obstipação (prisão de ventre), síndrome do intestino irritável, entre outras.

Já os prebióticos são fibras não digeríveis que funcionam como alimento para as boas bactérias, o que contribui tanto para manter a colonização de bactérias benéficas no intestino quanto para aumentar a multiplicação delas.

Um bom probiótico contém a partir de 4 ou 5 bilhões de UFC (unidade formadoras de colônias).

As cepas (tipo de bactéria) utilizadas podem ir variando conforme a utilização e o profissional indicado para orientar e prescrever probióticos é o nutricionista ou médico.

Alimentos probióticos e prebióticos (produto) são conhecidos por simbióticos, em um único produto já é fornecido a bactéria e o alimento delas simultaneamente.

Há alimentos que tem atividade prebiótica, um deles é a biomassa de banana verde, alimento coringa na gastronomia funcional muito utilizado como substituto do leite condensado e creme de leite, uma vez que a biomassa dá consistência às massas sem salgar nem adoçar. Inclusive a biomassa pode ser utilizada no preparo de sucos, smoothies, bolos e muitas outras preparações. Confira deliciosas receitas funcionais aqui!

  • Podem contribuir com o equilíbrio dos níveis de colesterol e triglicérides no sangue.
  • Podem ajudar na manutenção e no restabelecimento da microbiota intestinal.
  • Estimulam a motilidade intestinal (trânsito intestinal).
  • Contribuem com a consistência adequada das fezes, prevenindo diarreia e a obstipação intestinal (intestino preso).

Os prebióticos estão presentes em alimentos de origem vegetal ricos em inulina e FOS (frutooligossacarídeos), como a cebola, alho, tomate, chicória, aspargos, alcachofra, além da banana, cevada, aveia, trigo e mel. Já os probióticos, além de serem vendidos em sachês ou cápsulas, podem estar presentes em pequenas quantidades nos iogurtes, leites fermentados e coalhada.

As mais conhecidas bactérias que exercem essa função são as Bifidobacterium e Lactobacillus, e a Lactobacillus acidophillus. Elas agem produzindo ácidos que diminuem a concentração de bactérias e micro-organismos indesejáveis e protegem a mucosa intestinal, transformando as fibras (prebióticos) presentes em ácidos. Além disso, também diminuem a concentração de bactérias patogênicas, que provocam doenças e gases.

Por fim, os probióticos também atuam no fortalecimento do sistema imunológico, por meio de uma maior produção de células protetoras e aumentam a produção da enzima que facilita a digestão da lactose.

Agora que você já conhece os benefícios, saiba como tomar prebióticos e probióticos. A recomendação é de 1 a 2 sachês diários para probiótico e prebiótico ou apenas o probiótico, eles podem ser consumidos com água na temperatura ambiente antes de dormir.

Isso evitará interação com os alimentos e também impedirá que as altas temperaturas, como as dos chás, matem as bactérias antes de chegarem no intestino. Caso tenha recomendações do médico ou nutricionista, siga as orientações dele.

O consumo de prebióticos, probióticos e simbióticos devem ser associados com alimentação balanceada, bem como a prática frequente de atividade física.

Uma saudável microbiota intestinal (flora intestinal) possui um papel relevante tanto na promoção de saúde quanto na prevenção de doenças, a suplementação pode contribuir muito para manutenção e reestabelecimento de um bom ambiente intestinal.

Os probióticos podem ser consumidos por crianças, adultos, idosos e até gestantes. Mas lembre-se de consultar um nutricionista antes de iniciar qualquer suplementação, ele fará esclarecimentos individualizados e adequações específicas para cada caso.

Fonte: https://www.natue.com.br/suplementos-alimentares/probioticos-e-prebioticos/

Fomos presenteados pela Mãe Natureza com um gigantesco laboratório natural a céu aberto! Muitas especiarias e ervas naturais, doadas a nós pela Mãe Natureza, podem ajudar a manter a boa saúde do corpo, da pele e até mesmo do cérebro!

De acordo com os pesquisadores, existem algumas ervas e especiarias que, se forem usadas com frequência, podem fazer maravilhas para o cérebro e a memória.

Mas, quais são essas ervas? Esta lista irá surpreendê-lo!

CHÁ VERDE:

Os altos níveis de antioxidantes desta erva, ajudam a melhorar o poder do cérebro. O chá verde é conhecido por proteger o organismo e evitar o envelhecimento dos nervos do cérebro. Duas a três xícaras por dia vão ajudar a afastar a demência e ativar o seu cérebro!

CÚRCUMA:

A curcumina é um dos produtos químicos encontrados na cúrcuma que também auxilia na prevenção da doença de Alzheimer. Além disso, ajuda a melhorar a memória e tem qualidades antidepressivas. Cúrcuma também ajuda no tratamento dos danos causados pelo álcool no cérebro.

ORÉGANO:

Conhecido por destruir os radicais livres presentes no corpo. Altos níveis de antioxidantes são encontrados nesta erva. Os extratos de orégano são produtos incríveis, que não só melhoram a saúde mental, mas também ajudam a aliviar o stress e aumentar a concentração. Pode ser usado também como aromaterapia.

 PIMENTA PRETA:

A piperina é um dos produtos químicos presentes no tempero que famosamente conhecemos como pimenta preta. Este produto ajuda a fortalecer a estimulação de beta-endorfinas, que são conhecidos por fazer maravilhas em nossas habilidades cognitivas. Também ajuda o corpo e a mente a relaxar. A pimenta preta também é utilizada para o tratamento de distúrbios do humor.

GINSENG:

Ginseng tem propriedades que podem ajudar a curar a deficiência mental. Extrato de ginseng, quando tomado na dose correta, ajuda na melhora da memória, bem como na ativação da atividade dos neurotransmissores, melhorando assim o poder do cérebro.

CANELA:

Alzheimer é uma desordem mental e a forma mais comum de demência. Não há nenhuma cura conhecida para esta doença. Assim, quando se trata da doença de Alzheimer, a prevenção é a única maneira. Canela contém um composto que ajuda a manter esse distúrbio devastador bem longe. Os compostos também ajudam a manter o cérebro saudável e  uma excelente memória.

SÁLVIA:

Alguns dos ingredientes ativos presentes na sálvia, ajudam a melhorar a transmissão de sinais no cérebro. Também ajudam a prevenir a degeneração dos nervos e a melhorar o poder de memória.

NOZ-MOSCADA:

Miristicina é um composto que está presente nesta especiaria e que aumenta o poder do cérebro. Nos tempos antigos, os romanos e gregos, usavam a noz-moscada como um tipo de tônico cerebral. Além de efetivamente estimular o cérebro, a noz-moscada ajuda a eliminar a fadiga e o stress. É um bom remédio também para ansiedade e depressão. Também ajuda a melhorar a concentração.

Nota: A noz-moscada deve ser usada em pequenas quantidades. O indicado é meia colher de chá ao dia, usada em pratos salgados ou doces; bebidas, como chá, Milk shake, capuccino, etc.

Como Comprar:  É possível encontrá-la de duas formas diferentes: a versão em pó é a mais comum, mas o aroma e o sabor se perdem rapidamente, ou a noz inteira para ser ralada em um ralador, que é a melhor opção já que seu sabor e aroma são muito mais intensos e a noz pode durar 1 ano.

MANJERICÃO:

Folhas de manjericão são um celeiro de benefícios medicinais. Esta erva tem um significado religioso de acordo com muitas culturas e também é carregada de benefícios para o cérebro, se usada da maneira correta. O extrato metanólico presente nesta erva, pode reduzir todos os tipos de danos cerebrais.

O óleo de manjericão também pode ser usado em aromaterapia e ajudar a melhorar os níveis de concentração.

TOMILHO:

Estudos têm revelado que os óleos voláteis desta erva aumentam os níveis de ácidos graxos ômega-3, especialmente ácido do cosahexaenóico (DHA), no cérebro.

Ácidos graxos ômega-3 são benéficos para o cérebro porque eles protegem contra o declínio cognitivo relacionados com a idade ou demência. Também melhoram a aprendizagem e a memória.

Além disso, o DHA garante o bom funcionamento e desenvolvimento das células cerebrais.

O tomilho também contém flavonóides que aumentam a sua capacidade antioxidante.

Namastê!

Fonte: http://janeladoconhecimento.com/10-ESPECIARIAS-E-ERVAS-QUE-AUMENTAM-O-PODER-DO-CEREBRO