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Pesquisadores australianos criaram uma tecnologia de ultra-som não-invasiva que limpa o cérebro das placas responsáveis pela perda de memória e pelo declínio da função cognitiva em pacientes com Alzheimer.

Se uma pessoa tem a doença de Alzheimer, isso é geralmente o resultado de uma acumulação de dois tipos de lesões – placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. As placas amilóides ficam entre os neurônios e criam aglomerados densos de moléculas de beta-amilóide.
Os emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurónios do cérebro, e são causados por proteínas Tau defeituosas que se aglomeram numa massa espessa e insolúvel. Isso faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos fiquem torcidos, perturbando o transporte de materiais essenciais, como nutrientes e organelas.

Como não temos qualquer tipo de vacina ou medida preventiva para a doença de Alzheimer – uma doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo – tem havido uma corrida para descobrir a melhor forma de tratá-la, começando com a forma de limpar as proteínas beta-amilóide e Tau defeituosas do cérebro dos pacientes.

Agora, uma equipa do Instituto do Cérebro de Queensland, da Universidade de Queensland, desenvolveu uma solução bastante promissora. Publicando na Science Translational Medicine, a equipa descreve a técnica como a utilização de um determinado tipo de ultra-som chamado de ultra-som de foco terapêutico, que envia feixes feixes de ondas sonoras para o tecido cerebral de forma não invasiva.

Por oscilarem de forma super-rápida, estas ondas sonoras são capazes de abrir suavemente a barreira hemato-encefálica, que é uma camada que protege o cérebro contra bactérias, e estimular as células microgliais do cérebro a moverem-se. As células da microglila são basicamente resíduos de remoção de células, sendo capazes de limpar os aglomerados de beta-amilóide tóxicos.

Os pesquisadores relataram um restauro total das memórias em 75 por cento dos ratos que serviram de cobaias para os testes, havendo zero danos ao tecido cerebral circundante. Eles descobriram que os ratos tratados apresentavam melhor desempenho em três tarefas de memória – um labirinto, um teste para levá-los a reconhecer novos objetos e um para levá-los a relembrar lugares que deviam evitar.

Fonte: http://jornalggn.com.br/noticia/novo-tratamento-contra-alzheimer-restaura-totalmente-a-funcao-da-memoria

Assortment of dairy products

A dieta sem lactose tem como base os mesmos princípios da dieta sem glúten.  A ideia é eliminar o leite e seus derivados (manteiga, queijo, creme de leite, iogurte e etc.) da alimentação.

Acredita-se que esses alimentos são capazes de provocar processo inflamatório para o organismo, por meio do açúcar (lactose) e as proteínas (betalactoglobulina e caseína) do leite que poderia deixar nosso organismo mais vulnerável ao ganho de peso.

Além disso, podem provocar sintomas semelhantes ocasionados pelo glúten como desconforto gástrico e excesso de gases. A Dieta sem lactose oferece um cardápio especial, composto de alimentos substitutos a base de soja.

Vantagens da Dieta sem Lactose

As vantagens dessa dieta estão relacionadas aos indivíduos intolerantes a lactose, ou seja, pessoas que possuem deficiência ou ausência da enzima intestinal chamada lactase, que é a enzima essencial no processo digestivo da proteína do leite lactose.

Desvantagens da Dieta sem Lactose

A dieta não apresenta estudos que comprovem seus benefícios com relação a perda de peso. Além disso, ao restringir o consumo do leite e seus derivados da alimentação, pode afetar as concentrações de cálcio do nosso organismo, o que pode ser prejudicial para nossa saúde, uma vez que, o cálcio é o responsável pela composição dos ossos e dentes, além de estar relacionadas à manutenção de várias funções do organismo.

A dieta sem lactose tem como base os mesmos princípios da dieta sem glúten.  A ideia é eliminar o leite e seus derivados (manteiga, queijo, creme de leite, iogurte e etc.) da alimentação.

Acredita-se que esses alimentos são capazes de provocar processo inflamatório para o organismo, por meio do açúcar (lactose) e as proteínas (betalactoglobulina e caseína) do leite que poderia deixar nosso organismo mais vulnerável ao ganho de peso.

Além disso, podem provocar sintomas semelhantes ocasionados pelo glúten como desconforto gástrico e excesso de gases. A Dieta sem lactose oferece um cardápio especial, composto de alimentos substitutos a base de soja.

Dieta sem Lactose x Dieta e Saúde

  • Aprenderei a me alimentar corretamente?

    Dieta sem Lactose: Essa é mais um exemplo de dieta restritiva em que algum grupo de alimentos é excluído, no caso o grupo da vez é o de leites e derivados. Como pra seguir a dieta é preciso fazer restrições, você não aprende a se alimentar com qualidade e equilíbrio e ainda com a retirada destes alimentos é preciso consumir outras fontes de cálcio ou mesmo suplementar o nutriente.

    Dieta e Saúde: Com o Dieta e Saúde você aprende que consumir todos os tipos de alimentos é essencial para uma boa alimentação. Além disso, você aprende o valor desses alimentos na sua dieta e aprende a balancear as quantidades consumidas.

  • É fácil de seguir?

    Dieta sem Lactose: A exclusão de produtos lácteos da dieta pode não ser uma tarefa fácil. Afinal itens que geralmente fazem parte das suas refeições, como leite, queijos, iogurtes precisarão ser excluídos. Esse tipo de restrição somente é indicado para pessoas que possuem diagnóstico de intolerância a lactose em que o corpo não metaboliza a lactose. Se você não possui a doença, por que restringir sua alimentação desta forma?

    Dieta e Saúde: Você aprende de forma mais fácil e natural a controlar sua alimentação, respeitando e adaptando a sua rotina. Sem mudanças radicais e proibições, o que garante um emagrecimento saudável e duradouro. Você reeduca de verdade sua alimentação porque consegue ver seus erros e seus acertos e esse aprendizado é a para a vida toda.

  • O que terei a minha disposição?

    Dieta sem Lactose: Como na maioria das dietas da moda você conta apenas com informações e orientações disponiveis na internet ou revistas em que a lista de alimentos que é preciso excluir do cardápio é descrita. Nesta dieta você não tem ferramentas para te auxiliar no processo do emagrecimento e não consegue avaliar se está perdendo peso de modo correto sem comprometer sua saúde..

    Dieta e Saúde: Diversas ferramentas que irão auxiliar no seu processo de emagrecimento. Por exemplo, o Contador de Pontos, a Análise Nutricional, a Comunidade e o Suporte Nutricional, assim você acompanha se está emagrecendo do jeito certo, ou seja, com saúde!.

  • Farei a dieta sozinho?

    Dieta sem Lactose: Para realizar a dieta você terá que seguir sempre a lista de alimentos que devem ser evitados, assim como ler o rótulo de todos os produtos antes de consumi-los em busca da presença ou não de ingredientes lácteos. Todas essas tarefas você realizará sozinho e diariamente.

    Dieta e Saúde: Com o Dieta e Saúde você não está sozinho. Somos a maior Comunidade online de emagrecimento do país. Você compartilha experiências, dicas, dificuldades com outras pessoas que têm o mesmo objetivo que você, tornando o processo de emagrecimento motivador.

  • Quem irá me acompanhar?

    Dieta sem Lactose: Ao realizar a Dieta sem Lactose o recomendado é que você conte com o acompanhamento de nutricionistas que lhe orientarão quanto à leitura dos rótulos e identificação da lactose, além da adequada substituição dos lácteos por outras fontes de cálcio, no entanto isso nem sempre acontece. É possível seguir a dieta somente com as informações disponíveis na internet e revistas.

    Dieta e Saúde: Nossa Dieta dos Pontos é feita por pessoas para pessoas. Você poderá contar com nosso suporte via chat ou e-mail com especialistas nas áreas de nutrição e atividade física.

  • O que vou comer?

    Dieta sem Lactose: Na Dieta sem Lactose o consumo de importantes fontes de proteínas e cálcio como leite, iogurtes, queijos, manteiga, creme de leite, coalhada, é proibido.

    Dieta e Saúde: Nada de dar adeus aos seus pratos preferidos! Com a Dieta dos Pontos do Dieta e Saude você é quem decide o que vai comer. Por meio dos pontos dos alimentos, você saberá fazer sempre as melhores escolhas.

    Fonte: http://www.dietaesaude.com.br/dietas/45-dieta-sem-lactose

A intolerância ao glúten não celíaca é a incapacidade ou dificuldade de digestão do glúten, que é uma proteína presente no trigo, no centeio e na cevada. Nessas pessoas o glúten danifica as paredes do intestino delgado, provocando diarreia, dor e inchaço abdominal, além de dificultar a absorção de nutrientes.

Já na doença celíaca, também ocorre uma intolerância ao glúten, mas há uma reação do sistema imunológico causando um quadro mais grave, com inflamação, dores intensas e diarreia frequente. Veja mais sintomas e como é feito o tratamento da doença celíaca.

A intolerância ao glúten é permanente e, por isso, é necessário retirar completamente o glúten da alimentação para os sintomas desaparecerem. Saiba mais sobre o que é e onde está o glúten.

Sintomas da intolerância ao glúten

Os sintomas da intolerância ao glúten podem ser observados no bebê assim que haja introdução de cereais na alimentação. Os sintomas mais comuns são:

  • Diarreia frequente, de 3 a 4 vezes ao dia, com grande volume de fezes;
  • Vômito persistente;
  • Irritabilidade;
  • Perda do apetite;
  • Emagrecimento sem causa aparente;
  • Dor abdominal;
  • Abdômen inchado;
  • Palidez;
  • Anemia ferropriva;
  • Diminuição da massa muscular.
Dores abdominaisDores abdominais
Diarreia frequenteDiarreia frequente
Vômito persistenteVômito persistente

Em alguns casos, o indivíduo pode não apresentar nenhum destes sintomas e a intolerância ao glúten só ser descoberta após a manifestação de outros sintomas decorrentes da doença, tais como: baixa estatura, anemia refratária, artralgia, prisão de ventre crônica, osteoporose e esterilidade.

Causas da intolerância ao glúten

As causas da intolerância ao glúten podem ser genéticas ou devido à permeabilidade intestinal alterada.

Exames para identificar a intolerância ao glúten

Os exames para identificar a intolerância ao glúten são:

  • Exame de fezes – testa Van der Kammer
  • Exame de urina – teste D-xilose
  • Teste sorológico – exame de sangue Antigliadina, endomísio e transglutaminases;
  • Biópsia intestinal.

Estes exames podem ajudar no diagnóstico da intolerância ao glúten, assim como uma dieta de exclusão do glúten por um tempo determinado para avaliar se os sintomas desaparecem ou não.

Tratamento para intolerância ao glúten

O tratamento para intolerância ao glúten é basicamente excluir o glúten da alimentação durante toda a vida. O glúten poderá ser substituído por milho, farinha de milho, fubá, amido de milho, batata, fécula de batata, mandioca, farinha de mandioca e polvilho.

Ao retirar o glúten da dieta, a remissão dos sintomas podem desaparecer em poucos dias ou semanas. Veja como fazer uma dieta sem glúten.

Dores abdominaisDores abdominais
Diarreia frequenteDiarreia frequente

Dieta para intolerância ao glúten

A dieta para intolerância ao glúten consiste em retirar da alimentação todos os alimentos que contém glúten, como os que são preparados com farinha de trigo, como bolos, pães e biscoitos, substituindo-os por outros, como bolo de fubá, por exemplo.

Quem sofre com intolerância ao glúten deve excluir da sua dieta os seguintes alimentos:

  • Pão, macarrão, biscoito, bolo, cerveja, pizza, salgadinhos e qualquer alimento que contenha glúten.

É importante que o indivíduo siga a dieta corretamente para evitar as complicações que a doença pode trazer e, por isso, é importante verificar se o alimento contém glúten e, se tiver, não consumi-lo. Esta informação está presente na maior parte dos rótulos dos produtos alimentares.

Fonte: http://www.tuasaude.com/intolerancia-ao-gluten/

Sinônimos: deficiência de lactase, alergia ao leite

A intolerância à lactose, também conhecida como deficiência de lactase, é a incapacidade que o corpo tem de digerir lactose – um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos.

Tipos

Existem três tipos de intolerância à lactose. Conheça:

  • Intolerância à lactose primária, resultado do envelhecimento. É comum em pessoas de idade mais avançada
  • Intolerância à lactose secundária, resultado de alguma doença ou ferimento
  • Intolerância à lactose congênita, quando a pessoa já nasceu com o problema.

Causas

A intolerância à lactose acontece como consequência de um outro problema: a deficiência de lactase. Ela ocorre quando o intestino delgado deixa de produzir a quantidade necessária de da enzima lactase, cuja função é quebrar as moléculas de lactose e convertê-las em glucose e galactose.

A presença de lactose no organismo se dá por meio da ingestão de leite e seus derivados.

As causas para a intolerância à lactose variam de acordo com o seu tipo:

Intolerância à lactose primária

Durante a infância, o corpo produz muita enzima lactase, pois o leite é a fonte primária de nutrição após o nascimento. Geralmente, o corpo diminui a quantidade de lactase produzida conforme a pessoa vai envelhecendo e sua dieta variando, com o acréscimo de novos tipos de alimentos. Com o tempo, esse declínio na produção de lactase pode levar a um quadro de intolerância à lactose.

Intolerância à lactose secundária

Este tipo de intolerância ocorre quando o intestino delgado deixa de produzir a quantidade normal de lactase por causa de alguma doença, cirurgia ou injúria. Algumas condições que podem levar a um quadro de intolerância à lactose secundária são adoença celíaca, gastroenterite e a doença de Crohn, por exemplo. O tratamento da condição intrínseca a esse tipo de intolerância pode resolver o problema.

Intolerância à lactose congênita

É possível, embora raro, que bebês nasçam com intolerância à lactose por causa da deficiência total de lactase no organismo. Essa é conhecida como herança autossômica recessiva e é passada de geração em geração. Isso significa que tanto o pai quanto a mãe precisam transmitir o gene da intolerância à lactose para o filho para que ele apresente o problema.

Fatores de risco

Alguns fatores são considerados de risco para a intolerância à lactose. Confira:

  • Idade: conforme os anos vão passando, as chances de se desenvolver intolerância à lactose aumenta
  • Etnia: intolerância à lactose é mais comum em negros, asiáticos, hispânicos e indígenas
  • Nascimento prematuro: bebês que nasceram prematuramente apresentam menos lactase no organismo, porque a produção desta enzima aumenta somente no final do terceiro trimestre da gravidez
  • Doenças: algumas condições que afetam o intestino delgado podem afetar a produção da enzima lactase, levando à intolerância à lactose, como a doença de Crohn

sintomas

Sintomas de Intolerância à lactose

Os sintomas de intolerância à lactose geralmente começam de trinta minutos a duas horas depois de a pessoa ingerir alimentos ou bebidas que contenham lactose. Entre os sintomas estão:

  • Diarreia
  • Náusea e às vezes vômito
  • Dores abdominais
  • Inchaço

A intensidade dos sintomas varia de acordo com a ocasião, mas eles costumam ser amenos.

Buscando ajuda médica

Caso perceba os sintomas acima e suspeitar que eles estejam ligados à ingestão de lactose, procure um médico e explique a situação.

A consulta costuma ser rápida, por isso é importante que você agilize e leve os seus sintomas anotados, para descrevê-los ao médico. Aproveite também para tirar todas as suas dúvidas.

O especialista também deverá lhe fazer algumas perguntas. Veja exemplos:

  • Você ingeriu algum alimento ou bebida que contenha leite?
  • Quando os sintomas começaram?
  • Os sintomas são frequentes ou ocasionais?

diagnóstico e exames

Diagnóstico de Intolerância à lactose

Para ter certeza de que é realmente a intolerância à lactose que está causando esses sintomas, o médico deverá solicitar alguns exames, como:

  • Exame de tolerância à lactose, em que o paciente ingere um líquido rico em lactose para, depois, realizar um exame de sangue e verificar a quantidade de glucose na corrente sanguínea.
  • Exame de hidrogênio expirado, em que o paciente também ingere um líquido com altas quantidades de lactose para que o médico, depois, analise a quantidade de hidrogênio expelido pelo hálito do paciente.
  • Medidor de ácidos. A lactose não ingerida produz ácido láctico no organismo, que consegue ser identificado por meio de um medidor de ácidos.

tratamento e cuidados

Tratamento de Intolerância à lactose

Não existem tratamentos para a intolerância à lactose. Mas você pode adicionar enzimas lactase ao leite normal ou tomá-las em forma de cápsulas e comprimidos mastigáveis.

Pessoas com esse problema geralmente evitam alimentar-se ou ingerir produtos que contenham lactose.

convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

Geralmente, a diminuição ou a remoção de produtos lácteos da dieta melhora os sintomas da intolerância à lactose.

A maioria das pessoas com baixos níveis de lactase pode tolerar de 55 a 115 gramas de leite de uma só vez (até meia xícara) sem ter sintomas. Porções maiores (225 gramas) podem causar problemas para pessoas com deficiência de lactase.

Esses produtos lácteos podem ser mais fáceis de digerir:

  • Manteiga e queijos (eles têm menos lactose do que o leite)
  • Produtos lácteos fermentados, como iogurte
  • Leite de cabra (deve ser ingerido juntamente com as refeições e suplementado com – aminoácidos essenciais e vitaminas se for oferecido a crianças)
  • Sorvete, milk-shakes e queijos envelhecidos ou duros
  • Leite e produtos lácteos sem lactose
  • Leite de vaca tratado com lactase para crianças maiores e adultos
  • Fórmulas de soja para crianças com menos de dois anos

Leia os rótulos dos alimentos. A lactose também é encontrada em alguns produtos não lácteos, inclusive em algumas cervejas.

Receita de bolinho de banana com mirtilos sem glúten e sem lactose – SAIBA MAIS

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Complicações possíveis

A ausência de leite na dieta pode levar à deficiência de cálcio, vitamina D, riboflavina e também de proteína. Talvez seja necessário encontrar novas maneiras de acrescentar cálcio à sua dieta (são necessários 1.200 a 1.500 mg de cálcio por dia):

  • Tome suplementos de cálcio
  • Coma alimentos que tenham mais cálcio (folhas verdes, ostras, sardinhas, salmão enlatado, camarão e brócolis)

Intolerância à lactose também pode acarretar um quadro de desnutrição e perda de peso.

prevenção

Prevenção

Não há uma maneira conhecida de se prevenir a intolerância à lactose. Evitar ou restringir a quantidade de produtos lácteos em sua dieta pode reduzir ou prevenir os sintomas da intolerância à lactose.

fontes e referências

  • Revisado por: Roberto Navarro, nutrólogo – CRM: 78392
  • Ministério da Sáude
  • Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia

Tea Tree1

Quando o assunto é a aromaterapia e o poder dos óleos essenciais naturais de plantas aromáticas, ainda há quem questione.

Possivelmente porque a aromaterapia ganhou mais destaque nas suas ações emocionais relacionadas ao stress e que muitas vezes leva suas demais aplicações a questionamentos infundados.

Não que o seu poder deixe de incluir suas ações, mas principalmente por falta de instrumento de visão cartesiana de tamanha complexidade, que preenche a sua forma de ação relativa às questões emocionais.

Em função disso e, sobretudo, por falta de informação sobre qual a forma exata dos óleos essenciais agirem é que ainda ouvimos alguns questionamentos.

No entanto, inúmeras pesquisas demonstram que algumas ações são relevantes e merecem, ao menos, serem levadas em consideração, não só pelo respaldo do uso milenar, mas também pelos resultados de pesquisas que corroboram com esses entendimentos.

Os óleos essenciais são substâncias voláteis, de grande complexidade estrutural, que oferecem pouquíssima resistência e com efeitos colaterais reduzidos. Porém, um óleo essencial não deixa a menor dúvida quanto ao seu potencial como ativo cosmético, citando como exemplo o óleo de tea tree, em especial a Melaleuca alternifólia – que tem demonstrado ser eficaz, sobretudo, por suas ações anti-sépticas e antiinflamatórias.

Essa espécie de Melaleuca é nativa da Austrália, usada pelos aborígenes há centenas de anos para tratar ferimentos infectados e problemas de pele. Durante a Segunda Guerra Mundial, foi incluída nos quites de Primeiros Socorros para combater as infecções.

Assim, o óleo de tea tree tornou-se uma das ferramentas mais poderosas da aromaterapia na luta contra bactérias, fungos e vírus.

Em 1930, o Medical Jornal Of Austrália já havia publicado sobre suas potencialidades como agente bactericida que não apresentava toxidade nem irritabilidade na aplicação tópica.

A matéria apresentou um relato de muito entusiasmo, em que o óleo de tea tree fora capaz de dissolver pus e deixar a superfície do ferimento limpa, sem aparente dano ao tecido.

Muitas publicações e estudos se seguiram a este e algumas revistas médico-científicas têm referenciado esses estudos para Priest & Priest (2002). Podem ser destacadas as seguintes propriedades do óleo de tea tree ( M. alternifólia ), como agente anti-acne:

  • Amplo espectro microbiano
  • Antiinflamatório
  • Absorção tópica
  • Não-queratólico
  • Ativo em matérias orgânicas como sangue e pus
  • Baixa irritabilidade
  • Biodegradável
  • Incolor
  • Refrescante
  • Natural

Os pesquisadores Basset, Pannowitz e Barnetson, do Royal Prince Alfred Hospital (Sidney), divulgaram no Medical Journal of Austrália , em 1988, resultados de testes clínicos comparativos entre a eficácia de um gel contendo 5% de óleo essencial de tea tree ( M. alternifolia ) e outro contendo a mesma concentração (5%) de peróxido de benzoíla, em aplicações tópica sobre peles acnéicas.

Embora os resultados sugeridos fossem de eficácia similar, o óleo de tea tree não apresentou os efeitos colaterais iguais aos do peróxido de benzoíla, dentre eles a descamação, ressecamento, eritema e ardência. (BASSET et al.; OLIVEIRA & BLOISE, 1996; PRIEST & PRIEST, 2002; SILVA, 2004).

Outra substância que foi estudada comparativamente com óleo de tea tree em seu efeito alopático foi o clotrimazol – um derivado imidazólico que inibe a síntese de ergosterol, causando dano estrutural e funcional à membrana citoplasmática que demonstrou ter eficácia no tratamento de infecções dérmicas (SILVA, 2004).

Os tratamentos estéticos representam a busca pelo bem-estar através da beleza – não há beleza sem saúde física, mental e emocional.

Quando cuidamos da pele, estamos cuidando também de alguns aspectos emocionais nela refletidos, muito mais do qualquer outra parte do corpo. Uma pele acnéica pode contribuir para uma imagem negativa e baixa auto-estima.

Com o uso de óleos essenciais podemos favorecer um significativo resultado, que vai além dos problemas físicos. O stress diminui a capacidade do corpo de eliminar toxinas que, em excesso, trazem problemas para a pele, além de outras pequenas enfermidades.

O profissional de estética pode aproveitar os momentos preciosos de seu trabalho e nele acrescentar um ingrediente sutil de ação emocional, juntamente com os comprovados efeitos físicos demonstrados.

Pode introduzir um óleo essencial de lavanda, por exemplo, que apresenta efeitos físicos semelhantes ao tea tree e ainda assim, tornar o tratamento relaxante. Desse modo, cada profissional de estética, como qualquer outro profissional, buscar sempre alternativas que possam contribuir de forma satisfatória ao incremento de seu trabalho. Afinal, isso é aromaterapia!

Coentro

CONSUMA MAIS COENTROS E LARGUE OS ANTIBIÓTICOS

Originário do Mediterrâneo e Oriente Médio, o coentro já era conhecido e utilizado pelos egípcios, não como tempero, mas como planta medicinal (a ele se atribuíam propriedades digestivas, calmantes e, quando usado externamente, para alívio de dores das articulações e reumatismos), além de possuir efeito anafrodisíaco.

O coentro é muito utilizado na culinária brasileira nordestina e também na região Norte. Em Portugal, é muito utilizado, por exemplo, na cozinha alentejana e noutras regiões do sul do País. No sul, é praticamente ignorado.

Cultivo do Coentro

O coentro pode ser plantado em jardineiras, vaso e até mesmo em copos de 200 ml, mas nesse último caso o desenvolvimento é um pouco prejudicado. A colheita poderá ser feita após aproximadamente 50 dias da plantação da semente.

O ciclo de produção dessa hortaliça é relativamente curto, se comparado ao de outras plantas como a salsa.

Use e abuse dos coentros na cozinha. Esta erva aromática, usada quer na cozinha, quer em fármacos pode ajudar a prevenir doenças transmitidas por alimentos e vai ao ponto de tratar infeções resistentes aos antibióticos.

Ou seja, um estudo da Universidade da Beira Interior, publicado no «Journal of Medical Microbiology» chegou à conclusão de que o óleo de coentros é tóxico para uma ampla gama de bactérias nocivas.

O efeito do óleo de coentros foi testado em 12 estirpes de bactérias, entre as quais a E.coli (que andou nas bocas do mundo nos últimos meses), a Salmonella entérica e a Bacillus cereus.

Todas elas mostraram uma redução do crescimento, sendo que a maioria delas foi eliminada por soluções que continham até 1,6 por cento de óleo de coentros.

Apenas duas resistiram ao efeito bactericida desta solução.

Referências

 

Quem tem diabetes já sabe que existe uma longa lista de alimentos que deve manter fora da dieta, como açúcares e gorduras saturadas.

Mas quais são os alimentos recomendados para ajudar no controle da doença? Confira nossa lista!

1 – Aveia
Diabetes

Crédito: Thinkstock

2 – Abacate
Diabetes

Crédito: Thinkstock

O abacate é rico em gorduras monoinsaturadas, que são ótimas para a saúde e ajudam na resistência à insulina. Ele ainda ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL). Só não vale comê-lo com açúcar!

3 – Amêndoas
Diabetes

Crédito: Thinkstock

Amêndoas são ricas em vitamina B, vitamina E, fibra, ferro, proteínas, magnésio, zinco e gorduras insaturadas. Assim como o abacate, ajudam a diminuir o colesterol ruim e aumentar o colesterol bom. O magnésio ainda ajuda a reduzir o risco de diabetes tipo 2.

4 – Laranja
Diabetes

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Apesar de ser uma fruta, o índice glicêmico da laranja é bem baixo. Além disso, ela é uma boa fonte de pectina, que ajuda a baixar o colesterol ruim. Nesse caso, é melhor comê-la do que fazer um suco.

5 – Feijões
Diabetes

Crédito: Thinkstock

Feijões são ricos em fibras solúveis, que ajudam a diminuir os níveis de glicose no sangue e são boas fontes de proteína com um baixo índice glicêmico.

Inclua nessa lista todo o tipo de leguminosas, como lentilha, grão de bico e ervilha.

6 – Couve
Diabetes

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A couve é um santo alimento. Ela é rica em vitamina A, vitamina B6, vitamina C, vitamina K, ácido fólico, cálcio, magnésio, fibras e ainda é antioxidante. Ela ainda tem pouco carboidrato e ajuda a diminuir o colesterol ruim.

7 – Canela
Diabetes

Crédito: Thinkstock

Alguns estudos demonstram que a canela reduz os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes tipo 2.

8 – Vinagre de Maça
Diabetes

Crédito: Thinkstock

O vinagre de maçã pode melhorar a sensibilidade à insulina. Seus efeitos no organismos são semelhantes aos da metformina, uma droga utilizada por muito diabéticos. Um estudo da Journal of Community Hospital Internal Medicine, de 2012, afirmou também que o vinagre de maçã ajuda a melhorar os níveis de açúcar no sangue.

9 – Chá-verde
Diabetes

Crédito: Thinkstock

Os benefícios do chá-verde ainda são controvérsos e discutidos na comunidade científica. Alguns estudam mostram que ele não controla os níveis de açúcar no sangue, mas um outro estudo realizado no Japão em 2013 mostrou que pessoas que bebiam o chá-verde regularmente tinham 33% menos probabilidade de desenvolver diabetes do tipo 2.

10 – Linhaça
Diabetes

Crédito: Thinkstock

Linhaça é rica em magnésio, que ajuda a controlar a glicemia e liberação de insulina no organismo. Ela também é rica em fibras solúveis, gorduras boas e ômega 3, um pacote completo de benefícios para quem tem diabetes.

Fonte: http://discoverymulher.uol.com.br/saude/10-alimentos-essenciais-para-controlar-a-diabetes/

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Ação anti inflamatória da copaíba é duas vezes maior que a do diclofenaco de sódio

Testes realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto comprovaram a eficácia da árvore usada como anti inflamatório pela medicina popular. Os pesquisadores já solicitaram o registro da patente

Mais uma vez a Ciência comprovou a eficácia de uma planta largamente usada na medicina popular. Pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP constataram que o óleo de copaíba apresenta ação anti inflamatória.

Esse potencial se mostrou duas vezes maior que o encontrado no diclofenaco de sódio, um dos medicamentos mais utilizados no mercado. O estudo, realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, teve seus resultados depositados para patente.

A autora do trabalho, Mônica Freiman de Souza Ramos, separou o óleo de copaíba em duas frações: volátil (líquida, com componentes que podem evaporar) e resinosa (com uma consistência um pouco mais fluída que o mel). “Não usamos a fração resinosa porque além de ser mais difícil de trabalhar, a composição da substância não indicava que ela pudesse ter ação anti inflamatória”, afirma.

Os estudos foram concentrados nessa fração volátil, produto que sofre evaporação rápida, o que limita sua veiculação em formas farmacêuticas convencionais.

Por isso, a pesquisadora desenvolveu microcápsulas (cápsulas microscópicas) que aprisionam essa fração volátil – limitando sua perda por evaporação – e a transformam em um produto sólido, capaz de ser administrado nesta forma ou em outras mais convencionais, como comprimidos e cápsulas.

A patente refere-se a todo esse processo, incluindo a descrição química da substância. Procura-se garantir que, caso o óleo da copaíba se transforme num produto farmacêutico, a patente seja em parte da FCFRP.

Mônica realizou testes biológicos em camundongos que sofriam de pleurisia induzida (inflamação da pleura, membrana que envolve os pulmões) e de edemas nas patas.

Tanto a fração volátil como as microcápsulas foram eficazes no tratamento. “O produto microencapsulado poderá ser usado na indústria farmacêutica tanto como uma forma final (microcápsula) ou como intermediária em outras preparações”, explica.

Diclofenaco x Copaíba

O diclofenaco de sódio é um medicamento sintético de ação anti inflamatória comprovada. “No caso da copaíba, teremos um medicamento fitoterápico com a mesma ação de um sintético”, esclarece.

Nos testes, as doses usadas foram de 100 miligramas (mg/) por quilo (Kg) de diclofenaco e 32mg/Kg de fração volátil e de microcápsulas.

O efeito anti inflamatório foi o mesmo: “A potência da copaíba se mostrou maior, porque com uma dose menor, obtivemos a mesma equivalência terapêutica”, conta a pesquisadora.

Mas haverá um longo caminho até que a população possa usufruir deste anti inflamatório extraído da copaíba. Ainda são necessários testes toxicológicos e, em seguida, os testes clínico em humanos.

A pesquisadora acredita que esse processo deve durar cerca de cinco anos.

As copaíbas são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental.

No Brasil é encontrada na região Amazônica e no Centro-Oeste.

O óleo bruto da árvore é exportado para a Europa, desde o início do século passado, para ser usado na indústria de aromas, vernizes e restauração de quadros.

Na medicina popular, é empregada como cicatrizante e anti inflamatório.
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Referência: Agência USP de Notícias.
Mônica Freiman de Souza Ramos / Informações do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto.

O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes Farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à Saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

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Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas Farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos.

Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas Farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada.

Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da Saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planeada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pela Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Parece uma boa política.

Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …

E não é assim?

Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?

A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.

Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?

Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?

Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de intrões no DNAeucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).

Para que serviu?

Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?

É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de Saúde… Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.

A investigação sobre a Saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.
.
Explique.

A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …
Como qualquer outra indústria.
É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa Saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.
Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.
Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.
Por exemplo…
Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …

E por que pararam de investigar?

Porque as empresas Farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.

Mas é habitual que as Farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.

É por isso que lhe dizia que a Saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?

Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?

Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.

Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais Farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…

Fonte : paradigmatrix

coconut-oil-capa

Não é de hoje que aqui em casa somos fãns de óleo de coco. Não apenas por ser repleta da melhor gordura saturada, aumenta o gasto energético e diminui a adiposidade através dos Triglicerídeos de cadeia média (TCM)

Comentei na semana passada a respeito dos perigos dos óleos vegetais e recomendei o uso do óleo de coco, por ele ter ínúmeros benefícios, dentre eles 8 benefícios do Óleo de Coco comprovados que irão te convencer

O óleo de coco mantém suas características sob o calor do cozimento, é versátil e vai bem em tudo, desde smoothies até batatas fritas caseiras, mas será que qualquer óleo de coco é bom? Depende!

Mas como saber se o óleo de coco que estamos comprando é realmente bom? Para resolver isto e você ter a certeza que está comprando certo, fiz este guia simples para você não errar mais na compra, ok?

Considere este o seu guia definitivo para como escolher um óleo de coco é bom.

3 Passos simples para você nunca mais errar na compra do Óleo de coco

Óleo de coco sendo transportado nas Philipinas
Óleo de coco sendo transportado nas Philipinas

Resumidamente, as mais amplas categorias de óleo de coco são os refinados e não refinados. Depois de escolher se deseja um óleo de coco refinado ou não refinado, você deverá prestar atenção ao método de extração.

1. Óleo de coco Refinado ou não Refinado?

Óleo de coco refinado

Embora nos EUA e Europa seja possível encontrar óleos de coco refinados de boa qualidade, isto não é garantido no Brasil. Por isto, se você mora no Brasil, evite o óleo de coco refinado.

Porque o óleo de coco refinado poderia ser bom?

Um óleo de coco refinado é sem sabor e inodoro Normalmente. Pelo fato de ter sido refinado, ele suporta temperaturas de cozimento mais altas antes começar a “queimar”.

Óleos de coco refinados poderiam ser excelentes para cozinhar alimentos em que você precisa de uma gordura mais limpa, maleável sem aquele sabor de coco.

Porém os óleos de coco refinados não oferecem os mesmos benefícios para saúde de um virgem, completamente cru

ATENÇÃO: Todos os óleos de coco disponíveis no mercado são refinados a menos que diga o contrário no rótulo.

EM RESUMO: A maioria dos óleos de coco são refinados usando um processo de destilação química com solventes agressivos, ou eles estão feitos a partir de subprodutos rançosos da sobra da indústria dos coco seco ralado.

Eles são refinados, branqueados e desodorizados. Muitos óleos de coco são hidrogenados ou parcialmente hidrogenados! Como comentei acima, como no Brasil não é possível distinguir adequadamente um óleo de coco refinado bom de um ruim, simplesmente ignore-os da sua lista.

Óleo de coco não refinado

Um óleo de coco não refinado é aquele que apresenta no rótulo a palavra “virgem” ou “extra-virgem.” Na minha pesquisa, não encontrei diferença nenhuma entre óleos de coco virgem e extra-virgem.

Cada marca tende a ter sua própria definição. Em geral, o óleo de coco virgem e extra-virgem são feitos a partir da primeira prensagem a frio, do coco bruto, sem a adição de quaisquer produtos químicos.

ATENÇÃO: Dependendo de como o óleo é extraído, o sabor pode ser muito intenso ou muito suave. Em geral, quanto maior o calor em que o óleo foi exposto, mais forte o sabor de coco.

Já aconteceu comigo se comprar alguns extra-virgem e ele ter um sabor forte de coco, chegando até a um sabor levemente “tostado”. Agora sabemos que um óleo de coco verdadeiramente cru, não refinado, virgem terá sempre um sabor muito suave e um perfume de coco.

2. Qual o melhor Método de extração de óleo de coco?

Óleo de coco Prensado a frio

A maioria das marcas de óleo de coco diz ser prensado à frio, mas é o processo anterior a prensa que realmente importa. Muitas empresas aquecem o coco para extrair a maior quantidade de óleo de cada coco. A única maneira de tirar o máximo proveito de um processo prensado a frio é nunca aquecer o coco acima de um determinado limite.

Pressão Mecânica

Se não disser na embalagem que é prensado à frio, você deve ficar longe. Eles aquecem o coco para extrair o óleo, e como você sabe, isto danifica os nutrientes essenciais, como ácidos graxos de cadeia média e ácido láurico.

3. A embalagem do coco realmente importa?

Resumidamente, SIM. Vidro, vidro e mais de vidro!

Vidro

Tal como acontece com outros óleos, você deve o óleo de coco em um frasco de vidro selado. O vidro normalmente não transfere gosto para o óleo de coco e bloqueia os nutrientes de forma mais eficaz.

Plástico

Óleos de coco que são vendidos em plástico são normalmente produzido em massa e com qualidade inferior. Estes geralmente têm um gosto plástico e não estão selados bem, eliminando elementos-chave.

Como usar o óleo de coco na dieta

Bom, como vimos acima, os melhores óleos de coco tem essas três características:

    1. Orgânico
    2. Virgem (ou Virgem Extra)
    3. Prensado a frioO óleo de coco é ótimo para fritar e assar, e você também pode adicioná-lo em molhos de salada. Você pode até usar o óleo de coco como um suplemento – comendo uma colher de sopa de óleo de coco com as suas refeições.

Fonte: http://docedieta.com/saude/3-passos-simples-para-voce-nunca-mais-errar-na-compra-do-oleo-de-coco/