Há indícios de que ela era recomendada por Aristóteles como curativo aos soldados de Alexandre, o Grande.

Marco Polo também a descreveu como o remédio preferido da corte chinesa contra dor de barriga.

A Aloe vera, também conhecida no Brasil como babosa, é uma suculenta planta empregada há mais de 5 mil anos para fins medicinais.

Tida como a “planta da imortalidade” no Antigo Egito, ela é famosa pelas propriedades analgésicas, regenerativas e antioxidantes, além de ser altamente nutritiva: a polpa das folhas, mesmo com 95% de água, é rica em vitaminas e minerais e contém 20 dos 22 aminoácidos existentes.

Apesar de ser um ingrediente importante de loções dermatológicas, cosméticos e produtos de higiene, a babosa não é unanimidade.

Em 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, importação e comercialização de bebidas e alimentos à base da planta, alegando que não há provas de que a sua ingestão seja segura.

A medida visa proteger a população de transtornos a longo prazo.

Além do risco de câncer, ainda pouco estudado, é sabido que essa salada pode dar um piriri daqueles…

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2016/10/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-babosa-planta-da-imortalidade.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

Se você já tentou fazer um bolo sem glúten, sem ovos ou sem leite e sua receita ficou um desastre total, acredite: não aconteceu só com você!

Para compreendermos receitas que utilizam ingredientes diferentes da tradicional mistura de farinha de trigo, leite, açúcar, manteiga e ovos, temos que começar desconstruindo alguns conceitos.

Para isso, vamos entender qual o papel de cada ingrediente nas receitas tradicionais de bolo?

Farinha de trigo:
Graças à sua proteína, o glúten, essa é a opção perfeita para suportar a expansão causada pela fermentação e gerar a estrutura para o bolo. Diferentemente de um pão, a massa de bolo não deve ser sovada ou muito trabalhada.

O glúten ajuda a dar estrutura, mas para a confecção de bolos não é necessária uma rede muito forte para suportar a expansão da massa. Por esse motivo que geralmente adiciona-se o trigo no fim do processo.

Açúcar:
Além do deixar doce (dã), o açúcar também contribui para a expansão da massa e ajuda a manter sua umidade por meio das ligações entre as moléculas de água e de sacarose, deixando o bolo mais… úmido, ué.  Sem açúcar, o bolo fica mais denso e seco.

Ovos:
Os ovos são tipo faz-tudo: eles têm diversas funções no bolo.
Ajudam a dar estrutura, aeração, ajuda a dar liga e são emulsificantes, contribuindo para que os ingredientes se misturem.

Quando o bolo vai pro forno, a proteína do ovo coagula com o calor e dá firmeza e textura. Além disso, eles também conferem aeração à massa, deixando o bolo mais leve e fofo.

Leite:
Além de umedecer a massa, o leite também influencia na textura pois apresenta proteínas, podendo interferir na estrutura formada pela massa.

Manteiga:
Auxilia na maciez pois impede que a rede de glúten se forme. A gordura envolve as proteínas da farinha, impedindo que elas se liguem entre si. Além disso, dá sabor à massa.

Entendendo um melhor o papel de cada um dos ingredientes fica mais fácil ganhar autonomia para substituí-los nas receitas.

Como Substituir Ingredientes em Bolos - Receitas Funcionais que Funcionam

Substituindo a farinha de trigo branca:
Para trocar por farinha integral, é interessante manter uma pequena porção da farinha refinada para que o resultado final seja de um bolo macio, como eu fiz no bolo de natal. Uma proporção de 60% farinha integral e 40% refinada é interessante, mas é possível reduzir ainda mais a quantidade da segunda.

Como comentei no video anterior, para substituir o glúten da farinha de trigo é necessário utilizar ingredientes que façam seus diversos papéis. Geralmente, utiliza-se uma mistura de farinha de arroz, fécula, polvilho e alguma farinha de liga.

Também é comum adicionar Goma Xantana ou CMC, que servem para dar mais maciez e elasticidade. No fim do post tem algumas sugestões de mix de farinha. Teste em casa e eleja a sua favorita!

Substituindo os ovos:
Como eles são multi-função, o ideal é tentar entender quais papéis o ovo desempenha em cada receita.

Em um bolo sem farinha, por exemplo, o ovo que dá estrutura, liga, umidade e expande…. é quase um omelete alto e doce, na verdade.

Banana amassada, as farinhas de liga, vinagre, pasta de amendoim… vários ingredientes podem substituir os ovos em certos aspectos. Dá uma olhada nessa tabela que roda a internet:

Como Substituir Ingredientes em Bolos - Receitas Funcionais que Funcionam

A questão aqui é que esses ingredientes não substituem 100% o papel dos ovos em todas as receitas. Meus comentários sobre cada substituto citado acima (de acordo com minha experiência, pode ser que eu esteja errada!) são:

  • Gel de Linhaça: ajuda a dar liga e adiciona fibras ao bolo;
  • Gel de Chia: como o de linhaça, ajuda a dar liga e adiciona fibras.. mas deixa com a textura das sementinhas;
  • Proteína de soja e Ágar-ágar: nunca usei!
  • Banana Amassada: ajuda a dar liga e umidade, mas deixa sabor residual;
  • Purê de maçã: ajuda a dar umidade, deixa pouco sabor residual;
  • Pasta de Amendoim: ajuda com a liga e com a umidade, por ser bem oleosa. Pode reduzir a quantidade de gordura do resto da receita se utilizar essa opção. Ela deixa bastante sabor residual.
  • Aquafaba: não está nessa lista, mas a espuma feita com a água do cozimento do grão de bico pode ajudar a dar volume e arear. Mas ela não tem tanta estrutura quanto as claras em neve quando levada ao forno.

Substituindo o Açúcar:
Demerara, mascavo, adoçantes… Esse será o próximo assunto da nossa serie. Para o bolo, é bom lembrar que o açúcar ajuda a dar estrutura, leveza e umidade.

Substituindo o Leite:
Pode ser substituido pelos leites vegetais mais “ralos” como o de amêndoas ou soja. Para usar leite de coco industrializado ou de castanha de caju, é só diluir um pouco em água, deixando com uma consistência parecida com a de leite de vaca.

Dependendo da receita, também é possível substituir por água, como nos meus bolinhos de caneca de chocolate e de fubá.

Substituindo a Manteiga:
Óleos de cozinha dão um bom resultado em bolos, deixando-os bem fofinhos, mas não são exatamente super saudáveis.

O óleo de coco pode ser uma boa opção para substituir gorduras que solidificam em temperatura mais baixas, como a manteiga. Para quem não for vegano, também dá pra usar ghee. Dica extra: azeite de oliva fica uma delícia em bolos de chocolate!

Tamanho da forma:
A forma ou assadeira utilizada pode influenciar muito no sucesso final do seu bolo. Formas com furo no meio, por exemplo, ajudam a distribuir o calor para o centro do bolo, o que pode ser essencial para que um bolo sem glúten (como o de cenoura com chocolate) asse por completo.

Como os bolos sem glúten não têm tanta estrutura, pode ser impossível multiplicar uma receita por 2 e usar uma forma maior.

O bolo acabará não tendo estrutura, não assará por dentro e virará… uma nhaca

Se quiser fazer alguma receita sem glúten em grande quantidade, minha sugestão é utilizar formas de muffin (cupcake). Fica bem mais fácil pra massa conseguir estrutura em formatos menores.


Outros ingredientes não-convencionais:

Goma Xantana ou CMC:
Ajuda a dar elasticidade e maciez, mas fica com uma textura meio de goma, como o próprio nome diz. Fica gostoso se bem utilizado, e pode ajudar a reduzir a quantidade de gordura da receita.

Vinagre de maçã ou arroz:
Ajuda na fermentação, crescimento, maciez e durabilidade. Eu costumo utilizar esse ingrediente nas minhas receitas de bolo, como no muffin de duplo chocolate e o bolo guirlanda.

Outras farinhas:
Adicionar aveia, farinha de coco, de amêndoas, de quinoa ou outras farinhas nutrivas, mesmo que em pequena quantidade, pode diminuir o índice glicêmico e tornar seu bolo funcional. Dá uma olhada no glossário que montei, com ajuda da nutri Aline Quissak lá no blog e faça alguns experimentos em casa!

Dica final:
Comece a pensar nas suas receitas.

Entender o porquê da presença ou ausência de certos ingredientes vai começar a te dar mais autonomia na cozinha. Teste, experimente e erre bastante. Só assim você vai passar a acertar cada vez mais 🙂

Bolo de Cenoura - Receita de Vovó, versão sem glúten e vegana! | Receita | Video | Julia Guedes | Fru-fruta


Mix de Farinha Sem Glúten

Essas opções são um “garimpo” que fiz pela internet, além de algumas opções que eu já testei.

Mistura Basicona

Finalidade: pão branco, cupcakes e bolos

1 xícara de farinha de arroz branco

1/4 xícara de polvilho doce

1/4 xícara de fécula de batata

Esse bolo de coco usa o mix acima:

Bolo de coco sem glúten, vegano e super fofo! | Receita | Julia Guedes | Fru-fruta

Misturas de farinha por Marcelo Fachini

 #1

Finalidade: pão branco, cupcakes e bolos

1 3⁄4 xicaras de chá de farinha de arroz branco

2 xícaras de chá de fécula de batata

1 1⁄2 xícaras de chá de polvilho doce

2 colheres de sopa de goma xantana

 #2

Finalidade: pão meio integral, cupcakes e bolos

1 1⁄2 xícara de chá de farinha de arroz integral

3⁄4 de xicara de chá de fécula de batata

1 xícara de chá de polvilho doce

1 1⁄2 colheres de sopa de goma guar (ou xantana)

#3

Finalidade: pães, tortas, focaccia, pizzas, etc.

1 xícara de chá de farinha de sorgo

1 xicara de chá de farinha de painço

1 1⁄2 xícaras de chá de farinha de arroz branca

1 1⁄2 xícaras de chá de fécula de batata

2 colheres de sopa de goma xantana

 #4

(lowcarb – baixo carboidrato)

Finalidade: pães, tortas, pizzas, etc.

1 xícara de chá de farinha de sorgo

1 xícara de chá de farinha de teff

1 1⁄2 xícara de chá de farinha de painço

1 1⁄2 xícaras de chá de polvilho doce

1 colher de sopa de goma guar

1 colher de sopa de goma xantana

Fontes:

www.cuecasnacozinha.com.br/2014/12/como-fazer-receitas-sem-gluten

www.ebah.com.br/content/ABAAABwC0AD/preparacao-bolo-a-importancia-uso-cada-materia-prima-seguimento-cada-procedimento

www.aguadoce.com.br/blog/posts/funcao-de-cada-ingrediente-do-bolo

umaquimicairresistivel.blogspot.com.br/2011/04/e-altura-de-festejar.html

A vitamina B6 também conhecida como piridoxina compõe o complexo B. Ela é necessária para o funcionamento adequado de mais de sessenta enzimas e essencial para a síntese normal do ácido nucléico e das proteínas.

Participa da multiplicação de todas as células e da produção das hemácias e das células do sistema imunológico. Influencia o sistema nervoso através de seus efeitos sobre vários minerais e neurotransmissores cerebrais.

A principal função metabólica da vitamina B6 é como coenzima. Tem um papel importante no metabolismo das proteínas, hidratos de carbono e lipídios. As suas principais funções são: a produção de epinefrina, serotonina e outros neurotransmissores, a formação do ácido nicotínico da vitamina, a decomposição do glicogénio e o metabolismo dos aminoácidos.

Além disso, a vitamina B6 faz a quebra do glicogênio, ajuda na formação da hemoglobina, anticorpos e certos hormônios. Promove o bom funcionamento do sistema nervoso e imunológico e proporciona pele, músculo e sangue saudáveis. Ajuda na degradação da homocisteína, uma substância que, em excesso na circulação sanguínea, pode causar doenças cardiovasculares.

Benefícios comprovados da vitamina B6

Previne e trata a anemia: A vitamina B6 ajuda na produção de hemoglobina, que é responsável por carregar ferro pelo corpo.

Com a falta dessa vitamina, a pessoa possuiria glóbulos vermelhos pouco desenvolvidos, com pouca hemoglobina e teria carência principalmente de ferro, causando anemia.

Uma dieta rica na vitamina é um dos fatores necessários para reverter casos de anemia extrema.

Aliada do cérebro: A falta da vitamina B6 pode causar Nevrite periférica e degeneração nervosa. Esta vitamina influencia na formação da bainha de mielina, que envolve as células nervosas do cérebro.

Assim, uma alimentação rica em B6 se mostra aliada contra perda de memória e diminuição cognitiva relacionada com a idade, diminuindo o risco de Alzheimer.

Boa para a pele: A vitamina B6 metaboliza as proteínas consumidas, fazendo com que a pele se torne elástica. A falta da vitamina causa dermatite e outros problemas de pele.

Boa para o coração: Estudos sugerem que uma ingestão deficiente de vitamina B6 aumenta os riscos de doenças cardíacas. Afinal, esta vitamina diminui os níveis de homocisteina no sangue, que está relacionado com doenças cardíacas.

Alivia a TPM: Estudos relatam que a deficiência de vitamina B6 pode estar relacionada com os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM), a suplementação desta vitamina diminui os sintomas causados pela TPM, devido ao envolvimento da vitamina B6 na eliminação do excesso de estrogênio.

Combate a depressão: A vitamina B6 auxilia na melhora dos sintomas da depressão. Isto porque ela é importante para a produção de serotonina, um neurotransmissor importante nos processos bioquímicos do sono e do humor.

Banana é rica em vitamina B6 - Foto: Getty Images
Banana é rica em vitamina B6

Bom para quem amamenta: As mulheres grávidas e as que amamentam precisam de uma dose adicional de vitamina B6 de 0,5 a 0,6 mg para compensar as necessidades aumentadas feitas pelo feto ou pelo bebê. A vitamina B6 auxilia no metabolismo da proteína consumida, que será usada na produção de leite pela mãe.

Importante para a visão: A vitamina B6 é fundamental no combate às inflamações crônicas e doenças da retina.

Alivia sintomas da menopausa: Na menopausa, a suplementação da vitamina B6 diminui os efeitos colaterais da reposição hormonal. Ela ajuda a regular os níveis de estrogênio no organismo, amenizando o desconforto causado por seu excesso ou sua falta.

Bom para quem tem Síndrome de Down: A vitamina B6 ajuda na diminuição das perdas cognitivas causadas pela Síndrome de Down, com melhora no tempo de reação e na memória.

Deficiência de vitamina B6

A deficiência severa pode provocar anemia, distúrbios nervosos e diversos problemas de pele. Na gravidez, a deficiência grave pode ocasionar deterioração da capacidade mental do recém-nascido.

Além disso, a deficiência de vitamina B6 pode causar convulsões nas crianças pequenas e confusão nos adultos. Outros sintomas incluem a língua vermelha, fissuras nas laterais dos lábios e adormecimento com sensação de formigamento nas mãos e nos pés.

Interações com a vitamina B6

Existem cerca de 40 medicamentos que interferem nas funções exercidas pela vitamina B6, sendo que os principais são: desoxipiridoxina, isoniaside, hidralazina, ciclosserina e penicilamina.

Combinações da vitamina B6

Para que a vitamina B6 consiga proporcionar todos os seus benefícios é importante que a dieta também conte com as outras vitaminas do complexo B.

Fontes de vitamina B6

A vitamina B6 é encontrada com maior frequência em alimentos de origem animal,como carnes, de porco, principalmente, leite e ovos.

Entre os alimentos de origem vegetal, as principais fontes são: batata inglesa, aveia, banana, gérmen de trigo, abacate, levedo de cerveja, cereais, sementes e nozes.

Quantidade recomendada de vitamina B6

Ovo é rico em vitamina B6 - Foto: Getty Images
Ovo é rico em vitamina B6

A recomendação diária de vitamina B6 é de 1,3mg para homens e mulheres adultos de até 50 anos. Após esta idade, o valor sobe para 1,7mg para homens adultos e 1,5mg para mulheres adultas. Crianças necessitam de 0,5 a 0,6 mg por dia.

Suplemento de vitamina B6

O suplemento de vitamina B6 pode ser ingerido após orientação de um médico ou nutricionista. Pessoas com baixo crescimento, com anemia, gestantes, lactantes, fumantes e alcoólatras podem precisar do suplemento de vitamina B6.

Riscos do consumo em excesso de vitamina B6

A hipervitaminose de vitamina B6 pode causar danos nos nervos, nos braços e pernas. Os efeitos variam entre: dor de cabeça, insônia, náuseas, neuropatia sensorial e periférica.

Apenas concentrações muito elevadas de vitamina B6 podem causar problemas, por isso, o risco de excesso é maior devido à suplementação, mas também pode ocorrer por meio da alimentação.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/18176-vitamina-b6-previne-a-anemia-e-e-aliada-do-cerebro

O que é a equinácea?

A equinácea pertence à medicina nativa norte-americana, vale a pena conhecer. Selecionei aqui alguns dos usos consagrados da equinácea, que não serve para tudo, como se diz, mas serve para muita coisa.

A equinácea é uma planta nativa da América do Norte e comum em grande parte do continente norte-americano até o sul do Canadá.

Os indígenas norte-americanos a chamam de “raiz de alce”, pois é ingerida por estes animais quando estão feridos ou doentes e, desta maneira, dizem eles, os humanos aprenderam a usar esta planta.

Três espécies de equinacea são usadas na medicina nativa e na fitoterapia – Echinacea angustifolia, Echinacea pallida, Echinacea purpurea – e a maioria dos produtos à venda vêm com estas ervas misturadas, em diferentes proporções, portanto, têm efeitos diferenciados.

Também é certo que, nas raízes e rizomas a composição é diferente daquela nos caules, folhas e flores, ou seja, essas partes da planta servem para tratamentos diferentes.

As raízes contêm elevadas concentrações de óleos aromáticos e as partes aéreas, mais polissacarídeos (que melhoram a atividade do sistema imunológico.

E é a combinação dessas substâncias ativas que é responsável pelos efeitos benéficos de Echinacea.

Benefícios medicinais da equinácea

A medicina dos índios nativos americanos usa a equinácea, há séculos, para tratar externamente feridas, queimaduras e picadas de insetos.

A raiz mastigada é usada para tratar infecções da boca, dor de dente e dor de garganta e, internamente, o chá é usado para tratar dores em geral, problemas respiratórios, tosse, dores de estômago e picadas de cobra.

Muitos estudos já existem sobre o uso da equinácea e suas propriedades medicinais e, um estudo em ratos aponta qualidades antidepressivas desta planta pela estimulação da L-DOPA.

Outros estudos também em ratos, mostram a possibilidade de que equinácea estimule o sistema imunológico, quando em combinação com outras drogas.

Em outro estudo se afirma que a espécie Echinacea purpurea estimula a atividade global das células responsáveis ​​pela luta contra todos os tipos de infecção” tornando “ nossas próprias células imunitárias mais eficiente no ataque de bactérias, vírus e células anormais, incluindo as células cancerígenas”.

Combate a ação das bactérias em nosso organismo pela inibição da uma enzima por elas secretada, a enzima hialuronidase e, por essa razão, a equinácea pode prevenir infecções em tratamento externo ou interno de feridas.

Por este motivo, dizem os cientistas, é que a equinácea é bem sucedida nos tratamentos de vírus e bactérias, assim como de fungos, como a cândida albicans.

Porém, também li que muitos dos estudos realizados foram subsidiados pelos interessados na venda da equinácea em cápsulas. Mas, eu acredito na medicina indígena, e nos textos históricos.

Algunos usos da equinácea, de resfriado a câncer

Mas antes, leia este estudo aqui que constatou efeitos da equinácea em indivíduos saudáveis. É interessante.

1. Câncer

Já existem estudos que recomendam o uso da equinácea em tratamentos de câncer

2. Estimula o sistema imunológico

Muitas publicações afirmam que a equinácea estimula o sistema imunológico e, por isso é usada em gripes e resfriados, como preventivo e curativo.

3. Alivia a dor

Já era usada pelos indígenas como analgésico como chá de ervas ou como macerado aplicado externamente na região machucada.

4. Laxante

Use o chá de ervas, no máximo dois copos por dia.

5. Anti-inflamatória

A equinácea é usada para tratamento de processos inflamatórios, internos ou externos, agudos ou crônicos (artrite reumatoide)

6. Pele

A equinácea é usada, de forma tópica para: picadas de aranha, eczema, inflamações, psoríase, picada de cobra, infecções de pele, cicatrização de feridas.

7. Depressão, ansiedade e transtornos psicossociais (TDAH)

Neste caso, não ultrapasse a dose de 20 mg pois se alterará o efeito, de benéfico para maléfico.

8. Problemas respiratórios das vias superiores

Sinusite, resfriado, gripe, inflamação de garganta,

9. Combate infecções

Sangue, herpes, gengivite, vias urinárias e vaginais

Efeitos colaterais da equinácea

Náuseas, tonturas e reações alérgicas, diarreia, desorientação, boca seca, insônia, dores musculares e vômitos, em dependência da forma de uso e da dosagem ingerida. Não é recomendado para grávidas ou lactantes nem para crianças menores de 12 anos.

Atualmente se consegue comprar equinácea em qualquer boa farmácia, em cápsulas ou tintura.

Tenha sempre presente que nem todas as formulações são aquilo que dizem ser então, só compre se confiar na procedência.

Se for tomar equinácea siga as indicações do fabricante que é quem poderá saber o que contêm cada uma das suas cápsulas (se lembre das diferentes formulações e partes da planta usadas).

Fonte: https://www.greenme.com.br/usos-beneficios/3419-equinacea-planta-usos-beneficios-contraindicacoes

Cada vez mais as doenças fatais, como o câncer, estão ocorrendo e se tornando resistentes mesmo às drogas mais potentes e tóxicas.

Com isso, os médicos e os pesquisadores estão cada vez mais procurando curas para cânceres “incuráveis”.

E eles encontraram as soluções que estavam atrás com algo único, em uma área muito pequena no canto nordestino do Brasil: eles descobriram o própolis vermelho.

Exclusividade brasileira: o própolis vermelho

A composição do própolis de abelha varia muito ao redor do mundo, e mesmo dentro dos países. As fontes vegetais do própolis e a geografia formam algo que faz toda a diferença.

No Nordeste brasileiro, há uma minúscula região onde as abelhas nativas criam o própolis mais raro no planeta: o própolis vermelho.

Há outros tipos de própolis da mesma área, mas não são tão especiais. Riquíssimo em antioxidantes e isoflavonas, o própolis do Brasil atrai o interesse de cientistas pelo mundo todo, especialmente o vermelho.

Existem outras variações de própolis que também tem grande utilidade.

Tipos de própolis no combate ao câncer

Há três variedades distintas de própolis feitas somente pelas abelhas no Brasil – o verde, o marrom e o muito raro, vermelho – tão único que tem sido o tópico de dúzias de estudos.

Esses própolis apresentam centenas de compostos terapêuticos e alguns foram claramente identificados como armas poderosas na guerra contra o câncer:

Própolis verde

O própolis brasileiro verde contém um inibidor cancerígeno potente chamado artepillin-C (ARC), que inibe uma enzima especialmente violenta que promove o câncer, PAK1, comprovadamente derrotando o câncer pulmonar, câncer de próstata, câncer de cólon e até tumores neurofibromatoses. Contém vesitrol e formononetina, compostos únicos no combate ao câncer.

Própolis marrom

O própolis brasileiro marrom contém um nível muito alto de CAPE(Éster de fenetilo de ácido cafeico), com poderes comprovados de combate ao câncer, e as pesquisas sobre este própolis especial estão agora apenas no início. Até este momento, sabemos que o CAPE:

  • evita que as células cancerígenas orais mortais multipliquem-se, espalhem-se e sobrevivam, levando os pesquisadores a concluir que o CAPE deva ser usado “para o tratamento dos pacientes com cânceres orais avançados”;
  • tem um impacto letal nas células triplamente negativas do câncer de mama, parando o seu crescimento, e tornando-as muito mais vulneráveis às drogas quimioterápicos, e;
  • aumenta o sucesso do tratamento convencional nos casos de câncer de próstata avançado ou resistente.
  • Contém um outro composto chamado diterpeno, que tem quinze vezes mais atividade de combate ao câncer do que outras substâncias químicas semelhantes.
  • Rico em vesitrol e formononetina, compostos únicos no combate ao câncer.

Própolis brasileiro vermelho

Produto raríssimo.

Um recente estudo de muitos compostos encontrados no própolis brasileiro vermelho demonstraram-se tão promissores que isto levou os pesquisadores a concluir que este própolis único “tem o potencial a servir como uma droga anticancerígena.”

Também contém vesitrol e formononetina, compostos únicos no combate ao câncer.
Riquíssimo em antioxidantes e polifenóis.

Contém altas concentrações de artepelin-C, um composto anti-PAK1 que é uma substância que 70% dos canceres dependem para sobreviver, portanto quando se pensa em combater o câncer, o PAK 1é o alvo principal. Quando esta enzima está em atividade, ela ajuda as células cancerígenas a invadir e se alastrarem.

Apesar de suas composições muito diferentes, todos os três tipos de própolis de abelhas brasileiras comprovadamente a nível laboratorial em animais foram eficientes em vários tipos de cânceres, apesar de ainda não haver estudo publicado em seres humanos.

A dose curativa correta ainda não foi firmemente estabelecida, pois ainda nenhum estudo de câncer humano com esta mistura brasileira de própolis foi publicada.

A dosagem recomendada para manter a boa saúde é uma cápsula por dia. Para um apoio mais ativo, é seguro tomar até seis cápsulas por dia, em doses divididas.

Referências bibliográficas:

  • Recent Res Devel Cancer, 2000;2:305-317.
  • Toxicology, 2005; 212(2-3): 155-64
  • Mol Cell Biochem., 2005; 276(1-2): 31-7
  • Ann Clin Lab Sci., 2005; 35(4): 440-8
  • Planta Med. 2007 Oct;73(13):1377-83
  • Phytother Res. 2009 Mar;23(3):423-7
  • Clin Rev Allergy Immunol. 2012 Jun 17

Fonte: http://www.drrondo.com/

O Sistema Imunológico é a principal defesa contra o mundo externo, que tenta derrubar ou enfraquecer este maravilhoso e equipado Sistema do organismo.

O sistema imunológico é o escudo de defesa do organismo. Se ele enfraquecer,  todos os agentes nocivos à saúde tem total liberdade de transitar por dentro do corpo, destruindo órgãos e outros Sistemas.

O corpo é atacado desde vírus e bactérias, até agentes químicos e venenos.

A

A primeira barreira natural é constituída pela pele, suco gástrico do estômago e muco produzido nos olhos, boca e ouvidos. A segunda constitui-se de um sistema de defesa adaptativo que se produz principalmente nas seguintes partes do organismo: Amígdalas; Timo; Gânglios e rede de vasos linfáticos; Baço; Intestinos; Apêndice; Medula Óssea.

a

É possível fortalecer as defesas do corpo contra os agentes invasores e nocivos para a saúde, através do consumo regular das seguintes plantas:

Açafrão da terra:

Tem um forte poder antioxidante, antibacteriano, antiinflamatório e estimulante. Excelente protetor da bílis e do fígado. Previne arteriosclerose e tromboembolias.

a

Equinácia:

A Equinácia ativa a imunidade através da formação de leucócitos. O seu poder antiinflamatório combate e previne gripes invernais e infecções do aparelho respiratório. Pode ser tomado através de suplementos em cápsulas ou em forma de infusão.

a

Ginseng:

É reconhecido pelas suas propriedades estimulantes para a imunidade. Aumenta a resistência às doenças, ao stress, cansaço físico e psicológico.  Conhecido como elixir da longevidade.

Estudos científicos demonstraram os seus efeitos positivos no combate ao colesterol e a diabetes. Deve ser usado como suplemento em cápsulas, ou em forma de chá.

a

Gingko Biloba:

Contém bi flavonóides que protegem o organismo contra os radicais livres, através do aumento da oxigenação dos tecidos e aumento da resistência dos capilares. Excelente para aumentar a capacidade cerebral, aumentando a memória e funções cognitivas. Pode ser tomado em suplemento de folhas secas ou através de chá.

a

Alho:

O alho é muito utilizado na culinária e as suas propriedades benéficas para a saúde incluem o combate à hipertensão, ação antibacteriana, anti micótica e prevenção de problemas vasculares.

a

Gengibre:

Atua reduzindo a inflamação, e os seus extratos reduzem a tensão arterial e o colesterol. São eficazes contra enjôos, vômitos, intoxicações alimentares e digestões difíceis.

Pode ser ingerido em pó, por intermédio de cápsulas, ou fresco, adicionado às saladas, sopas ou em infusão obtida pela fervura de pequenos pedaços em água, até três vezes por dia.

a

Com grande carinho

Ester de Susan

 

Por este nome vulgar, são conhecidas no Brasil várias espécies de plantas pertencentes à família das aráceas. Suas raízes apresentam cores diversas conforme as variedades da planta. Originou-se na Ásia, espalhou-se para a América através da África e vem sendo cultivado há mais de 2400 anos na Índia e há mais de 2000 anos no Egito.

A marca do inhame é representada pelo seu rico conteúdo em amido, estruturado como alimento nas formas básicas — amitose e amilopectina. O amido é a usina energética do inhame, envolvido completamente por uma carapaça de celulose, que precisa ser rompida seja por cozimento ou trituração. Aplicando-se calor e umidade, o envelope celulósico externo é rompido, fazendo com que a umidade permeie os grânulos de amido.

Estes grânulos possuem grande afinidade pela água, absorvendo-a tal como uma esponja. Após a ruptura da parede celular por cozimento, o amido fica sob uma forma que pode sofrer mais facilmente a ação das enzimas digestivas. A digestão do amido do inhame começa na boca pela ação das amilases salivares capazes de degradar o amido até unidades glicídicas (açúcares) mais simples como a maltose e alfa-dextrinas.

Quando o alimento, bem misturado, encontra o suco ácido gástrico, a ação da amilase salivar é então inibida. O intestino delgado torna-se então a última estação da digestão dos produtos finais do amido, que sob a dupla ação das enzimas encontradas no pâncreas (amilase pancreático) e na parede intestinal gera produtos finais como a maltose e a glicose, ambas de grande valor energético para a movimentação da nossa máquina metabólica.

Utilização e valor nutricional

Como uso para fins alimentares, o inhame está muito difundido nos trópicos (pantropical), principalmente na África Ocidental, Caraíbas e Região Nordeste do Brasil. Também é crescentemente procurado nos Estados Unidos e na Europa, principalmente na França, onde seu consumo é associado a benefícios medicinais tais como a redução do mau colesterol.

Pouco cozido, o inhame tem sabor acre, irritando a garganta. Bem cozido, é de sabor agradável e muito apreciado na mesa brasileira, empregado em guisados, sopas, ensopados. Cozidos sem sal, fornecem ótimas sobremesas, quando comidos com açúcar, mel ou melado.
Não é necessário retirar cascas grossas para evitar desperdícios. Se ele não for utilizado imediatamente, é preciso deixá-lo em uma vasilha com água para que não escureça.

Em alternativa, o inhame cozido pode ser macerado, formando purés que podem ser utilizados diretamente ou adicionados a alimentos sólidos ou sopas.

Os purês de inhame podem ser secos para produzir uma farinha destinada a consumo em fresco, como aditivo na confecção de outros alimentos ou como base para papa.

Na África Ocidental, a farinha pode ser preparada a partir de inhames frescos, sendo, depois, usada na confecção de uma massa (a amala ou telibowo) que só depois é cozinhada.

Nas Filipinas, os inhames são conhecidos como ube e são consumidos como sobremesa (chamada halaya) e, frequentemente, com frutas e leite (no chamado halo-halo).

Além de fonte energética, é rico em proteínas, vitaminas do complexo B e sais minerais como cálcio, fósforo, ferro e o potássio, ocupando na estrutura alimentar das regiões tropicais a mesma posição que a batata ocupa nas regiões temperadas.

Macio, é indicado a bebês, idosos e convalescentes.

Não é bom para quem faz regime – deve consumir pouco, pois é rico em carboidratos e calórico.

Para nós, o inhame tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada. Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames.

O vocábulo “inhame” origina-se das línguas do oeste da África. A palavra yam, do inglês, vem do Wolof nyam, que significa “a amostra” ou “sabor”; em outras línguas africanas, a palavra utilizada para inhame também pode significar “comer”, como, por exemplo, yamyam e nyama, em Hausa.

Como se prepara

Cozinhe-o com ou sem casca. Mantendo a casca na cocção, nutrientes como vitaminas e minerais hidrossolúveis não se perdem. Após descascar, deixe-o imerso em água com vinagre para não escurecer. Ao cozinhar, apenas cubra com água fervente salgada.

Cortado em cubos de 2 por 2 centímetros, cozinhar em 6 minutos; portanto, em sopas, não misture com cenoura, por exemplo, que demora mais para cozinhar.

Ao cozinhar inteiro, verifique com o garfo se já está macio. Após esfriar, puxe a casca com faca. Cozido, pode ser fritado, refogado ou passado em manteiga ou azeite e servido polvilhado com ervas.

Como comprar

A maior oferta de inhame, e portanto os menores preços, ocorre de junho a setembro. Os tipos mais comuns no mercado brasileiro são o japonês e o chinês. O inhame japonês apresenta rizomas grandes (100-200g), ovais, com poucos pelos na casca, enquanto os rizomas de inhame chinês são menores, ovais e com ponta afilada como um pião. Os inhames devem estar firmes, sem sinais de brotação, sem áreas amolecidas ou enrugadas e sem sinais de mofo.

A coloração tem de ser marrom uniforme. É oblongo e possui filamentos dispersos na superfície. Deve estar bem firme e sem danos na casca – talhos na superfície podem expor a polpa úmida, alojar fungos e favorecer o apodrecimento precoce. Evite também se estiver com as extremidades ocas ou amolecidas. Conserva-se por longo tempo à temperatura ambiente em local seco e arejado, protegido da luz.

Como conservar

Os inhames não precisam ser mantidos em geladeira pois se conservam em condição natural por até 10 semanas, desde que mantidos em local arejado, escuro e seco. Quando colocados em geladeira doméstica, devem ficar na parte inferior, dentro de sacos de plástico. Se houver formação de gotículas de água dentro da embalagem recomenda-se perfurá-la com um garfo.

Para congelar, lave-os bem, descasque-os e cozinhe-os até que fiquem macios. Amasse até formar um purê. Se quiser, acrescente margarina na proporção de 1 colher (de chá) para cada ½ kg de inhame e misture bem. Coloque em vasilha de plástico tampado e leve ao congelador, onde pode ser mantido por até 6 meses. Para descongelar deixe-o em temperatura ambiente ou descongele diretamente durante o preparo do prato.

Uso na medicina

O inhame (Colocasia esculenta) é conhecido em vários países do mundo por suas propriedades medicinais de alto poder curativo, sendo citado em diversos livros sagrados e clássicos médicos de todos os tempos.
inhame medicinal
O inhame medicinal é pequeno, marronzinho por fora, cabeludo, com a pele variando de roxo a branco. Existem ainda o inhame do norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês).

Todas as partes do vegetal podem ser consumidas: o tubérculo, as folhas e os talos.
De grande poder desintoxicante e depurativo, em alguns países do oriente lhe atribuem o status de remédio, sendo recomendado para o tratamento de doenças como reumatismo, artrite, ácido úrico, inflamações em geral, viroses e micoses.

O inhame possui ainda a propriedade de restaurar e manter o sistema imunológico saudável e resistente. Na África, foi constatado que o tubérculo é responsável pelo aumento da fertilidade das mulheres que o consomem habitualmente.

O inhame é um alimento especialmente recomendado na prevenção de doenças como dengue, malária e febre amarela. A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão dos mosquitos, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.

É bom para pessoas com alto gasto energético, porque é um alimento calórico, com a vantagem de ser de digestão fácil e rápida.

Pessoas com constipação intestinal precisam combiná-lo com salada de folhas, já que tem pouca fibra.
plantação de inhame
A folha do inhame parece com a taioba, pois são da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes arde muito, como a taioba.

O emplastro de inhame puxa furúnculos, quistos sebáceos, unhas encravadas, verrugas, espinhas insistentes, farpas ou cacos de vidro que entram nas mãos ou nos pés. Desinflama cicatrizes, elimina o sangue pisado de contusões, abcessos e tumores.

Pode ser usado imediatamente após fraturas ou queimaduras para evitar inchaço e dor, e também em processos inflamatórios de hemorróidas, apendicites, artrites, reumatismos, sinusites, pleurisias, nevralgias, neurites, eczemas.

Em caso de tumor no seio ou em outros lugares junto à pele é ótimo usar o emplastro de inhame durante uma semana antes de operar, pois ele vai aumentar esse tumor atraindo toda substância semelhante que houver no interior do corpo e evitar outros tumores. Serve ainda para baixar febres.

Receitas com Inhame

Cru

Salada de inhame – Rale e tempere com sal marinho e limão ou com molho de soja. É muito forte. (Se der coceira nas mãos na hora de descascar, passe um pouco de óleo ou lave com água bem salgada.)

Vitamina com inhame – Ponha no liquidificador um inhame, uma cenoura, alguns ramos de salsa (ou outra folhinha verde, como coentro ou hortelã) e o suco de duas laranjas, com mais água se desejar. Tudo cru. Dá para dois copos.

Cozido (salgado)

No vapor
– Ponha alguns inhames com casca e tudo na parte superior da cuscuzeira, ou numa peneira sobre uma panela com água fervendo, e tampe. Depois de meia hora espete com o garfo para ver se estão macios. Nessa altura a casca solta com muita facilidade, basta puxar que sai inteirinha. É aí que o inhame tem o sabor mais simples e gostoso.

Purê de inhame – Depois de cozinhar os inhames no vapor ou na água, solte a casca e amasse com um garfo; junte um pouquinho de manteiga e de sal marinho, ou molho de soja, e misture bem. Só precisa ir ao fogo de novo se for para esquentar.

Pastinhas de inhame – São ótimas para passar no pão e substituem muito bem as pastas de queijo nas festas. A base é um purê de inhames cozidos e amassados, ao qual se acrescentam azeite ou manteiga, folhas verdes picadinhas (salsinha, manjericão, coentro, cebolinha) ou orégano;
uma beterraba cozida e batida no liquidificador com inhame e um tantinho de água vai produzir uma pasta rosada;
inhame, batido com azeite, alho, água e sal, faz uma delícia de molho tipo maionese. Use a criatividade e ofereça aos amigos uma coisa nova de cada vez!

Inhame sauté – Depois de cozidos e descascados, corte os inhames em rodelas ou pedaços; esquente manteiga ou azeite numa frigideira; ponha os inhames, e sobre eles bastante folhas verdes picadinhas (salsa ou cebolinha ou manjericão ou coentro ou orégano ou…); umas pitadinhas de sal marinho; mexa rapidamente, baixe o fogo e deixe grudar um pouquinho no fundo para ficar crocante.

Inhoque de inhame – Faça exatamente como faz inhoque de batata: cozinhe os inhames, descasque, amasse com farinha de trigo e uma pitada de sal marinho até a massa ficar com a consistência do lóbulo da orelha. Enrole em cordões, corte, ponha para cozinhar de pouco em pouco numa panela com água fervendo. Quando os inhoques subirem é que estarão cozidos. Se puder, substitua parte da farinha de trigo comum por outra que seja integral. E o molho? Ao gosto do freguês.

Inhame frito – É muito mais gostoso do que batata. Faça exatamente como faz com ela: corte em rodelas finas ou palitos, frite em óleo bem quente e deixe escorrer sobre um papel que absorva a gordura.

Engrossando o caldo – Cozinhe um ou dois inhames junto com o feijão, que eles desmancham e o caldo fica bem grosso.

Bolinhos de inhame – Cozinhe, descasque e amasse ligeiramente os inhames com um pouco de cebola ralada, cebolinha verde picadinha ou alho-porró em fatias fininhas, umas pitadas de cominho e outras de sal; junte farinha de trigo para dar liga, pincele com gema de ovo e asse no forno até a superfície secar. Ou frite.

Pizza de frigideira – Rale inhames crus, misture com farinha de arroz ou de milho, tempere a gosto; achate a massa numa frigideira antiaderente e deixe assar dez minutos de um lado, dez do outro. Com alguma prática dá para fazer isso numa chapa bem quente, levemente untada. O ponto da massa não deve ser nem seco nem aguado.

Forminhas de inhame
– Descasque e rale os inhames crus na parte mais fina do ralador, para obter uma papa líquida. Junte fubá de milho ou farinha de arroz integral (que se faz tostando o arroz e batendo aos pouquinhos no liquidificador) até conseguir uma consistência boa, mas ainda úmida. Tempere a seu gosto com sementes de cominho ou de erva-doce, umas pitadinhas de sal, talvez um queijo ralado ou uma azeitona. Unte forminhas, encha com a massa e ponha em forno bem quente durante cinqüenta minutos.

Pizza de inhame com sardinha – Cozinhe, descasque e amasse os inhames; unte um tabuleiro, achate com as mãos bocados do inhame amassado e vá cobrindo com eles o fundo e os lados do tabuleiro. Asse quinze minutos em forno alto. Numa panela, refogue bastante cebola e ponha por cima sardinhas frescas pequenas, abertas, sem espinha, temperadas com alho socado, sal e limão. Deixe cozinhar com tampa por quinze minutos. Tire a massa do forno, despeje o recheio, enfeite com rodelas de tomate ou de pimentão, pique bastante cheiro-verde e espalhe por cima. Leve novamente ao forno por mais dez minutos.
Como variação desta receita, você pode não assar a massa antes de colocar o recheio;
pode também reservar parte da massa para tampar a pizza, que aí vira um pastelão.

Bolo salgado de inhame – Deixe de molho duas xícaras de triguilho durante duas ou três horas e esprema; junte a duas xícaras de inhame cozido e duas de farinha de arroz. À parte, refogue alguns legumes com um pouco de tempero, mas não deixe cozinhar. Tire do fogo e misture à massa. Ponha numa fôrma untada, espalhe queijo ralado por cima e leve ao forno alto por quinze minutos; aí ponha a chama em ponto médio e deixe mais quinze minutos. Cheirou, está pronto. Acrescente ovos cozidos se quiser um prato mais forte.

Torta de inhame em camadas – Cozinhe, descasque e amasse os inhames; cozinhe e amasse a terça parte de abóbora; refogue uma verdura picadinha tipo espinafre, acelga, agrião, chicória, folhas de nabo ou de cenoura, etc. Unte um pirex com manteiga, ponha uma camada de inhame e sobre ela uma de abóbora; outra de inhame e sobre ela a verdura refogada; mais uma de inhame. Pincele ou não com ovo, enfeite com rodelas de cebola, leve ao forno para secar durante 20 minutos.

Sopa de inhame com misso – O misso, que é desintoxicante, é um alimento tradicional japonês muito usado como tempero, feito de soja fermentada com cereais e sal. Vem em forma de pasta. É muito rico em enzimas, proteínas e vitamina B12, devido ao seu processo de fermentação. Limpa o pulmão dos fumantes, restaura a flora intestinal, e, acima de tudo, dá um gosto todo especial à sopa. Portanto, cozinhe os inhames descascados com o mesmo tanto de água, uma ou duas folhinhas de louro e alguns dentes de alho inteiros; depois bata no liquidificador para obter um creme fino. Acrescente o misso, na base de uma colher de chá cheia por pessoa, ou dissolva com um pouco d’água numa tigelinha e deixe que cada um se sirva como quiser. (Algumas pessoas vão preferir sal.) Cebolinha verde picada, por cima, combina muito.

Creme de inhame com agrião – Faça como na receita anterior; depois de bater no liquidificador devolva ao fogo, ponha sal se for o caso, espere ferver e junte um bom punhado de agrião cru, lavado e cortado. Deixe cozinhar um minuto, apague o fogo e sirva. Com misso, se não tiver posto sal.

Cozido (doce)

Torta de inhame com abacaxi – Cozinhe os inhames, descasque, amasse e forre com essa massa uma assadeira untada; espalhe por cima uma compota de abacaxi feita com sementinhas de erva-doce e cravo-da-índia, quase sem água, pois o abacaxi solta caldo. Leve ao forno quente durante meia hora.
Substitua por outra compota, se desejar.

Bolo doce de inhame – Misture duas xícaras de inhame cozido com duas de aveia em flocos e duas de farinha de arroz integral (toste o arroz, bata no liquidificador em pequenas porções); meio litro de suco de laranja (ou outro líquido doce, como chá de estévia, ou leite de coco adoçado com melado); uma colher de sopa de manteiga, se quiser; umas pitadas de noz-moscada e canela em pó; frutas secas e castanhas picadas, ou banana madura em rodelas. A consistência da massa deve ser pastosa, nem aguada nem dura. Unte uma fôrma e leve ao forno quente durante meia hora, mais ou menos, mantendo a chama alta durante quinze minutos e baixando então para um ponto médio. Você sabe que o bolo está no ponto quando cheira. A partir daí ele vai secando, e quanto mais tempo ficar no calor, mais firme será sua consistência. Se quiser um bolo mais fofo, junte uma colherinha de café de bicarbonato de sódio, dissolvida em suco de laranja no final do preparo da massa. Esse bolo dá um ótimo panetone quando leva frutas cristalizadas e é assado em fôrma alta.

Biscoitos de inhame – A massa é a mesma do bolo. Unte um tabuleiro e despeje com a colher pequenas porções. Asse em forno alto até chegar ao ponto desejado. Como todo biscoito que leva aveia, este também só endurece depois que esfria.

Mousse de inhame com ameixa – Ponha no liquidificador uma parte de inhames cozidos com uma parte de ameixas-pretas, sem caroço, cozidas com canela; aproveite a calda para bater a massa. Repita a receita usando maçãs ou bananas em compota em vez de ameixas. Para fazer a compota, não é necessário adoçar, pois essas frutas já têm bastante açúcar natural. Basta que estejam bem maduras. Leva-se ao fogo baixo, em panela tampada, com uma pitadinha de sal e só um dedinho de água. Quanto mais cozinharem, mais doces ficam.

Fontes: Dr. Flávio Roitman e Embrapa

 

Primeiro de tudo, vamos conhecer os principais antioxidantes presentes no açafrão:

Crocin e crocetina: Ambos são de especial importância, pois estudos revelaram que eles ajudam a restaurar a visão.

Outro fator que beneficia a visão é o alto teor de potássio no açafrão, que torna-o um tempero extremamente eficaz para incentivar a produção e reparação das células.

Também contém ferro e minerais necessários para a produção de células vermelhas do sangue. Estas células transportam moléculas de oxigênio pelo corpo inteiro.

CAPACIDADE DE RESTAURAR A VISÃO

De acordo com um estudo clínico, participantes que sofrem de degeneração macular relacionada com a idade, numa fase inicial, experimentaram uma melhoria significativa na acuidade visual depois de tomar apenas 20 miligramas de açafrão diariamente, em apenas 3 meses.

A degeneração macular é a causa principal de perda visual entre adultos com mais de 40 anos.

Como já mencionado, o que torna o açafrão tão benéfico para a visão é o crocetin e o crocin, antioxidantes presentes no açafrão.

Acredita-se que estes antioxidantes poderosos ajudam a retardar a progressão da degeneração relacionada com a idade ocular.

Também tem sido cientificamente comprovado que o açafrão pode promover a recuperação das células, resultando na restauração da visão.

Como tem sido recomendado por especialistas, você deve consumir 20 miligramas de açafrão, podendo fazer uso em forma de chá, pílulas ou como tempero misturado aos alimentos.

Independente de como será usado, o açafrão irá liberar suas propriedades regenerativas para restaurar a sua visão.

Namastê!

Nina Greguer

Você pode sentir muito nos seus ossos – desde aquela velha intuição te dizendo que algo está errado, até uma tempestade que ainda está a três dias de distância.

Mas algo que você não consegue sentir até que seja tarde demais é o afinamento dos seus ossos por causa da osteoporose.

Um dia você está indo bem. No dia seguinte – CRAC! – você está no pronto-socorro com um pulso, ombro ou quadril rachado.

Você sabe como é. Em um instante você se transforma de uma pessoa ativa de terceira idade em um inválido, e a sua vida nunca mais é a mesma.

Com a fratura do quadril pode haver aumento do seu risco de morte em até 800% dentro de três meses.

O risco é mais alto em mulheres mais idosas pelo enfraquecimento dos ossos na medida em que o nível de hormônios femininos cai junto com o avanço da idade.

Quando você finalmente ultrapassa a menopausa… quando as ondas de calor se foram, as dores de cabeça cessaram e o seu humor parou de oscilar… e o seu nível hormonal está praticamente zero…

Infelizmente, esta é justamente a hora que você mais precisa de uma boa carga de hormônios – especialmente para a sua saúde óssea.

É por isso que a terapia de reposição hormonal bioidêntica (TRHB) segura e natural pode agir em prol da sua força óssea, onde as doses de cálcio e drogas ósseas simplesmente não conseguem.

A TRHB pode restaurar a habilidade do corpo para reconstruir ossos e ajudá-los a serem mais fortes do que nunca.

Um novo estudo investigou o hormônio de crescimento e descobriu que o aumento só deste único hormônio pode gerar ossos mais fortes, menos quedas e menos ossos quebrados.

O estudo incluiu três grupos de mulheres mais idosas:

  • um com osteoporose que tomou o hormônio do crescimento;
  • um com osteoporose que tomou placebo, e;
  • um de mulheres saudáveis que não recebeu tratamento algum.

As mulheres com osteoporose que receberam o hormônio não só se saíram melhor que aquelas que receberam placebo, como também…

Elas se saíram melhor que as mulheres SAUDÁVEIS!

7 anos após o término dos tratamentos com hormônios, as mulheres que passaram por essa reposição viram o seu risco de fraturas ósseas cair 50%, sem efeitos colaterais significantes.

Mesmo as drogas para os ossos não podem prometer uma queda de 50% no risco de fraturas, e elas certamente não podem reduzir o risco com segurança.

Algumas das drogas até aumentam o risco de fraturas nos próprios ossos que deveriam estar protegendo!

Nesse meio tempo, as mulheres saudáveis que não foram tratadas viram a sua taxa de fraturas saltar 400% na mesma década.

Como disse antes, você não consegue sentir o afinamento ósseo. Então, a não ser que você faça alguns exames, você nem saberá que está perdendo massa e densidade óssea.

Se você esperar até fraturar um osso, você terá esperado demais.

Tome providências hoje. Isto significa fazer consulta com um médico que sabe testar e tratar todos os hormônios essenciais, incluindo o hormônio do crescimento, hormônio da tiroide, DHEA, estrógeno, testosterona e até a vitamina D (que na verdade é um hormônio).

Todos eles desempenham um papel principal na saúde óssea e em muitas outras coisas!

Referências bibliográficas:

  • Alter Med Rev. 1996;1(2):60-9
  • British Medical Journal 2005;:38331.655347.8F
  • American Journal of Public Health: September 2013, Vol. 103, No. 9, pp. 1583-1588.
  • Time Magazine July 20, 2013
  • J Neurosci. December 2013
  • ObstetGynecol 2014;123:202–16

Fonte: http://www.drrondo.com/

As frutas podem auxiliar no processo de emagrecimento e proporcionar saciedade em momentos inoportunos. Enquanto a maioria delas é rica em carboidratos, o abacate é composto, em sua maior parte, por gorduras.

A princípio, essa característica pode parecer ruim, e por isso diversas pessoas evitam o seu consumo e excluem o abacate da lista de frutas permitidas em uma dieta, apenas pela fama criada sobre seu alto valor calórico, abrindo mão dos diversos benefícios do abacate para a saúde e boa forma.

Entretanto, os lipídeos presentes no abacate são muito saudáveis e a fruta pode ser uma ótima opção na estruturação de uma dieta balanceada.

Agora nós iremos esclarecer os benefícios do abacate para a nossa saúde, para que serve, quais as suas principais propriedades e você poderá compreender que de vilão ele não tem nada, muito pelo contrário, ele poderá melhorar sua qualidade de vida e ainda ajudar a manter a boa forma.

O que é o abacate?

O abacate é uma fruta originária do México e América Central, pertencente à espécie Persea americana. Hoje, graças às hibridizações, e milhares de anos de cultivo, existem inúmeras variedades da fruta, cujos principais produtores na atualidade são México, Chile, Estados Unidos, Indonésia, República Dominicana, Colômbia, Peru, Brasil, China e Guatemala.

Externamente, o abacate é verde vivo e conforme amadurece se torna mais escuro, quase preto. A polpa é verde-clara ou amarelada e tem textura cremosa. No interior encontramos um grande caroço, que é a semente do abacate.

Propriedades do Abacate

Um abacate pequeno, com 150g de polpa (1 xícara aproximadamente), fornece 240 calorias, 22g de gorduras, 13g de carboidratos, 3g de proteinas e 10g de fibras. Conseguimos perceber, portanto, que o abacate não é uma fruta de baixa carga calórica, mas o seu diferencial está na composição de suas gorduras.

Quase 70% das gorduras encontradas no abacate são monoinsaturadas, a maioria de ácido oleico, e o restante é composto por gorduras poli-insaturadas (ômega-6 e ômega-3) e saturadas (ácido palmítico).

A sua proporção entre ômega-6 e ômega-6 é de mais de 10:1. Acredita-se que um desbalanceamento nessas proporções seja responsável por causar inflamação e algumas doenças.

Autoridades em saúde de diversos países recomendam uma razão de 5:1, até 2:1 pode ser encontrado. Assim, apesar dos benefícios do abacate e das gorduras monoinsaturadas, para compensar a ingestão de ômega-6 presentes no abacate é importante buscar fontes ricas em ômega-3.

A quantidade de fibras presente no abacate também impressiona. 10g correspondem a 40% de toda a quantidade de fibra recomendada diariamente.

Além dos macronutrientes, o abacate contém uma variedade muito grande de vitaminas e minerais. Destacam-se as vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A, vitamina E, vitamina A, cobre, manganês, magnésio, fósforo, potássio e zinco.

Valores calóricos

O valor calórico do abacate é alto? Sim, mas é importante refletir sobre as escolhas feitas para suas refeições; analise os alimentos selecionados para sua alimentação e busque substituições funcionais a seu organismo.

O abacate contém em média 180 calorias em 100 gramas. Ele possui gorduras? Sim, mas são gorduras boas. São as gorduras monoinsaturadas, fundamentais para controlar o colesterol e reduzir as triglicérides. Ele ainda é indicado para o tratamento de doenças cardiovasculares e prevenção das mesmas.

Antioxidantes carotenoides

A fruta auxilia na absorção de licopeno e betacaroteno, pois os carotenoides são solúveis na gordura que o abacate pode oferecer. Eles poderão auxiliar e preservar as células de seu corpo. Esse benefício pode ser obtido a partir da inserção de pelo menos 150 gramas de abacate em tradicionais saladas. Esse resultado também pode ser conquistado com a adesão do óleo de abacate, que você pode adquirir em lojas de produtos naturais.

Abaixo você poderá conhecer os principais antioxidantes carotenoides contidos no abacate:

  • Alfacaroteno;
  • Betacaroteno;
  • Betacriptoxantina;
  • Luteína;
  • Neoxantina;
  • Violaxantina;
  • Zeaxantina.

Fonte rica de nutrientes e vitaminas 

O abacate é um tesouro de vitaminas e nutrientes importantes para o equilíbrio de um organismo. Ele é rico em sais minerais como Potássio, Ferro, Cálcio e Magnésio. Você poderá usufruir de diversos benefícios do abacate, que veremos mais abaixo, através das vitaminas A, C, E, K e vitaminas de complexo B.

Para que serve o abacate?

No Brasil, o abacate é muito consumido na forma fresca, batido com leite ou amassado, muitas pessoas acrescentam açúcar ou limão. Já no exterior, a forma mais popular de uso do abacate é em receitas salgadas – a mais comum é na preparação da guacamole, um molho de origem mexicana que além de abacate leva também cebolas, tomates, coentro, suco de limão e outros temperos.

Pode ainda ser utilizado como substituo de óleos e gorduras em algumas receitas, passado em pães e torradas, na preparação de sanduíches e para dar um toque especial em saladas.

Incluir o abacate na alimentação pode trazer inúmeros benefícios devido à sua composição nutricional, rica em gorduras “amigas” e fitonutrientes saudáveis.

Existem muitos benefícios do abacate, veja a seguir quais são eles.

Benefícios do abacate para a saúde e boa forma

  1. Aumenta a absorção de Carotenoides

Muitos alimentos possuem pigmentos de coloração vermelha ou alaranjada em sua composição, que são os chamados carotenoides. Exemplos são batata-doce, mamão, cenoura, manga, espinafre, beterraba e brócolis.

No organismo humano, os carotenoides atuam como antioxidantes e precursores da vitamina A, que é essencial para a saúde ocular. Por ser lipossolúvel, a absorção dessas substâncias é potencializada pela presença de gorduras na refeição, porém, os alimentos que as contêm são muito pobres em lipídios. Assim, pesquisadores estudaram a associação entre a absorção de carotenoides presentes naturalmente nos alimentos à ingestão conjunta de abacate.

O abacate é rico em gorduras saudáveis e potencializou a absorção dos carotenoides em 2 a 6 vezes em comparação à refeição sem abacate. Além da absorção, o abacate indicou melhorar também a conversão dos carotenoides em vitamina A.

Além disso, o próprio abacate contém carotenoides. O mais abundante é a crisantemaxantina, mas também são encontrados neoxantina, transneoxantina e luteína, como foi visto mais acima.

Podemos concluir, portanto, que além das suas propriedades intrínsecas, o abacate pode nos ajudar a extrair o melhor de outros alimentos também, melhorando a absorção desses compostos vegetais.

  1. Poder anti-inflamatório

Você que convive com inchaços, desconfortos e vermelhidões devido a artroses, reumatismos e gotas, frequentemente é aconselhado por médicos a adotar uma dieta regular para auxiliar no tratamento, não é verdade? Então tente adicionar o abacate a suas refeições. Ele será muito eficiente nos resultados e reduzirá os impactos em sua saúde e no corpo.

O benefício pode ser reconhecido pelo efeito positivo do abacate sobre o colesterol HDL, considerado colesterol bom, responsável pela proteção das artérias, e não pela destruição dessas. Ele pode auxiliar na dilatação das artérias e em diversas mudanças corporais benéficas para o funcionamento equilibrado e regular de seu organismo. Esse benefício do abacate é proporcionado pela vitamina E, que induz as gorduras a assumirem poder anti-inflamatório.

A artrite é uma doença inflamatória que afeta muitas pessoas e leva à dor intensa nas articulações e outros problemas. Os componentes do abacate, como as gorduras monoinsaturadas, fitoesteróis, vitaminas E e C, além dos carotenoides, ajudam a combater a inflamação causada pela artrite melhorando a qualidade desses pacientes.

  1. Reduz estresse

O abacate contém uma substância chamada glutationa, a qual reduz os efeitos do cortisol, hormônio característico do estresse. O excesso desse hormônio também dificulta o processo de redução de peso. A glutationa também beneficia a desintoxicação de seu organismo e melhora o funcionamento de seu fígado, fazendo assim da melhor eliminação de toxinas mais um dos benefícios do abacate.

  1. Melhora a saúde cardiovascular

Incluir o abacate a uma dieta balanceada tem mostrado ser eficaz na prevenção e combate a diversas doenças cardiovasculares, melhorando os níveis de colesterol ruim (LDL) e diminuindo o nível de estresse oxidativo na corrente sanguínea.

Um dos fatores que contribuem para esses benefícios do abacate é a sua composição lipídica, como as gorduras monoinsaturadas, especialmente o ácido oleico, que representa 68% da gordura presente na fruta e em muitas pesquisas foi associado a efeitos benéficos sobre a saúde cardiovascular, além de melhorar a função cerebral e proporcionar um melhor crescimento e renovação das células. Essa concentração aproxima a composição do abacate a óleos muito saudáveis como o azeite de oliva.

Outros componentes muito importantes são os fitoesteróis, que incluem o beta-sitosterol, campesterol e estigmasterol. Eles têm um papel anti-inflamatório importante, o que também beneficia a prevenção de complicações vasculares.

Outras substâncias importantes são os antioxidantes que incluem os carotenoides, vitamina E e vitamina C e outros componentes com efeito anti-inflamatório, as catequinas e procianidinas, que são flavonoides.

Acredita-se que esses benefícios possam ser obtidos através do consumo regular de aproximadamente uma xícara ou uma unidade pequena de abacate e sempre associado a uma dieta adequada, equilibrando a quantidade e qualidade das gorduras ingeridas.

  1. Anticâncer

A substância responsável por esse poder é a glutationa, já descrita anteriormente. Ela é capaz de agir como bloqueadora de pelo menos 30 agentes cancerígenos distintos. 

  1. Controle do colesterol

O abacate proporciona o aumento do colesterol HDL, considerado o colesterol bom, e a redução do colesterol LDL, o colesterol ruim. Ele reduz a quantidade do hormônio beta-sitosterol e é capaz de inibir a absorção do colesterol dietético.

  1. Fluxo intestinal regular

Sabemos que um intestino com fluxo regular é mantido com o consumo de muitos alimentos funcionais. O bom funcionamento do intestino é mais um dos benefícios do abacate, vindo das fibras contidas no fruto.

  1. Inibe o apetite e emagrece

Os benefícios do abacate se estendem à perda de peso. Ele é extremamente rico em fibras, uma porção de 150g contém 10g desse nutriente que é essencial em dietas para emagrecimento, pois ajuda no funcionamento intestinal, confere saciedade por um tempo prolongado e ainda ajuda a reduzir picos de glicose e os níveis de colesterol sanguíneo.

Uma pesquisa publicada no Nutrition Journal mostrou que pessoas que comeram metade de um abacate junto com a refeição do almoço tiveram 40% menos vontade de comer algumas horas depois. A inclusão de guacamole aos pratos das principais refeições também parece ter esse efeito.

As gorduras monoinsaturadas, que são abundantes no abacate, são associadas à redução da gordura abdominal, que é a mais perigosa em termos de fator de risco para o desenvolvimento de doenças relacionadas ao sobrepeso.

O abacate ainda contém baixa quantidade de carboidratos, além de ter um índice glicêmico bastante baixo. Isso evita picos de glicemia e insulina, cujo resultado rebote, após o armazenamento da glicose como glicogênio ou gordura, é o desencadeamento de mais fome.

Assim, apesar da alta concentração de gorduras e calorias, ao adicionar o abacate a uma dieta adequada, ele irá te ajudar na perda de peso. Mas exige-se prudência em sua ingestão. Indica-se o consumo máximo de meio abacate por dia.

  1. Regula a menstruação

Você pode utilizar o abacate para regular seu ciclo menstrual. Indica-se a ingestão de chás feitos com as flores por exemplo; você pode consumir em torno de 2 a 4 vezes durante o dia. Um ciclo menstrual sob controle proporcionará também a redução dos efeitos da TPM (tensão pré-menstrual).

  1. Melhora a visão

Existem benefícios do abacate para a saúde de sua visão proporcionados pela vitamina A contida no fruto.

  1. Proporciona melhor saúde a seus cabelos

Há benefícios do abacate também aos seus cabelos, você poderá livrar-se dos incômodos de caspas, proporcionar força a eles e ainda auxiliar na prevenção de calvice.

  1. Sono garantido

O abacate pode ser o aliado que você buscava para conquistar as noites perfeitas de sono que precisava. As vitaminas de complexo B como a B3 são capazes de equilibrar os hormônios responsáveis pelo equilíbrio de substâncias responsáveis pelas atividades cerebrais do sono. O ácido fólico também alimenta neurotransmissores responsáveis pela saúde do sono.

  1. Evita o envelhecimento precoce e trata a pele

O poder dos antioxidantes pode reduzir os efeitos maléficos causados pelos radicais livres à pele. A renovação constante das células oferece mais vitalidade e saúde aos seus tecidos. Sua pele poderá permanecer mais tempo hidratada e cheia de nutrientes. O óleo de abacate é muito procurado por esses benefícios do abacate.

Você com certeza já viu inclusive receitas de máscaras caseiras de abacate para uma pele mais bonita. Isso se deve ao fato de que os nutrientes presentes na fruta, como as gorduras boas e as vitaminas ajudam a manter a hidratação da pele, a vitalidade e elasticidade. O ácido oleico ajuda a reduzir a irritação e vermelhidão da pele e melhorar a sua capacidade de reparação. A ingestão adequada desse ácido graxo ajuda a regular a produção de sebo pela pele, melhorando quadros de acne e pele oleosa.

Vitamina E e carotenoides ajudam a evitar os danos oxidativos que levam à formação de rugas e linhas de expressão, e a vitamina C participa na produção de colágeno e elastina, os principais componentes estruturais da pele.

  1. Ajuda na construção de massa muscular

Quando comparado às outras frutas, o abacate se destaca por oferecer 2 gramas de proteínas em 100 gramas da fruta. Como sabemos, as proteínas são fundamentais para o ganho de massa magra e hipertrofia.

Um estudo submeteu por 3 semanas dois grupos a dois tipos de dieta, uma rica em gorduras saturadas (ácido palmítico) e a outra rica em gorduras monoinsaturadas (ácido oleico) que continham as mesmas quantidades de calorias.

O resultado demonstrou que a disposição para atividade física foi quase 14% maior no grupo que seguiu a dieta rica em ácido oleico.

Eles mantiveram um metabolismo mais acelerado após as refeições. Assim, o abacate ainda pode fornecer uma energia extra, a partir de fontes lipídicas muito saudáveis, para os treinos intensos requeridos para a construção de músculos.

O consumo regular desse tipo de gordura também está associado a uma melhora na síntese de testosterona e hormônio do crescimento, dois fatores importantes para a síntese proteica na musculatura, inclusive para mulheres.

Se você buscar o ganho de massa magra, pode então adicionar o abacate ao seu plano alimentar, mas lembre-se de controlar o consumo.

  1. O abacate ajuda a regular o metabolismo da glicose

Como já citamos, o abacate contém uma baixa carga de carboidratos e um baixo índice glicêmico, o que minimiza a geração de picos de glicemia e insulina e por si só já são fatores que fazem com que ele seja um ótimo alimento para portadores de diabetes ou mesmo para não diabéticos que querem se beneficiar da manutenção de baixos níveis de açúcar no sangue. A presença de altas quantidades de fibras também é um fator que ajuda nesse controle.

Estudos mais profundos ainda são necessários, mas algumas pesquisas apontam uma redução nos níveis de insulina e melhor regulação da glicemia depois de uma refeição com o consumo de abacate.

Também está sob investigação a ação de um poliol presente no abacate chamado perseitol, que, ao contrário dos açúcares comuns, leva a uma supressão da liberação de insulina na corrente sanguínea.

Além disso, o abacate é rico em vitamina K, que tem papel fundamental na coagulação sanguínea. Estudos indicam que pessoas que ingerem mais dessa vitamina têm chances 19% menores de desenvolver diabetes. Os voluntários foram acompanhados por 10 anos.

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)

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