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Novo tratamento contra o Parkinson

Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, prometem trazer uma nova alternativa aos que sofrem com essa doença neurodegenerativa conhecida por provocar, entre outras coisas, rigidez muscular e tremores involuntários.

Os resultados da pesquisa britânica – divulgados no renomado periódico The Lancet – demonstram que uma nova terapia genética foi eficaz na melhora da função motora e não causou efeitos colaterais significativos nos indivíduos que o utilizaram.
 
Essa droga caracteriza-se por reestabelecer a produção de dopamina, neurotransmissor com um papel vital nos movimentos do corpo — e que costuma estar em falta no Parkinson.

Para avaliar a eficácia do fármaco, os especialistas recrutaram 15 pessoas com idades entre 48 e 65 anos que conviviam com a doença há pelo menos cinco anos.

Os estudiosos avaliaram os participantes utilizando uma escala que mede os tremores, a rigidez, a dificuldade de fala do paciente…

Assim, os voluntários receberam diferentes doses do medicamento ao longo de um ano.
 
Após seis meses, todos eles já reportavam melhoras nos sintomas decorrentes do Parkinson.
 
Mas calma: de acordo com os autores do trabalho, são necessários outros estudos para provar a real eficácia e segurança desse remédio.
 
Fonte: Revista Saúde é Vital

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