Muitos médicos aconselham seus pacientes a beberem uma taça de vinho tinto por dia, porque faz bem para saúde.

A maioria segue esse conselho ao pé da letra, mas nem sempre sabem as verdadeiras razões pelas quais o profissional lhes recomenda essa ação, simplesmente obedecem a prescrição. Portanto, conheça, a seguir, as vantagens de se beber vinho todos os dias.

Uma taça por dia, a prescrição ideal

O vinho é saudável quando bebido em quantidade apropriada, que segundo os especialistas é uma taça por dia, mas fique atento, pois não se trata de qualquer vinho, somente o vinho tinto.

Tampouco, poderá ser consumido na hora que você quiser, tem de ser durante o almoço ou jantar (melhor no jantar, por uma questão de comodidade, pois se você estiver em horário de trabalho com aroma de vinho no hálito, não ficará nada bem).

Concluíram isso após vários estudos, afirmando que uma taça de vinho por dia ajuda a prevenir muitas enfermidades cardiovasculares, tantos nos homens como nas mulheres.

Também servindo para tratar doenças e transtornos, como a diabetes, a demência ou a osteoporose. Ainda que se trate de uma das bebidas com álcool mais antigas do mundo, não faz tanto tempo que foram descobertas essas suas virtudes.

Antes, o mesmo era consumido apenas por diversão, para relaxar, acompanhar banquetes ou desfrutar de uma bebida diferente.

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Benefícios que o consumo diário do vinho traz

Estes são os benefícios que já foram confirmados sobre o consumo de uma taça de vinho por dia:

  • Reduz o risco de falecimento por diversas causas: na Europa, as pesquisas científicas afirmam que o consumo de 22 a 32 gramas de álcool por dia tem um efeito “protetor” sobre a saúde, evitando a morte por várias causas. Na Dinamarca, França e Inglaterra afirmam que se for consumido moderadamente é melhor que a cerveja ou outras bebidas alcoólicas.
  • Minimiza os efeitos do cigarro: O vinho serve para reduzir os danos causados pelo tabaco nos vasos sanguíneos, seja por provocar o relaxamento ou a vasodilatação dos mesmos.  Sobretudo, produz efeitos positivos no endotélio (uma camada de células que reduzem a fricção entre os vasos linfáticos e sanguíneos) mas, principalmente, sobre o coração.
  • Previne doenças cardiovasculares: é um dos benéficos mais conhecidos do vinho tinto, sempre quando consumido em quantidade adequada e com regularidade. Os cientistas dizem que o vinho tinto reduz a possibilidade de ocorrência de doenças coronarianas, reduzindo a produção do colesterol “mau” e aumentando a produção do “bom”.
  • Possui efeitos anticoagulantes e antitrombóticos: isto não se consegue bebendo apenas diariamente, mas foi detectado que mesmo os consumidores esporádicos apresentam menor quantidade da proteína fibrogênica, que promove a formação de coágulos de sangue.

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  • Previne o aparecimento da arteriosclerose: uma das enfermidades causadas pela degeneração das artérias. O vinho permite neutralizar os seus sintomas e até impedir o seu aparecimento. A arteriosclerose ocorre quando os vasos sanguíneos perdem a sua capacidade de relaxar. O álcool desta bebida ajuda os vasos a permanecerem saudáveis graças à formação de óxido nítrico, substância fundamental no relaxamento vascular.
  • Equilibra a pressão arterial: como já se sabe, o consumo excessivo de álcool provoca hipertensão arterial, mas beber uma taça de vinho (250 ml) ao dia produz o efeito contrário, porque abaixa a pressão, logo após a refeição, nas pessoas que sofrem deste mal.
  • Reduz a formação de cálculos renais: A ingestão diária de vinho tinto diminui o risco de desenvolvimento de pedras nos rins.
  • Evita o aparecimento do Mal de Alzheimer: os estudos científicos demonstraram que o resveratrol (uma substância do vinho tinto) produz efeitos neuro protetores, ajudando no combate ao desenvolvimento deste mal.

Entre outras vantagens do vinho, destacam-se:

  • Previne a demência;
  • Reduz o risco de padecer de artrite reumática;
  • Previne a gripe e os resfriados;
  • Reduz a possibilidade de sofrer de câncer de garganta;

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  • Ajuda a nos manter despertos e acordados;
  • Auxilia na digestão;
  • Melhora a circulação sanguínea;
  • Reduz os ricos de padecer de diabetes;
  • Previne o envelhecimento prematuro das células da memória;
  • Promove uma melhora nos casos de varizes;
  • Evita o câncer de próstata;
  • Favorece a absorção das proteínas;
  • Melhora a pele;
  • Ajuda na visão e previne doenças como a retinopatia diabética;
  • Reduz a dor e os males das hemorroidas;
  • Diminui as alergias por suas propriedades anti-histamínicas;
  • Evita a formação de coágulos de sangue.

Porque tem de ser vinho “tinto”?

Muitos perguntarão por que tem de ser vinho tinto e não outro tipo qualquer (rosado, branco, espumante…). As razões são variadas.

Por isso, devemos aprender um pouco mais sobre essa bebida. Ela é elaborada como o mosto de uvas roxas, as quais são recolhidas da vide por meio de um processo chamado “vindima”.

Os cachos são recolhidos de forma manual ou com o uso de tesouras, ou também com máquinas especiais.

Fonte: https://melhorcomsaude.com/vantagens-tomar-vinho-diariamente/

Certamente você dormiu feliz em saber que com tanta luta em termos de dieta e atividade física, seus exames de colesterol estavam normais, mas acordou triste por saber que a partir de agora você passa a estar com os seus valores de colesterol fora da normalidade…

É como se você tivesse se tornado deficiente de estatinas, pois daqui para frente, sem o uso dessas medicações é impossível ter esses valores normais de colesterol.

Mas o que aconteceu?

Como você se tornou deficiente de estatina?

Tenha medo…

Como uma porcentagem de brasileiros (12,5% da população) apresenta colesterol elevado, e as medidas terapêuticas não estão respondendo como deveriam, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, reduziu ainda mais os valores mínimos para o colesterol.

Através da sua última atualização das Diretrizes Brasileiras de Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose, por entenderem que o grande vilão é o colesterol, esses valores passaram a ser:

  • LDL (colesterol ruim) de 70 mg/dl para 50 mg/dl
  • Colesterol total de 200 mg/dl para 190 mg/dl
  • HDL (colesterol bom) de 60 mg/dl para 40 mg/dl

Além disso, não há mais necessidade de jejum de 12h para a realização do exame.

Resultado:

Com isso, de um dia para outro, você não pode mais viver sem estatinas, pois é praticamente impossível se ter esses valores sem medicação, pois só com dieta, especialmente a que se aconselha.

O Brasil passa a ser o país mais rígido do planeta com essas diretrizes. Avaliando os pesquisadores que fizeram parte do estudo, dos 18 deles, somente 5 não estão correlacionados com vínculos em laboratórios médicos que tenham algum interesse.

Quanto ao suporte dietético, se prega grãos, soja, adoçantes artificiais, leite e iogurte desnatado, clara de ovos, molhos sem gordura para temperar, e margarina leve (o que será que isso significa?).

Além disso, gordura saturada boa e proteína animal (carne vermelha), ovos (gema), nozes e sementes passam a ser alimentos ocasionais e em pouca quantidade.

Essa alimentação é a mesma que foi altamente criticada e descreditada pela comunidade médica internacional na recente divulgação da posição atual da American Heart Association em relação as gorduras.

Não há evidências para sustentar seus números baixos de colesterol. Mesmo que os números mais baixos de colesterol fossem benéficos, é preciso observar o efeito geral da droga, que reduz uma importante enzima hepática, a coenzima Q10.

Uma vez que a maioria raramente recebe isso como suplemento quando está usando estatinas, muitos realmente terão um aumento no risco cardíaco como resultado dessa deficiência de vitamina induzida por drogas.

Há muita confusão sobre o problema do colesterol.

No entanto, devido à desinformação nos meios de comunicação e ao empurrão de drogas pelas corporações multinacionais, a maioria das pessoas se preocupa com o seu colesterol sendo muito alto e não tem ideia sobre os perigos do colesterol baixo, especialmente quando feito artificialmente com drogas.

O que você precisa saber em primeiro lugar é que o colesterol é bom para você. Está presente em cada célula em seu corpo onde ajuda a produzir membranas celulares, hormônios, vitamina D e ácidos biliares para ajudá-lo a digerir gordura.

O colesterol também ajuda na formação de suas memórias e é vital para a função neurológica, razão pela qual a descoberta de que o colesterol baixo está ligado à perda de memória não é de todo surpreendente.

Na verdade, quando seus níveis de colesterol são muito baixos, uma série de coisas negativas acontecem em seu corpo.

6 fatos chocantes sobre os perigos do colesterol baixo

Fato 1 – Reduzir seus níveis de colesterol pode piorar doença cardíaca.
Uma revisão dos estudos médicos sobre colesterol e mortalidade em pacientes cardíacos, mostra que reduzir os níveis de colesterol levou a morte – e não sobrevivência, como querem que você pense.

Fato 2 – Colesterol baixo pode desencadear o tipo mais mortal de derrame. É chamado derrame maciço, e isso acontece quando os vasos sanguíneos cerebrais estão tão frágeis que se rompem. Valores de colesterol abaixo de 200 são bandeira vermelha para esse tipo de derrame.

Fato 3 – Colesterol baixo aumenta o seu risco de câncer.
Sim, um novo estudo na verdade correlaciona níveis de LDL com aumento do risco de desenvolver câncer. Há diversos estudos que mostram isso, e a grande maioria dos cânceres correlacionados com colesterol baixo.

Fato 4 – Colesterol baixo compromete a função cerebral. Ele está correlacionado com depressão. E medicações que reduzem o colesterol têm mostrado causar perda de memória.

Fato 5 – Colesterol baixo está correlacionado com Alzheimer. O eminente pesquisador Iwo J. Bohr publicou recentemente uma grande revisão de estudos correlacionados.

Ele pontua que pacientes com Doença de Alzheimer tipicamente tem colesterol baixo e sugere que o modo de prevenir a doença pode ser consumir uma alimentação rica em colesterol.

Fato 6 – Colesterol baixo está correlacionado com suicídio. E isso não é porque as pessoas estão se alimentando com aipo e tofu! A razão real provavelmente é que colesterol baixo literalmente o deixa alucinado.

Referências bibliográficas:

  • Annals of Internal Medicine. 1998;128(6):478-487
  • The Journal of the American Medical Association. 1997;278:313-321
  • Annals of Internal Medicine. October 3, 2006; 145(7): 520-530
  • Arteriosclerosis, Thrombosis, and Vascular Biology. June 30, 2008
  • J. of the Am College of Cardiology. July 31, 2007; 50:409-418
  • Neurology Today. 2007. 7(15), 27-28
  • Annals of Internal Medicine, 2013. 158(7), 526
  • Scientific American Mind, 2016. 27(4), 72-72
  • Side Effects of Cholesterol-Lowering Statin Drugs. (2016). WebMD.
  • Journal of Lipid Research. Retrieved 17 July 2016
  • O Estado de São Paulo. 12/08/17. A13

Atualmente, um dos tipos de câncer mais comum é o câncer de pele, que cresce vertiginosamente.

Muitos especialistas alegam que o motivo é a exposição ao sol, mas segundo estudo publicado no British Journal of Dermatology, sugere-se que esse aumento aparente é resultado de diagnósticos não cancerosos, sendo classificados como melanoma estágio 1.

Resumindo:

As pessoas estão sendo diagnosticadas como tendo melanoma mesmo que estejam com lesão mínima não cancerosa, e isso está elevando bastante as estatísticas.  O resultado é mais e mais cirurgias, e segundo o Journal of the American Academy of Dermatology, cerca de 90% das lesões retiradas nos procedimentos não são melanoma!

Na verdade, esse aumento de câncer pode em parte ser pela pouca exposição ao sol. Hoje, vivemos grande parte do tempo em ambientes fechados, da casa para o trabalho ou Shopping Center, por exemplo. Além disso, reservamos pouco tempo para a exposição ao sol, condenado por muitos especialistas, que ainda advertem e indicam que se deve sempre usar protetor solar.

Outro fator é o excesso de medicações para reduzir o colesterol, que acabam comprometendo mais ainda a possibilidade de produção de vitamina D, vitamina essa que depende do colesterol.

Nestas últimas décadas se condenou muito, e incorretamente, o uso de gorduras boas. Passamos a ser uma geração de gordurofóbicos, o que também impedia a absorção de vitaminas lipossolúveis A, D, E e K, assim como ácidos graxos essenciais ômega 3, ômega 6 e gorduras saturadas boas, o que certamente contribui para o câncer.

Exposição ao sol protege contra o melanoma

Na verdade, a exposição ao sol é protetora de melanoma, pois a vitamina D, o nutriente anticâncer mais potente que há, só é produzido em resposta a UVB, conforme pontua o Lancet:

 “Paradoxalmente, trabalhadores externos tem redução de risco de melanoma comparado com trabalhadores de ambientes fechados, sugerindo que a exposição à luz solar pode ter um efeito protetor”.

Os estudos mostram ainda que a mortalidade por melanoma, na verdade, diminui depois de exposição à UV, e as lesões de melanoma tendem a não aparecer principalmente em pele exposta ao sol.

Resumindo:

A exposição a luz solar, particularmente o UVB, é protetora contra melanoma, pois a vitamina D que o seu corpo produz em resposta à radiação UVB protege.

Protetores solares causam mais danos que benefícios

Protetores solares causam mais danos que benefícios. Como previnem de queimaduras, que seria a forma que o seu corpo indica que houve o suficiente de exposição ao sol, eles acabam criando a falsa impressão e senso de segurança, fazendo com que fique ao sol por mais tempo de forma desprotegida.

Além disso, esses protetores estão carregados de produtos químicos sintéticos. Por exemplo: recentemente apareceu na mídia uma declaração de Gisele Bündchen, na qual ela dizia evitar usar protetor solar nela e nos membros de sua família pelos químicos tóxicos que esses produtos contêm. Além disso, classificou esses produtos como “tóxicos”. Isso mostra que, pouco a pouco, as pessoas estão tomando consciência disso!

Quais as alternativas seguras?

  • Usar chapéu, óculos e camiseta;
  • Óleo de coco, que já tem proteção SPF 15, além de reparar os tecidos da pele.

Evite os produtos que contém os seguintes ingredientes:

– Octyl methoxycinnamate (COM)           – Octisolate

– Avobenzeno                                                – Octocrylene

– Homosalate                                               – Octinoxatre

– Oxybenzeno                                               – Mexoryl SX

– Benzophenone-2                                      – Methylanthranilate

– Oxido de Zinco                                         – Benzophenone 4

– Dioxido de Titanio Nano                        – Padimate O

Lembre-se:

O UVA apesar de menos lesivo, é consistentemente alto durante todo o dia, mesmo se for dia nublado. Por isso, o uso de um protetor UVB só piora a situação, além de absorver substâncias tóxicas para a sua saúde.

  • Aconselho também usar um protetor UVA e UVB sem produtos tóxicos associados, depois do tempo de exposição sem protetores.

Referências bibliográficas:

  • Daily Mail February 4, 2011                                   
  • Journal of the American Academy of Dermatology July 2012
  • The Lancet February 2004; 363(9410): 728 – 730
  • European Journal of Cancer 2008 Jun;44(9):1275-81
  • British Journal of Dermatology September 2009; 161(3): 630-634

Fonte: http://www.drrondo.com/

Dia de combate ao colesterol elevado, o 6 de agosto trouxe novidades científicas para acabar de vez com bobagens que vez ou outra aparecem na mídias sociais.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia reafirmou nesta semana em um documento oficial que devemos manter o colesterol controlado em níveis baixos para viver com saúde.

Daí a importância da atividade física.

As grandes mudanças ocorreram nos valores das frações do colesterol, onde o ruim, LDL, teve modificado seu valor normal para a faixa de 100 a 130 mg% para as pessoas sem outros fatores de risco para doenças cardiovasculares como diabete, hipertensão arterial, obesidade e sedentarismo.

O colesterol bom, HDL, que transporta o ruim para ser metabolizado no fígado, teve seus níveis de normalidade mudados para acima de 40 mg% tanto para homens como para as mulheres.

Estudo mostra que depois de um ano de treinos regulares, mulheres dobraram os níveis do HDL (Foto: Getty Images)

Estudo mostra que depois de um ano de treinos regulares, mulheres dobraram os níveis do HDL (Foto: Getty Images)

Com relação às atividades físicas temos mais novidades. Confirmou-se por dezenas de pesquisas que o maior benefício é o nível do HDL, que deve se elevar depois de 14 semanas de esporte ou exercícios mistos (aeróbicos e anaeróbicos), mas que durem 60 minutos por vez, quatro vezes por semana.

Corredores amadores regulares, principalmente mulheres, depois de um ano de treinos regulares dobraram os níveis do HDL, atingindo a faixa de 80 a 90 mg%, considerados sensacionais. Isso foi constatado nos esportistas e atletas que fazem as avaliações no nosso Serviço CardioEsporte do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia da USP e do Hospital do Coração – HCor.

Só por esse fato detectado nos exames, recomendar exercícios regulares passou a ser obrigação de toda consulta médica.

Pessoas que já tiveram algum evento cardiovascular ou intervenção cirúrgica ou angioplastia das coronárias, após um curto período de convalescência, devem iniciar atividades físicas regulares como, por exemplo, as recomendadas corridas e trotes que não têm o risco dos contatos e traumas esportivos, e baixar os níveis de colesterol ruim, o LDL, com medicação específica até atingir o valor próximo a 50 mg%.

Existem problemas de colesterol cuja causa é a herança familiar e, nestes casos, além da atividade física regular foi produzida uma nova medicação por injeções mensais com resultados brilhantes em baixar o colesterol indesejável.

Além disso, o consumo de gorduras saturadas, segundo novas pesquisas, para a imensa maioria das pessoas que já tem colesterol elevado representa 20% dos valores do colesterol medido.

Sem terrorismo alimentares, siga o bom senso de evitar quando possível esse consumo de gorduras. Vez ou outra não vai causar danos futuros.

O certo é consultar um nutricionista clínico e não ir atrás de curiosos que indicam suco de limão, suco de berinjela e outras inverdades para baixar seus níveis de colesterol ruim.

São apenas alimentos saudáveis e não são medicações. Não caia no erro de não valorizar o colesterol elevado, sua saúde futura depende muito dos níveis normais.

Fonte: Nabil Ghorayeb, São Paulo

http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/atividade-fisica-e-a-melhor-forma-de-manter-os-niveis-do-colesterol-sob-controle.ghtml

Exames médicos costumam oferecer ao paciente um diagnóstico de uma doença que ele já desenvolveu.

No entanto, testes de DNA também podem apontar a presença de genes modificados que irão determinar, em um futuro distante ou não, o surgimento de alguma doença –eventualmente, incurável, como o Alzheimer.

Algumas doenças hereditárias, como a hemofilia do tipo A, em que a pessoa apresenta um transtorno de coagulação, podem se manifestar desde a primeira infância.

Outras, porém, se desenvolvem apenas na vida adulta.

O chamado teste preditivo de DNA aponta a presença de um gene que determina se alguma doença se desenvolverá.

Há um tipo de doença de Alzheimer, chamado de Alzheimer Familiar, que se enquadra no grupo de doenças que dependem de um gene para seu desenvolvimento –monogênica.

A Doença de Huntington, condição em que as células nervosas do cérebro se rompem ao longo do tempo, também é monogênica, incurável e aparece por volta dos 40 anos.

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A atriz Angelina Jolie tirou as mamas, os ovários e as tubas uterinas

Reprodução/ffemagazine

Um dos tipos de câncer de mama tem no componente genético um fator altamente determinante.

Quem não se lembra da cirurgia de retirada de seios, ovários e tubas uterinas realizada pela atriz norte-americana Angelina Jolie (http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2015/03/1607237-angelina-jolieretira-ovarios-e-trompas-para-evitar-cancer.shtml) após um teste genético estimar em 87% o risco de ela desenvolver a doença?

Este alto risco explica-se pelo fato de sua mãe e sua tia terem morrido por causa da doença e ela possuir, como elas, um defeito no gene BRCA1.

Outras doenças, como por exemplo, diabetes e mal de Parkinson, também se desenvolvem na idade adulta e possuem um componente genético indutor.

No entanto, o componente ambiental, ou seja, os hábitos do indivíduo, também são determinantes para o aparecimento delas ou não.

Por isso, são chamadas de doenças complexas ou doenças multifatoriais.

Para Iscia Lopes Cendes, do laboratório de Genética Molecular da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), os testes de DNA que dão diagnóstico ou que fazem a previsão de novas doenças “não são diferentes do ponto de vista laboratorial”.

De forma simples e pontual, a geneticista explica a diferença entre um e outro: “o teste vai ser preditivo se o indivíduo não tem nenhum sintoma e diagnostico se ele já tem algum sintoma”.

Testes de DNA preditivos

São nas doenças multifatoriais e monogênicas, sobretudo nestas últimas, que os testes de DNA podem ter uma característica preditiva, ou seja, podem indicar o aparecimento futuro de alguma doença.

No caso das doenças multifatoriais, ou complexas, são vários genes, além do fator ambiental, que determinarão se uma doença se desenvolverá ou não, no indivíduo.

“Para doenças complexas, o que a gente herda dos nossos pais não é a doença.

Se seus pais tiverem Alzheimer ou doenças cardiovasculares, não é a doença propriamente dita que você herda. Herdamos a pré-disposição genética”, diz Síntia Belangero, professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Ela faz uma analogia com um copo de água para explicar o desenvolvimento de doenças genéticas complexas, como diabetes, câncer, hipertensão, infarto do miocárdio e Parkinson –ou mesmo a maior propensão para a obesidade.

Genética alerta para cuidado maior “Quando você nasce é como se você fosse um copo de água.

Esta quantidade de água no copo é a quantidade de fatores de risco de doenças complexas que herdamos. Aí vamos colocando objetos, tipo dados, que são os fatores ambientais,

Depende da quantidade de fatores genéticos que você herdou e isso ao longo de sua vida vai ser somado a exposições do ambiente.”

Ufotolia dentro deste copo. Uma hora, a água vai transbordar: é a doença que se manifesta”, compara.

Cendes afirma, contudo, que a realização de testes preditivos para doenças complexas, só é recomendada quando há antecedentes familiares ou casos em que o médico identifica um risco maior de desenvolvimento de alguma doença.

“O caso da Angelina Jolie é um bom exemplo. Ela tinha parentes próximas que tiveram câncer em idades precoces. Isto justificava a realização de um teste preditivo” afirma Cendes.

O sequenciamento de genes ainda não é um exame barato. No Centro de Genoma Humano, da USP, o teste custa R$ 8.490.

Há testes para doenças específicas a preços mais baixos.

O exame que traça um sequenciamento dos genes que podem predizer o aparecimento de algum tipo de câncer, por exemplo, custa R$ 1.390 no mesmo centro.

Doenças monogênicas: aí é que mora o perigo São nas chamadas doenças monogênicas, no entanto, que as alterações genéticas são determinantes para o desenvolvimento futuro de uma doença.

É aí que a informação contida em um teste preditivo pode ser um “karma” — uma doença incurável– que o indivíduo levará para o resto da vida.

Cendes cita a Doença de Alzheimer Familiar –que se desenvolve mais cedo do que as outras variantes da doença, consideradas multifatoriais–como um exemplo típico de doença monogênica incurável.

“Se você fizer o teste e aparecer o gene modificado referente a este tipo específico de Alzheimer, você certamente terá esta doença, que é incurável”, diz Cendes.

Em outros casos de Alzheimer, “exercícios mentais”, como a prática de palavras cruzadas, sudoku e testes cognitivos, segundo Belangero, podem “proteger o indivíduo do ponto de vista comportamental”, já que “o genético já está comprometido”.

Cendes afirma que, nestes casos, a questão emocional e psicológica do paciente é altamente impactada e cabe ao médico “fazer com que o paciente tome uma decisão equilibrada que seja melhor para ele”.

“A decisão de fazer ou não o teste é extremamente pessoal. Uma decisão que não seja pressionada, não seja intempestiva”, diz Cendes.

Ela afirma, contudo, que, mesmo que a pessoa saiba que um dia uma doença incurável a acometerá, ela não deve abrir mão da busca por uma vida saudável.

“Ter uma vida saudável é bom para todo mundo. Ainda que não exista nada que possa retardar o aparecimento da doença, se você não fumar, fizer exercícios físicos e ter uma boa alimentação, certamente vai viver melhor”.

Medicina personalizada

Agora, se eu já nasço com o copo cheio, o que vou fazer? Evitar colocar dados dentro do copo.

Pode ser que mesmo cheio, mas por não ter colocado nada dentro, ele não vai transbordar, mesmo tendo nascido com o copo quase cheio.”

É por meio do mapeamento genético do indivíduo que, atualmente, é possível realizar um tipo de tratamento que foca exclusivamente nas células doentes.

É a chamada ‘medicina personalizada’.

Comum na Europa e nos Estados Unidos, mas ainda engatinhando no Brasil, esse tipo de tratamento tem ganhado cada vez mais espaço nas áreas da oncologia (câncer) e cardiologia.

O fato de você olhar para o perfil genético e definir qual será o melhor tratamento é uma tendência muito forte e cada vez mais presente”, diz Jeane Tsutsui, diretora executiva médica, técnica e de pesquisa e desenvolvimento do grupo Fleury  Medicina e Saúde.

Fonte: https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2017/08/14/alzheimer-obesidade-cancer-o-que-seu-dna-ja-sabe-sobre-voce.htm

Um recente estudo publicado na BML Medicine comprovou que você pode finalmente colocar um saca-rolha na sua depressão através de um dos métodos mais prazerosos e surpreendentes que se possa imaginar. E eu fico imensamente animado e satisfeito em poder compartilhar isso com você!

De acordo com os pesquisadores, se você está cansado ou se sentido pra baixo, um pouco de “Merlot” pode ser a cura exata que estava procurando. Eles avaliaram durante sete anos 5 mil espanhóis de ambos os sexos e com idade entre 55 e 80 anos, observando quantos deles desenvolveriam a depressão. E o que eles aprenderam com isso é que podemos levantar nosso corpo e brindar por uma melhor saúde emocional.

Durante a pesquisa os indivíduos que consumiram um copo de vinho por dia reduziram seu risco de depressão em 2/3. Ou seja, 66% dos avaliados apresentaram maiores chances de se levantar da cama com mais energia e otimismo, prontos para terem um dia com muito mais prazer.

Os pesquisadores acreditam que esse efeito positivo seja promovido pelo resveratrol, um poderoso antioxidanteencontrado no vinho tinto, e sobre o qual eu venho falando com vocês já faz algum tempo. Há evidências de que o resveratrol age protegendo o seu cérebro do estresse oxidativo da mesma maneira que protege o seu coração.

Será então que você pode acabar com essa sensação depressiva? Parece que sim, mas tenha certeza de não avançar muito. Não entre na história de que se um pouco é bom, mais deve ser melhor. A pesquisa mostrou que os voluntários que beberam doses maiores de álcool tiveram na verdade maior propensão à depressão.

Então, se você está procurando acabar com os dias depressivos, uma taça de “Pinot noir” pode ser exatamente o que o seu médico vai te indicar.

Sendo assim, façamos um brinde por dias melhores. Saúde!

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Referências Bibliográficas:

– Could a daily dose of red wine reduce one’s risk of depression? (Forbes.com)

Fonte: http://www.drrondo.com/

Controlar a sua glicemia é o melhor que você pode fazer para minimizar os sintomas e efeitos negativos do diabetes. Vou te passar uma a lista dos alimentos que podem ajudá-lo. Incorpore-os na sua dieta, ao menos 5 deles, e em 6 semanas o seu médico ficará surpreso com as melhoras que atingiu. Confira:

Laticínios integrais

Consuma de 3 a 5 produtos integrais como leite, iogurte e queijo. Esse tipo de alimento contém acido transpalmitoleico, que ajuda a regular a glicemia. Dê preferência a produtos de animais criados a pasto

Vinagre de maçã

2 a 3 colheres de sopa de vinagre de maçã antes das refeições, diluídas em 1 copo de água, reduzem a glicemia entre 25 a 50%. Dê preferência a produtos não filtrados

Chocolate

Este sim soa bem, especialmente aos amantes de chocolate. Até 100 gramas de chocolate amargo podem reduzir à sensibilidade à insulina no seu corpo, se consumido diariamente. Esse tipo de chocolate acelera a habilidade do seu corpo em metabolizar glicose.

Maçã

Contém alta concentração de quercetina, o que reduz o risco de diabetes em mais de 20%. Porém, consuma com muita moderação, pois é rica em frutose, o que é desfavorável no caso.

Alho

Ajuda a regular a sensibilidade à insulina e previne elevações ou reduções abruptas da sua glicemia. 2 a 3 dentes por dia é mais do que o suficiente.

Chá verde

Esse chá, riquíssimo em antioxidantes que ajudam na produção da insulina, regula e colabora para uma melhor metabolização da glicose. 2 a 3 xícaras por dia vão mostrar bons resultados.

Canela

Tem muitos benefícios para a sua saúde. O uso diário de ½ colher de chá de canela pode ajudar a reduzir a glicemia em mais de 8%

Óleo de coco

Ajuda a reduzir a sensibilidade à insulina, além de inibir o apetite, melhorando os níveis de glicemia. Use preferencialmente produto extravirgem.

Carne vermelha

Carne vermelha de gado criado a pasto é rica em ácido palmitoleico, que ajuda a reduzir a glicemia.

Agora que você já conhece essas opções, certamente vai ter mais saúde. E o melhor: tudo natural e baseado na alimentação, sem remédios e seus efeitos colaterais!

Referências bibliográficas:

  • Livro: Sinal Verde para a Carne Vermelha. Ed. Gaia
  • Livro: Óleo de Coco.- A gordura que pode salvar sua vida! Ed. Gaia
  • Livro: Vinagre de Maçã.- O liquido dourado para ontem!
  • Livro: Leite Cru.- A verdade nua e crua que vai mudar a sua vida!
  • Livro: Mude Sua Vida com Super Nutrientes!

A verdadeira epidemia de obesidade que afeta às crianças tem causado alarme nos Estados Unidos e no Canadá.  A ingesta de fontes de energia saudável neste grupo etário é uma preocupação de saúde pública, dos pais e profissionais da saúde.

Um novo método de regulação do apetite em crianças tem sido recentemente pesquisado pela estudante graduada Megan Hume da Universidade de Calgary. As conclusões serão apresentadas na reunião anual da Sociedade Americana de Nutrição.

“Sabíamos que a fibra prebiótica melhora a regulação do apetite em adultos, e nos propusemos avaliar o seu potencial em crianças”, disse Hume.

Hume em conjunto com o professor Raylene Reimer, PhD, RD da Faculdade de Cinesiologia, recrutaram 42 crianças cujo IMC estava acima do percentil 85° (trata-se de um conceito estatístico vide *)

As crianças foram distribuídas aleatoriamente para o estudo. Um grupo recebeu fibra prebiótica e o outro grupo o placebo maltodextrina, um polissacárido. Os 2 grupos receberam o produto em forma de pó, que foi misturado com 250 ml de água. As crianças foram instruídas para beber a mistura 30 minutos antes do jantar.

Na semana zero e na semana 16 foram coletados certos dados em amostras de sangue e foram dadas qualificações subjetivas do grau de apetite. Durante o estudo as crianças receberam uma refeição matinal self-service com livre escolha de alimentos.

Antes e depois da refeição matinal as crianças classificaram seus níveis de apetite e os pesquisadores pesaram seus alimentos.

O grupo que recebeu fibra prebiótica consumiu 100 calorias MENOS na refeição matinal, além de experimentarem MAIOR sensação de SACIEDADE. Em resumo: o grupo que consumiu fibra prebiótica relatou maior nível de saciedade antes da refeição do que o grupo que recebeu maltodextrina.

“Estes promissores resultados mostram que a ingesta de fibra prebiótica poderia causar uma redução no consumo de energia e no peso corporal”, disse Reimer.

“Trata-se de uma ferramenta para ser usada contra a epidemia da obesidade. Como estratégia dietética este é um recurso que deve ficar na caixa de ferramentas. Claro, ainda temos que lidar com todos os fatores alimentares na vida de uma criança. Mas este tipo de mudança pequena, incremental, pode causar um impacto positivo sobre a saúde.”

Os pesquisadores disseram que no futuro é importante saber o que acontece se o prebiótico é dado para crianças com peso normal. “Em adultos, sabemos que é seguro. Eu não esperaria termos o crescimento comprometido em crianças normais ou de peso abaixo da média, podendo ainda haver outros benefícios com o aumento na ingesta de fibra, toda vez que o consumo diário de fibra dos norte-americanos é insuficiente”. Um segundo objetivo seria incentivar às empresas de alimentos para adicionarem fibras em seus produtos.

Pitacos da Conceição

Em nosso Curso online O Novo Modelo da Digestão Humana relatamos, recomendamos e aprendemos receitas de preparo de alimentos e bebidas probióticas e também prebióticas, o que resulta em alimentos e refeições simbióticas, quando probióticos e prebióticos encontram-se presentes em sinergia.

São exemplos clássicos os refrigerantes gasosos e preparados com frutas maduras da estação, também as bebidas KVAS, os Rejuvelacs Frutais, os iogurtes e os Vegikrauts.

Assim, fica aqui este nosso convite… Seja nosso Assinante ou para quem já é assinante: faça este curso!!!

(*) https://pt.wikipedia.org/wiki/Percentil

Fonte: Matéria fornecida pela Federação das Sociedades Americanas para Biologia Experimental (FASEB). Sience Daily

Tradução: Fernando Trucco. O conteúdo deste artigo pode ser publicado desde que citada a fonte, este site e o tradutor.

Um grande avanço nas pesquisas sobre a Doença de Alzheimer em vários anos, e que dificilmente você vai ouvir, trata-se de um composto transformador de vida e que está disponível a todos por um preço bem barato.

Trata-se da vitamina E!

Sim, meu amigo, esta vitamina comum pode se provar ser uma das armas mais potentes do planeta contra uma das piores partes do mal de Alzheimer.

Você deve estar pensando que trata-se de prevenção de perda de memória. Mas não é…

Eu estou falando do declínio funcional associado, que é um espiral para baixo, levando-o à perda de independência e, mais cedo ou mais tarde, àquela viagem longa, vagarosa e só de ida para a casa de repouso.

Vejo isso com frequência nas pessoas que já não decidem mais o que preferem, e acabam ficando onde é mais conveniente para os familiares.

Tenha medo disso enquanto você pode decidir, pois lá na frente…

Conforme mostra um novo estudo, altas doses de vitamina E podem colocar esta viagem em espera. Isso porque esse nutriente essencial pode desacelerar o declínio funcional de aproximadamente 6 meses a mais de dois anos quando comparado tanto ao placebo como também a uma medicação para demência campeã de vendas, a Memantina.

Este é o equivalente a manter ativa uma aptidão que, de outra forma, teria sido perdida durante este tempo. Aptidões críticas como a habilidade de vestir-se e banhar-se e a confiança alheia de ser capaz de cuidar-se na maior parte do tempo, ao invés de ser tratado como um infante que baba.

Como resultado em um novo estudo, os pacientes que receberam a vitamina E necessitaram duas horas a menos de cuidados por dia. E quando você precisa de menos cuidados, você provavelmente permanecerá independente e FORA da casa de repouso.

Agora, eu estou ciente de que em tempos desesperadores talvez seja tentador considerar usar tudo, de uma só vez, com a esperança de que algo funcione. Neste caso, você talvez tenha a tentação de misturar a vitamina E com a Memantina.

NÃO FAÇA ISTO!!!

O estudo descobriu que combinar os dois levará a absolutamente nenhum benefício. É como se a droga de alguma forma bloqueasse os efeitos da vitamina E.

A vitamina E não ajudou com a perda de memória e cognição, mas não se iluda: porque é o declínio funcional, e não a perda de memória, que geralmente leva a uma instituição de “cuidados”. E é aí que a espiral para baixo da doença REALMENTE se inicia.

Quando a família vier para visitar (tristemente, em muitos casos, ela sequer se dá o trabalho de fazer isto), eles podem pensar “bem, acho que conseguimos colocar o Tio Alberto neste cantinho na hora certa, parece que a doença do pobre coitado está piorando.”

Lorota. Ela está piorando sim, mas não por causa da doença. É por causa da assim chamada instituição de “cuidados”.

A maioria destes “buracos” dão o exato oposto de cuidados: dão drogas, um monte delas para manter os detentos… Isto é, os pacientes… Dóceis, submissos e fáceis de cuidar.

Se o Tio Alberto estiver olhando fixamente para a parede e babando, não é porque a sua doença piorou. É porque ele está “tão alto” com drogas que lhes enfiaram goela abaixo que ele precisará de um paraquedas para descer.

Pior ainda, as drogas antipsicóticas comumente administradas a pacientes com demência em casas de repouso comprovadamente não fazem nada para melhorar a doença e podem DOBRAR o risco de morte (e este é um número conservador).

É por isto que é imperativo manter o Tio Alberto fora daquela casa de repouso…

Portanto, seja crítico em se manter com o máximo de saúde, pelo máximo de tempo que você consiga, e agregue vitamina E na sua rotina mesmo antes do 1ª sinal de demência.

Mas não pare por aí. A vitamina E é claramente uma peça importante do quebra-cabeça, mas é só isto… uma peça.
Se você realmente quiser retardar ou até parar o declínio funcional, você precisa de mais.

Você precisa das minhas…

Dicas para a sua independência

Ok, já lhe contei sobre a vitamina E, mas há outras ações seguras, comuns, e largamente disponíveis que podem prevenir, retardar ou até reverter aquele declínio devastador na função.
Naturalmente, são três coisas que já lhe disseram para evitar.

1) Gorduras boas para o seu cérebro

Estas gorduras são encontradas nos assim chamados “alimentos proibidos”, e também são essenciais para o seu cérebro. Consuma ácidos graxos ômega-3 encontrados em peixes, carnes e laticínios de animais criados a pasto, que também são críticos para a função cardíaca.

Segundo um grande estudo populacional, foi demonstrado que os suplementos ômega-3 retardam o declínio funcional, em comparação com as pílulas de placebo. Os pesquisadores naquele estudo usaram doses relativamente baixas, apenas 675 mg de DHA (ácido docosahexaenóico) e 975 mg de EPA por dia. Tome mais e você quase certamente terá maior benefício.

Aliás, o mesmo estudo descobriu que se você acrescentar 600 mg de ácido alfa-lipóico por dia, isto pode auxiliar no retardo do declínio cognitivo. Sim, você encontrará bastante dele em alimentos supostamente insalubres como a deliciosa carne vermelha e nas carnes de órgãos (decididamente não insalubres). Há também o óleo do coco, que evita de degeneração das células cerebrais.

2) Tome uns raios de sol

Se você estiver preocupado sobre a função, o equilíbrio e a força – e, vamos encarar, se você estiver chegando em uma certa idade, você seria louco de não estar pelo menos um pouco preocupado – então você precisa da vitamina D, e bastante dela.

A vitamina D pode ajudar a prevenir as quedas e as quebras incapacitantes que as acompanham. Nas pessoas de terceira idade em geral e nos pacientes com demência, em particular, estas quedas podem roubá-lo da sua independência e colocá-lo em uma casa de repouso tão rapidamente que causará tontura.

A melhor maneira de obter a vitamina D, é claro, é passar o maior tempo possível ao ar livre no sol (e quando você o fizer, esqueça aqueles bloqueadores solares tóxicos e use o bom senso ao invés deles; busque a sombra na hora de começar a ficar rosado e você passará muito bem).

Não coincidentemente, os estudos demonstraram que os pacientes com demência que são permitidos a ficar ao ar livre no sol todo dia passam melhor do que os pacientes presos dentro da casa de repouso.

Já que você não consegue ter certeza sobre a quantidade de D que está obtendo só do sol, você precisa de um mínimo de 10.000 UIs por dia. Se você, ou um ente querido, estiver combatendo uma doença como a demência,fale com o seu médico.

3) Encha a cara

Sim, eu sei que o “mé” pode soar como um caminho ligeiro para o desmoronamento – ou pelo menos, para uma queda na escada, machucando-se e acabando naquela instituição de “cuidados” de qualquer jeito.

Mas eu não estou falando em ficar bêbado. Um hábito moderado de beber – uma dose ou duas por noite – não só pode prevenir a demência, mas já se comprovou que afasta alguns dos piores sinais do envelhecimento, incluindo o temido declínio funcional sobre o qual eu falei acima.

Um grande estudo com mais de 3.000 pessoas com 70 ou mais anos de idade descobriu que os bebedores moderados tinham o menor risco global de incapacitação de mobilidade e limitação de mobilidade, quando comparados aos abstêmios e os bebedores pesados.

Mas lembre-se de que este é um passo preventivo. Não espere até que você já esteja encarando uma batalha contra a Doença de Alzheimer. Dar “mé” para um paciente com demência é simplesmente uma má ideia.

Então, é isto: a chave para vencer o declínio – e ficar FORA da casa de repouso – é fazer basicamente tudo que já lhe disseram para não fazer. Então, mãos à obra: aumente a quantidade de gordura que você ingere. Saia de casa e desfrute o sol. Tome a sua vitamina E. E prepare um drinque para você. A sua saúde, a sua independência e a sua vida estão em jogo.

Referências bibliográficas:

  • Livro Óleo de coco: a gordura que pode salvar sua vida. Editora Gaia.
  • CNN Health April 12, 2011
  • JAMA January 1, 2014: 311(1); 33-44
  • Age and Ageing July 2006: 35(4); 336-338
  • Orthomolecular.org November 12, 2013
  • Journal of Alzheimer’s Disease May 2009;17(1):151-9
  • Neurology July 6, 2010; 75(1):35-41
  • Reuters June 15, 2010
  • Nature Neuroscience November 2008, 11, 1311-1318

Fonte: http://www.drrondo.com/vitamina-e-evitar-casa-de-repouso-no-futuro/

Você deve estar percebendo cada vez mais pessoas com pré-diabetes ou diabetes, além do aumento crescente da obesidade, que por si só já pode causar estes problemas.

Mesmo que você não tenha sintomas, aconselho que converse com o seu médico para saber qual é a sua situação, pois hoje em dia, erros alimentares comuns acabam predispondo a isso.

Se o seu açúcar no sangue em jejum estiver entre 108 e 125, eles dirão que você tem “pré-diabetes”, mas se estiver acima de 125 mgm/dL você é considerado diabético.

No caso do pré-diabético, é quando as suas células começam a ter uma resistência à insulina. Nesse caso há dificuldade para a célula absorver a glicose. Ela deveria entrar na célula para gerar energia, mas acaba se acumulando no seu sangue.

Com o passar dos anos, cerca de 70-75% das pessoas diagnosticadas com pré-diabetes irão evoluir para diabetes.

Caso você seja pré-diabético A primeira medida que se o seu médico vai lhe indicar é que comece a usar uma medicação genericamente conhecida como Metformina.

Mas, com o tempo, a Metformina cria mais problemas do que resolve. No mínimo, causa deficiência de vitamina B12, que é fundamental para geração de energia. Com isso, também é mais provável que você vá desenvolver diabetes!

Como pode uma medicação que é desenvolvida para evitar a diabetes ser a causadora do problema?

Deixe-me explicar…

A Metformina, como toda a medicação, tem efeitos colaterais. Um deles é particularmente preocupante, pois estudos recentes mostram que a Metformina leva à redução dos níveis de TSH.

Durante 25 anos os pesquisadores estudaram dados de mais de 74 mil pessoas tomando Metformina. Em comparação com outro fármaco para diabetes, a Metformina foi associada a um risco 55% maior de redução dos níveis de TSH.

E aqui está a parte mais irônica…

Baixos níveis de TSH aumentam o risco de diabetes.

Isso é o que um estudo recente mostra. Pesquisadores na Holanda analisaram 8.452 pessoas sem diabetes. Eles descobriram que aqueles indivíduos com os baixos níveis de TSH tinham um risco 20% maior de desenvolver diabetes do que aqueles com os níveis mais altos. Porém, para as pessoas com pré-diabetes, o risco de progredir para a diabetes completa foi assustadoramente de 40%%.

Então, a Metformina, a mesma droga que seu médico prescreve para pré-diabetes, reduz os seus níveis de TSH. E isso AUMENTA o risco de desenvolver diabetes.

Durante muito tempo, tenho ajudado meus pacientes não apenas a controlar os sintomas do diabetes, mas revertê-la.

Confesso que vinha usando essa medicação, consciente de alguns efeitos colaterais, como comprometimento da assimilação da vitamina B12, a qual eu fazia a sua correção, mas com esse estudo, entendo que a Metformina só deverá ser usada por curto período de tempo, ou se adotar uma estratégia mais segura como vou abordar mais para frente.

Entendam que sempre procuro pesar os prós e contras de qualquer tratamento que possa trazer o máximo de saúde para o próximo, com o mínimo possível de efeitos colaterais

Resumindo, o meu norte é a ciência, a sigo conforme as comprovações se tornam evidentes.

Passos para controle de glicemia e insulina

1) Gorduras

Seguir uma dieta rica em gorduras boas e proteínas em moderação (carne vermelha, leite cru e derivados de animais criados a pasto, banha de porco, óleo de coco, óleo de oliva, amêndoas, além de peixes selvagens de águas profundas) com bastante vegetais e legumes e redução virtualmente a zero de açúcar, frutose, carboidratos refinados e industrializados, grãos, e óleos vegetais hidrogenados ou parcialmente hidrogenados.

2) Sulfato de vanádio

Trata-se de um mineral traço, pouco conhecido, que imita a ação da insulina, levando a glicose do sangue para as células onde ela pode ser usada como energia. Promove melhora da sensibilidade à insulina e hepática em indivíduos com Diabetes tipo 2

Em um estudo, o uso de Sulfato de vanádio reduziu a glicemia em 8 pessoas com Diabetes tipo 2. Já em outra avaliação, as pessoas com diabetes tomaram suplementos de vanádio diariamente. Após apenas três semanas, os níveis médios de açúcar no sangue diminuíram 10%. Tomar 500 mcg três vezes ao dia. Apenas não exceda 10 mg em um dia, e evite em gestantes e mulheres em lactação.

3) Goiaba

Essa fruta tropical controla o açúcar no sangue e diabetes. As hastes, as folhas e os frutos bloqueiam a digestão dos hidratos de carbono. Então você tem menos elevação de açúcar no sangue e precisará de menos insulina. Isso faz com que seja menos provável que você desenvolva resistência à insulina. Outra opção é usar o chá de goiaba.

4) Vitamina D

Níveis baixos de vitamina D estão diretamente ligados à resistência à insulina, pré-diabetes e diabetes tipo 2. Segundo estudo, mesmo uma deficiência de vitamina D pode aumentar o risco de diabetes em 91%. Você pode obter muita vitamina D a partir da exposição ao sol, especialmente no horário entre 10h e 14h, mas lembre-se, se exponha sem proteção até ficar rosado. Consuma alimentos ricos em vitamina D como salmão, atum, sardinha, ovos de galinha caipira e carne de gado, fígado e laticínios de animais criados a pasto. Mas para diabetes eu recomendo uma suplementação de 10.000 UI por dia. E não se esqueça da vitamina K, cálcio e magnésio.

5) Berberina

É o componente mais ativo da planta Coptischinensis (Huang-lian), que de acordo com pesquisas tem sido usado na China há centenas de anos para o que agora nós identificamos como Diabetes tipo 2. É um dos poucos compostos conhecidos por ativar o adenosinamonofosfatoproteinoquinase (AMPK), uma enzima importante na regulação do metabolismo que normaliza lipídios, glicose e desequilíbrio energético. Com a sua ativação pode-se produzir:

  • os mesmos benefícios do exercício e da restrição calórica (sem se exercitar e sem fazer dieta, como com o Resveratrol)
  • estimular a entrada de glicose nas células
  • melhorar a sensibilidade à insulina
  • reduzir a produção de glicose pelo fígado
  • estimular a degradação de gorduras em células de tecido periférico
  • melhorar a ecologia intestinal
  • regular a absorção de glicose a nível intestinal e regulação do nível lipídico
  • ação antioxidante
  • aumenta produção de óxido nítrico
  • atividade anti-inflamatória
  • aumenta queima de gordura a nível mitocondrial
  • pode ser comparada à droga do controle da diabetes Metformina, com no mínimo a mesma eficiência, mas sem efeitos colaterais.

Bom, agora você já tem muita informação sobre formas naturais de combater e evitar a diabetes. Converse com seu médico e veja o que pode ser feito no seu caso!

Referências bibliográficas:

  • Journal of Research in Medical Sciences : The Official Journal of Isfahan University of Medical Sciences. 2014;19(11):1019-1026.
  • “OR33-2: Thyroid Function and type 2 diabetes risk: a population-based prospective cohort study.”Presented at: ENDO 2016; April 1-4, 2016; Boston, MA.
  • “Rare Earths: Forbidden Cures.” Bonita, CA: Double Happiness Publishing, 1994, pp 411-12.
  • Natural Medicine Journal December 2012 Vol. 4 Issue 12
  • Fitoterapia. 2013;89:74-9.
  • Cardiovasc Diabetol. 2013;12:17.
  • Diabetes, 1996; 45(5):659-66
  • J Clin Invest, 1995; 95:2501-509
  • Metabolism, 1996; 45(9): 1130-135
  • Metabolism. 2008 May;57(5):712-7.
  • Int J Endocrinol. 2015;2015:905749.
  • J Ethnopharmacol. 2015 Feb 23;161:69-81.
  • N Biotechnol. 2009;26(1-2):17-22
  • Metabolism. 2009. 59(2):285-92
  • Biochem Pharmacol,. 2009; 79(7):1000-6
  • Biochem Biophys Res Commun. 2010; 397(3):543-7

Fonte: http://www.drrondo.com/medicacao-pre-diabetes-aumentar-risco-diabetes/