A taioba é um vegetal comum em muitas hortas caseiras, principalmente em Minas Gerais, mas curiosamente é pouco consumido pelos brasileiros, afinal não é tão vendido em feiras e supermercados.

As folhas são parecidas com as de inhame – algo de certa forma perigoso, pois as de inhame não são comestíveis – com o diferencial que no caso da taioba o caule está próximo à folha.

A planta desconhecida merece entrar no cardápio diário de todos, afinal ela é riquíssima em nutrientes que são indispensáveis a boa saúde.

Geralmente a taioba é utilizada em preparos de bolinhos, vitaminas verdes especiais, recheios de pizzas e crepes, no tempero de sopas ou em refogados com alho. Há, portanto, uma gama de opções para colocar o vegetal no dia a dia de maneira natural e deliciosa.

Rica em Vitamina A, B e C e com ferro cálcio e potássio na composição nutricional, a taioba oferece vários benefícios à saúde, servindo como ótimo tratamento para algumas doenças – como a anemia, por exemplo – e para a prevenção de futuros problemas.

Se o seu objetivo é avançar os anos com disposição, energia e qualidade de vida considere a taioba como um dos vegetais importantes nesse processo. Conheça alguns dos benefícios desta maravilha nutricional que merece ser descoberta.

Eficaz contra a prisão de ventre – O vegetal é super importante para a boa digestão. Seus nutrientes promovem o transporte regular do alimento por todo o intestino e promove a regularidade na evacuação. Esse benefício é evidente em razão da boa quantidade de fibras da taioba.

Fortalece o sistema imunológico – A taioba concentra boa quantidade de vitamina C e por essa razão o sistema de defesas do corpo é fortalecido. Então, quem consome o alimento estará mais protegido contra diversas doenças.

Bom para a visão – Graças à Vitamina A o consumo da taioba favorece a melhora na visão e na saúde ocular, colaborando com a prevenção de algumas doenças, como a cegueira noturna, catarata e até dores de cabeça que ocorrem por problemas na região ocular.

Combate a anemia – A taioba contém ferro e por essa razão está no grupo de alimentos que combate a anemia com eficácia. Se você sente-se fraco, indisposto e eventualmente tem enjôos e tontura, procure o médico. Se for diagnosticado com anemia, alguns alimentos como feijão e beterraba certamente serão sugeridos pelo profissional, para complementar o cardápio nutritivo, não deixe de incluir um suquinho verde com taioba pela manha e uma sopa com o vegetal no jantar.

Saúde dos ossos – Geralmente os mais idosos sofrem de problemas nos ossos e a osteoporose é um flagrante comum nessa fase. Sendo o cálcio e o fósforo os minerais mais importantes para a manutenção da saúde óssea, a taioba deverá ser consumida por todos, principalmente quem está na terceira idade.

Dicas para cultivar a taioba
Sorte dos mineiros que têm mais chances de consumir este incrível vegetal que merece maior protagonismo. Mas vai uma boa notícia para quem tem a própria horta e adora plantas: É fácil cultivar a taioba.

A planta desenvolve-se na sombra, longe do sol. Se a sua horta tiver um espaço na sombra, ótimo, se não, você poderá alocar a plantação de taioba sob um toldo durante os períodos mais fortes do sol, entre as 10h e 16 horas.

Não se esqueça de manter a terra úmida.

Observe atentamente as folhas. Se estiverem amareladas é sinal de que o solo está seco e o contato com o sol foi excessivo.

Pronto, agora é só acompanhar de perto o desenvolvimento desse vegetal tão importante. Incorporá-lo a sua dieta e de sua família é uma excelente atitude para a saúde de todos.

******
A matéria foi extraída do site https://www.saudemedicina.com que convido a todos a visitarem por ser muito bom, com matérias de interesse de todos. 
Fotografias inserção nossa.Enviadas pela Cássia M. De Andrade

A farinha teff é obtida a partir de um grão muito pequeno, semelhante ao da semente de papoula, originário da Etiópia e Eriteia. Lá, este grão é fundamental na alimentação diária é consumido como um tipo de pão, a injera, existem diversas variedades de cores, desde o branco, passando pelo vermelho até ao castanho-escuro e acredita-se que é cultivado há mais de 5000 anos, é tão pequeno, que para se obter um grama, são precisos 3 mil grãos.

O consumo pode ser feito de duas formas: o próprio grão cozido, ou a farinha de teff, muito utilizada na fabricação de pães, por ser semelhante ao trigo. Quem deseja uma dieta com menos carboidratos e livre de glúten pode utilizar a farinha de teff como uma alternativa. Também pode ser usada para engrossar sopas e molhos de carne.

A farinha de teff é uma farinha indicada para celíacos ou outras pessoas intolerantes ao glúten. Tem uma aparência levemente granulada e é ideal para utilizar no preparo de bolos, tortas e pães. Tem uma coloração escura e um sabor acentuado, o que a torna bastante deliciosa. Vale a pena soltar a imaginação e utilizar essa farinha em substituição à farinha de trigo refinada.

Veja os 10 Benefícios Incríveis do Cereal Teff para a Saúde

1- Auxilia na perda de peso

Teff é composto por  amido de alta resistência, que ajuda as pessoas a ficarem satisfeitos por mais tempo,  ajuda também a controlar o apetite e a evitar que se coma fora das refeições, acrescentar esse cereal na alimentação favorece a perda de peso e pode ser utilizado em diferentes receitas.

2- Previne o Câncer

O cereal tem em seu perfil muitos nutrientes que combatem o crescimento de certas células cancerosas, consumi-lo regularmente pode ajudar a prevenir câncer de cólon.

3- Combate a anemia

O Teff possui  duas vezes mais ferro que  outros cereais, isso o torna um alimento extremamente importante para sua dieta, ele fortifica o sangue combatendo assim a anemia. Essencial para crianças e gestantes.

4- Amigo dos celíacos

A doença celíaca é causada por uma reação imunológica ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados, como massas, pizzas, bolos, pães, biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces, provocando dificuldade do organismo de absorver os nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e água. Quem tem essa doença sofre muito por ter uma imensa restrição alimentar, mas com o cereal Teff os problemas acabaram, pois ele não contém glúten, por isso, se torna essencial a sua introdução na alimentação diária, principalmente em alimentos como o pão caseiro, em bolos, em biscoitos e em crepes.

5- Para os diabéticos

Este cereal também ajuda a controlar o diabetes, por seus  altos níveis de ferro o cereal pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue e promove a função cardiovascular ideal.

6- Regula o intestino

Outros benefícios do teff são ajudar a melhorar a função intestinal renovando a flora intestinal, reforça o sistema imunológico por ser uma importante fonte de minerais como o cálcio e o ferro e é um alimento rico em nutrientes essenciais.

 7- Fonte de proteínas para vegetarianos

Muito recomendável para os vegetarianos, já que contém aminoácidos que não devem nunca faltar na nossa dieta diária e por ser riquíssimo em proteínas, não só contém todos os aminoácidos essenciais, mas também é mais rico em nutrientes do que muitas proteínas animais.

8- Melhora o funcionamento do cérebro

O cereal Teff é também excelente para o cérebro por conter muito ferro na sua composição, ele estimula os glóbulos vermelhos e melhora o nosso rendimento intelectual e diminui o estressemental.

9- Aumenta o vigor físico

Riquíssimo em proteínas que se transformam em energia no nosso corpo o Teff tem o poder de nos dar mais disposição para a prática de exercícios  físicos e seus minerais também ajudam na rápida recuperação após o exercício físico ou cansaço mental.

10- Melhora a digestão

Seu excelente perfil nutricional supera até mesmo outro superalimento, a  quinoa, ao contrário de muitos cereais sem glúten, o teff é rico em fibras, o que ajuda a melhorar a digestão e manter o organismo em equilíbrio.

Veja a seguir algumas receitas com a farinha de Teff

1) Receita de pão com farinha de Teff

teff 11

Ingredientes:

  • 1 e ½ xícaras de água morna;
  • 2 xícaras de farinha de Teff;
  • 4 colheres de sopa de azeite;
  • 1 colher de chá de açúcar mascavo;
  • 1 e ½ colheres de chá de goma xantana;
  • 3 colheres de sopa de mel;
  • 2 colheres de sopa de farinha de linhaça;
  • 1 e ¼ colheres de chá de sal marinho;
  • ½ xícara de pó de amido de milho;
  • ½ xícara de polvilho doce;
  • 2 e ¼ colheres de chá de fermento biológico seco.

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes secos e depois os líquidos e misture bem até formar uma massa homogênea. Molde o pão de acordo com sua preferência, disponha em uma assadeira e leve ao forno pré-aquecido por 30 minutos ou até dourar. Espere amornar e sirva.

2) Receita de Bolo doce com farinha de Teff

chocolate-angel-food-cake-with-espresso-glaze_crop_1376480430.48

Ingredientes:

  • 1 e 1/4 xícara de chá de farinha de teff;
  • ovos caipiras em temperatura ambiente;
  • 1 xícara de chá de farinha para polenta;
  • 1/4 colher de chá de sal;
  • 1 e 1/2 xícara de chá de açúcar mascavo;
  • 1/2 xícara de chá de óleo vegetal;
  • 3 bananas médias amassadas;
  • 1/3 xícara de chá de leite de coco;
  • 1 colher de sopa de semente de papoula;
  • 2 colheres de chá de extrato de baunilha;
  • 1/2 colher de chá de fermento em pó.

Modo de preparo:

Pré-aqueça o forno em temperatura média. Enquanto isso, unte uma forma média redonda e reserve. Em uma vasilha grande misture os ingredientes secos. Em uma batedeira adicione os ovos, óleo e bata até misturar bem. Em seguida, adicione o açúcar e bata até formar um creme. Em seguida, adicione as bananas, o leite e a essência. Então acrescente os ingredientes secos e as sementes de papoula e misture com uma colher. Despeje a massa na forma e leve ao forno por 35 minutos ou até dourar. Espere esfriar, desenforme e sirva.

3) Receita de Panqueca de farinha de Teff com peito de peru

teff 14

Massa

  • 3 ovos grandes;
  • 10 folhas de manjericão lavadas e secas;
  • 1 1/2 xícara de farinha de Teff;
  • 2 xícaras de leite desnatado;
  • 2 mãos cheias de folhas de espinafre lavadas e secas;
  • 1 xícara de água;
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva;
  • sal a gosto;
  • pimenta a gosto.

Recheio

  • 3 cenouras raladas;
  • folhas de alface;
  • fatias de peito de peru;
  • 4 colheres de sopa de cream cheese light;
  • sal a gosto;
  • pimenta a gosto.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes da massa em um processador ou liquidificador e reserve na geladeira por pelo menos 30 minutos para a massa descansar. Enquanto isso prepare o recheio. Rale a cenoura. Adicione azeite, sal e pimenta e misture bem. Retire a massa da geladeira, espere 5 minutos. Então aqueça uma frigideira anti-aderente untada com um fio de azeite, despeje uma concha de massa e espere dourar. Então vire do outro lado e deixe dourar novamente. Repita o processo até acabar a massa. Recheie, dobre a panqueca e sirva.

Fonte: https://biosom.com.br/blog/alimentacao/10-beneficios-do-cereal-teff/

O que é o jambú?

O jambú também é conhecido pelos nomes de agrião-do-pará, agrião-da-amazônia e agrião-do-norte, abecedária, agrião-bravo, agrião-do-brasil, botão-de-ouro, erva-maluca, jabuaçú, jaburama, jamaburana, mastruço e nhambu.

A planta é originária da região amazônica, ainda que possa ser cultivada em outras regiões do mundo, sendo encontrada ainda no sudoeste asiático.

Os ramos, as folhas e as flores do jambú podem ser consumidos crus em saladas e aparecer em preparações cozidas, refogadas ou assadas. Para você ter uma ideia, existe até uma pizza de jambú.

A planta também é utilizada em diversas receitas típicas do Pará como o tacacá, o tucupi, a goma de amido e em pratos com camarão. Seu sabor é picante e ela não apresenta cheiro.

As propriedades do jambú

A planta é conhecida por apresentar as seguintes propriedades:

  • Anestésicas;
  • Purgativas (laxantes);
  • Bactericidas (que destroem as bactérias);
  • Antifúngicas;
  • Antissépticas;
  • Antivirais;
  • Diuréticas;
  • Afrodisíacos;
  • Estimulantes do sistema imunológico;
  • Vasorrelaxantes.

Para que serve? 13 benefícios do jambú 

Agora que já conhecemos o que é a planta e suas propriedades, vamos aprender sobre alguns dos benefícios da Spilanthes acmella, que é o nome científico dado ao jambú.

1. Efeito analgésico

A planta já foi utilizada na medicina graças às suas propriedades analgésicas, ou seja, de aliviar as dores.

Entretanto, embora tenha sido identificado um efeito de amenizar as dores em ratos quando a planta é aplicada na pele, não existem evidências de que a ação se repita por meio do consumo oral, e não há a confirmação de que os mesmos efeitos sejam repetidos em seres humanos.

2. Ação antioxidante e vasorrelaxante

A planta medicinal mostrou possuir um composto denominado escopoletina em sua composição, que é dotado de ação antioxidante e vasorrelaxante.

Enquanto o efeito antioxidante é importante para combater os radicais livres que são causadores de doenças como o câncer e conhecidos como promotores do envelhecimento precoce, a ação vasorrelaxante está associada à diminuição da tensão vascular.

3. Propriedades afrodisíacas

Isso significa que a planta está associada ao aumento da libido. O jambú apresentou um potente efeito afrodisíaco em ratos, sem trazer um efeito agudo, porém, por meio de uma ação que se intensifica ao longo do tempo.

4. Efeito diurético

Quando dizemos que uma substância é diurética, isso quer dizer que ela promove a eliminação de líquido do corpo através do aumento de volume da urina. Isso é útil para pessoas que sofrem com a retenção de líquido, que traz consigo o desagradável efeito de inchaço.

Entretanto, é necessário tomar cuidado para não abusar da utilização da planta, eliminar água demais e acabar sofrendo uma desidratação.

5. Aumento da testosterona

O jambú mostrou ainda aumentar o hormônio testosterona no organismo. Nos homens, a testosterona está associada a funções relacionadas ao sistema reprodutivo, à sexualidade, à densidade óssea e à massa muscular.

6. Elevação da produção de colágeno

Outros dos benefícios da Spilanthes acmella é que a erva medicinal está associada ao aumento da produção de colágeno.

O colágeno é uma proteína classificada como estrutural, que é importante para a firmeza da pele, além de ser responsável pela sustentação das células, trabalhar na cicatrização do tecido e colaborar com a integridade e o funcionamento apropriado dos ossos, segundo o que a farmacêutica da Universidade de São Paulo (USP), Vivian Zague, explicou.

Auxílio ao tratamento de condições de saúde 

Como uma planta medicinal, o jambú também é utilizado para auxiliar o tratamento de uma série de condições que afetam o organismo. Entre elas:

  1. Candidíase;
  2. Herpes;
  3. Dor de dente;
  4. Fraqueza;
  5. Problemas na pele;
  6. Tosse;
  7. Gengivite.

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/13-beneficios-do-jambu-para-que-serve-propriedades-e-dicas/#J40lTvVPd4IkK1bq.99

Sabemos muito bem que a indústria farmacêutica é um advento dos tempos mais modernos. Mas as doenças existem desde que o mundo é mundo, então quais recursos os homens usavam para tratar seus males e aliviar suas dores? As plantas medicinais, é claro!

O conhecimento a respeito das técnicas de uso e os benefícios que elas trazem àsaúde foram evoluindo ao longo do tempo e hoje não é difícil encontrar informações úteis sobre como usar, quais os benefícios e que possíveis efeitos colaterais elas podem causar.

Nesse artigo trazemos para você três exemplos de plantas medicinais que provavelmente já fazem parte do seu consumo, mas você vai descobrir muito mais sobre os seus benefícios.

Alho, muito mais do que um bom tempero

Ele provavelmente já faz parte do seu consumo diário, já que é muito utilizado para temperar diferentes tipos de comida e dar um toque especial no sabor. Certamente você também já ouviu falar naquele chazinho de alho com limão que é ótimo para combater gripes e resfriados.

Mas os benefícios desta, que é uma das melhores plantas medicinais, vão muito além disso. Ele é rico em uma substância chamada alicina, a maior responsável por suas propriedades benéficas, que são:

  • Reduzir a pressão arterial
  • Diminuir os níveis de colesterol ruim (LDL)
  • Melhorar a circulação sanguínea
  • Ajudar no combate a diversos tipos de câncer
  • Tratar doenças respiratórias como bronquite e tuberculose, além de combater a tosse e funcionar como um expectorante
  • Combate os radicais livres
  • Auxiliar no tratamento de cortes e feridas
  • Fortalecer o sistema imunológico

Beterraba, variadas formas de consumo

beterraba não pode faltar se o assunto é “plantas medicinais”: além de ser muito fácil de encontrar, o fato de poder ser consumida crua no preparo de saladas, cozida junto a outros alimentos e até mesmo na forma de sucos, como o de beterraba com laranja, torna muito versátil a sua utilização.

Dessa forma, não há desculpa para não usufruir de seus benefícios, listados a seguir:

  • Excelente antioxidante, ajudando no combate aos radicais livres e prevenindo o envelhecimento precoce
  • Diminui os níveis de colesterol ruim (LDL) e reduz a pressão arterial
  • Ajuda a eliminar toxinas do organismo, contribuindo para a saúde do fígado
  • Inibe a formação de células cancerígenas
  • Por ser rica em fibras, melhora a digestão e o funcionamento do intestino
  • Ajuda no tratamento da anemia e combate a fadiga
  • Ajuda a perder peso, além de fornecer energia para a prática de exercícios

Gengibre, um remédio natural de uso milenar

Muito se diz a respeito do potencial que ele tem para ajudar no emagrecimento, mas suas propriedades estão longe de se limitarem à perda de peso. Esta é uma das plantas medicinais usadas há séculos para tratar de diversas doenças, devido aos seus muitos benefícios:

  • Auxilia no tratamento de diversos tipos de câncer
  • Eficaz para combater náuseas, enjoos, vômitos e azia
  • Eficácia comprovada por estudos no alívio da enxaqueca
  • Excelente remédio para inflamações na garganta e rouquidão
  • Ajuda a tratar problemas respiratórios como asma e bronquite
  • Melhora a digestão e ajuda a tratar gases, diarreia, gastrite, etc.
  • Ameniza os sintomas da menopausa, combate a cólica menstrual e aumenta a libido

Existe uma gama enorme de plantas medicinais com variadas finalidades. É válido ressaltar que o fato de serem naturais não significa que são 100% seguras de serem consumidas. Toda planta pode causar efeitos colaterais e você deve buscar informação de uma fonte confiável e orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento.

Fonte: https://www.dietaeboasaude.com.br/plantas-medicinais-utilidades-beneficios/

Sabe as plantas “daninhas”? Muitas pessoas não conhecem a riqueza de várias plantas que nascem espontaneamente em canteiros, jardins, hortas, campo ou até mesmo na cidade. Muitas dessas plantas que simplesmente aparecem nos lugares são comestíveis e apresentam índices nutricionais iguais ou superiores às hortaliças, raízes e frutos que estamos habituados a comer.

Chamam-se PANCs (plantas alimentícias não convencionais), essas plantas nativas ou exóticas que não estão incluídas no nosso cardápio cotidiano e que possuem uma ou mais partes comestíveis.

Com que modelo de alimentação vivemos?

A maioria da nossa alimentação é baseada em no máximo quatro espécies de plantas. 90% dos alimentos que consumimos vêm de apenas 20 tipos de plantas. Por outro lado, a oferta de plantas alimentícias é de pelo menos 30 mil tipos diferentes.

A FAO, órgão da ONU, envolvido com a questão da alimentação mundial, estima que 75% das variedades convencionais de plantas alimentícias já foram perdidas.

A predominância das hortaliças (verduras, legumes, etc.) comercializadas hoje provém de empresas de sementes e não corresponde a plantas nativas.

Suas sementes sofreram “melhoramento” e seu modo de cultivo foi visando suprir as enormes demandas induzidas pelo mercado de forma que é feita por meio de monoculturas: um modelo simplificado e disfuncional de trato com os ecossistemas.

As monoculturas dependem de um aporte energético muito elevado. Além do uso intenso de biocidas (herbicidas, pesticidas, inseticidas), que contaminam os ecossistemas, a saúde do trabalhador e do consumidor. O sufixo CIDA corresponde a MATAR, e BIO significa vida.

Muitas dessas empresas que comercializam as sementes estão associadas também a venda de vitaminas e remédios que tratam algumas doenças. Essas, resultado da disfuncionalidade da nossa alimentação.

O Brasil então se tornou, a partir de 2008, o país que mais consome agrotóxicos em todo mundo, mesmo que seja o país detentor da maior diversidade biológica. “São 5 litros de agrotóxicos por habitante/ano.

Essa é uma história longa que reflete o atual modelo hegemônico. Sem perceber vivemos hoje uma servidão alimentar controlada por empresas de agroquímicos e “bio” tecnologia, associadas a mercados financeiros e inconscientes das reais necessidades alimentares da população.

Por que comer PANCS?

As PANCs vem então como alimentos funcionais em nosso organismo, por meio de vitaminas essenciais, antioxidantes, fibras e sais minerais que nem sempre são encontrados em outros alimentos. A seguir, abordaremos algumas das PANCs, trazendo orientações sobre como identificar, usos culinários, medicinais e propriedades nutricionais.

1) Capuchinha (Tropaeolum majus)
Familia Tropaeolaceae

Propriedades: rica em vitamina C, antocianina, carotenóides e flavonóides. O suco é expectorante. As folhas abrem o apetite, facilitam a digestão e são calmantes. Tem potencial antioxidante, anti -inflamatório e hipotensor.

Parte comestível e usos: Toda a planta. Com sabor picante semelhante ao agrião, as flores e folhas podem ser utilizadas em forma de saladas, patês, pães, em sopas e refogados. Seus frutos podem ser preparados como alcaparra (em forma de conserva). Suas sementes maduras podem ser tostadas e moídas, substituindo a pimenta-do-reino.

Descrição: folhas arredondadas, com nervuras bem marcadas saindo do centro, onde se insere o talo. Flores isoladas, afuniladas, que variam da coloração amarela, alaranjada, aos tons de vermelho com marchas escuras internas.18280214_1386032641465873_1494179472_n

2) Dente-de-leão (Taraxacum officinale)
Família Asteraceae

Propriedades: Além de ferro e potássio, é rico em vitaminas A, B e C. As raízes são popularmente usadas como diuréticas. Folhas com propriedades depurativas.

Parte comestível e usos: folhas e raízes podem ser consumidas cruas ou refogadas. As flores podem ser consumidas em saladas e na confecção de geléias.

Descrição: folhas serreadas com o caule avermelhado na base, possui apenas uma flor por haste, que são amarelas e vistosas.

18280967_1386032651465872_848537559_n

3) Ora-pro-nóbis (Pereski aculeata)
Família Cactaceae

Propriedades: as folhas possuem cerca de 25% de proteínas (peso seco), das quais 85% acham-se numa forma digestível, facilmente aproveitável pelo organismo e muito indicada para dietas vegetarianas. Possui ainda vitaminas A, B e principalmente C, além de cálcio, fósforo e quantidade considerável de ferro, ajudando no combate a anemias.

Usos: come-se as folhas, frutos e flores, cruas ou cozidas. As folhas podem ser usadas em saladas, refogados, sopas, omeletes ou tortas, além de enriquecer pães, bolos, massas. Sua mucilagem pode substituir o ovo nas preparações. Os frutos podem ser usados para sucos, geléias, mousse e licor. As sementes podem ser germinadas para produzir brotos. As flores jovens podem ser usadas em saladas, salteadas puras ou com carnes e em omelete.

Descrição: planta trepadeira, seus ramos apresentam espinhos que aparecem em trio e suas flores são de tamanho médio, brancas e amarelas.

18302211_1386032644799206_997560608_n

4) Inhame (Colocasia esculenta)
Família Aracea

Propriedades: é rico em zinco, fitoestrógenos e considerado uma importante fonte de carboidratos e fibras. Além disso, também tem boas quantidades de vitaminas C e vitaminas do complexo B (B1, B3, B5, B6 e B9).

Parte comestível e usos: tubérculos. Após cozidos podem ser utilizados em sopas, refogados, saladas, pães, bolos e sobremesas.

Descrição: folhas grandes, dispostas em roseta livre, apontadas para baixo, em forma de coração e com a margem levemente ondulada. Na inserção da haste a folha não é fendida, diferentemente da taioba, outra planta alimentícia não convencional.

18280087_1386032638132540_668637816_n

5) Picão/ picão –preto/carrapicho (Bidens pilosa)
Família Asteraceae

Propriedades: o picão apresenta atividade antioxidante, é fonte de proteína, fibra, ferro, magnésio e alto teor de cobre. Analgésico. Também foram detectadas atividades antimalárica, bactericida, hepatoprotetora, anti-inflamatória, hipotensora, imunoestimulante, e anti-hipertensiva.

Parte comestível e usos: folhas e ramos jovens podem ser consumidos crus e, especialmente, cozidos em diversos pratos: saladas temperadas, farofas, sopas, entre outros. Pode ser preparado um chá gelado a partir da água do cozimento do picão com adição de suco de limão e açúcar.

18302071_1386023811466756_811480207_n

Descrição: ramos eretos, margem da folha serreada, esparsamente pilosa em ambas as faces. Flores geralmente ausentes, quando presentes, amarelas.

Fonte: Plantas alimentícias não convencionais (PANCs) : hortaliças espontâneas e nativas / organização de Marília Elisa Becker Kelen et al. — 1. ed. — Porto Alegre : UFRGS, 2015. 44 p. : il. color.

PANCs (Plantas Alimentícias não Convencionais) – Você conhece?

O alho era muito utilizado há milhares de anos pelos hebanários (estabelecimento que vende ervas medicinais) e curandeiros para combater inúmeras doenças.

Louis Pasteur, químico francês do século XIX, evidenciou propriedades anti-sépticas que há no alho, informações, estas usadas na Primeira e Segunda Guerra Mundial, pelos exércitos inglês, alemão e russo.

Hoje o alho é receitado pelos naturalistas e outros que acreditam na cura pelas ervas como também para prevenir resfriados, gripes e doenças infecciosas.

Foi feito um estudo pelos cientistas mais profundo, a respeito do uso do alho para o colesterol e na hipertensão, eles explicam que a alicina, uma substancia química que se forma quando o alho é esmagado, reduz os níveis de colesterol e baixa a pressão arterial, também nesta pesquisa descobriram que reduz as coagulações sanguíneas, diminuindo assim o risco de infarto e derrame cerebral.

Foram feitas pesquisas em laboratórios com animais, que mostram que o alho ajuda a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de ajudar a prevenir o câncer do cólon e do esôfago.

Ainda não foi determinada a quantidade de alho a ser consumida para obter esses benefícios a saúde.

Alguns médicos alemães acreditam que quatro gramas, que seria o equivalente a dois dentes de alho, seria o suficiente para tratar a hipertensão ou o colesterol, já para inibir a coagulação sanguínea, teria no mínimo ser 10 dentes de alho.

Já os clínicos descordam quanto a ser cozido ou desidratado que o consumo seja cru, o seu inconveniente é que o alho cru pode causar indigestão, e também pode causar irritação na mucosa, e na pele.

Não existem garantias de que ele evita as doenças. Mas de qualquer forma sabemos que o alho enriquece as refeições deixando com mais sabor.

Tradicionalmente, o alho como um alimento Yang tem sido usado para promover circulação de energia, aquecer o estômago e remover algumas substâncias tóxicas acumuladas.

Isso é compatível com o descobrimento moderno do alho ser capaz de matar germe, promover a digestão e melhorar o apetite. Mas descobriram-se nos últimos anos que o alho possui muitas funções terapêuticas mais importantes, tanto quanto sendo usado como um remédio para hipertensão, hepatite e câncer.

O alho tem estado em uso popular no Japão há um longo tempo, e um recente estudo Japonês revelou que o alho contém um mineral chamado Ge que é capaz de prevenir o câncer de estômago.

Um time de médicos do “Hunam Medical College” na China, o qual chamou a si próprio de Grupo Pesquisador do Alho como Agente Anticancerígeno, usou um medicamento patenteado feito de alho para tratar 21 casos de carcinoma de nasofaringe (câncer do nariz e da garganta) com resultados significantes na maioria dos casos.

Além disso, o mesmo grupo de médicos também descobriu que o alho é eficaz para tuberculose pulmonar, coqueluche, disenteria amebiana e bacilar, enterite (inflamação dos intestinos), oxiuríase (oxiúro), ancilostomíase (uncinariose), prevenção de gripe e de epidêmica (inflamação do cérebro e aplicação externa para o tratamento de vaginite por tricomonas)

O alho tem efeitos colaterais, entretanto, e por esta razão, deveria ser usado com cuidado. O alho pode fazer com que as hemácias se tornem marrom escuras pelo contato, e também podem dissolver as hemácias quando aplicado em grandes concentrações.

Além disso, o óleo volátil contido no alho pode inibir a secreção de sucos gástricos e também pode causar anemia. Sabe-se bem que o alho pode causar mau hálito, o qual pode ser reduzido ou eliminado pelo gargarejo com chá forte, comendo algumas tâmaras vermelhas ou bebendo algumas xícaras de chá.

O alho na fitoterapia

A utilização do alho como fitoterápico ou como alimento funcional remonta à antiguidade. Há indícios de seu uso no Antigo Egito, na Grécia (onde era conhecido como “rosa de mau cheiro”) e na Babilônia, há mais de 5 mil anos. Documentos Chineses de 3 mil anos, anotados por Marco Polo falam do uso medicamentoso do alho, para desintoxicação.

Foi Hipócrates o primeiro a descrever com detalhes o uso terapêutico do alho, como diurético e laxante. Plínio e Galeno, médicos romanos também utilizavam o alho para o tratamento de infecções intestinais, problemas digestivos, pressão alta, senilidade e impotência.

Consta que a uma das primeiras greves de que se tem notícia aconteceu quando os trabalhadores que construíam as pirâmides do Egito deixaram de receber sua porção diária de alho, que estava em falta no mercado. Eles acreditavam que tal alimento os deixava com maior rendimento físico e os protegia das endemias típicas da época, como o cólera, o tifo e a varíola.

Louis Pasteur demonstrou as propriedades anti-sépticas do alho, o que motivou seu uso nas Grandes Guerras, tanto por ingleses, como por alemãs e russos.

Com o desenvolvimento dos antibióticos durante a segunda grande guerra, os estudos com o alho foram abandonados até recentemente, quando se renovou o interesse devido ao aparecimento de microorganismos resistentes aos antibióticos.

De fato, a alicina – substância presente na planta – tem ação bactericida em infecções de pele como a furunculose e também ação antiviral comprovada contra o vírus da gripe. O extrato de alho é usado atualmente como antibiótico e antifúngico e como antiviral no tratamento da herpes e outros vírus relacionados.

Aumenta a ativação das células T e acentua a função antitumoral dos macrófagos. Na China, altas doses provaram ter eficiência no tratamento da meningite criptocócica, infecção fúngica muito resistente à terapia convencional.

São também muito conhecidas as propriedades vermífugas do alho, tanto anti-helmínticas quanto antiprotozoários, principalmente a ameba.

Por ser um inibidor das proteases, o alho afeta a concentração sérica de alguns antiretrovirais que utilizam a mesma via metabólica, como o indinavir e o saquinavir, reduzindo sua concentração em até 50%. Isto serve de alerta para que se tenha cautela no uso indiscriminado da planta, principalmente em pacientes que vivem com HIV e que façam uso do “coquetel” anti-HIV.

Além deste caso, foram descritos alguns casos de dermatite de contato e asma alérgica após a ingestão de alho.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, o risco de homens que comem mais alho e cebola em desenvolver câncer de próstata é 50% menor que os que não fazem o uso destes vegetais na dieta.

Foi comprovada a atividade dos leucócitos de pessoas alimentadas com alho 139 % superior que os de pessoas sem alho na dieta. Esta proteção parece ser resultado de vários mecanismos, incluindo: bloqueio da formação de compostos nitrosaminas, hepatoproteção seletiva contra substâncias carcinogênica, supressão da bioativação de vários carcinogênicos, aumento seletivo do reparo do DNA, redução da proliferação celular e indução da apoptose.

Possivelmente vários destes eventos ocorrem simultaneamente e a ação dos componentes sulfurados parece ser influenciada por diversos componentes da dieta. Por exemplo, a presença do selênio, seja como parte da dieta, seja componente do suplemento alho, contribui para aumentar a proteção contra carcinogênese mamária induzida pelo 7,2 dimetilbensa (a) antraceno.

composto sulfurado com propriedade antineoplásica

tipo de célula onde atua

ajoene

linfócitos, células colonicas, leucemia

alicina

linfóide

dialil sulfeto

próstata, leucócitos

dialil dissulfeto

pulmão, células colonicas, pele, próstata, mama

dialil trissulfeto

pulmão

s-alil cisteína

neuroblastoma, melanoma

s-alilmercaptocisteína

próstata, mama

Esta capacidade de alimento funcional parece ser devida a um composto sulfuroso, o allium, que também é o responsável pelo cheiro característico.

Os compostos de enxofre e flavonóide quercetina parecem ser os responsáveis pela prevenção do aparecimento de células cancerosas no estômago e fígado.

A ação antioxidante da alicina, da aliina e do ajoeno justificam o efeito do alho sobre as LDL pois inibem a peroxidação lipídica por meio da inibição da enzima xantina oxidase e de eicosanóides.

O alho também eleva a capacidade total antioxidante do organismo devido à ação dos bioflavonóides quercitina e campferol, por meio de um mecanismo mediado pelo óxido nítrico e, in vitro, age diretamente como varredor dos radicais livres. a alicina mostrar analogia estrutural com o dimetilsulfeto, o qual possui uma boa capacidade varredora de radicais livres.

A presença de selênio em sua composição também contribui com este efeito. Isto quer dizer que os compostos sulfurados aliados aos bioflavonóides incrementam, a ação medicamentosa do alho.

Indica-se a suspensão de suplementos de alho para gestantes, nutrizes, crianças abaixo de quatro anos e nos períodos pré e pós-cirúrgicos devido ao seu efeito antiplaquetário. Este mesmo efeito indica seu uso como adjuvante no tratamento da hipertensão arterial e das arritmias cardíacas.

Há evidências, cuja comprovação depende ainda de estudos mais profundos e sistemáticos, com relação à funcionalidade alimentícia do alho no que tange ao aparelho cardiovascular.

Os achados até agora indicam possíveis benefícios no controle dos níveis de colesterol no sangue, bem como no controle da hipertensão arterial.

Conclusão:

Com o sabor marcante e aroma envolvente, este pequeno alimento, parente da cebola, nos é de grande utilização. Muito usado por nós brasileiros como tempero e como remédio.

Vimos que este condimento tem enorme importância em nossas casas, não só por ser indispensável na cozinha como faz muito bem à saúde. Gripou? Tome um chá de alho.

Se você é um amante do alho, abuse do seu sabor, que assim sua saúde será privilegiada com a ação fitoterápica deste bulbo. Mas lembre-se de dar alho às pessoas a sua volta, assim ninguém irá perceber que você comeu alho também.

Fonte: https://hortaeflores.blogspot.com.br/2015/08/alho-plantas-que-curam.html

Rica em vitamina A, C, potássio e ferro, a batata-doce é um super alimento!

Muito nutritiva, esta apresenta um índice glicémico reduzido. Isto significa que ela é absorvida lentamente pelo organismo, não alterando os níveis de açúcar no sangue.

Neste post vamos apresentar-lhe 10 motivos para comer batata-doce regularmente, conheça-os:

1. Ajuda o organismo e queimar gordura e a ganhar massa muscular;

2. Controla a diabetes, devido ao seu baixo índice glicêmico;

3. É rica em fibras, o que faz com que diminua o apetite e ajude a emagrecer;

4. Possui vitamina A, que ajuda a fortalecer o sistema imunológico;

5. A vitamina A previne diversos tipos de câncer e ajuda a ter ossos fortes;

6. É um poderoso antioxidante;

7. Reduz o mau colesterol;

8. A vitamina E presente na batata-doce rejuvenesce a pele;

9. Controla a pressão arterial, pois é rica em vitamina C;

10. A vitamina C previne a anemia;

Agora que já sabe o que a batata-doce pode fazer pela sua saúde, do que está à espera para a incluir na sua alimentação? Assista ao vídeo e aprenda 3 receitas saudáveis com batata-doce que ajudam emagrecer.

Fonte: http://www.dicasonline.tv/dez-beneficios-batata-doce/

Vai um queijo de derreter aí? Não é crudívoro, porque vai ao fogo, mas é vegano. E vai óleo isolado… Mas vamos confessar, bem que apetece, de vez em quando, umas rodelas de tomate, um cracker com um ‘veganinho’ derretido por cima né?

Então, selecionei esta receita cuja ideia original veio do Cocinando Facil (canal espanhol no You Tube), mas foi customizado para o jeito Doce Limão, onde usamos azeite de avocado (ou de abacate), fito sal… E, depois de testado e aprovado, foi para o novo filhote Cadê o leite que estava aqui?

Vamos lá: barriga no fogão!!!

Quer mais 70 receitas como essa? Confira nosso e-book abaixo:

No vídeo fizemos MEIA RECEITA, vamos à receita INTEIRA para 500 gramas de muçarela

Ingredientes: 2 xícaras (chá) de água fria, 2 xícaras (chá) de iogurte de coco, 2/3 xícara (chá) de azeite de oliva (no vídeo usamos azeite de avocado), 2 colheres (chá) de fito-sal ou sal marinho, 8 colheres (sopa) de polvilho azedo, 4 colheres grandes (sopa) de amido de milho, 1 colher (sopa) de  suco fresco de limão, 25 g de Ágar-ágar (precisa ser do importado, o nacional não funciona).

Uma dica: se você usar direto a polpa do coco-verde opte por aquela que tiver uma espessura acima dos 3 mm. Evite o coco seco porque o queijo final ficará fibroso. No caso do coco seco germinado, sugiro extrair o leite (bem concentrado) e deixar virar iogurte, conforme indicado na receita.

Preparo: bata no liquidificador as 2 xícaras de água, o iogurte, o azeite, o sal, o polvilho, o amido de milho, o suco fresco de limão e o ágar-ágar. Até uma textura bem lisa e homogênea.

Em separado: prepare uma bacia com água, bastante gelo e uma colher de sopa de sal, onde serão jogadas as bolas de queijo para resfriar rapidamente.

No fogão: passe o creme do liquidificador para uma panela de ágata ou inox e leve ao fogo. Vá mexendo com uma espátula de bambu. Após 5 minutos, quando começa a encorpar, abaixe o fogo e siga mexendo sem parar. Quando chegar a uma textura de um mingau bem grosso, tipo um queijo derretido (meio chiclete), tire do fogo e comece a formar as bolas, usando um boleador de sorvete ou 2 colheres de sopa para ir dando a forma desejada.

E vá jogando as bolas dentro da bacia com água, bastante gelo e sal. Uma dica: faça bolas com 5-6 cm máximo para o resfriamento ser rápido e efetivo. Aguarde alguns minutos até que as bolas fiquem bem resfriadas e firmes.

Pronto: retire do gelo, passe para local onde poderá ser manipulado ou servido. Corte em cubos para servir como aperitivo ou em fatias para derreter sobre rodelas de tomate, abobrinha, crackers… Também gosto dos espetinhos com tomate cereja, rodelas de cenoura, abobrinha e cubos de muçarela vegana.

(*) Mônica Cristina Campos  – Nutricionista desde 1995 pela Universidade Metodista de Piracicaba, especializada em Nutrição Clínica Funcional desde 2006 pelo Centro Valéria Paschoal de Ensino – SP, com vasta experiência na área hospitalar, ambulatorial e educação nutricional infantil, atuou como Nutricionista da Oficina da Semente com Dr. Alberto Peribanez Gonzalez de 2012 a 2016 e nas Oficinas e Detox no Doce Limão com a escritora Conceição Trucom desde 2015. Visite o blogdamoc

* Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.

Usar a farinha de banana verde é uma ótima estratégia para emagrecer porque ela ajuda a controlar a fome, diminui os picos de glicemia, solta o intestino e ainda diminui o colesterol e os triglicerídios.

Com tantos benefícios essa farinha, que é muito fácil de fazer em casa, é um bom suplemento alimentar para quem está de dieta ou simplesmente se preocupa com a aparência e a saúde. Os principais benefícios da farinha de banana verde incluem:

  • Ajudar a emagrecer porque sacia a fome e faz os alimentos permanecerem mais tempo no estômago;
  • Ajuda a controlar a diabetes porque tem baixo índice glicêmico, que impede os picos de glicemia no sangue;
  • Melhorar o trânsito intestinal porque tem fibras insolúveis, que aumentam o bolo fecal, facilitando sua saída;
  • Diminuir o colesterol e os triglicerídeos porque favorece que estas moleculas se unam ao bolo fecal, sendo eliminados do corpo;
  • Favorece as defesas naturais do corpo porque com o intestino funcionando bem, ele consegue produzir mais células de defesa;
  • Combate a tristeza e a depressão devido a presença de potássio, fibras, sais minerais, vitaminas B1, B6 e betacaroteno que possui.

Para conseguir alcançar todos estes benefícios, é recomendado consumir regularmente a farinha de banana verde e seguir uma alimentação saudável, com poucas gorduras e açúcar e ainda fazer algum tipo de atividade física.

Benefícios da Farinha de Banana Verde e Como usar

Como fazer a farinha de banana verde

Para fazer a farinha de banana verde em casa basta seguir a receita:

Ingredientes

  • 6 bananas verdes

Modo de preparo

Cortar as bananas em rodelas médias, colocar lado a lado em uma forma e levar ao forno em temperatura baixa, para não queimá-la. Deixar até elas ficarem bem secas, praticamente esfarinhando na mão. Retirar do forno e deixar esfriar na temperatura ambiente. Depois de totalmente frias, colocar as rodelas no liquidificador e bater bem até virar uma farinha. Peneirar até a farinha ficar na espessura desejada e guarde num recipiente bem seco e tampe.

Esta farinha de banana verde caseira dura até 20 dias e não contém glúten.

Como usar

A quantidade de farinha de banana verde que se deve consumir por dia é de até 30 gramas. Você pode adicionar até 2 colheres (de sopa = 20g) num copo de água e tomar em jejum ou adicionar no iogurte, na fruta, na vitamina de frutas ou no feijão, por exemplo.

Ela não tem um sabor forte e também pode ser usada para substituir a farinha de trigo no preparo de bolos, muffins, biscoitos e panquecas.

Mas é importante consumir mais água que o habitual para garantir que o bolo fecal fica bem hidratado, facilitando sua saída. Caso contrário, as fezes ficarão muito secas.

Receitas com farinha de banana verde

1. Bolo de banana com passas

Este bolo é saudável e não tem açúcar, mas é doce na medida certa porque tem banana madura e uvas passas.

Benefícios da Farinha de Banana Verde e Como usar

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 3 colheres de óleo de coco
  • 1 1/2 xícara de farinha de banana verde
  • 1/2 xícara de farelo de aveia
  • 4 bananas maduras
  • 1/2 xícara de uva passa
  • 1 pitada de canela
  • 1 colher de sopa de fermento

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes, colocando o fermento por último, até que fique tudo uniforme. Leve ao forno para assar durante 20 minutos ou até que passe no teste do palito.

O ideal é colocar o bolo em pequenas forminhas ou num tabuleiro para fazer muffin porque ele não cresce muito e tem uma massa um pouco mais espessa que o normal. Assim ele irá ficar mais bonito e irá cozinhar mais rápido.

2. Panqueca com farinha de banana verde

Benefícios da Farinha de Banana Verde e Como usar

Ingredientes:

  • 1 ovo
  • 3 colheres de óleo de coco
  • 1 xícara de farinha de banana verde
  • 1 copo de leite de vaca ou de amêndoa
  • 1 colher de fermento
  • 1 pitada de sal e de açúcar ou stévia

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes com um mixer e depois prepare cada panqueca colocando um pouquinho da massa numa frigifeira pequena untada com óleo de coco. Aqueça os dois lados da panqueca e depois use como recheio frutas, iogurte ou queijo, por exemplo.

Informação nutricional

A tabela a seguir indica o valor nutricional encontrado na farinha de banana verde:

Nutrientes Quantidade em 2 colheres de sopa (20g)
Energia 79 calorias
Carboidratos 19 g
Fibras 2 g
Proteína 1 g
Vitamina 2 mg
Magnésio 21 mg
Gorduras 0 mg
Ferro 0,7 mg

Preço e onde comprar

A farinha de banana verde industrializada pode ser encontrada em alguns supermercados e em lojas de produtos naturais. Seu preço varia entre 5 a 15 reais.

Quem não pode consumir

 A farinha de banana verde não possui contraindicações e pode ser consumidas por todas as pessoas, de todas as idades. Mas se optar por um produto industrializado veja seu rótulo para garantir que não contém corantes ou outros aditivos alimentares porque estes devem ser usados com moderação por crianças.