Mês: julho 2016

sal_pia

O sal já foi um produto precioso, capaz de enriquecer e construir impérios.

E por isso até já foi motivo de guerras.

Se antes ele servia como uma generosa forma de pagamento, hoje basta sentar num simples boteco para encontrar um saleiro.

As civilizações mais antigas, como o Egito, registraram, em papiros, a apreciação que tinham pelo sal – que não apenas servia para a saúde do corpo, como também já era sabido que ajudava a conservar alimentos.

Infelizmente, o sal refinado é o mais consumido, e ele é um veneno para a saúde.

Mas o sal integral – como o do Himalaia e o de Guérande – continua sendo muito precioso para o nosso organismo e devemos nos esforçar para incluí-lo em nossa dieta.

Mas neste post vamos fazer diferente.

Nós vamos mostrar algumas utilidades do sal fora da culinária e de questões de saúde.

Acreditamos que esta seja uma matéria importante porque pouca gente tem conhecimento de suas utilidades fora da cozinha.

Em todos esses usos, claro, você vai usar o sal comum, que é o mais barato.

Veja como usar o sal para:

1. Deixar peças metálicas brilhando

Misture em partes iguais sal, farinha de trigo e vinagre.

Em seguida, aplique no sobre o metal.

2. Limpar panelas de ferro

Com a panela ainda quente, utilize uma pasta da mistura de óleo e sal para remover as sujeiras.

Se desejar, preencha o fundo da panela com óleo de cozinha e aquecer por alguns minutos. Depois, acrescente algumas colheres de sal grosso – pronto! agora é só remover a sujeira com a pasta que irá se formar.

Enxágue com água quente e seque normalmente.

3. Remover ovos quebrados no chão

Tem coisa mais chata do que ter que limpar o piso sujo de ovo cru?

A consistência líquida não precisa mais ser um problema quando ocorrer esse tipo de acidente.

Tudo o que você precisa é cobrir todo o ovo derramado com sal – tanto a clara como a gema ficarão fáceis de ser removidas.

4. Limpar panelas gordurosas

Adicione um pouco de sal e, em seguida, use um pedaço de papel para ajudar na limpeza.

Após isso, siga com a lavagem normal.

5. Limpar panela queimada

É muito simples.

Tudo o que você precisa fazer é forrar o fundo da panela com sal e acrescentar um pouco de água.

Mexa bem e depois leve a panela à água corrente, lavando normalmente com uma esponja.

6. Limpar a esponja de prato

As esponjas ficam frequentemente sujas, sejam por resíduos de comida ou até mesmo  na hora de limpar alguma panela queimada.

Para resolver o problema, encha uma pequena vasilha com água e sal – misture bem.

Depois disso, mergulhe a esponja e deixe-a de molho por alguns minutos.

Quando retirar, verá que a esponja vai estar limpinha outra vez.

7. Remover líquidos recém-derramados no tapete

Jogue um pouco de sal sobre a região manchada.

Depois que tiver seca, utilize o aspirador para dar o toque final.

8. Remover manchas antigas de líquido no tapete

Misture 1/4 de xícara de sal e 2 colheres (sopa) de vinagre.

Esfregue bem a mistura no tapete e deixe-o secar. Depois é só passar o aspirador.

9. Desentupir pias

Coloque bastante sal no ralo da pia.

Depois acrescente água fervente por cima.

Enquanto a água escoa para dentro dos canos, feche o ralo com um pano para fazer pressão (tenha cuidado para não se queimar).

Você vai ouvir um barulho indicando que o cano está sendo desentupido.

10. Eliminar chulé

Lave bem os pés e, em seguida, passe a mistura de vinagre com sal – isso vai impedir o mau cheiro.

11. Eliminar cheiro de comida

Para eliminar o cheiro de comida que fica no forno, prepare uma mistura com sal e canela.

Depois, ligue o forno por alguns minutos.

Desligue-o e espere um pouco.

Com ele ainda quente, borrife a mistura na parte de cima e de baixo deste.

Espere o forno esfriar e tire as manchas com um pano úmido.

12. Evitar focos do mosquito da dengue

Esta é uma estratégia simples, barata e eficaz no combate ao mosquito da dengue, zika e chicungunha.

Basta colocar sal de cozinha para evitar o desenvolvimento das larvas do Aedes aegypti em locais como vasos sanitários, ralos, pneus e outros.

13. Eliminar manchas de mofo

Quer eliminar manchas de mofo nas roupas?

Tente esta dica: faça uma pasta de partes iguais de sal e suco de limão.

Aplique a pasta sobre a mancha e leve para secar ao sol.

Depois, lave normalmente.

14. Clarear os lençóis

Deseja ver seus lençóis amarelados voltarem a ficar branquinhos?

É simples: adicione a uma panela grande 5 colheres (sopa) de sal e uma de bicarbonato de sódio.

Encha a panela com água e coloque os lençóis amarelados dentro para ferver de 15 a 30 minutos.

Depois é só desligar, esperar esfriar um pouco e tirar os lençóis para lavá-los com água fria.

15. Tirar manchas de xícaras

Suas xícaras estão manchadas por chá ou café e água com detergente não resolve?

Faça o seguinte: esfregue sal nas xícaras manchadas.

Isso vai remover as manchas.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/03/2016/ela-coloca-sal-nos-ralos-da-casa-depois-que-souber-o-motivo-voce-vai-fazer-o-mesmo

Sal Himalaia

Você já ouviu falar sobre o incrível cristal de sal que vem diretamente das montanhas do Himalaia? É embalado com alguns benefícios bastante surpreendentes e é um novo ingrediente surpreendente para adicionar a sua despensa. É uma alternativa absolutamente maravilhosa ao sal de mesa, e logo explicarei o porquê.

A história

Primeiro de tudo, o que faz o sal de cristal do Himalaia ser tão incrível? Cerca de 200 milhões de anos atrás, havia camas cristalizadas de sal que foram cobertas com lava.

Sendo mantidas nesse ambiente intocado e imaculado que foi cercado por neve e gelo durante tantos anos significa que o sal foi protegido da poluição moderna. Muitas pessoas acreditam que este sal rosa é o mais puro sal que pode ser encontrado no planeta.

Minerais e energia

O sal do Himalaia contém os mesmos 84 minerais e elementos que são encontrados no corpo humano, que por si só é bastante impressionante! Alguns destes minerais incluem: o cloreto de sódio, sulfato de cálcio, potássio e magnésio.

Ao utilizar este sal, na verdade você está recebendo menos ingestão de sódio por porção do que o sal de mesa regular, porque é menos refinado e as peças são maiores.

Portanto o sal do Himalaia tem menos sódio por porção, porque os cristais ou flocos ocupam menos espaço do que o sal de mesa que é uma variedade altamente processada.

Outra coisa legal sobre este sal é que por causa de sua estrutura celular ele armazena energia vibracional.

Os minerais deste sal existem na forma coloidal, o que significa que eles são pequenos o suficiente para as nossas células para os absorver facilmente.

Quais são exatamente os benefícios?

Alguns dos benefícios que você pode esperar por consumir este sal no lugar do sal de mesa regular incluem:

  • Auxilia na saúde vascular;
  • Ajuda pulmões saudáveis e função respiratória;
  • Promove o equilíbrio do pH estável dentro das células;
  • Reduz os sinais de envelhecimento;
  • Promove padrões de sono saudável;
  • Aumenta a libido;
  • Previne cãibras musculares;
  • Aumenta a hidratação;
  • Fortalece os ossos;
  • Reduz a pressão arterial;
  • Melhora a circulação;
  • Desintoxica o corpo de metais pesados.

Comparando o sal do Himalaia com outros sais

Sal marinho

Enquanto ainda é uma escolha melhor do que o sal de cozinha ou mesa, o sal marinho está se tornando cada vez mais processado e admitamos, nossos oceanos estão se tornando cada vez mais poluídos a cada ano, apenas pense sobre os enormes vazamentos de óleos que ocorreram.

Devido às condições originais de que o sal rosa é mantido, diz-se ser o mais puro sal disponível hoje.

Sal de mesa

Regularmente, do sal de mesa comercial é completamente retirada a maioria dos seus minérios com a exceção de sódio e cloreto.

Ele é, em seguida, branqueado, limpo com produtos químicos e, em seguida, aquecido à temperaturas extremamente altas.

O iodo que é adicionado ao sal de mesa é quase sempre sintético que é difícil para os nossos corpos absorver corretamente. Depois ele é tratado com agentes anti-aglomerantes, impedindo que o sal se dissolva no depósito.

Estes agentes, em seguida, evitam que o sal seja absorvido em nossos próprios corpos, o que leva a uma acumulação e depósito dentro dos órgãos.

Isso pode causar problemas de saúde graves. Estudos têm mostrado que, para cada grama de sal de mesa consumida e que o corpo não pode processar, ele vai utilizar 20 VEZES a quantidade de água celular para neutralizar a quantidade de cloreto de sódio, que está presente no sal tratado quimicamente.

Esta é em parte parte, a causa do porquê da má reputação do sal. Não é necessariamente o sal que não é saudável para nós, mas o  processo de refinamento dele que não é saudável. Afora isso, muitos de nós consumimos muitas comidas processadas.

Estes alimentos contêm quantidades astronômicas de sal, e não do tipo bom. Não se trata de limitar o nosso consumo de sal, e sim consumir mais alimentos naturais, caseiros e integrais. Desta forma, optamos por qualidade.

Artigo traduzido por Essential Nutrition

Autor: Alanna Ketler

Fontes:

http://fitlife.tv/10-amazing-benefits-of-pink-himalayan-salt/

http://www.globalhealingcenter.com/natural-health/himalayan-crystal-salt-benefits/

http://www.himalayanlivingsalt.com/salt_facts.htm

http://authoritynutrition.com/how-much-sodium-per-day/

CMC-POWDER-100G

A carboximetilcelulose (CMC), normalmente apresentada na forma sódica (sal de sódio), como carboximetilcelulose de sódio, é um polímero aniônico derivado da celulose, muito solúvel em água, tanto a frio quanto a quente, na qual forma tanto soluções propriamente ditas quanto géis. Tem a excelente propriedade para aplicações em farmacologia e como aditivo alimentar de ser fisiologicamente inerte.

CMC x Glúten

O glúten é uma proteína presente no trigo (mas não somente no trigo) e que dá maciez e elasticidade as massas tradicionais. Com as farinhas sem glúten os produtos tendem a esfarelar, secar e serem mais densos do que os seus correspondentes com glúten originando produtos massudos e pesados porque a massa não dá liga. Para tentar minimizar o problema, precisamos de um agente aglutinante e espessante.

É aí que entra o CMC, um produto que desempenha este papel e relativamente fácil de ser achado.

Desta forma os produtos feitos em casa tem um aspecto mais comercial e bem cuidado, equivalendo as suas versões “normais” mais leves e macios.

Espessante

O C.M.C. também é usado em preparados sólidos ou líquidos para refrescos, refrigerantes e licores. É amplamente utilizado como espessante da confecção da pasta americana.

A quantia de utilização depende da função a que se destina. Usar de 1 a 5 gramas por quilo de produto.

Sugestões e dicas: Possui melhor capacidade de diluição quando misturado ao açúcar ou farinhas, antes de ser adicionado à água, mesmo quente. Age como espessante, quando produz viscosidade; como estabilizante ou aglutinante quando promove a integração dos ingredientes da massa e como agente de corpo, quando dá aspecto denso aos líquidos onde for aplicado.

É levemente laxante e saciador do apetite. Por isso, é algumas vezes usado em quantidades maiores em dietas de emagrecimento.

É possível achar o CMC comercializado pela Arcolor, Mago e outros. Você encontra em lojas que vendam material para boleiras e atacados (produção) de doces.

No lugar do CMC, você pode usar a Goma Xantana.

Fonte: WikipediaGluten Free Gourmet São PauloCozinha sem glúten e sem leite.

Tea Tree

O óleo de Teatree, também conhecido com Melaleuca, proveniente da Melaleucaalternifolia (nome cientifico), tem suas funções conhecidas a centenas de anos. No ano de 1920, o Dr. A. R. Penefold, um químico do governo em Sidney, Austrália, recebeu o crédito pelo início da pesquisa clínica em seres humanos e documentação dos diversos benefícios associados com o óleo de melaleuca.

 Seus estudos determinaram que o óleo de Teatreepossuía um potencial cerca de 11 a 13 vezes mais poderoso do que o ácido carbólico (fenol) para matar bactérias e fungos.

Os resultados de suas pesquisas superaram as expectativas, o óleo de melaleuca veio a ser tão valorizado pelo governo australiano que, durante a Segunda Guerra Mundial, todos envolvidos na produção e fornecimento deste óleo foram dispensados do serviço militar com o objetivo de suprirem a demanda dos soldados britânicos e australianos.

O óleo entrou na maleta de primeiros socorros de todos os soldados, e era chamado de “kit medicinal engarrafado”.

melaleuca nas guerras

melaleuca nas guerras

Dada à sua complexidade química, o óleo de melaleuca desenvolve vasta ação terapêutica.

Podemos citar como exemplo pesquisas feitas pela Universityof Western Australia com este óleo. Estudos comparativos com o óleo da Melaleuca alternifolia e o fluconazol diante de cepas de Cândida albicans demonstraram que após a sexta geração, o fluconazol havia perdido sua eficácia, enquanto o óleo extraído da Melaleuca ainda assim mantinha eficácia fungicida.

Em outro estudo do Departamento de Pesquisa do Colégio Nacional de Quiropraxia, EUA, foi constatado que o melaleuca age como antiséptico de duas maneiras, através de uma ação direta sobre os microorganismos, e segundo através de um processo de ativação dos glóbulos brancos no processo de defesa do corpo. Sendo assim, podemos considerar que ele possui propriedades imunoestimulantes, o que o torna uma alternativa formidável para pacientes com baixa resistência e/ou doenças
que fragilizam sua imunologia e permitem o aparecimento de doenças inoportunas.

Ou seja, o óleo essencial de melaleuca, dada à sua complexidade química sinérgica, conseguem manter um alto padrão de atividade antibiótica e anti-séptica diante de micro-organismos, mais eficaz que muitos medicamentos criados em laboratórios na atualidade.

 Extração e produção

A extração do óleo essencial de melaleuca, se dá pela destilação a vapor de galhos e folhas trituradas, a partir do sétimo mês de vida. Na planta utilizada para cortes a fim de obtenção do óleo essencial, a vida vegetal restringe-se a mais ou menos 8 anos.

Hoje, a maior parte da produção do óleo encontra-se centralizada na Austrália, mas existem fazendas também na China, Índia, Europa e agora no Brasil.

Um trabalho de cultivo iniciado em Viçosa, interior de MG, permitiu a entrada no mercado de um óleo de muito boa qualidade e preço competidor ao do australiano.

Composição e princípios ativos

Oprincipal constituinte do óleo essencial de Teatreeé o Terpinen-4-ol ou outerpinenol 4 e na maioria dos óleos essenciais de TeaTree possui uma porcentagem média de 40% desta substância em sua cromatografia, responsável pela sua forte atividade antimicrobiana (antibacteriano, antifúngico, antiviral e antiprotozoários).

O terpinenol4 quando usado isolado do óleo apresenta resultados semelhantes ao óleo puro, e de forma ainda mais efetiva. Quanto mais terpinenol o óleo contiver, melhor sua ação anti-infecciosa.

O cineol, também conhecido como eucaliptol, agrega ao óleo, quando presente em grandes porcentagens (15%), potencial expectorante e descongestionante das vias respiratórias. Mas se aumentar muito no óleo, diminui o teor de terpineol 4, diminuindo também a eficácia do mesmo contra-infecções.

Os outros componentes do óleo (terpinoleno, terpineno, etc), na sua maioria terpenos, lhe concederão propriedades solventes úteis por exemplo em varizes, trombose e flebites (uso local).

Também possuirão algumas propriedades anti-infecciosas e anti-oxidantes, mas se aumentarem muito no óleo, interferem na eficácia de ação do terpinenol 4 por torná-lo pouco hidrossolúvel nos tecidos e mais liposolúvel, o que diminui sua rapidez de ação contra microorganimos

O óleo de teatree pode ser classificado em 3quimiotipos principais de acordo com os teores de seus princípios ativos, que podem variar conforme clima, ph do solo, temperatura, etc. O QT 1 do teatree possui o teor mais elevado de terpinen-4-ol, variando de 30-45%.

Óleo comumente de origem australiana e brasileira. O QT2 possui mais 1,8-cineol (=eucaliptol), chegando a cerca de 15% (a partir deste quimiotipo, pode-se criar a classificação de mais 3 variedades de óleos (6 então no total), que surgem pela variação dos teores dos outros dois principais componentes junto aos 15% de cineol). Óleo de origem chinesa. A Austrália produz, mas praticamente não entra no mercado.
O QT3 possui mais terpinoleno, que pode ir além de 15%. De origem Australiana.

Aplicações e indicações do óleo essencial de Teatree 

No sistema imunológico: Para estimular o mesmo, difunda o óleo de TeaTree no ar regularmente, ou massageie 1 gota do óleo de TeaTree na sola dos pés para aumentar a sua resposta imune.

No sistema respiratorio

respiração - melaleuca

respiração – melaleuca

Asma: Adicione algumas gotas de óleo numa panela de água (filtrada) e aqueça no fogão. Quando o resfriar, enrole uma toalha sobre a cabeça e respire por alguns minutos.

Bronquite: Adicionar 1-2 gotas em uma panela de água (filtrada) quente ou vaporizador e aspirar o vapor, e dilua essa quantidade em um óleo carreador e massageie sobre o peito.

Sinusite: Use como indicado para infecções nos brônquios. Em um vaporizador ou em uma panela (com água filtrada), adicione 10 gotas do óleo de TeaTree à água e respire por 5 – 10 minutos.

Amidalite: Inspire o vapor de água, utilizando uma panela ou vaporizador com água filtrada, com o óleo de TeaTree, gargareje, e massageie no pescoço e sola dos pés.

Dor de garganta: pingar uma gota de TeaTree em um copo de água e fazer gargarejo de 2 a 3 vezes ao dia. Pode-se também passar uma gota pura na pescoço na região da garganta, massageando.

Na pele

PELE - melaleuca

Pele – melaleuca

Axilas: se você transpira muito e fica com mal cheiro nas axilas, pingue algumas gotas no algodão e passe sobre a pele.

Acne: Pode-se aplicar o óleo de Tea Tree puro sobre a acne. Você também pode adicionar 20-40 gotas de óleo essencial orgânico de Melaleuca (Tea Tree) para lavagem regular do seu rosto.

Alergias: Use topicamente massageando no peito, abdômen ou pontos de reflexos dos pés.

Assaduras: Num óleo carreador como o de Semente de Uva ou de Amêndoas ou ainda o óleo de coco orgânico extravirgem, pingue 2 gotas de óleo de TeaTree e aplique nas mesmas.

Caspa: Adicionar 4 gotas do óleo de TeaTree em 200 ml de qualquer shampoo. Ou aplique algumas gotas do óleo no couro cabeludo e massageie após a lavagem.

Escoriações e pequenos cortes: Depois de limpar bem a área, aplique algumas gotas do óleo essencial orgânico de Melaleuca (Tea Tree) diretamente. Se for necessário um curativo, pingue algumas gotas do óleo do óleo de Tea Tree em um chumaço de algodão, em seguida, coloque-o virado ao contrário sobre a ferida com um curativo em cima.

Picadas de mosquito: Aplique uma gota do óleo de TeaTree diretamente nas picadas.

Piolhos: Para eliminar: Adicionar 20 gotas do óleo de TeaTree a 2 colheres de sopa de xampu. Massageie o couro cabeludo e o cabelo e deixe agir por 10 minutos. Enxágue. Repita 3-4 vezes ao dia, até que os ovos sumam.  Para prevenção: em100 ml de água filtrada adicione 10 gotas de óleo essencial de teatree. Borrife sobre os cabelos das crianças depois da lavagem.

Tatuagens: Aplicar após fazer as tatuagens para evitar a infecção. Use o óleo de Tea Tree puro, dilua com o óleo de coco, ou comum borrifador com o óleo de Tea Tree e água filtrada.

Verrugas em geral: Aplicar o óleo de TeaTree puro diretamente na verruga. Use de manhã e à noite, até a verruga começar a desaparecer. Diluir se necessário para a pele sensível.

Pé-de-Atleta : limpe bem os pés, especialmente entre os dedos. Adicione o óleo de Tea Tree diretamente nos pés a cada duas semanas, e polvilhe amido de milho. Ou adicione 10 gotas de óleo essencial orgânico de Melaleuca (Tea Tree) em 1 colher de sopa de semente de uva ou de outro óleo carreador e massageie os pés e entre os dedos diariamente.

Dermatite: Adicione 10 gotas do óleo de TeaTree para 1 colher de sopa de semente de uva ou outro óleo e massageie as áreas afetadas. Repita 2-3 vezes por dia.

Onde encontrar Óleo Essencial de Tea tree??

Nas mucosas

mucosas - melaleuca

mucosas – melaleuca

 Aftas: Aplique uma ou duas gotas do óleo diretamente na área infectada com um cotonete, duas vezes ao dia. Além disso, bocheche com as instruções para o mau hálito.

Candidíase oral ou Sapinho: Gargareje com sal marinho (flor de sal), água morna (filtrada) e 1 gota do óleo de TeaTree.

Enxaguante bucal caseiro: Água filtrada e óleo de TeaTree, do mesmo modo utilizado em Mau hálito abaixo, pode ser adicionada 1 gota de óleo de hortelã-pimenta também.

Gengivite: Bochechar um copo com água filtrada com 1 gota de óleo de hortelã-pimenta e 1 gota de óleo de TeaTree.

Mau hálito: Bocheche com 30 ml de água filtrada e 1 gota de óleo de TeaTree. Não engula!

 Na artrite:Para ajudar a reduzir a dor associada com o inchaço da artrite, adicione 20 gotas de óleo essencial orgânico de Melaleuca (Tea Tree) para 60 ml de semente de uva ou outro óleo carreador. Massageie a área afetada 2-3 vezes ao dia.

Ginecológico:Pode ajudar a tratar infecções vaginais. Usado em banhos de assento 10 gotas do óleo de TeaTree (diluído em água filtrada), coloque em uma bacia, sente-se e lave a região (delicadamente) por 15 minutos ou aplique duas gotas de óleo essencial puro no meio do absorvente ou no topo do absorvente interno. Deixe de 3 a quatro horas. É o único óleo que pode ser usado puro desta maneira.

Higiene e limpeza:Pode ser usado aromaticamente ou adicionado a produtos de limpeza caseiros para matar os germes e evitar a propagação de gripes e resfriados. Você pode fazer limpador geral, combinando duas colheres de chá de óleo de TeaTree com 2 xícaras de água em um borrifador. Agite para misturar e usar em tarefas de limpeza doméstica. Isto é especialmente bom no banheiro. Ou ainda, misture 440 ml de água com um pouco de sabão em barra (neutro ou de coco) ralado derretido (no fogo) e após isto acrescente 10 gotas de óleo essencial de teatree. Misture esta solução com sal grosso para esfregar banheiras e azulejos dos banheiros.

Cuidados com o bebê: Mantenha a sua lixeira de fraldas limpa e fresca com um spray de óleo essencial de Melaleuca (Tea Tree) misturado com água.

Controle de Pragas: formigas domésticas e outras pragas (pulgas, carrapatos…) não gostam do óleo de TeaTree, então basta colocar algumas gotas  no ponto de entrada que irá impedi-las de entrar. Limpe os armários com uma solução do óleo do óleo de TeaTree e água para manter os insetos longe.

Contraindicações:

Em raros casos, o OE de teatree pode causar irritação dérmica se usado puro diretamente sobre a pele. Como uma advertência, lembramos da necessidade de sempre testarmos o OE que estiver sendo usado pela primeira vez em uma pessoa. Pingue 2 gotas de OE de teatree nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs antes de utilizá-lo em um ferimento para uma pessoa que nunca o utilizou. Caso, a pessoa tenha alguma reação não use este OE, troque-o por copaíba destilada, lavanda ou sangue de dragão.

Desaconselha-se seu uso nos três primeiros meses de gestação.

Referências:
http://www.activistpost.com/2013/05/the-miracle-of-tea-tree-oil-80-amazing.html 

http://www.herbia.com.br/blog/oleos-essenciais/oleo-essencial-de-tea-tree_33/

Livro: Aromaterapia para doenças comuns, Shirley Price. Editora Manople Ltda.

http://mulherverde.blogspot.com.br/2012/09/oleo-de-melaleuca-ou-tea-tree.html

Fabian László Flégner – Prof. e pesquisador de óleos essenciais

Fonte: Enciclopédia de Fitoaromaterapia – Prof. Fabian

László – BH – MG

batata_doce

A batata doce é conhecida como sendo um dos alimentos mais nutritivos, rica em vitamina A e C, potássio e ferro.

É um carboidrato saudável de baixo índice glicêmico, ou seja, significando que a sua absorção é lenta não elevando o nível de açúcar no sangue.

A batata doce também é ideal para quem deseja emagrecer.

10 BENEFÍCIOS DA BATATA DOCE:

  1. Fornece energia para o treino, auxilia na queima de gordura e no ganho da massa muscular porque liberta a glicose no sangue lentamente.
  2. Ajuda a controlar a diabetes porque tem baixo índice glicémico.
  3. Auxilia no emagrecimento pois diminui o apetite pela riqueza em fibras.
  4. Fortalece o sistema imunológico porque tem boa quantidade de vitamina A.
  5. A vitamina A age como antioxidante e actua na manutenção dos ossos, tecido epitelial.
  6. Reduz o colesterol total e auxilia na digestão devido ao seu teor de fibras.
  7. Faz bem para a pele graças a vitamina E.
  8. Ajuda a prevenir cancro por seu alto teor de vitamina A.
  9. Auxilia na formação de colagénio e previne anemia graças à vitamina C.
  10. Regula a pressão arterial e reduz cãibras musculares também pela vitamina C.

Fonte: http://tamesmobrutal.pt/nao-imagina-o-que-acontece-ao-seu-corpo-se-comer-batata-doce-regularmente/

“A natureza não cria gorduras ruins, as fábricas sim. ” – Dr. Cate Shanahan

COMO TUDO COMEÇOU?

Os óleos vegetais refinados eram utilizados em bases para tintas, vernizes e outros produtos. Com o avanço tecnológico passou-se a utilizar derivados petroquímicos por um custo bem mais baixo, e a indústria dos óleos passou então a direcionar sua produção para alimentar animais como porcos e perus e, em seguida direcionou sua produção para os seres humanos. Mas para conseguir êxito, seria preciso antes, difamar os óleos e gorduras tradicionais. E assim foi feito…

Gorduras e óleos fazem parte da dieta humana desde sempre. A confusão sobre este macronutriente precioso para a saúde humana começa por volta da década de 1950, quando a informação (incorreta) de que o consumo de gordura saturada (principalmente de carne e laticínios) aumentava o colesterol e levava à maiores riscos de doenças do coração. A partir de então, algo tão artificial e nocivo como a gordura vegetal hidrogenada, cujas estrutura molecular é similar ao plástico, passou a ser vista como saudável; enquanto que a manteiga, a banha de porco e até mesmo o óleo de coco passaram a ser temidos e evitados como causadores de doenças. Esse mito ganhou tamanha proporção, que mesmo atualmente, muita gente, incluindo profissionais da área de saúde, recomendam óleos vegetais processados, mesmo os hidrogenados, como opção saudável.

Porém, estranhamente os problemas degenerativos e cardíacos apenas aumentaram desde então, mas ainda assim, persiste a concepção de que óleos poli-insaturados refinados são mais saudáveis do que as gorduras saturadas naturais. Atualmente, evidências científicas e estudos diversos apontam o oposto (1, 2, 3). Mas não é fácil desfazer um mito que continua provendo vultosos lucros para a indústria alimentícia.

ALGUNS PROBLEMAS DOS ÓLEOS VEGETAIS:

  1. “Alimentos” extremamente refinados com total ausência de nutrientes: Diferentemente dos óleos naturais, os óleos refinados são desprovidos de qualquer nutriente importante, vitaminas ou minerais. São calorias vazias.
  2. O consumo de óleos vegetais está relacionado a comportamentos violentos: Ácidos graxos essenciais são absolutamente necessários para a funcionamento cerebral. O cérebro é constituído por 80% de gordura, e grande parte dela, de 15 a 30% é de omega3 e ômega 6 (29). Como vimos, estes dois ácidos graxos competem pelos mesmas enzimas e locais celulares, sendo que o ômega 3 tem efeito anti-inflamatório e ômega 6 pró-inflamatório, portanto não é difícil perceber que o excesso de ômega 6 acabará causando reações inflamatórias nas células cerebrais e, como todos sabem, qualquer mudança neuronal acaba por afetar nosso comportamento. Estudos bem consistentes encontraram forte correlação entre o consumo de óleos vegetais e comportamentos violentos, incluindo homicídio (30). O gráfico mostra como o aumento do consumo de ômega 6 coincide com o aumento da taxa de homicídio em 5 países diferentes.linoleico-2Não podemos afirmar que a ingestão de ômega 6 tenha causado essas elevadas taxas de homicídeo, mas a correlação entre as estatísticas é impressionante!
  3. Aumento do risco de doenças cardíacas: As doenças do coração são a causa n.1 de mortes em todo o mundo. Muitos estudos foram feitos para detectar se os óleos poli-insaturados contribuem ou previnem doenças de coração. Embora se diga que óleos poli-insaturados previnam doenças cardíacas, é preciso distinguir entre aqueles ricos em ômega 3 e ricos em ômega 6. Óleos poli-insaturados com baixo nível de ômega 6, desde que não sejam submetidos ao calor, podem ajudar a prevenir doenças do coração, já os óleos poli-insaturados que contém ômega 6 em excesso, como é o caso dos óleos vegetais processados, contribuem para inflamação generalizada e problemas cardíacos (27).
  4. A ingestão de ácido linoleico aumenta o estresse oxidativo e contribui para disfunções endoteliais: Por ter ligações duplas de carbono, o ácido linoleico é fonte de radicais livres, que em grande quantidade, causam estresse oxidativo (20). Além disso, estudos demonstraram (21) a redução de óxido nítrico, substância que ajuda na dilatação necessária para a manutenção da pressão sanguínea e para a saúde cardiovascular (22). O óxido nítrico é produzido pelo endotélio, a fina camada de células no interior dos vasos sanguíneos. O ácido linoleico também ativa processos inflamatórios no endotélio (23).A disfunção do endotélio é um dos primeiros sinais de problemas cardiovasculares(24).
  5. Ômega 6 (ácido linoleico): Certamente você já ouviu falar em ômega 3 e ômega 6. São chamados de ácidos graxos essenciais e desempenham importantes funções no organismo, relacionadas a inflamações, coagulação sanguínea e imunidade. A questão é que precisamos de ômega 3 e ômega 6 na proporção certa, ambos participam na formação de moléculas denominadas eicosanoides, só que as derivadas do ômega 6 são pró-inflamatórias, e as do ômega 3 são anti-inflamatórias (8, 9). Os óleos de fontes naturais sempre proveram o ser humano com esses ácidos graxos essenciais nas quantidades adequadas, mas de uns tempos para cá, o consumo de ômega 6 passou a ser absurdamente alto e o consumo de ômega 3 diminuiu. Estima-se que a proporção ômega 6: ômega 3 variava de 1:1 até 3:1 em dietas tradicionais e dietas saudáveis, atualmente esta proporção em grande parte da população é de 16:1! (10). Os culpados? Óleos vegetais refinados…
  6. Grande quantidade de radicais livres e outros compostos tóxicos: No processo de refinamento, o calor é utilizado em algumas etapas provocando o aparecimento de radicais livres. Radicais livres são responsáveis por processos de envelhecimento e estão relacionados a doenças diversas, inclusive o câncer. Quando o óleo é utilizado em frituras, cozimento ou assados, mais radicais livres são formados, além de outras substâncias nocivas (4, 5). Estas substâncias se vaporizam e quando inaladas podem contribuir para o câncer de pulmão (6, 7).
  7. O ácido linoleico se acumula nas células:  Gorduras e óleos não são apenas fonte de energia, desempenham inúmeras funções no organismo. O ácido linoleico, componente principal do ômega 6 se acumula nas membranas lipídicas das células (11, 12), e isso leva à mudança estrutural dos tecidos com preocupantes consequências para a saúde, como veremos nos próximos itens. O gráfico abaixo, feito pelo Dr. Stephan Guyenet, baseado em seis estudos diferentes (13, 14, 15, 16, 17, 18), ilustra o aumento do conteúdo de ácido linoleico tecidos lipídicos durante o período de 1961 – 2008:linoleicoAté mesmo o conteúdo do ácido linoleico no leite materno aumentou significativamente (19). É um tanto assustador, não é?
  8. Aumentam a oxidação do LDL: LDL do inglês Low Density Lipoprotein, Lipoproteínas de Baixa Densidade. É a proteína que carrega o colesterol pela corrente sanguínea. Um dos passos cruciais para as doenças cardíacas é a oxidação dessas partículas (25). São estas partículas de LDL oxidado que se acumulam nas paredes das artérias. Ironicamente os óleos vegetais poli-insaturados são considerados saudáveis por baixar o nível de LDL, porém eles oxidam os mesmos, fazendo com que parte do LDL se transforme em ox LDL, este sim, comprovadamente entope as artérias (26).
  9. Podem aumentar o risco de câncer: Como vimos, seu alto conteúdo de radicais livres aumentam o estresse oxidativo, atuando principalmente nas membranas celulares, porém as reações moleculares ocorrem em cadeia podendo levar a danos em componentes intracelulares, inclusive mutação de proteínas, incluindo o DNA (28).
  10. Grande quantidade de gorduras trans: Ainda que não apareça nos rótulos, estes óleos comerciais contêm quantidades significativas da terrível gordura trans. Num estudo feito com óleo de soja e canola forma encontrados níveis que variavam entre 0,56 % até 4,2% dos ácidos graxos totais. Estes níveis são extremamente altos e preocupantes (31).

MARGARINA – ÓLEO VEGETAL REFINADO HIDROGENADO

O óleo vegetal, submetido à uma elevada pressão e temperatura gera um creme semi-sólido, cinzento e de odor desagradável. Emulsificantes são acrescentados para dar uma textura mais suave e homogênea, e segue-se um processo para branquear e retirar o cheiro horrível. Após isso, são adicionados aromatizantes, vitaminas sintéticas e corante amarelo para lembrar a manteiga. A transformação está completa: de um creme industrial cinza e fétido, para um alimento saudável e aprovado pela associação de cardiologistas. Infelizmente a indústria realmente não se importa com a saúde dos consumidores e se importa muito com seu lucro. Portanto, se você quer evitar ingerir gordura vegetal hidrogenada, saiba que ela é um ingrediente utilizado basicamente em qualquer formulação alimentícia que venha em pacotes, como bolachas, biscoitos, batatas chips, salgadinhos, sorvetes, bolos, massas instantâneas, enfim, quase tudo que está nas prateleiras dos supermercados.

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ÓLEO DE CANOLA – SERÁ QUE É SAUDÁVEL MESMO?

Se você leu este artigo até aqui, certamente já está questionando se é possível que um óleo que é processado e refinado, possa ser tão saudável como tem sido divulgado.

Quando estudamos um pouco sobre o que o óleo de canola representa para a saúde, logo compreendemos que há um equívoco em listar o mesmo entre opções benéficas para o corpo. Obviamente um equívoco intencionalmente fabricado pela indústria alimentícia, e de fato decidi escrever sobre o óleo de canola por perceber o mesmo como um bom exemplo da atuação desta.

Vamos iniciar nosso estudo pela origem do óleo. Para tanto, vamos buscar na natureza a planta canola, a linda flor amarela estampada nos rótulos… que não existe. Canola não é uma planta: é um nome comercial. É a sigla de Canadian Oil Low Acid. A flor amarela das fotos é de uma planta hibridizada chamada “colza”. A colza é o resultado do cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família com o objetivo de obter uma semente com baixo teor de ácido erúcico, que causa sérios danos ao coração (32).

Até aí, tudo bem…certo? Não há nada de errado em manipular a genética natural e criar plantas “mais adequadas” para o consumo humano… certo?

Na verdade, diversos problemas podem surgir dessa prática. Um exemplo disso são várias das frutas que temos hoje disponíveis, como a Manga Palmer, que contém grande quantidade de açúcar e insipiente quantidade de fibras – o que resulta em um alimento com altíssimo índice glicêmico, que ativa excessivamente a insulina e traz os mesmos indesejáveis efeitos colaterais de qualquer alimento açucarado. O mesmo não acontece com as espécies originais de manga, que possuem mais riqueza nutricional e conservam suas fibras, apresentando índice glicêmico mais adequado.

Ainda assim, isso é muito menos relevante do que o fato de que mais de 90% de toda a canola plantada no mundo atual é geneticamente modificada, contendo genes artificialmente criados em laboratório para resistir a pesticidas altamente danosos para tudo o que não contém esse gene específico (ironicamente o próprio óleo de canola é classificado como um inseticida bioquímico pela Agência de proteção Ambiental dos EUA, (33). A planta recebe grandes dosagens deste pesticida ao longo de seu ciclo e o armazena em seus lipídeos… ou seja, no óleo. E, claro, nós não possuímos este gene de imunidade contra os pesticidas…

Plantas geneticamente modificadas são um engenhoso atentado contra a sabedoria da natureza em muitos níveis. Detalhar esses níveis não cabe neste artigo, mas acredito que você que está lendo este artigo em busca de conhecimento saudável não esteja interessado em alimentar seu corpo com genes artificiais.

Ainda assim, as principais consequências nocivas do óleo de colza, digo, de canola, é o processamento e a oxidação a que seus ácidos gordurosos são submetidos.

O fato é que TODOS os óleos vegetais altamente processados e refinados, tais como o de milho, o de soja, o de algodão e também o de canola são compostos de significativas porções de óleos poli-insaturados, os quais são altamente instáveis e se deformam na luz, no calor e na pressão, os quais oxidam-se intensamente e aumentam razoavelmente a presença de radicais livres no corpo, envelhecendo-o prematuramente e contribuindo para desequilíbrios específicos.

O resultado desses processos industriais de refinamento são óleos altamente inflamatórios, que contribuem diretamente para ganho de peso, doenças degenerativas e… doenças do coração! Isso mesmo! Sim, pois uma simples verdade é que um dos principais contribuintes para doenças do coração são processos inflamatórios que se instalam nas artérias e demandam que o corpo direcione moléculas de colesterol, que são utilizadas como uma espécie de “bálsamo” para arrefecer a inflamação nos tecidos.

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Como o problema não é resolvido em sua raiz, ou seja, os hábitos de vida que criaram e sustentam os processos inflamatórios não são transformados, o corpo continua enviando colesterol para tentar minimizar os efeitos da inflamação, o qual se acumula gradativamente e vai literalmente entupindo o sistema de circulação.

Mas esses óleos não são extremamente comuns e populares? Sim, graças ao excelente trabalho dos estrategistas de marketing da indústria. Lembre-se que diversas doenças resultam de processos inflamatórios, como artrite, síndrome do intestino irritável e as doenças coronárias.

Embora eu esteja focalizando o efeito nocivo dos óleos poli-insaturados processados, não quero transmitir a ideia de que estes são os únicos responsáveis por processos inflamatórios. Outros alimentos também o são, assim como o stress cotidiano, a estagnação causada pela ausência de atividade física, além de questões da esfera emocional e mesmo desequilíbrios no uso da mente. Uma abordagem construtiva e honesta em prol da saúde deve considerar todos os fatores. E certamente a qualidade dos óleos escolhidos é um dos mais importantes.

Vamos comparar o azeite de oliva extra virgem com o óleo “de canola”. O primeiro é obtido por prensagem a frio e, quando de qualidade, engarrafado em frascos escuros para proteger o mesmo da oxidação que a luz proporciona. Já o segundo é tipicamente extraído e refinado por processos industriais que utilizam elevado calor, pressão e solventes petroquímicos como o hexano.

O óleo de canola normalmente passa por um processo de refinamento cáustico, descoloração, remoção de fibras e desodorização – porque óleos processados apresentam naturalmente um terrível cheiro de ranço, logo precisam ser desodorizados para que alguém possa comprá-los.

Assista este vídeo que mostra o processo de produção do óleo, nele percebemos que o óleo de canola, mesmo que viesse de uma planta saudável e encontrada na natureza, estaria muito longe de ser algo natural como o óleo de oliva, óleo de coco ou manteiga:

https://www.youtube.com/watch?v=omjWmLG0EAs&feature=youtu.be

Ainda pior, todo esse processamento força parte do delicado conteúdo de ômega 3 a se transformar emgordura trans. Uma pesquisa realizada na University of Florida em Gainesville encontrou a elevada proporção de 4,2% nos óleos “de canola” testados (3). Sim, gordura trans, um dos mais nocivos elementos “nutricionais” da atualidade, recentemente banido dos restaurantes da Califórnia por ordem governamental. Afinal, tem comprovado efeito contribuinte para inúmeras doenças – inclusive as do coração. (34, 35)

Como então é possível que um óleo dessa qualidade seja comercializado como alternativa saudável, recebendo selos de aprovação de diversas entidades que “defendem a saúde do consumidor”? Assim é por um único, simples e raso motivo: o único comprometimento das grandes indústrias (e das entidades certificadores e governamentais que existem para servi-las) é com o lucro. O caso da Canola e dos demais poli-insaturados ilustra bem este fato: simplesmente não devemos confiar somente em rótulos elegantes, em propagandas ou outras comunicações da indústria. É ingenuidade acreditar que estas existem para trazer qualidade de vida.

Em quem podemos confiar? Na Natureza. Na Sabedoria que criou a vida, os vivos e os víveres (alimentos) necessários para sua sustentação. Seguem algumas opções de óleos e gorduras benéficas que podem e devem fazer parte de um cardápio construtivo:

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  • Azeite de Oliva Extra Virgem – Óleo monoinsaturado, ideal para uso em temperatura ambiente, resiste melhor ao calor do que os poli-insaturados, mas é melhor que não seja aquecido. Alguns estudos recentes apontam que este deve ser utilizado com moderação pelo fato de que em alguns indivíduos pode causar inflamações. Isto não é generalizado, mas vale uma certa atenção em relação ao assunto.
  • Óleo de Gergelim, de Girassol e de Linhaça – NUNCA devem ser utilizados para cozinhar pois são todos suscetíveis aos processos de oxidação e desnaturação causados pelo calor descritos acima. Contudo, possuem benefícios e sabores que contribuem para a saúde e são excelentes para um toque especial em receitas diversas. Certifique-se de que sejam prensados a frio, guardados em garrafa escura e preservados sob refrigeração. Especialmente o de linhaça, que se oxida muito facilmente.Ainda que sejam excelentes em diversos aspectos, estes óleos não são boas fontes de ômega 3 . Existem duas formas de ômega 3, os de cadeia curta (ALA), presentes neste alimentos, e os de cadeia longa (DHA), que vc encontra em pescados selvagens ou em extrato de algas marinhas especificas. O organismo precisa converter o de cadeia curta (ALA) no de cadeia longa (DHA) e isso acontece em níveis muito baixos, estima-se que menos de 1%. Há também o óleo de chia e outros mais difíceis de encontrar, como o óleo de cânhamo, e de uma semente amazônica chamada sacha inti – infelizmente esses ainda não estão disponíveis no Brasil.

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  • Óleo de Coco Virgem – Uma das gorduras mais saudáveis e medicinais para o corpo humano, o óleo de coco é rico em triglicerídeos de cadeia média como ácido láurico, cáprico, caprílico, dentre outros.  O leite materno, por exemplo, é rico em ácido láurico, que no estômago se transforma em monolaurina e estimula o sistema imunológico, combate bactérias, fungos, vírus e parasitas. Além disso, o óleo de coco é rico em vitamina A, D E, K. É interessante também o fato de não necessitar de bile ou enzimas digestivas para ser absorvido, portanto sendo uma ótima fonte de gordura saudável para quem tem problemas de vesícula ou problemas digestivos. Resistente ao calor, é uma ótima opção para cozinhar. Por ter aroma adocicado, fica excelente em bolos e biscoitos. Uma maneira agradável é liquidificar óleo de coco com suco de frutas – fica excelente com manga.
  • Banha de porco – Gordura saturada tradicional utilizada há muito tempo. Embora seja estável e apropriada para cozinhar, não podemos ignorar que provém de animais quase sempre tratados com desdém e crueldade, além de serem alimentados com grãos transgênicos. Acredito que podemos escolher outras opções que não envolvam o sofrimento desnecessário destes animais.
  • Óleo de Palma – Excelente para a saúde (especialmente quando não refinado), o óleo de palma é riquíssimo em tocotrienóis – poderosíssimos antioxidantes. Igualmente resistente ao calor (não se degrada quando utilizado na culinária), pode ser usado para tudo com a vantagem de alterar muito pouco o sabor de qualquer coisa. É muito importante saber a procedência deste óleo, pois a colheita dos frutos para fazer o óleo tem causado forte impacto ambiental em algumas regiões do planeta.butter
  • Manteiga – Sim, muito saudável e incomparavelmente melhor do que qualquer margarina – talvez um dos piores e mais artificiais “alimentos” jamais criados pela indústria. A manteiga resiste bem ao calor e é uma das mais nutritivas e saudáveis fontes da tão importante e essencial gordura saturada (sim, gordura saturada é saudável e importante, e futuramente escreverei um artigo sobre o assunto). Fonte de CLA, um ácido gorduroso essencial que já foi demonstrado através de estudos como portador de propriedades de construção muscular e queima de gordura. O melhor da manteiga é o seu sabor delicioso, que adiciona riqueza a qualquer prato. Excelente para nutrir o sistema nervoso e para assimilar determinadas vitaminas e minerais lipossolúveis. Para saber mais, visite:http://blog.puravida.com.br/pesquisas-revelam-que-pessoas-que-comem-manteiga-natural-sofrem-menos-ataques-cardiacos/

Para quem é alérgico à lactose é recomendável a alternativa clarificada, removida de resíduos sólidos do leite: O Ghee, que se comporta ainda melhor do que a manteiga comum quando utilizada para refogar ou fritar qualquer coisa. Não que frituras sejam recomendadas, mas fritar em manteiga clarificada é infinitamente melhor do que fritar em óleo de soja… ou “de canola”.

De qualquer maneira, a manteiga deve idealmente ser orgânica, pois é justamente nos lipídios que se acumulam as substâncias tóxicas no organismo. Sendo assim, evite laticínios tradicionais e procure a boa e velha manteiga “da roça”, artesanalmente preparada… de preferência a partir de leite fresco do dia, não-cozido para manter vivo os probióticos naturalmente presentes. Qualidade faz diferença, e muita. Ainda assim, mesmo uma manteiga industrializada é infinitamente melhor do que a margarina.

A qualidade dos óleos de uma dieta, seja ela qual for, é um dos mais importantes e determinantes fatores para a saúde. São eles os principais responsáveis por corrigir ou acentuar inflamações sistêmicas.

Sendo assim, a sugestão é que você escolha seus óleos e gorduras com consciência, evitando alimentos processados pela indústria (biscoitos, bolachas, bolos, pães), pois esses quase sempre são elaborados com os mencionados óleos refinados mencionados (além de outras inconveniências para o corpo).

Aprecie o dom da vida e honre-a com alimentos verdadeiramente saudáveis.

Referências:

  1. http://annals.org/article.aspx?articleid=1846638
  2. http://ajcn.nutrition.org/content/early/2010/01/13/ajcn.2009.27725.abstract
  3. S O’Keefe and others. Levels of Trans Geometrical Isomers of Essential Fatty Acids in Some Unhydrogenated US Vegetable Oils. Journal of Food Lipids 1994;1:165-176.
  4. http://ajcn.nutrition.org/content/66/4/1006S.short
  5. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1745-4506.2001.tb00028.x/pdf
  6. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/016512189290035X
  7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16135162
  8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19022225
  9. http://ajcn.nutrition.org/content/83/6/S1505.full
  10. http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0753332206002435?via=sd
  11. http://ajcn.nutrition.org/content/76/4/750.long
  12. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0005273612000156
  13. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1130317
  14. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2515528/
  15. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12559671
  16. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3728359
  17. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9440371
  18. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1858698
  19. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S016378270600004X
  20. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8640909
  21. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9844997
  22. http://circ.ahajournals.org/content/109/23_suppl_1/III-27.full
  23. ajcn.nutrition.org/content/75/1/119.long
  24. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15284284
  25. http://cardiovascres.oxfordjournals.org/content/68/3/353
  26. www.hindawi.com/journals/jl/2011/418313/
  27. www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21118617
  28. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9264272
  29. http://bjp.rcpsych.org/content/186/4/275
  30. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15736917
  31. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1745-4522.1994.tb00244.x/abstract
  32. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1277456/
  33. http://www.dldewey.com/columns/epacan.htm
  34. http://jn.nutrition.org/content/135/3/562.short
  35. http://ajcn.nutrition.org/content/66/4/1006S.short

Mais referências:

couve

A fibromialgia é uma doença difícil de ser tratada.

Ela é na verdade uma síndrome, ou seja, um mal que apresenta vários sintomas.

O principal deles é a dor crônica que atinge vários pontos do corpo e se manifesta especialmente nos tendões e nas articulações.

É uma patologia que ataca mais as mulheres: 90% das vítimas são mulheres entre 35 e 50 anos.

Ela pode ter como causa fadiga, distúrbios do sono, depressão e ansiedade.

A causa real da fibromialgia, porém, é muito controversa ainda.

O que se observa é que os níveis de serotonina são mais baixos nos portadores da doença e que desequilíbrios hormonais, tensão e estresse podem estar relacionados com a doença..

Sintomas

* Dor generalizada e recidivante

* Fadiga

* Falta de disposição e energia

* Alterações do sono que é pouco reparador

* Síndrome do cólon irritável

* Sensibilidade durante a micção

* Cefaleia

* Distúrbios emocionais e psicológicos

O tratamento natural da da fibromialgia prioriza uma melhora do estado emocional, o uso de vitamina D (sol e suplemento), a prática de exercícios físicos e da acupuntura.

Um excelente remédio caseiro para fibromialgia é o suco de laranja com couve.

A couve é, na realidade, o segredo da receita, pois ela é rica num ingrediente muito importante para o bom funcionamento do corpo: o magnésio.

Só para você ter uma ideia da importância desse mineral, ele é essencial para o bom funcionamento do nosso corpo, pois participa de mais de 300 reações bioquímicas do organismo.

A couve ainda é rica em vitamina B5 ou ácido pantotênico.

A vitamina B5 age em muitos distúrbios, como perda de cabelo, alergias, estresse, ansiedade, doenças respiratórias e problemas cardíacos.

Além disso, essa vitamina ajuda a melhorar a imunidade, a osteoartrite, atenua sinais de envelhecimento, aumenta a resistênci, combate infecções, diabetes e doenças da pele.

A vitamina B5 ainda atua em problemas mentais, como ansiedade e estresse.

A couve também é boa fonte de cálcio, ferro e fósforo e das vitaminas A, B e C, que ajudam a tonificar os músculos, fortalecer os ossos, melhorar a circulação sanguínea, aumentar a energia e desintoxicar o organismo.

Vamos aprender a receita do suco que é excelente tratamento contra a fibromialgia?

Anote:

INGREDIENTES

1 copo de suco puro de laranja

2 folhas de couve

MODO DE PREPARO

Bater todos os ingredientes no liquidificador e tomar a seguir, sem coar.

Recomenda-se tomar este suco duas vezes ao dia, uma em jejum e outra ao final da tarde.

Este remédio caseiro deve ser tomado diariamente e, em aproximadamente 1 mês, a pessoa se sentirá melhor.

Uma boa dica é, ao sair, levar as folhas de couve lavadas e picadas dentro de um saquinho e, quando for a uma lanchonete ou a um restaurante, pedir para batê-las com o suco puro de laranja.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/07/2014/suco-de-couve-trata-e-ameniza-dores-da-fibromialgia#sthash.IWgOMXsL.dpuf

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Muito se tem falado sobre a ação da maçã nas dietas de emagrecimento. Efetivamente, a fruta oferece diversos benefícios neste quesito, mas não apenas nele. A maçã ajuda a controlar o diabetes, combate a prisão de ventre e alivia os desconfortos de gastrites e úlceras estomacais.

Estudos publicados no “Journal of Medicine Food” descreveram os efeitos do consumo diário de maçãs para o bom funcionamento do sistema cardiovascular. A fruta combate o LDL (o mau colesterol), reduzindo os riscos de aterosclerose, infarto do miocárdio e outras enfermidades provocadas pelo estreitamento dos vasos sanguíneos.

Os benefícios da maçã

Uma das substâncias presentes na casca da maçã é a pectina, substância importante para a digestão, uma vez que facilita e síntese de proteínas e gorduras, além de regular a absorção, pelo organismo, de açúcares. A frutose da maçã (um tipo de açúcar mais complexo) é absorvida lentamente pela corrente sanguínea, sendo indicada inclusive para diabéticos.

No caso dos portadores de diabetes ou de indivíduos com histórico familiar ou propensão para desenvolver a doença, o consumo de maçã deve ser restringido a apenas duas unidades por semana. Pessoas em condições normais podem consumir a maçã in natura diariamente.

O açúcar refinado é glicose pura, matéria prima das mais simples moléculas dos açúcares que ingerimos. O organismo não precisa quebrá-las – elas são transportadas diretamente pelo sangue para as células. Açúcar e oxigênio formam o combustível das células.

Isto oferece apenas um pico de energia momentâneo (não ultrapassa um minuto). Maltose, dextrose, lactose e frutose oferecem “mais resistência” para serem quebradas. Isto faz com que elas sejam absorvidas mais lentamente, garantindo o fornecimento de energia por mais tempo.

A maçã também é rica em ácido málico e magnésio, que funcionam como aditivos para o combustível celular. Com o metabolismo acelerado, ficam reduzidas as possibilidades de fibromialgia e de síndrome da fadiga crônica.

O ácido málico (presente em maior teor nas maçãs verdes e na variedade fuji) também combate a proliferação excessiva de bactérias na boca, reduzindo cáries e praticamente eliminando o mau hálito. Além disto, o ácido málico é precursor da vitamina C, importante para o fortalecimento das defesas do organismo.

A pectina, aliada ao potássio, impede o acúmulo de placas de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos. Os dois nutrientes são os responsáveis pela redução do risco das doenças coronarianas, pois a melhor capacidade de circulação diminui o trabalho do músculo cardíaco.

Combate ao câncer

Alguns estudos indicam que a maçã é fonte de 12 substâncias que combatem alguns tipos de câncer – entre eles, o de próstata, fígado, mama, ovários, cólon e reto. Estes nutrientes são encontrados principalmente na casca, mas o teor na polpa não pode ser desprezado.

De acordo com pesquisadores da Universidade Cornell (EUA), ensaios de laboratório já constataram que alguns extratos de maçã inibiram o crescimento de células cancerígenas no fígado de cobaias em até 57% dos experimentos. Destes compostos, 43% foram encontrados da casca e 29%, na polpa. O restante se distribui por toda a fruta.

Emagrece e fortalece

A maçã é rica em fibras solúveis. Este tipo de fibras (solúveis em água) forma uma espécie de gel que forra a mucosa do estômago, determinando que os alimentos permaneçam por mais tempo, “atrasando” a sensação de fome.

Este mesmo gel – uma espécie de massa viscosa – funciona como proteção temporária, até que seja finalmente enviado ao intestino, contra a má digestão. Também recobre as mucosas do sistema digestório, aliviando dores e desconfortos.

As fibras da maçã são responsáveis também por:

  • reduzir o apetite;
  • melhorar as funções do intestino. A água e as fibras da maçã hidratam o bolo fecal, reduzindo os riscos de flatulência, diarreia e de prisão de ventre. A maior facilidade na evacuação também reduz os riscos de desenvolvimento de hemorroidas;
  • eliminar toxinas, melhorando o aspecto da pele, cabelos e unhas. As maçãs são uteis inclusive como auxiliares no tratamento de espinhas e acne.

A camada de gordura presente na casca da maçã é rica em ácido ursólico apresenta efeito anabólico natural. Estudos da Universidade de Iowa (EUA) demonstraram redução da atrofia muscular. A substância auxilia a ganhar massa magra e perder gordura.

Efetivamente, ainda não se pode dizer que a maçã tenha propriedades emagrecedoras. Contudo, por aumentar o tempo de saciedade e poder ser adotada em sobremesas e lanches sem problemas, graças ao seu baixo nível de calorias (uma fruta média fornece apenas 70 kcal), ela pode ser utilizada em regimes de emagrecimento.

A cada 100 gramas de maçã, são fornecidos:

  • 52 calorias;
  • 0,1 grama de gorduras poli-insaturadas;
  • 1 mg de sódio;
  • 107 mg de potássio;
  • 14 gramas de carboidratos (especialmente frutose).

Além disto, a fruta também oferece vitaminas A, B6, B12, C e D, cálcio, ferro e magnésio.

Utilizações da maçã

A maçã é uma fruta bastante versátil, podendo ser consumida de várias formas, sozinha ou associada a outros alimentos. Em algumas situações, o preparo da maçã é especialmente indicado:

• maçã crua, com casca: reduz o apetite e regula o trânsito intestinal;

• maçã crua, sem casca: indicada para aumentar o bolo fecal e reduzir a incidência de diarreias e constipações;

• maçã cozida (ou assada): auxiliar no combate de problemas gastrointestinais, como enjoos, vômitos e diarreias;

• suco de maçã: é um hidratante natural, fornecendo nutrientes que fortalecem a pele e tornam o aspecto mais jovial. Também diminui o apetite;

• chá de maçã: ao facilitar a digestão, a infusão combate a prisão de ventre e a flatulência. A casca de uma maçã pode ser usada para melhorar o sabor de chás amargos (boldo-do-chile, quebra-pedra, etc.), sem prejuízo das propriedades medicinais.

Uma curiosidade

No Brasil e em Portugal, a maçã foi associada ao “fruto do pecado”, oferecido pela serpente a Eva, a primeira mulher. O episódio teria sido responsável pelo pecado original e consequente expulsão do Paraíso terrestre.

Lenda ou não, o texto bíblico não menciona qual seria o “fruto do conhecimento do bem e do mal”, interditado por Deus a Adão e Eva. Na França, é o maracujá que “leva a fama”: lá, a fruta amazônica é conhecida como “fruit de la passion”.

Fonte: https://www.remediosnaturais.blog.br/beneficios-da-maca-para-a-saude/

Pesquisas recentes do Ministério da Saúde mostram que os brasileiros estão consumindo muito refrigerante e doce –adolescentes tomam mais refri do que café e comem mais doce do que frango e hortaliças.

O problema é que isso é só o começo: há muitas outras fontes de açúcar além das bebidas açucaradas e das sobremesas.

Adolescentes comem mais doces do que hortaliças, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde (Foto Freeimages.com)
Adolescentes comem mais doces do que hortaliças, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde (Foto Freeimages.com)

Molhos de tomate e de salada podem ter mais açúcar do que sal. Cereais matinais, pães de forma e até salgadinhos de milho contêm açúcar, e, muitas vezes, o ingrediente aparece com outro nome no rótulo do produto.

Um informe do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) divulgado em junho mostrou que o açúcar pode aparecer de 21 jeitos no rótulo dos alimentos. São eles:

– Glucose de milho
– Lactose
– Xarope de malte
– Glicose
– Frutose
– Néctar
– Açúcar cristal
– Glucose
– Sacarose
– Açúcar invertido
– Açúcar de confeiteiro
– Açúcar mascavo
– Açúcar bruto
– Mel
– Açúcar branco/refinado
– Melaço/melado
– Caldo de cana
– Dextrose
– Maltose e xarope de milho
– Xarope de malte
– Maltodextrina

A quantidade de açúcar, independentemente do tipo, não é discriminada na tabela nutricional. O ingrediente entra no bolo dos carboidratos, junto com farinhas e outros amidos.

Para reduzir a ingestão de açúcar, portanto, além de tomar menos refri e evitar doces, é preciso ler rótulos.

Hoje, cerca de 16% das calorias ingeridas diariamente pelos brasileiros vêm do açúcar. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o ideal é que sejam no máximo 10%.

Fonte: http://achatadasdietas.blogfolha.uol.com.br/2016/07/11/os-21-nomes-do-acucar/

couve

Presente na culinária brasileira, da costa da Guiné (oeste da África) e da Indochina (sudeste da Ásia), a couve – especialmente a couve-manteiga é mais conhecida entre nós como coadjuvante da feijoada, um dos pratos nacionais. A hortaliça, no entanto, oferece muitos benefícios à saúde e à boa aparência.

Existem evidências de que a couve já estava presente, povo que ocupou primeiramente a Ática e o Peloponeso (sul da Grécia) e posteriormente colonizaram a Ásia Menor (atual Turquia). A Liga Jônia, estabelecida no século XII a.C., abrangia cidades importantes, como Mileto, Éfeso (Turquia) e Samos (Grécia).

“Fama de má”

Apesar da antiguidade da cultura da couve, nem sempre ela foi apreciada. Durante a Idade Média, a couve era consumida a contragosto: os camponeses consideram a verdura malcheirosa e a grande vilã da flatulência (excesso de gases expelidos pelos intestinos).

A má fama cruzou o Atlântico na época das Grandes Navegações e, desta forma, a couve chegou à América como alimento das populações mais pobres, tropeiros, exploradores e escravos. A couve só continuou sendo cultivada em função de sua resistência e capacidade de lançar folhas novas mesmo durante os meses mais frios do ano.

No Brasil, com o desenvolvimento da agricultura, é justamente no inverno (até o início da primavera) que as hortas produzem mais e deitam folhas mais doces e, com o preço mais baixo, o consumo se torna maior. Seja como for, a couve frequenta a mesa dos brasileiros durante o ano inteiro, especialmente nas regiões Sul e Sudeste.

O que é a couve?

Couve é um nome genérico para designar as plantas das espécie Brassica oleracea,cuja família é a mesma da mostarda e do nabo. A verdura é consumida crua, refogada com alho e especiarias, em sopas e conservas.

Em algumas subespécies de couve, são formadas gemas entre o talo (caule) e as folhas, como é o caso da couve-de-bruxelas e a couve-galega, ingrediente do caldo verde. Todos os componentes da planta são comestíveis: folhas, flores, gemas e talo. A exceção fica por conta das raízes, em função do sabor extremamente amargo.

Os benefícios da couve

Apesar da fama, não é verdade que a couve seja a “promotora universal dos flatos”, mais conhecidos como puns ou peidos. Outros alimentos (como couve-flor, brócolis, repolho, bebidas gaseificadas e gérmen de trigo) e hábitos (como ingerir líquidos em demasia ou falar demais durante as refeições) predispõem ao aumento do volume de gases gastrointestinais.

Abrindo um parêntesis: os flatos são absolutamente naturais. Um indivíduo adulto saudável produz – e expele – três litros de gases, em média, por dia. trata-se da fermentação de alimentos (especialmente carboidratos) não totalmente processados pelo estômago durante o processo de digestão.

A couve e outros vegetais folhosos verde-escuros (como o espinafre, a mostarda, a rúcula e o brócolis) devem estar presentes em pelo menos quatro refeições da semana (entre almoço e jantar). Recomenda-se o consumo de uma xícara (chá).

A hortaliça é leve: fornece poucas calorias e praticamente não contêm gorduras, que respondem por apenas 1% da composição da planta – e, na maior parte, na forma de ácidos graxos, que fazem parte das gorduras “do bem”. É também um vegetal versátil, que combina com diferentes tipos de carnes, leguminosas e cereais.

As propriedades nutricionais

A couve é rica em sais minerais e vitaminas, além de apresentar outras propriedades benéficas para o organismo humano. uma xícara (chá) de couve cozida fornece:

  • água: 91%
  • calorias: 34
  • proteínas: 2 gramas
  • gorduras: 1 grama (deste total, 40% são ácidos graxos, inclusive 121 mg do ácido
  • alfalinolênico, mais conhecido como ômega 3)
  • carboidratos: 7 gramas (deste total, 60% são açúcares complexos e 40%, fibras alimentares)
  • potássio: 296 mg
  • cálcio: 84 mg
  • fósforo: 36 mg
  • sódio: 30 mg
  • ferro, 1,2 mg
  • vitamina A: 9.620 UI
  • vitamina B1 (tiamina): 0,07 UI
  • vitamina B2 (riboflavina): 0,09 UI
  • vitamina B3 (niacina): 0,7 UI
  • vitamina C (ácido ascórbico): 53 mg

Além disto, a couve é rica em iodo e em vitamina K até em excesso: uma xícara fornece 700% das necessidades diárias da vitamina e 300% das do mineral, para um adulto. Mas não é preciso se preocupar: o organismo possui mecanismos para eliminar o supérfluo, sem que haja riscos de hipervitaminoses: nem o iodo, nem a vitamina apresentam efeitos tóxicos (uma das variantes da vitamina K, inclusive, é produzida pelas bactérias que colonizam o nosso intestino).

A couve é também fonte das vitaminas B6 e B12, tornando-se uma excelente opção para os adeptos de dietas vegetarianos, já que os onívoros geralmente suprem as necessidades destes nutrientes em alimentos de origem animal (principalmente peixes, aves e ovos).

Mais propriedades da couve

Os benefícios da couve para a saúde e a beleza não param aí. O vegetal apresenta propriedades antioxidantes, atuando como coadjuvante no combate de radicais livres, que, em excesso, contribuem comprovadamente para o envelhecimento precoce.

Diversos estudos indicam que a couve pode atuar como substância anticarcinogênica, inibindo o desenvolvimento de tumores malignos, especialmente no cólon e reto (porções finais do intestino grosso). A Medicina, no entanto, ainda aguarda estudos concludentes sobre este tema.

Quando o organismo é infectado por bactérias e fungos, entre outros microrganismos parasitas, o sistema imunológico desencadeia uma reação de combate: é a inflamação, uma resposta natural que visa à destruição dos invasores.

Muitas vezes, no entanto, as inflamações são persistentes e podem inclusive se tornar crônicas, com mínimas possibilidades de eliminação. Nestes quadros, além da medicação prescrita pelo médico, alguns alimentos são preciosos, em função das propriedades anti-inflamatórias – e a couve é um deles.

A hortaliça também é bastante útil em função das propriedades cicatrizantes e cardioprotetoras, em função dos carotenoides presentes na planta.

O suco de couve é desintoxicante, diurético (evita a retenção de líquidos, prevenindo o inchaço abdominal) e auxiliar na perda de peso. Para quem não gosta do sabor amargo, as folhas podem ser batidas com maçã picada ou suco de frutas (abacaxi, laranja, açaí, entre outras). A receita pode incluir sementes de chia e linhaça e gengibre ralado, para potencializar os efeitos.

Fonte: https://www.remediosnaturais.blog.br/beneficios-da-couve-para-a-saude/

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