Com certeza há muita pesquisa com fitoterápicos para tratamento de Distúrbio de Atenção e Hiperatividade.

Se podemos lançar mão de um suplemento que traga benefícios, isso pode ser fantástico.

Há 2 fitoterápicos que são promissores, apesar dos estudos clínicos não terem sidos concluídos, mas que os pais e avós precisam saber.

1 – Picnogenol

Consiste no extrato estandarizado de pinheiro marítimo francês. Inicialmente, as indicações eram somente para insuficiência venosa crônica.

Mas à partir dai os pesquisadores observaram que ele também pode aliviar asma, enxaqueca, reduzir a pressão arterial e a glicemia.

Agora eles focam na habilidade de ajudar naturalmente crianças com Doença de Déficit de Atenção (DDA) e Hiperatividade.

Segundo estudo piloto, o Picnogenol melhora significantemente os sintomas de DDA em crianças.

Isso levou a um estudo duplo cego com 61 crianças, usando a dose de 1 mg / Kg por dia por um período de 4 semanas. As crianças eram avaliadas no inicio e no final do mês, quando acabava o tratamento.

Os resultados mostraram a redução da hiperatividade, melhora da atenção, coordenação e concentração nessas crianças com DDA.

Já no grupo placebo, não se observou nada de positivo. Com a parada da medicação em 30 dias subsequentes, observou-se recaída dos sintomas, o que mostra que o Picnogenol ajudou a controlar a situação, mas não curou. Ainda não está claro como o Picnogenol age, mas realmente funciona.

2 – Extrato de Bacopa

Consiste num fitoterápico muito usado na Medicina Ayurvedica. Há 3 estudos interessantes que falam a favor deste fitoterápico:

  1. Avaliação de 60 crianças com DDA, sendo metade usando o suplemento e metade placebo. Foi realizado teste acadêmico e teste psicológico antes e depois do tratamento. Houve melhora significativa no grupo com Bacopa em relação ao grupo placebo.
  2. Outro estudo duplo cego randomizado e com controle de placebo do Bacopa analisou 36 crianças por 12 semanas. Foi usado 100 mg/dia de Bacopa para metade delas. Nas avaliações antes e depois do tratamento, observou-se melhoras na memória lógica, repetição da sentença e aprendizado, com boa tolerância à suplementação e sem efeitos colaterais.
  3. Outro estudo confirma esse efeito de melhoras do aprendizado.
    Nesse caso, usou-se 300 mg/dia de extrato de Bacopa (cerca de 6g de erva seca) por 12 semanas, promovendo significante melhora no aprendizado e consolidação da memória.

Portanto, tendo ou não DDA e hiperatividade, esses fitoterápicos podem muito bem ser adotados para os seus filhos ou netos. Eles só trazem benefícios!

Referências bibliográficas:

  • Eur Child Adolesc Psychiatry,. May 2006, 13
  • J Health Econ. Sep 2010; 29(5):641-56. Epub 2010 Jun 17.
  • NYTimes.com. October 9, 2012
  • Journal of Attention Disorders. November 2006; 10(2):200-4
  • Agricultural Marketing Resource Center, Pine Nuts Profile
  • The Australian. November 21, 2011
  • Medical Daily. January 10, 2014
  • J Altern Complement Med. 2010; 16(7): 753-9

Fonte: http://www.drrondo.com/

A nova pesquisa de Portugal revelou que o óleo de lavanda é um agente antifúngico poderoso que combate e previne  infecções da pele e unha, incluindo a Candida albicans.

Publicado no Journal of Medical Microbiology, o estudo constatou que o óleo essencial de lavanda apresenta proteção surpreendente contra uma ampla gama de fungos patogênicos – e funciona melhor do que todas as drogas antifúngicas conhecidas.

Nos últimos anos, têm havido um aumento da incidência de doenças fúngicas, particularmente entre os pacientes imunocomprometidos“, disseram as professoras Ligia Salgueiro e Eugenia Pinto da Universidade de Coimbra, as autoras do estudo. “Infelizmente, também está havendo aumento da resistência às drogas antifúngicas. Uma pesquisa feita por nosso grupo e outros, tem mostrado que os óleos essenciais podem ser alternativas baratas e eficientes, que têm efeitos colaterais mínimos.

A equipe observou em testes que o óleo de lavanda eliminou eficazmente os fungos que causam uma ampla gama de infecções na pele, cabelo e unhas, incluindo aquelas classificadas como pé de atleta, micose, e Candida albicans.

O óleo de lavanda não foi apenas mais eficaz do que as drogas antifúngicas, muitas das quais não funcionam mais em fungos mutantes, os quais aumentaram resistência à elas, como também o uso de óleo de lavanda não causa efeitos colaterais negativos.

O óleo de lavanda mostra atividade antifúngica de amplo espectro e é altamente potente“, acrescentaram as pesquisadoras. “Este é um bom ponto de partida para o desenvolvimento deste óleo para uso clínico para tratar infecções fúngicas.”

A pesquisa contribui para o crescente corpo de evidências sobre os muitos benefícios medicinais do óleo de lavanda.

Pesquisas anteriores já haviam identificado o óleo de lavanda como um poderoso antimicrobiano, e estudos têm mostrado que ele também funciona bem como um tratamento anti-espasmódico.

Como parte de várias misturas de ervas, o óleo de lavanda também pode ser usado para tratar a tosse e resfriados, gripe, dores de cabeça, fadiga e estresse.

Fontes:
Natural News; Lavender oil is a powerful antifungal that fights skin conditions, Candida
EurekAlert!: Lavender oil has potent antifungal effect

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2017/01/oleo-essencial-de-lavanda-e-um-antifungico-poderoso-que-combate-doencas-da-pele/#ixzz4WAAYgOMW

Quer aprender mais sobre este óleo e muito mais, temos o Curso presencial de Aromaterapia – informações espacodosol@gmail.com

Você consome gengibre todos os dias?

Se não, deveria.

Não importa como – chá, na salado, nos sucos -, fará muito bem a você consumir um pouco de gengibre diariamente.

Quer ver?

Aqui estão 20 motivos para consumir gengibre todos os dias:

1.Combate e previne câncer

Se você usar o gengibre em suas refeições diárias, pode ter certeza de que ele vai estar construindo uma proteção natural contra o câncer, é o que dizem diversas pesquisas.

2. Elimina dor

O gengibre é um analgésico natural, capaz  de aliviar dores.

Basta uma xícara de chá ainda em jejum.

3. Acaba com o enjoo

Qualquer incômodo causado por movimentos bruscos, como o enjoo, pode ser combatido com um pouco de gengibre.

4. Ajuda o organismo a absorver nutrientes

Se você está tentando entrar em forma, saiba que essa raiz pode ajudar seu corpo a absorver melhor os suplementos.

5. Combate a sinusite

O gengibre ajuda a limpar os seios paranasais.

É uma ótima alternativa natural a outros medicamentos.

Ele vai tornar fluida a secreção e desobstruir os seios paranasais.

Beba o chá de gengibre várias vezes por dia.

6. Combate náuseas da gravidez

Gengibre pode ser de grande ajuda se você estiver grávida e tiver problemas com enjoos e náseas.

Beber uma xícara de chá de gengibre pode controlar o problema.

Mas antes converse com seu médico, certo?

7. Ajuda o intestino irritado

Às vezes, o intestino fica irritado e todo o aparelho digestivo sofre.

Você pode consumir.neste caso, o gengibre como suplemento, chá ou pílula – o que importa mesmo é desfrutar das propriedades terapêuticas da raiz.

8. Previne Alzheimer

Ogengibre também pode evitar a perda de células cerebrais, que é um sinal de Alzheimer.

Caso tenha históricos desse mal na família, comece a consumir a raiz o quanto antes.

9. Aumenta o apetite

Se você anda sem vontade de se alimentar, pode contar com o gengibre, pois ele estimula a fome.

10. Combate a azia

O trigo sarraceno é tratado como grão por causa do nome, mas na verdade é uma semente altamente nutritiva.

Por isso, é preciso saber como preparar bem esta iguaria na culinária para aproveitar todos os benefícios do trigo sarraceno.

Ele pode ser servido como um substituto aos grãos em refeições para pessoas que são sensíveis ao trigo ou outros grãos que contêm glúten.

O trigo sarraceno é vendido cru ou torrado, quando é chamado de “kasha”. Quando cru, ele tem um sabor suave e bem sutil. Quando torrado, tem o sabor um pouco mais intenso, semelhante à noz.

Sua cor varia do rosado ao marrom e ele é frequentemente servido como uma alternativa ao arroz ou aos cereais que usamos para fazer mingau. 

O que é o trigo sarraceno?

Trigo sarraceno é ruma semente completamente livre de glúten e não tem nenhuma relação com o trigo ou as gramíneas desta família.

A origem do seu uso é mais ligada à fabricação de ração animal do que o alimento como humanos, na Europa e nos Estados Unidos.

Sua popularidade como alimento humano veio na década de 1970, quando os seus benefícios do trigo sarraceno para a saúde tornaram-se conhecidos.

A semente é muito rica em nutrientes, e tem mais fibras do que a aveia. 

Como usar o trigo sarraceno

O trigo sarraceno não é tão popular como o trigo e aveia, talvez por causa do seu sabor forte, quase amargo, principalmente quando torrado e moído. Por esta característica amarga ele tem sido utilizado para criar cervejas sem glúten.

Sua farinha pode ser usada no preparo de massa de pães e panquecas, muitas vezes misturada à farinha de trigo.

Outro uso corriqueiro do trigo sarraceno é no preparo de mingau, muito comum no café da manhã nos Estados Unidos.

Você também pode incluí-lo em grãos nas saladas frias e caçarolas ou usar sua farinha para empanar carnes e fazer pães e bolachas e outras receitas onde tradicionalmente se usaria a farinha de trigo como base. 

Como preparar o trigo sarraceno

As sementes de trigo sarraceno podem ser simplesmente enxaguadas ou torradas antes de serem cozidas. No entanto, fazer uma pré-lavagem e deixar um pouco de molho pode ajudar a fazer os grãos mais digeríveis e diminuir a quantidade de ácido fítico, que pode bloquear a absorção de alguns nutrientes pelo organismo.

Para fazer a pré-lavagem, adicione o trigo sarraceno em uma tigela com três vezes a quantidade de água.

Deixe de molho durante a noite, ou pelo menos 6 horas. Você vai notar que, depois de deixado de molho, ele irá desenvolver certa viscosidade.

Para removê-la, basta colocar as sementes em uma peneira e lavá-las em água corrente, mexendo ocasionalmente. Esta pré-imersão reduz drasticamente o tempo de cozimento do trigo sarraceno.

Para cozinhar, adicione uma parte do trigo sarraceno para duas partes de água ou caldo da sua preferência já fervendo. Assim que o líquido voltar a ferver, abaixe o fogo, tampe a panela e cozinhe por cerca de 30 minutos.

Dicas práticas de uso:

  1. Misture a farinha de trigo sarraceno com farinha de trigo integral para fazer deliciosos pães, bolos e panquecas;
  2. Combine as sementes cozidas com frutas, nozes e iogurte como um delicioso cereal para um lanche rápido;
  3. Prepare um pote de mingau de trigo sarraceno para o café da manhã usando-o semelhante à farinha de aveia;
  4. Adicione trigo sarraceno cozido em sopas ou ensopados para dar-lhes um sabor mais marcante e uma textura mais encorpada;
  5. Cozinhe o trigo sarraceno, resfrie e adicione frango picado, ervilhas, sementes de abóbora e cebolinha para uma salada nutritiva.

Tabela nutricional do trigo sarraceno

Valores para um copo de trigo sarraceno cozido.

Nutriente / Valor nutricional

  • Calorias: 155
  • Proteína: 6 gramas
  • Gordura: 1 grama
  • Carboidrato: 33 gramas
  • Fibras: 5 gramas
  • Açúcar: 1,5 gramas
  • Manganês: 86 miligramas
  • Magnésio: 86 miligramas
  • Fósforo: 118 miligramas
  • Niacina: 6 miligramas
  • Zinco: 1 miligrama
  • Ferro: 34 miligramas
  • Vitamina B6: 0,13 miligrama
  • Ácido fólico: 24 miligramas
  • Ácido pantotênico: 0,6 miligrama

10 Benefícios do trigo sarraceno para a saúde

1. Ajuda a melhorar a digestão e proteger o trato digestivo

As fibras presentes no trigo sarraceno trazem saciedade e aceleram o trânsito dos alimentos através do trato digestivo, o que é importante para regular os movimentos intestinais evitando o estresse oxidativo dentro do trato digestivo, protegendo de infecções e do câncer de cólon.

Quando o trigo sarraceno é fermentado para criar bebidas alcoólicas ou certos tipos de fermento de pão, ele também pode fornecer probióticos valiosos que alimentam o aparelho digestivo, transportando bactérias saudáveis ​​para a flora intestinal.

Estudos mostram que o consumo de produtos de trigo sarraceno fermentados pode melhorar o nível de pH do corpo, ou seja, o equilíbrio entre acidez e alcalinidade, que nos protege de bactérias prejudiciais e da formação de doenças.

2. Pode moderar os níveis de açúcar no sangue, por isso é uma escolha saudável para diabéticos

Ao longo do tempo, os elevados níveis de açúcar no sangue podem conduzir a várias doenças crônicas, como a diabetes do tipo 2. Como uma boa fonte de fibra, o trigo sarraceno tem baixo índice glicêmico, o que significa que o açúcar no sangue aumenta lenta e gradualmente depois de comê-lo.

Estudos têm listado a baixa nos níveis de açúcar no sangue em diabéticos como um dos benefícios do trigo sarraceno.

Este efeito é provavelmente devido a um carboidrato solúvel presente neste alimento, que torna as células mais sensíveis à insulina, o hormônio que promove a absorção o açúcar do sangue.

Além disso, alguns componentes de trigo sarraceno parecem evitar ou retardar a digestão do açúcar.

Todas estas propriedades fazem do trigo sarraceno uma escolha saudável para diabéticos ou aqueles que querem melhorar o seu equilíbrio de açúcar no sangue.

3. Ajuda a prevenir cálculos biliares

Comer alimentos ricos em fibras insolúveis como trigo sarraceno pode ajudar a evitar cálculos biliares, mostra um estudo publicado no American Journal of Gastroenterology.

No estudo foram analisadas mais de 69.000 mulheres ao longo de 16 anos. Os pesquisadores descobriram que aquelas que consumiam mais fibras em geral tiveram um risco 13% menor de desenvolver cálculos biliares em comparação às que não consumiam o mínimo recomendados de fibras diárias.

Os pesquisadores acreditam que as fibras insolúveis não só aceleram o tempo do trânsito dos alimentos no intestino, mas também reduzem a secreção de ácidos biliares, cujo aumento pode contribuir para a formação de cálculos.

Elas também aumentam a sensibilidade à insulina e reduzem as triglicérides (gorduras no sangue).

Abundante em todos os grãos integrais, as fibras insolúveis também são encontradas em nozes, na pele comestível de frutas e legumes, incluindo tomates, pepinos, abóboras, maçãs, frutas silvestres e peras.

4. Promove a saúde do coração

O trigo sarraceno contém muitos compostos saudáveis ​​para o coração como a rutina, magnésio, cobre, fibras e certas proteínas.

Ele é uma das fontes mais ricas de rutina, por exemplo, um antioxidante responsável por muitos benéficos do trigo sarraceno para a saúde cardíaca. Ela impede a formação de coágulos no sangue, diminui a inflamação e reduz da pressão sanguínea.

Pesquisas também mostram que nutrientes no trigo sarraceno também têm efeitos benéficos sobre a composição de gorduras no sangue, um fator de risco conhecido por causar doenças cardíacas.

Um estudo realizado em 850 homens e mulheres chineses associou o consumo de trigo sarraceno com menor pressão arterial e melhora no perfil lipídico do sangue, incluindo níveis mais baixos de LDL (o “mau” colesterol) e níveis mais elevados de HDL (o “bom” colesterol).

Acredita-se que este efeito seja causado por um tipo de proteína que se liga ao colesterol no sistema digestivo, impedindo a sua absorção pelo sistema circulatório.

5. Contém antioxidantes que combatem o desenvolvimento de doenças

O trigo sarraceno contém compostos fenólicos e antioxidantes que podem ajudar a combater a formação de câncer e doenças cardíacas, além de dar suporte às funções do cérebro, fígado e à saúde digestiva.

Antioxidantes, incluindo flavonoides como proantocianidinas oligoméricas, são encontrados dentro da casca das sementes de trigo sarraceno e são transferidos também para a sua farinha.

Os antioxidantes polifenólicos atuam como agentes terapêuticos contra danos dos radicais livres, um processo também chamado de estresse oxidativo. Eles regulam as funções celulares, protegem o DNA de danos e previnem as células de inflamações e de mutações que podem levar ao câncer.

6. Fornece proteínas altamente digeríveis

O trigo sarraceno é uma grande fonte de proteína de origem vegetal e contém doze aminoácidos – os “blocos de construção das proteínas”, que atuam na produção de energia, no crescimento e na síntese muscular.

Na verdade, o trigo sarraceno tem mais proteínas do que qualquer variedade de arroz, trigo ou milho.

Pessoas que adotam dietas veganas ou vegetarianas devem incluir trigo sarraceno em sua dieta regularmente porque ele fornece aminoácidos essenciais que não produzimos em nosso próprio organismo e que são geralmente obtidos nas carnes e alimentos derivados de animais.

7. Oferece benefícios cardiovasculares para mulheres na pós-menopausa

Comer uma porção de trigo sarraceno pelo menos seis vezes por semana é especialmente bom para mulheres na pós-menopausa porque seus nutrientes vão protegê-la contra o colesterol alto, a pressão alta e outros precursores de doenças cardiovasculares.

Um estudo prospectivo feito ao longo de três anos analisou mais de 220 mulheres no período pós-menopausa já com alguma condição cardiovascular. Os resultados foram publicados no American Heart Journal e mostraram que aquelas que comiam pelo menos seis porções por semana apresentaram progressão retardada de aterosclerose, diminuição no acúmulo de placas que estreitam os vasos por onde o sangue flui, e retardo no estreitamento do diâmetro das passagens arteriais.

8. Não contém glúten

Trigo sarraceno é muito semelhante em sabor, aparência, tamanho e textura à cevada, mas ele tem uma vantagem nutricional: não contém glúten. Por este motivo ele é seguro para qualquer pessoa com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten e pode substituir grãos como trigo, cevada, centeio e aveia, porque todos eles contêm glúten.

Embora não seja um grão, você pode usufruir dos benefícios do trigo sarraceno usando-o em muitas receitas substituindo os grãos. Esta substituição pode ajudar a prevenir distúrbios digestivos como distensão abdominal, prisão de ventre, diarreia e até mesmo síndrome do intestino solto.

9. O trigo sarraceno é fonte importante de vitaminas e minerais

Tanto as sementes quanto a farinha de trigo sarraceno são uma grande fonte de vitaminas que aumentam a energia, além de conter minerais como manganês, magnésio, zinco, ferro e ácido fólico.

O magnésio é responsável por benefícios do trigo sarraceno como melhorar a digestão, ajudar no crescimento e recuperação muscular e defender contra os impactos negativos do estresse sobre o corpo.

As vitaminas do complexo B, e o manganês, o fósforo e o zinco ajudam a manter a saúda do sistema circulatório e dos vasos sanguíneos. Eles ainda são formadores de neurotransmissores que combatem a depressão, ansiedade e dores de cabeça.

10. Ajuda a perder de peso

As sementes inteiras de trigo sarraceno podem ser muito úteis em dietas para perda de peso.

Elas têm menos calorias quando comparadas com o trigo ou cevada, são livres de gordura saturada e colesterol e ainda são ricas em fibras e proteínas.

Esta combinação tem um papel importante na supressão do apetite e no controle do açúcar no sangue, facilitando a digestão e a construção de massa muscular magra. 

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/10-beneficios-do-trigo-sarraceno-como-preparar-e-dicas/#KpJlDRCLKtZP4T10.99

Dietas sem glúten tornaram-se a nova dieta da moda atualmente, com muitas celebridades atribuindo seus corpos em forma e a perca do inchaço à dieta recém-descoberta, que elimina os alimentos que contenham trigo, cevada e centeio do plano alimentar.

No entanto, eliminar estes alimentos pode não ser tão benéfico assim para quem não sofre com a doença celíaca (que são as pessoas verdadeiramente alérgicas a glúten e realmente não podem consumi-lo).

O Dr. Norelle Reilly, da Columbia University Medical Center, em Nova York, diz que os produtos sem glúten vendidos no mercado (os chamados gluten free) contêm maiores quantidades de gordura e açúcar e não possuem uma grande quantidade de nutrientes como folato, ferro e vitaminas do complexo B. Logicamente, a questão trata de alimentos processados sem glúten, e não frutas, vegetais e etc.

“Não há nenhuma evidência de que alimentos processados sem glúten sejam mais saudáveis e nem há benefícios de uma dieta sem glúten comprovados para a saúde e nutrição”, disse Reilly. “Não há dados para apoiar a teoria de propriedades intrinsecamente tóxicas do glúten em adultos saudáveis e crianças.”

Parece que adotar uma dieta livre de glúten desnecessariamente pode, em contrapartida, aumentar o risco de obesidade, diabetes e a resistência contra a insulina.

Com a indústria de alimentos sem glúten crescendo, mais e mais pessoas estão assumindo o pensamento de que alimentos sem glúten são todos saudáveis, seja você celíaco ou não (se o seu organismo pode ou não pode lidar com glúten). É preciso ter calma e senso crítico para não cair nesta armadilha.

A mensagem geral? Tudo com moderação, a menos que você tenha sido recomendado por um médico para reduzir ou evitar o glúten, de acordo com o diagnóstico de suas necessidades. Apenas não seja uma vítima de uma dieta “na moda”.

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/dieta-sem-gluten-pode-nao-ser-tao-benefica-para-quem-nao-e-celiaco/#085EtBOxf3c1xyOK.99

Uma dieta sem glúten é uma dieta completamente livre de quaisquer materiais que contenham glúten, que é encontrado em grãos como trigo, espelta, cevada, centeio e kamut.

Glúten também é usado algumas vezes como um aditivo alimentar para adicionar sabor ou como espessante em alimentos. Aqueles que sofrem de alergia a trigo, doença celíaca ou intolerância a glúten não devem comer glúten. Aqui estão alguns dos alimentos com glúten mais comuns em nosso cotidiano.

1. Pães

Glúten é encontrado no trigo, cevada, centeio, espelta, kamut e triticale, então pães e outras coisas feitas desses grãos devem ser evitados, incluindo:

  • Pão francês
  • Pão de centeio e pumpernickel
  • Massas de torta
  • Biscoitos

Versões sem glúten desses produtos podem ser feitas, usando farinhas sem glúten, para aqueles que não podem ou não querem comer glúten. Farinhas sem glúten incluem:

  • Farinha de Arroz
  • Amaranto
  • Quinoa
  • Fubá
  • Trigo sarraceno
  • Farinha de Soja
  • Farinha de Amêndoas e outras castanhas

2. Bolos e Biscoitos

Muitos bolos e biscoitos são feitos com alimentos com glúten. Evite:

  • Cream crackers
  • Bolachas
  • Donuts
  • Cupcakes
  • Panquecas
  • Cones de sorvete

Procure alimentos com “sem glúten” no rótulo e feitos com uma das farinhas sem glúten mencionadas anteriormente.

3. Carnes Empanadas

A massa usada em muitas carnes empanadas, como frango, carne e peixe empanados, contém glúten. Quando for comer fora, evite carnes empanadas ou qualquer coisa frita empanada com farinha de pão. Você pode sempre perguntar ao garçom se há uma alternativa aos alimentos com glúten.

4. Macarrão

Muitos macarrões são feitos com farinha de trigo ou outras farinhas com glúten. É possível comprar macarrões que são feitos com farinhas sem glúten. Evite macarrão, cuscuz e semolina, a menos que você tenha certeza que é sem glúten.

5. Alimentos Processados

Muitos alimentos processados contêm glúten como um aditivo alimentar. Glúten é um agente espessante e estabilizador útil na preparação de alimentos processados. Ele também pode melhorar o sabor de muitos deles.

Leia os rótulos cuidadosamente quando comprar quaisquer dos seguintes alimentos processados:

  • Sorvete
  • Pudim
  • Creme não laticínio
  • Molho de salada e outros molhos prontos
  • Caldo de carne
  • Polpas de frutas
  • Chiclete
  • Misturas para bebidas
  • Doces
  • Alimentos enlatados ou embalados, especialmente caldos e sopas
  • Achocolatado
  • Frios
  • Batata chips
  • Calda
  • Refrigerante

Cerveja também faz parte dos alimentos com glúten, porque é feita de cevada, que é um grão que contém glúten.

6. Aditivos alimentares

Aditivos alimentares geralmente contêm glúten, embora eles não sejam listados como produtos com glúten na lista de ingredientes. Leia rótulos cuidadosamente e mantenha seus olhos em quaisquer dos ingredientes abaixo:

  • Caldo
  • Levedura de cerveja
  • Proteína vegetal hidrolisada
  • Proteína de plantas hidrolisada
  • Vinagre de Malte
  • Sabor de malte
  • Amido modificado
  • Glutamato monossódico
  • Sebo

7. Temperos

Muitos temperos contêm glúten, incluindo mostarda, pimenta branca e a maioria dos molhos prontos, incluindo molhos de salada, teriyaki e molho de soja (shoyu).

– 9 Alimentos Que Você Não Sabia Que Continham Glúten

Glúten é uma proteína contida em alimentos derivados do trigo. Ele é uma grande causa de problemas alimentares para aqueles que sofrem de uma inabilidade de digerir a proteína adequadamente; isso é chamado de Doença Celíaca.

Se você sofre de doença celíaca, você deve evitar todos os alimentos com glúten. Isso quer dizer uma necessidade óbvia de evitar pães e cereais, assim como quaisquer alimentos com trigo ou centeio, mas você também precisa checar rótulos, já que o glúten pode ser incluído mesmo nos alimentos menos suspeitos, como esses 9:

1. Salsicha

A carne da salsicha geralmente são os restos, moídos e constituídos com outros ingredientes, incluindo as farinhas ou pós-derivados do trigo. Isso é feito para dar textura à carne e ajudar a deixá-la mais saborosa. O glúten é frequentemente encontrado escondido em produtos para dar sabor.

2. Caldo de carne

Caldo de carne, seja tradicional ou com pimenta, contém glúten. O glúten está dentro dos grânulos que formam o pó e oferecem a consistência.

3. Molho de Soja

O molho de soja é feito de soja e trigo em uma proporção de quase 50%. Trigo é a principal fonte de glúten.

4. Curry em Pó

Esse é o espessante de trigo que dá ao curry em pó sua cremosidade. A maioria das receitas picantes contêm trigo para oferecer consistência e volume.

5. Frios

Frios são carnes processadas que podem ser compradas em mercados. Elas incluem presunto, rosbife, mortadela, e mais. Geralmente, carnes não contêm glúten, entretanto, as processadas como mortadela e presunto são alimentos com glúten, pois este é adicionado durante o processamento. Carnes não processadas, apesar de serem sem glúten, correm o risco de contaminação no fatiador.

6. Sopas

Sopas em pó, em lata e embaladas contêm espessantes de trigo para dar corpo e sabor à sopa. A única sopa segura é a feita em casa sem alimentos com glúten.

7. Sorvete

Glúten está presente no sorvete, já que a sobremesa tem amido misturado ao creme durante a fabricação. Qualquer sorvete com adicionais, como pedaços de cookies ou calda de chocolate, terão glúten graças aos aditivos.

8. Patês de Carne

Patê de carne é uma forma de carne moída que se pode passar em pães. Eles contêm aditivos como amido e levedura, que são ricos em glúten.

9. Arroz Instantâneo

Acredita-se que o arroz é sem glúten; é a forma como ele é produzido e embalado que pode conter glúten. Versões com molhos ou cremes têm amidos, assim como o arroz de microondas, que não requer fervimento para o preparo.

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)
Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/lista-de-alimentos-com-gluten-veja-algumas-surpresas/#J2GmAf587i2kdjCv.99

Em vários países, a graviola é reconhecida como um poderoso tratamento natural contra o câncer.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a fruta é bem valorizada e muitos suplementos contendo seu extrato são comercializados.

Os americanos, a propósito, devem ser os que mais pesquisaram sobre as propriedades medicinais da graviola.

Há pesquisas nos EUA indicando que vários dos ingredientes ativos da graviola matam células malignas de 12 diferentes tipos de câncer, incluindo mama, ovário, cólon, próstata, fígado, pulmão, pâncreas e linfomas.

Tudo parece ter começado em 1976.

Naquele ano, o dr. Jerry McLaughlin, na Universidade Purdue, em Lafayette, Estados Unidos, descobriu que as acetogeninas da graviola eram poderosas substâncias anticâncer.

Anos mais tarde, em 1998-2000, novos estudos de McLaughlin mostraram que as acetogeninas são inibidores do complexo I da cadeia de fosforilação oxidativa e, assim, bloqueiam a formação de ATP, energia necessária para a célula cancerosa.

As acetogeninas também inibem a ubiquinol oxidase, uma enzima dependente de NADH, que é especial para a membrana plasmática da célula cancerosa.

 Como podemos resumir isso para leigos?

É o seguinte, as acetogeninas da graviola são capazes de eliminar células cancerosas através da inibição dos mecanismos da mitocôndria dessas células, isso é, eliminando a maneira como elas produzem a própria energia.

Quais as principais indicações da graviola?

A graviola pode sim, como mostram os estudos, ajudar na cura de diversos males.

Por exemplo:

1. Para fortalecer um sistema imunológico fraco ou comprometido.

2. Como um complemento para tratamentos de câncer.

3. Metástases e/ ou tumores inoperáveis.

4. Os pacientes que param o tratamento de quimioterapia por causa de efeitos colaterais e radioterapia.

5. Como preventivo de câncer, especialmente quando há história de câncer na família.

6. Para tratar ansiedade, nervosismo.

7. Para eliminar vermes.

8. Para tratar diabetes.

Pelo que indicam as pesquisas, a graviola tem apenas uma contraindicação: mal de Parkinson.

Isso porque um estudo feito em regiões do Caribe constatou que os habitantes dessas localidades que consumiam muita graviola tinham maiores chances de desenvolver mal de Parkinson.

Mas, pelo que sugere o estudo, esse risco só existe quando o consumo é muito grande.

Como consumir a graviola para fins terapêuticos?

Pode-se comer o fruto ou tomar o chá das folhas.

Parece que nas folhas há maior concentração dos princípios ativos que combatem doenças.

E é por isso que agora você vai aprender a fazer o chá das folhas de graviola:

INGREDIENTES

8 folhas secas de graviola

1 litro de água

MODO DE PREPARO

Ferva a água.

Desligue o fogo e coloque as folhas de graviola na água fervida.

Espere 15 minutos.

Coe o chá e já pode consumi-lo.

Tome 3 xícaras por dia.

Por precaução, grávidas não devem tomar este chá.

E mais uma vez ressaltamos: antes de qualquer tratamento, mesmo os naturais, consulte seu médico.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/12/2016/ja-lhe-falaram-muito-sobre-graviola-mas-tem-um-segredo-que-voce-ainda-nao-sabe

Na prateleira do mercado, a lista de tipos de adoçante é grande: acessulfame K, aspartame, ciclamato de sódio, esteviosídeo/stévia, frutose, manitol, sacarina, sorbitol, sucralose e xilitol. Mas você sabe como escolher a melhor opção?

“Como profissional e, em uma situação em que todos os estudos mostram-se obscuros, o mais prudente seria a recomendação de produtos que levam em sua composição os adoçantes naturais, como stévia, sorbitol, manitol.

A sucralose, embora seja artificial, tem sido a mais utilizada e recomendada pela comunidade científica, pela segurança de uso e pelo paladar mais agradável, já que não deixa gosto residual como outros adoçantes”, disse a nutricionista Alessandra Paula Nunes, da Salutem – Nutrição e Bem Estar.

Para saber prós e contras de cada tipo de adoçante, o Terra conversou com Nunes e com a nutricionista Alessandra Almeida, da Clinica Andrea Santa Rosa. Vale lembrar que a escolha do produto deve ser guiada por um nutricionista ou médico.

1. Acessulfame K

Detalhes: é um sal derivado do potássio. Para atingir a dose máxima permitida por dia, uma pessoa com 70 kg precisaria consumir diariamente seis litros de um refrigerante zero.

Prós: possui poder adoçante 125 vezes maior que o açúcar.

Contras: a única restrição ao consumo desse adoçante é para portadores de doenças renais ou outras patologias cujo tratamento deve restringir o consumo de potássio.

Calorias: não-calórico

2. Aspartame

Detalhes: é muito utilizado principalmente nas bebidas dietéticas.

Prós: tem poder adoçante 200 vezes maior que o açúcar.

Contras: existem dúvidas quanto aos malefícios desse adoçante, pois alguns estudos falam do
seu potencial carcinogênico, enquanto outros relatam a segurança do uso.

Calorias: aspartame líquido contém 1,3 cal/10 gotas e em pó 4 cal/g

3. Ciclamato de sódio

Detalhes: se houvesse um adoçante comercial composto 100% por ciclamato, uma pessoa de 70 kg poderia consumir diariamente, no máximo, seis sachês. Mas não há marca comercial que utilize apenas o ciclamato na composição. Ele está sempre associado a outros adoçantes e, dessa forma, a quantidade presente nos produtos é muito pequena. “Vale ressaltar que, no Brasil, o uso dessa substância é controlado pela Anvisa, que autoriza a comercialização com o limite máximo de 0,04 g de ciclamato para cada 100 g de alimento ou bebidas”, acrescentou a nutricionista Alessandra Nunes.

Prós: adoça 50 vezes mais que o açúcar.

Contras: talvez seja o mais polêmico de todos. É amplamente utilizado em produtos alimentícios e farmacêuticos. No final da década de 1960, iniciaram-se alguns estudos sobre sua toxicidade, já que a metabolização do ciclamato pelo organismo gera um produto tóxico com ação carcinogênica.

A maioria relata risco de desenvolvimento de câncer de trato urinário. As pesquisas sugerem que o consumo em longo prazo de alimentos contendo essa substância, como por exemplo, duas latas de refrigerante dietético por dia, durante 10 anos, seriam suficientes para aumentar em até três vezes a chance da doença. Porém, nada até esse momento se mostrou comprovado, pois todos esses estudos foram realizados com doses acima da recomendada. A nutricionista Alessandra Almeida acrescentou que o produto contém sódio em sua composição e, portanto, é um fator de risco para os hipertensos.

Calorias: não-calórico

4. Esteviosídeo/Stévia

Detalhes: extraído de uma planta conhecida como Stevia rebaudiana, tem dose diária recomendada de 5,5mg/kg, então uma pessoa de 70 kg poderia consumir 385 mg por dia de steviosídeo. Não tem contraindicação e é totalmente atóxico.

Prós: é natural e possui sabor 300 vezes mais doce que o açúcar. Tem boa estabilidade em altas e baixas temperaturas, podendo ser levado ao fogo e ao congelador.

Contras: possui forte sabor amargo residual.

Calorias: não-calórico

5. Frutose

Detalhes: extraída das frutas maduras, de alguns vegetais e do mel, pode ser consumida por diabéticos, mas só com orientação médica ou de uma nutricionista. Produz 4 cal/g, o mesmo valor da sacarose (açúcar comum). Por essa razão, é desaconselhável para regimes de emagrecimento.

Prós: a frutose é uma vez e meia mais doce que o açúcar, reduzindo assim a quantidade usada, ou seja, precisa de menos frutose para dar o mesmo sabor doce do açúcar.

Contras: não possui limite de consumo, mas o excesso de frutose pode causar aumento nos triglicerídeos sanguíneos e provocar cáries, como informou Alessandra Nunes.

Calorias: 4 cal/g

6. Manitol

Detalhes: é um edulcorante natural amplamente encontrado em vegetais como aipo, cebola e beterraba. Seu consumo diário é de 30g a 50g em doses parceladas por dia, embora algumas pessoas não tolerem quantidades superiores a 10g.

Prós: seu poder adoçante é de 70% em relação ao açúcar. Não provoca cáries.

Contras: há relatos de que provoca um significativo efeito laxante quando ingerido em doses elevadas.

Calorias: 2,4 cal/grama

7. Sacarina

Detalhes: uma pessoa com 70 kg pode consumir até 28 sachês por dia.

Prós: tem poder adoçante 300 vezes maior que o açúcar.

Contras: até hoje não existem comprovações quanto a sua toxicidade. “Sacarina sódica possui sódio em sua composição, sendo um fator de risco para os hipertensos”, alertou a nutricionista Alessandra Almeida. Seu uso não é indicado em período gestacional, pois é permeável à placenta e de difícil excreção pelo feto, o que estaria associado à diminuição do crescimento do bebê e ao aparecimento de tumores malignos, como informou Alessandra Nunes.

Calorias: não-calórico

8. Sorbitol

Detalhes: 50% menos doce que o açúcar, seu consumo diário é de 30g a 50g em doses parceladas por dia, embora algumas pessoas não tolerem quantidades superiores a 10g.

Prós: é uma substância natural de algumas frutas e de algas marinhas. Resiste a temperaturas elevadas.

Contras: contraindicado para obesos e diabéticos descontrolados. Doses muito altas são diuréticas e aumentam a perda de cálcio no organismo, segundo Alessandra Nunes.

Calorias: 0,01 cal/gota

9. Sucralose

Detalhes: embora feita a partir de açúcar e com gosto de açúcar, não é reconhecida pelo organismo como um hidrato de carbono e, por isso, tem zero calorias. É uma alternativa útil para quem está tentando reduzir o açúcar ou a ingestão de calorias. Muitos produtos diet ou light, incluindo refrigerantes, bebidas gasosas e doces, são adoçados com sucralose.

Prós: é cerca de 600 vezes mais doce do que o açúcar e, portanto, pequenas quantidades são necessárias para adoçar bebidas e alimentos.

Contras: “A sucralose, possui cloro em sua composição, que compete com a absorção de iodo na glândula da tireoide, sendo contraindicado para pessoas que possuem distúrbios na tireoide”, segundo a nutricionista Alessandra Almeida.

Calorias: não-calórico

10. Xilitol

Detalhes: tem sabor semelhante ao da sacarose (açúcar comum). Não é encontrado puro e, normalmente, é usado na composição de adoçante para atenuar o gosto amargo de outros edulcorantes. Seu consumo diário é de 30 g a 50g em doses parceladas por dia, embora algumas pessoas não tolerem quantidades superiores a 10g. Seu poder adoçante corresponde a 50% da sacarose.

Prós: tem o diferencial de causar uma sensação refrescante na saliva.

Contras: doses acima de 30 g/dia podem causar diarreia.

Calorias: 2 cal/g

Fotos: Getty Images

Fonte: Nutricionista Alessandra Paula Nunes, da Salutem – Nutrição e Bem Estar.

A classificação da mandioca baseia-se no teor de uma substância tóxica que ela possui: o ácido cianídrico.

A mandioca-mansa ou mandioca-doce ou aipim tem as raízes comestíveis, podendo ser consumido cozido ou assado.

A mandioca-brava ou mandioca-amarga ou simplesmente mandioca é rica em ácido cianídrico, mas perde sua toxicidade no processo do cozimento e torrefação.

Com ela são produzidas a farinha, a fécula, o polvilho e a tapioca.

Farinha de mandioca

A farinha de mandioca é extraída da mandioca-brava. A produção da farinha de mandioca é feita da seguinte forma: primeiro, as raízes são descascadas, lavadas e raladas.

A massa ralada, depois de prensada para a extração da parte líquida, passa por um processo de esfarelamento ou descompactação para que possa ser peneirada.

Por fim, a farinha é torrada e, depois de fria, é empacotada para a venda.

A farinha constitui um dos principais produtos da mandioca, e seu uso é muito difundido em todo o país, fazendo parte da refeição diária de muitos brasileiros.

É consumida principalmente como farofa.

É um alimento rico em carboidratos e fibras e, quando integral, contém um pouco de proteína, cálcio, fósforo, sódio e potássio.

Fécula de mandioca ou polvilho doce

A diferença entre fécula e amido é muito pequena e reside apenas no fato de cada um deles ser retirado de uma parte diferente do vegetal.

Enquanto que o amido é extraído das partes aéreas comestíveis dos vegetais (sementes), a fécula é extraída das partes subterrâneas (tubérculos, raízes e rizomas).

Sendo assim, temos, como exemplo, que o produto amiláceo extraído do milho é chamado amido e o da batata é chamado fécula.

A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena), podendo ser utilizada como espessante (molhos e mingaus) ou substituir parte da farinha de trigo nas receitas de pães e bolos, sem modificar seu sabor.

Também pode ser congelada depois de incorporada ao produto final e não contém glúten. Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos.

Polvilho Azedo

O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm.

A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo.

Tapioca e Sagu

A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma. É utilizado no preparo de cuscuz, bolo e pudim.

Tapioca pérola ou sagu é um tipo de tapioca de grãos esféricos regulares. Tradicionalmente o sagu é cozido com vinho tinto e açúcar, mas também pode ser preparado com sucos de frutas (uva ou laranja) ou mesmo com leite.

Fonte: https://comendobem.wordpress.com/2008/05/01/produtos-derivados-da-mandioca/

Macaxeira, mandioca e aipim, são alguns dos diversos nomes pelos quais é conhecida essa raiz que tem uma casca rugosa, facilmente destacável, e que, dependendo da variedade, pode atingir até 1 metro de comprimento.

Originária da América do Sul, ela já era largamente utilizada como alimento pelos índios muito antes do descobrimento do Brasil, tendo sido transmitido por eles o hábito de consumi-la.

Com sua farinha são feitos beijus, pirões, sopas e mingaus, e seu polvilho é aproveitado para engomar roupas e na fabricação de explosivos.

A classificação da mandioca baseia-se no teor de uma substância tóxica que ela possui: o ácido cianídrico.

A mandioca-brava ou mandioca-amarga ou simplesmente mandioca é rica em ácido cianídrico, mas perde sua toxicidade no processo do cozimento e torrefação.

Com ela são produzidas a farinha e a tapioca.

A mandioca é matéria-prima de duas receitas típicas do Pará: com um caldo amarelo extraído da mandioca e cozido por dias, é preparado o tucupi; com suas folhas e carne de porco salgada se prepara a maniçoba.

A mandioca-mansa ou mandioca-doce ou aipim tem as raízes comestíveis, podendo ser consumido cozido ou assado (com uma calda doce para o café da manhã ou puro como acompanhamento de carnes).

É também essa variedade a utilizada para o preparo de bolos e pudins.

Valor nutritivo

O aipim é boa fonte de energia, não tem proteínas nem gorduras e contém grande quantidade de vitaminas do complexo B, principalmente a vitamina B3 (niacina), além de boa quantidade de potássio.

Como comprar

Normalmente o aipim já é vendido com a ponta cortada para que se possa verificar sua qualidade.

O aipim deve apresentar uma coloração branca uniforme, sem manchas pretas (a variedade amarela é venenosa e não deve ser utilizada na culinária).

Deve ter certa umidade e a casca deve soltar-se com facilidade. Também é possível encontrar o aipim já descascado embalado a vácuo.

Conservação

O aipim deve ser consumido logo após a compra. Mesmo se as raízes estiverem inteiras, não devem ser guardadas por mais do que dois dias.

Estando partidas e desejando-se conservá-las por mais tempo, deve-se descascá-las e deixá-las na geladeira em uma vasilha coberta com água.

No caso do aipim embalado a vácuo, deve-se observar a validade indicada na etiqueta. O aipim pode ser congelado, tanto ainda cru, quanto depois de cozido.

Como usar

Para uso culinário, o aipim deve ser bem lavado e cortado em pedaços grandes.

Em seguida faça um corte no sentido do comprimento, atingindo toda a espessura da casca. Com a ponta de uma faca afiada, desprenda a casca.

Corte pedaços mais ou menos do mesmo tamanho para que cozinhem ao mesmo tempo.

O aipim só deve ser posto na água para cozinhar quando esta estiver fervendo, o que reduz o tempo de cozimento, evita que ele fique encharcado e propicia melhor aproveitamento de seu valor nutritivo.

O cozimento deve ser feito com a panela aberta para que perca o ácido cianídrico por meio da evaporação.

Pode-se também assar o aipim em forno alto (de preferência com a casca), bem lavado e embrulhado em papel alumínio.

Como o tempo de cozimento varia muito, espete o aipim com um palito de churrasco, se este atravessá-lo sem dificuldades significa que está cozido.

Fonte: https://comendobem.wordpress.com/2008/05/09/aipim-mandioca-macaxeira-como-comprar-escolher-conservar-usar-congelar-beneficios-propriedades/